Essa história eu ia escrever ontem, por isso o título, mas como a Speedy é uma bosta e nunca funciona, tô escrevendo agora.
Domingo de madrugada, ou seja, segunda já, comecei a trocar mensagem com um cara, mandamos fotos, conversamos um pouco e, sem muita enrolação, marcamos um encontro pra hoje de manhã. Infelizmente, não sei por que, acordei super cedo e tinha dormido umas 4h da manhã, era umas 7h, fiquei deitado um tempo e levantei porque tinha que terminar um design. Umas 8h chega um WhatsApp de um cara, o generoso, que vem sempre uma ou duas vezes aqui em casa, ele perguntou se podia passar por aqui umas 10h. Nessa hora eu já tinha que ir pra casa do outro, então falei pra ele vir umas 14h. De novo, a internet tava uma merda, então fiquei sem WhatsApp. Ele tinha tempo até 12h30, então já tinha que partir pra lá. Liguei pra ele, sorte que temos a mesma operadora, então era de graça, ele não atendeu, deixei um recado e fui. Ele me ligou daqui a pouco e disse: "passa o caminho". Cheguei, ele é um macho divino, trintão, cara de dominador, bem filho da puta, magro, pernas lindas e peludas, peito meio peludo também, barbinha, meio cara de hippie maconheiro, mas beleza. Ele me indicou como chegar, liguei pra ele quando tava a umas quadras, virei a esquina e vi ele, tava na entrada, encostado no batente da porta, uma calça jeans, uma camiseta de futebol, me deixou com muito tesão. Cheguei, nos cumprimentamos, entramos, passamos por uma galeria onde notei muitas pinturas, esculturas, conversamos um pouco sobre a vida enquanto íamos pro quarto dele. Perguntei do que ele trabalhava e ele me contou que é professor de desenho de tal colégio, que era o colégio onde eu ia estudar, mas não consegui vaga. Que tesão ter um professor assim, sempre foi minha fantasia ser comida por algum professor do meu ensino médio, mas nunca peguei um gostoso, só umas coroas ou velhos, embora por uma nota boa tudo se negocia... 😛 No terceiro ano, peguei um professor gay, jovem, gostoso, Muito foda, mas era mais passiva que eu, então nunca rolou nada. Entramos no quarto dele, ele me mandou sentar na beirada da cama e, de uma vez, baixou a cueca e a calça juntas. Na hora, eu meti na boca. Era bonita, branca, cabeça rosada, bolas depiladas, um pouco mais de pelo em cima, aparado, subindo até o umbigo — esses pelinhos me matam! Como tava mole, era fácil chupar inteira, mas logo foi endurecendo e ficou difícil. Mas parecia que ele adorava, porque me segurava mais forte na cabeça quando via que eu não conseguia ir até o fim. Cada vez fazia mais força, quase me engasgava. Acho que a rola dele tinha uns 19x5, muito boa porra, o cara, 100% dominante. Do nada, ele me soltou, sentou do meu lado e começou a tirar a calça de vez, as meias e os tênis. Mandou eu fazer o mesmo, obedeci. Ele deitou na cama enquanto eu terminava de me despir. De olho, eu admirava ele, lindo, batendo uma pra aquela porra linda. Me enfiei entre as pernas dele e me dediquei de novo a chupar o pau dele. "É isso que você queria, né, puta? Come." Minha língua passava pelo freio, rodeava a cabeça, subia e descia pelo tronco bem duro. Ele colocou as mãos na minha cabeça e me fez descer até as bolas. "Lambe elas devagar, com calma." E foi assim que eu fiz. Uma vontade do caralho de descer um pouco mais, levantar as pernas dele e dar uma chupada de cu daquelas. Machos assim me deixam louco pra chupar o cu deles. Mas não, esse aí tinha cara de que não curtia isso. Talvez eu tente na próxima. Ele me agarrou com força pelas rastas