Meu colega de escritório

Aqui estou eu de novo, compartilhando um novo post com mais uma história da minha curta carreira bissexual.
Dessa vez, a anedota que vou contar aconteceu no meu trabalho.
Eu trabalho numa firma, na parte administrativa. Uns dias antes, a empresa tinha contratado um cara novo, que tava super na vibe e cheio de vontade de trampar. Obviamente, o novato tem que fazer de tudo, e naquele dia pediram pra ele ficar depois do expediente pra me ajudar com o estoque e o sistema da empresa, que precisava verificar várias coisas. O cara era super gente boa, um amor, mas fisicamente era um garoto, digamos, normal. Não tinha me chamado a atenção desde o começo, mas eu tinha simpatizado com ele. Naquela tarde, todo mundo foi embora e eu fiquei com o cara, que se dedicou pra caralho ao trabalho e, sinceramente, me ajudou pra cacete. Quando ele terminou o que eu tinha pedido, falei que ele podia ir, que eu ainda tinha mais um tempinho de serviço. Aí ele respondeu que, se não fosse um problema, preferia ficar, já que morava sozinho em casa e ficava entediado. Claro que eu disse que sim, sem drama. Enquanto eu tentava terminar minha parte, o cara começou a navegar num computador e notei que ele tinha entrado num site de contatos sexuais e tava batendo um papo animado com alguém. Fiquei curioso pra saber com quem e sobre o que estavam falando, e perguntei com quem ele tava conversando tão animado. Aí ele me disse que tava falando com um casal com quem ia se encontrar no fim de semana pra transar, e começou a explicar que curtia muito a solteirice e adorava esses encontros porque normalmente tinha de tudo: sexo tanto com o homem quanto com a mulher do casal, e que isso o excitava. Isso foi o suficiente pra minha parte mais sombria aparecer. Comecei a olhar pra ele com outros olhos e percebi que era um gostoso. Vou descrevê-lo pra vocês também imaginarem. De altura, um metro e setenta e cinco, ou talvez um pouquinho mais, Pelo castanho com um corte de cabelo bem atual, olhinhos verdes, nariz médio e boca com lábios médios, nem muito grande nem muito pequena. O corpo bem torneado, braços bonitos e uma barriguinha linda, o melhor que ele tinha à primeira vista era a bunda bem redondinha, marcadinha, empinadinha, confesso que foi a primeira coisa que olhei quando ele chegou, e era porque ele praticava esportes (depois descobri que tinha jogado rugby um tempo) e, claro, pernas bem torneadas. O negócio é que, se você não prestasse muita atenção, ele não chamava a atenção, mas se olhasse com um pouco de carinho, percebia que era bem apetitoso, e ainda mais depois daquela noite em que pude prová-lo.