e, brutalmente, levou minha boca de volta pro pau dele, me obrigando a chupar tudo. Não sei como, mas eu conseguia, mas logo me engasgava, e o filho da puta não me soltava. Ele se levantou na beirada da cama, me fez deitar com a cabeça na altura do pau dele, virou meu rosto pra ficar de boca aberta na direção. Já sabia o que vinha. Respirei fundo. Ele me segurou pelo pescoço e pela cabeça. pra eu ficar quieto, e começou a comer minha boca ''era isso que você queria, né putinha? então chupa logo'', me fazia engasgar pra caralho ''como eu adoro ver viado se engasgando com minha pica, toda, toda, se engasga'' e enfiava tudo, juro que nunca ninguém comeu minha boca daquele jeito, sempre quando eu engasgo dou uma forçada e tiro da boca, mas esse aí não soltava, eu segurava nas pernas dele com as mãos e puxava pra trás, mas obviamente ele era mais forte que eu, depois de um tempo ele soltava e eu saía correndo, olhos lacrimejando, babado, até melecado o filho da puta me deixava, me deixou descansar um pouco, colocou uma daquelas pernas lindas de macho na cama deixando os ovos na altura da minha boca, comecei a chupar eles de leve, do jeito que ele tinha dito que gostava, meus olhos olhavam direto pra aquela raba, que eu morria de vontade de lamber, não era muito peludinha, mas na parte do buraquinho tinha mais, ''levanta as pernas, mais, mais, mais'' ele mandava, então cruzei meus braços por elas e puxei pra mim, deixando a bucetinha bem pra cima e aberta, ele apoiou um dedo que tava bem molhadinho e enfiou quase tudo de uma vez, dedo no cu já é meio chato, nada comparado a uma pica, é diferente, me incomoda e olha que nem se compara em tamanho, era a primeira coisa que esse macho fazia no meu cu depois da dupla penetração de sábado e senti na hora que ainda tava sensível, ainda mais com um macho dominante que quando fosse me comer não ia ser nada delicado, e ainda por cima depois ainda tinha que transar com o outro que ia chegar em casa mais tarde, ele me fez ficar na beira da cama, com a cabeça apoiada na cama e a raba empinada, e foi pegar alguma coisa, voltou e jogou lubrificante na minha buceta, ainda bem porque só com saliva ia me acabar, fiquei mais tranquilo, ele colocou uma camisinha e começou a enfiar, não de uma vez, mas nada de encostar e ir devagar, então com vaselina, lubrificante ou o que Sê meu tiny ass, mas eu não ia ceder fácil, tava puto porque com um cara daquele jeito não queria passar por otário que tem o cu fechado, tava doendo pelo tanto que ele tinha me aberto, mas já tinha avisado antes sobre a dupla, só que ele não tava muito interessado, tava me comendo sem dó, em pouco tempo já tava enfiando tudo no meu cu, eu gemia, pedia pra ir mais devagar mas ele nem ligava, tentava aguentar mas doía, me segurava forte nos lençóis, fechava os olhos e tentava relaxar o tiny ass, enquanto não parava de gemir/gritar "shh puta, cala a boca, aguenta, você que quis...", ele apoiou os dois pés na cama e montou em mim, se segurava no meu corpo e bombava sem parar, eu não aguentava mais, mas ao mesmo tempo tava adorando, ele tava me comendo gostoso, depois de um tempo ele tirou, tirou a camisinha, "vou gozar nas suas costas", aí eu afastei os dreads, e nem terminei de pedir pra ele gozar na minha boca quando comecei a sentir os jatos de porra por todas as minhas costas, dava pra ouvir ele ofegante, passei os dedos nas costas e levei até a boca, me virei de joelhos na cama e chupei um pouco deixando a pica bem limpinha, fomos nos higienizar e depois de um tempo vim pra casa.
Já no busão liguei pro outro, falei que tipo 13h já podia vir. Cheguei em casa, tomei uma ducha, arrumei meu quarto, tava com aquele projeto então tinha plantas, réguas, lápis, revistas de design/arquitetura pra todo lado, fumei um pouco pra ficar mais relaxado, me esperava um dia longo ainda. Ele me liga daqui a pouco dizendo que já tava chegando, desci pra abrir, ele entra, fecho a porta e ele me puxa nos braços e começa a me beijar de língua, ele sempre fica muito carente, adora um amasso, pego na mão dele e levo pro meu quarto, enquanto subimos a escada ele vinha atrás de mim passando a mão na minha bunda, entramos no meu quarto, coloquei uma música baixa enquanto ele ia tirando a roupa, "você fugiu do seu trampo um Rapidinho?" ele perguntou. "Não, tô no horário de almoço, vim comer um puta gostoso", ele me disse. A gente riu, me aproximei e nos beijamos enquanto eu ia me despindo. Já pelados, nos jogamos na minha cama, ele deitado de barriga pra cima e eu por cima dele. Fiquei apalpando a pica dele enquanto beijava o pescoço dele, e fui descendo até a pica morena dele, uns 17x5, cabeçuda, uma pica boa quando tá bem dura. Chupei ela por um tempo, ele segurava minha cabeça, mas de leve, acompanhando meus movimentos, diferente do anterior. Enquanto eu o chupava, ele perguntou qual era a do macho que tinha me pegado mais cedo. Contei pra ele, ele curte muito vir pra casa depois que algum cara me comeu um tempo antes. Ele tirou a pica da minha boca, voltei a beijar ele, ele pediu camisinha. Fui pegar na minha mochila e de quebra peguei um lubrificante também. Já sabia que ia doer pra caralho. Respirei fundo e fui meter, como diria a Frencella hahahaha. Segurei firme e fui enfiando devagar. "Você, fica quietinho", pedi igual você em Promiscuous. Aos poucos, fui enfiando, tirava, descansava um pouco, colocava saliva na bunda e tentava de novo. Dessa vez foi mais fácil, mas ainda sentia minha bundinha minúscula pedindo um descanso. Como ele percebeu que tava doendo quando consegui enfiar tudo, ele disse: "Fica assim, empombadinha". Fiquei com a pica toda enfiada na bunda enquanto ele me beijava, e ele voltou no assunto do cara anterior. Contei como ele tinha me comido. Depois de um tempo, ele quis que eu deitasse de bruços. Nem louco eu ia tirar a pica do meu cu, depois ia doer pra caralho quando ele fosse meter de novo. Falei que não, que não queria que ele tirasse, mas ele insistiu. Levantou o peito da cama e foi pra frente com cuidado, sem tirar, e agora eu tava de perninhas pro ombro. Ele continuou metendo, cada vez mais forte. Parece que ele não queria ficar atrás do outro macho, e isso me deixou com muito tesão. A pica dele era um pouco menor, não muito, mas eu aguentava melhor. Ele me fez virar, nem lembro direito como a gente fez, mas ele conseguiu me deixar de boquinha. Lá embaixo, como ele queria, me fez abrir as pernas e começou a me comer gostoso pra caralho. Nem sei o que ele continuava falando do outro cara, entre gemidos eu não tava prestando atenção. Ele tava me comendo gostoso, mas esse aí que às vezes não dura nem 5 minutos não ia se fazer de machão comigo. Criei coragem e comecei a pedir mais e mais forte. Eu também mexia um pouco a rabeta. Na hora ele gozou — percebi pelo suspiro e pela respiração pesada. Ele se fez de besta como se eu não tivesse notado, e eu continuei pedindo mais e mais pica. Eu tava me divertindo, dava pra ver que ele já não aguentava mais. Do jeito que dava, continuava bombando, ofegante, dava pra sentir que o pau dele tava murchando um pouco, mas não muito. Ele tentou se levantar pra tirar, mas não deixei. Levantei a rabeta também e continuei me empinando. "Para, para..." e não sei mais o que ele falava. Por dentro eu ria e pensava: "Não era que você queria me comer que nem o outro machinho?" Mas enfim, o cara é gente boa, sempre muito fofo e me cuida. É casado, mas fica todo mimoso comigo. Também tem uns trinta e poucos, mas uns anos a mais que o outro. Ele me pagou o combinado e foi embora. Fiquei largada na cama, toda cansadinha. Voltei a desenhar um pouco, comi, comprei um Speed e fui pra aula. Cheguei em casa meia-noite, morta.