O cara se empolgou com a conversa e me contou umas experiências sexuais bem interessantes, e eu contei que também rolava umas coisas comigo e que eu ficava afim de caras, mas que nunca tinha feito sexo anal com ninguém. Ele disse que sentia o mesmo, que adorava dar mas não receber. A conversa ficou muito quente, e eu juro que imaginava ele pelado na mesa e eu chupando ele, e não sabia como dizer que morria de vontade de chupar ele. Claro que o cara já tinha percebido e ia me enrolando com as histórias que contava pra me excitar. Ele me contou que era muito tímido com as minas cara a cara, mas que nas redes sociais sexuais se transformava, e que no começo ninguém acreditava nele, mas quando ele tirava a roupa, todo mundo caía de boca. Isso me deixou louco, só de pensar que o que ele tinha entre as pernas era delicioso, minha boca enchia d'água. Num momento, ele me diz que com a conversa o pau dele tinha ficado muito duro e mostra um pouquinho por cima da calça jeans, e aí foi o estopim de tudo quando vi o que marcava, era um picaço. Eu disse que, se ele quisesse, podia ir ao banheiro e se tocar pra aliviar aquilo tudo que estava duro, e ele respondeu que não, que preferia se tocar ali mesmo no escritório. Juro que meus olhos brilharam, meu coração disparou. Mil, queria sentir de novo aquela sensação única de saborear uma rola linda e suculenta. Naquele momento, não me importei com nada e falei que, se ele quisesse, que fosse, que não me incomodava, que eu era um cara de mente bem aberta… e de boca também, kkkkk. Claro que ele continuou com o joguinho, porque via que eu tava gostando pra caralho, aí ele me disse que tinha me ajudado ficando pra fazer hora extra, então queria a recompensa dele, que agora eu tinha que dar uma mão pra ele. Na hora, mil coisas passaram pela minha cabeça, mas larguei tudo que tava fazendo, não me importei mais com nada e falei que sim, que ia ajudar. O que ele pediu foi que eu fosse devagar, que não fizesse tudo na pressa, que a gente curtisse o momento, e eu concordei, mesmo querendo arrancar a roupa dele e chupar aquela rola toda.
Ele tirou a camisa e mandou eu passar a língua pelos mamilos e pela barriguinha dele. O cheiro era maravilhoso, uma mistura de homem com perfume que me excitava pra caralho, e enquanto eu passava a língua nos mamilos dele, pegava na rola e já via o que vinha, era uma rola linda. Ajoelhei na frente dele e comecei a massagear a rola por cima da calça jeans, tava duríssima, aí desabotoei o cinto e fui descendo devagar, tirei a calça e ele ficou só de cuequinha branca, pequena. E aí descobri a verdade: uma rola lindaaaaaaaa, de uns 18 cm de tamanho, mas o que mais gostei foi que era grossa, uns 8 cm, bem rosada, com uma cabeça perfeita, bem marcada, uma glande igual a um morango, carnuda e deliciosa. Chupei aquela rola com tanta vontade que num momento ele me lembrou do combinado: devagar pra aproveitar ao máximo. Depois de curtir por uns bons minutos, fui pras bolas dele, tudo em perfeito estado, bem raspadas. Masturbei ele e apertei a rola enquanto chupava as bolas, e ele gozava igual um louco, suspirava de um jeito que me enlouqueceu, porque eu sabia que ele tava gostando pra caralho. o que ela fazia comigo. Ela pedia pra eu chupar devagar porque queria aproveitar aquele momento ao máximo. Tirou toda a roupa, só ficou de meias, subiu na mesa e aí me pediu um favor: que chupasse a bunda dela. Juro que me perdi, não tinha noção de tempo nem de espaço — afundei minha cara naquelas nádegas e senti o mundo parar. Uma bunda linda, redonda, empinada, um cuzinho delicioso com uns pelinhos que davam o toque masculino perfeito. Minha língua foi direto pro buraquinho, aquele momento foi único. Claro que ele se masturbava, e quando me toquei que aquele rabo tinha me deixado louco, dei um passo pra trás e vi a paisagem que nunca vou esquecer: aquela bunda perfeita, aqueles ovos balançando e aquela piroca suculenta pedindo pra eu continuar chupando. Um momento únicooo.

Continuei aproveitando tudo, ia do cu até a ponta da piroca sem parar, curtindo cada centímetro daquele corpo. Quando ele tava quase gozando, pediu pra eu sentar no chão, meteu a rola na minha boca e comeu minha boca por um bom tempo até que, num momento, tirou e aí jorrou toda a porra que espalhou na minha cara, na minha camisa, no meu cabelo — não liguei pra nada. Peguei a piroca de novo e enfiei na boca pra saborear aquelas gotinhas de mel que ainda saíam, e como ele não broxava, continuei chupando mais um pouco até ele falar: "pronto, acabou!"

Nos vestimos, fechamos tudo no escritório e cada um foi pra casa com a promessa de que logo a gente ia experimentar mais ainda. Voltei dirigindo meu carro e ainda sentia no meu nariz o cheiro do cu e da piroca dele, e aquilo me deixava doido. Juro que naquela noite não quis tomar banho pra não perder aquele cheirinho delicioso. Cheguei em casa, me masturbei gostosinho pensando no cheiro gostoso dele, e aí chegou uma mensagem dizendo: "foi maravilhoso, mas quero mais, muito mais." Fui dormir com a sensação de não me arrepender nem um segundo de ter vivido aquela experiência única.

Espero que vocês tenha gostado e excitado como eu. E ainda assim minha bunda pequena continua virgem, uma hora eu me animo.

9 comentários - Meu colega de escritório

Relatas bastante bien. Me recalenté!!
Van puntos.....10 ✔
Nunca me pasan esas cosas. Pero bueno, otros tienen suerte.