Domingo de madrugada, ou seja, segunda já, comecei a trocar mensagem com um cara, mandamos fotos, conversamos um pouco e, sem muita enrolação, marcamos um encontro pra hoje de manhã. Infelizmente, não sei por que, acordei super cedo e tinha dormido umas 4h da manhã, era umas 7h, fiquei deitado um tempo e levantei porque tinha que terminar um design. Umas 8h chega um WhatsApp de um cara, o generoso, que vem sempre uma ou duas vezes aqui em casa, ele perguntou se podia passar por aqui umas 10h. Nessa hora eu já tinha que ir pra casa do outro, então falei pra ele vir umas 14h. De novo, a internet tava uma merda, então fiquei sem WhatsApp. Ele tinha tempo até 12h30, então já tinha que partir pra lá. Liguei pra ele, sorte que temos a mesma operadora, então era de graça, ele não atendeu, deixei um recado e fui. Ele me ligou daqui a pouco e disse: "passa o caminho". Cheguei, ele é um macho divino, trintão, cara de dominador, bem filho da puta, magro, pernas lindas e peludas, peito meio peludo também, barbinha, meio cara de hippie maconheiro, mas beleza. Ele me indicou como chegar, liguei pra ele quando tava a umas quadras, virei a esquina e vi ele, tava na entrada, encostado no batente da porta, uma calça jeans, uma camiseta de futebol, me deixou com muito tesão. Cheguei, nos cumprimentamos, entramos, passamos por uma galeria onde notei muitas pinturas, esculturas, conversamos um pouco sobre a vida enquanto íamos pro quarto dele. Perguntei do que ele trabalhava e ele me contou que é professor de desenho de tal colégio, que era o colégio onde eu ia estudar, mas não consegui vaga. Que tesão ter um professor assim, sempre foi minha fantasia ser comida por algum professor do meu ensino médio, mas nunca peguei um gostoso, só umas coroas ou velhos, embora por uma nota boa tudo se negocia... 😛 No terceiro ano, peguei um professor gay, jovem, gostoso, Muito foda, mas era mais passiva que eu, então nunca rolou nada. Entramos no quarto dele, ele me mandou sentar na beirada da cama e, de uma vez, baixou a cueca e a calça juntas. Na hora, eu meti na boca. Era bonita, branca, cabeça rosada, bolas depiladas, um pouco mais de pelo em cima, aparado, subindo até o umbigo — esses pelinhos me matam! Como tava mole, era fácil chupar inteira, mas logo foi endurecendo e ficou difícil. Mas parecia que ele adorava, porque me segurava mais forte na cabeça quando via que eu não conseguia ir até o fim. Cada vez fazia mais força, quase me engasgava. Acho que a rola dele tinha uns 19x5, muito boa porra, o cara, 100% dominante. Do nada, ele me soltou, sentou do meu lado e começou a tirar a calça de vez, as meias e os tênis. Mandou eu fazer o mesmo, obedeci. Ele deitou na cama enquanto eu terminava de me despir. De olho, eu admirava ele, lindo, batendo uma pra aquela porra linda. Me enfiei entre as pernas dele e me dediquei de novo a chupar o pau dele. "É isso que você queria, né, puta? Come." Minha língua passava pelo freio, rodeava a cabeça, subia e descia pelo tronco bem duro. Ele colocou as mãos na minha cabeça e me fez descer até as bolas. "Lambe elas devagar, com calma." E foi assim que eu fiz. Uma vontade do caralho de descer um pouco mais, levantar as pernas dele e dar uma chupada de cu daquelas. Machos assim me deixam louco pra chupar o cu deles. Mas não, esse aí tinha cara de que não curtia isso. Talvez eu tente na próxima. Ele me agarrou com força pelas rastas e, brutalmente, levou minha boca de volta pro pau dele, me obrigando a chupar tudo. Não sei como, mas eu conseguia, mas logo me engasgava, e o filho da puta não me soltava. Ele se levantou na beirada da cama, me fez deitar com a cabeça na altura do pau dele, virou meu rosto pra ficar de boca aberta na direção. Já sabia o que vinha. Respirei fundo. Ele me segurou pelo pescoço e pela cabeça. pra eu ficar quieto, e começou a comer minha boca ''era isso que você queria, né putinha? então chupa logo'', me fazia engasgar pra caralho ''como eu adoro ver viado se engasgando com minha pica, toda, toda, se engasga'' e enfiava tudo, juro que nunca ninguém comeu minha boca daquele jeito, sempre quando eu engasgo dou uma forçada e tiro da boca, mas esse aí não soltava, eu segurava nas pernas dele com as mãos e puxava pra trás, mas obviamente ele era mais forte que eu, depois de um tempo ele soltava e eu saía correndo, olhos lacrimejando, babado, até melecado o filho da puta me deixava, me deixou descansar um pouco, colocou uma daquelas pernas lindas de macho na cama deixando os ovos na altura da minha boca, comecei a chupar eles de leve, do jeito que ele tinha dito que gostava, meus olhos olhavam direto pra aquela raba, que eu morria de vontade de lamber, não era muito peludinha, mas na parte do buraquinho tinha mais, ''levanta as pernas, mais, mais, mais'' ele mandava, então cruzei meus braços por elas e puxei pra mim, deixando a bucetinha bem pra cima e aberta, ele apoiou um dedo que tava bem molhadinho e enfiou quase tudo de uma vez, dedo no cu já é meio chato, nada comparado a uma pica, é diferente, me incomoda e olha que nem se compara em tamanho, era a primeira coisa que esse macho fazia no meu cu depois da dupla penetração de sábado e senti na hora que ainda tava sensível, ainda mais com um macho dominante que quando fosse me comer não ia ser nada delicado, e ainda por cima depois ainda tinha que transar com o outro que ia chegar em casa mais tarde, ele me fez ficar na beira da cama, com a cabeça apoiada na cama e a raba empinada, e foi pegar alguma coisa, voltou e jogou lubrificante na minha buceta, ainda bem porque só com saliva ia me acabar, fiquei mais tranquilo, ele colocou uma camisinha e começou a enfiar, não de uma vez, mas nada de encostar e ir devagar, então com vaselina, lubrificante ou o que Sê meu tiny ass, mas eu não ia ceder fácil, tava puto porque com um cara daquele jeito não queria passar por otário que tem o cu fechado, tava doendo pelo tanto que ele tinha me aberto, mas já tinha avisado antes sobre a dupla, só que ele não tava muito interessado, tava me comendo sem dó, em pouco tempo já tava enfiando tudo no meu cu, eu gemia, pedia pra ir mais devagar mas ele nem ligava, tentava aguentar mas doía, me segurava forte nos lençóis, fechava os olhos e tentava relaxar o tiny ass, enquanto não parava de gemir/gritar "shh puta, cala a boca, aguenta, você que quis...", ele apoiou os dois pés na cama e montou em mim, se segurava no meu corpo e bombava sem parar, eu não aguentava mais, mas ao mesmo tempo tava adorando, ele tava me comendo gostoso, depois de um tempo ele tirou, tirou a camisinha, "vou gozar nas suas costas", aí eu afastei os dreads, e nem terminei de pedir pra ele gozar na minha boca quando comecei a sentir os jatos de porra por todas as minhas costas, dava pra ouvir ele ofegante, passei os dedos nas costas e levei até a boca, me virei de joelhos na cama e chupei um pouco deixando a pica bem limpinha, fomos nos higienizar e depois de um tempo vim pra casa.
Já no busão liguei pro outro, falei que tipo 13h já podia vir. Cheguei em casa, tomei uma ducha, arrumei meu quarto, tava com aquele projeto então tinha plantas, réguas, lápis, revistas de design/arquitetura pra todo lado, fumei um pouco pra ficar mais relaxado, me esperava um dia longo ainda. Ele me liga daqui a pouco dizendo que já tava chegando, desci pra abrir, ele entra, fecho a porta e ele me puxa nos braços e começa a me beijar de língua, ele sempre fica muito carente, adora um amasso, pego na mão dele e levo pro meu quarto, enquanto subimos a escada ele vinha atrás de mim passando a mão na minha bunda, entramos no meu quarto, coloquei uma música baixa enquanto ele ia tirando a roupa, "você fugiu do seu trampo um Rapidinho?" ele perguntou. "Não, tô no horário de almoço, vim comer um puta gostoso", ele me disse. A gente riu, me aproximei e nos beijamos enquanto eu ia me despindo. Já pelados, nos jogamos na minha cama, ele deitado de barriga pra cima e eu por cima dele. Fiquei apalpando a pica dele enquanto beijava o pescoço dele, e fui descendo até a pica morena dele, uns 17x5, cabeçuda, uma pica boa quando tá bem dura. Chupei ela por um tempo, ele segurava minha cabeça, mas de leve, acompanhando meus movimentos, diferente do anterior. Enquanto eu o chupava, ele perguntou qual era a do macho que tinha me pegado mais cedo. Contei pra ele, ele curte muito vir pra casa depois que algum cara me comeu um tempo antes. Ele tirou a pica da minha boca, voltei a beijar ele, ele pediu camisinha. Fui pegar na minha mochila e de quebra peguei um lubrificante também. Já sabia que ia doer pra caralho. Respirei fundo e fui meter, como diria a Frencella hahahaha. Segurei firme e fui enfiando devagar. "Você, fica quietinho", pedi igual você em Promiscuous. Aos poucos, fui enfiando, tirava, descansava um pouco, colocava saliva na bunda e tentava de novo. Dessa vez foi mais fácil, mas ainda sentia minha bundinha minúscula pedindo um descanso. Como ele percebeu que tava doendo quando consegui enfiar tudo, ele disse: "Fica assim, empombadinha". Fiquei com a pica toda enfiada na bunda enquanto ele me beijava, e ele voltou no assunto do cara anterior. Contei como ele tinha me comido. Depois de um tempo, ele quis que eu deitasse de bruços. Nem louco eu ia tirar a pica do meu cu, depois ia doer pra caralho quando ele fosse meter de novo. Falei que não, que não queria que ele tirasse, mas ele insistiu. Levantou o peito da cama e foi pra frente com cuidado, sem tirar, e agora eu tava de perninhas pro ombro. Ele continuou metendo, cada vez mais forte. Parece que ele não queria ficar atrás do outro macho, e isso me deixou com muito tesão. A pica dele era um pouco menor, não muito, mas eu aguentava melhor. Ele me fez virar, nem lembro direito como a gente fez, mas ele conseguiu me deixar de boquinha. Lá embaixo, como ele queria, me fez abrir as pernas e começou a me comer gostoso pra caralho. Nem sei o que ele continuava falando do outro cara, entre gemidos eu não tava prestando atenção. Ele tava me comendo gostoso, mas esse aí que às vezes não dura nem 5 minutos não ia se fazer de machão comigo. Criei coragem e comecei a pedir mais e mais forte. Eu também mexia um pouco a rabeta. Na hora ele gozou — percebi pelo suspiro e pela respiração pesada. Ele se fez de besta como se eu não tivesse notado, e eu continuei pedindo mais e mais pica. Eu tava me divertindo, dava pra ver que ele já não aguentava mais. Do jeito que dava, continuava bombando, ofegante, dava pra sentir que o pau dele tava murchando um pouco, mas não muito. Ele tentou se levantar pra tirar, mas não deixei. Levantei a rabeta também e continuei me empinando. "Para, para..." e não sei mais o que ele falava. Por dentro eu ria e pensava: "Não era que você queria me comer que nem o outro machinho?" Mas enfim, o cara é gente boa, sempre muito fofo e me cuida. É casado, mas fica todo mimoso comigo. Também tem uns trinta e poucos, mas uns anos a mais que o outro. Ele me pagou o combinado e foi embora. Fiquei largada na cama, toda cansadinha. Voltei a desenhar um pouco, comi, comprei um Speed e fui pra aula. Cheguei em casa meia-noite, morta.
7 comentários - Arrancando a semana (Relato gay)