Outro dia, através de uma linha erótica, um cara de quarenta e poucos anos começou a falar comigo. Não dei muita bola até ele dizer que estava procurando um passivo pra dar pro amigo dele, "o paraguaio", como ele chamava. Tenho uma fraqueza por paraguaios, são tão machos, têm traços faciais lindos. Aqui a uma quadra moram vários, sempre na calçada tomando cerveja, lavando o carro, uma delícia, morro de vontade de ser comida por eles. Enfim... continuamos trocando mensagens, deixei meu número pra manter contato e ver se rolava algo. Com ele não queria muito, mas com o amigo sim. Trocamos fotos, o amigo era bem dotado, uma piroca bem grossa. Ele me mandou um vídeo onde o cara que me interessava estava comendo um outro cara, e era foda como ele arrombava o cu do cara. Era assim que eu queria que ele me comesse também. Adorei, então sem enrolação marcamos de nos encontrar ontem. Eles têm lugar, então fui pra lá por volta do meio-dia, pra depois do sexo poder ir pro Rosedal andar de patins. Enquanto ia pro ponto e durante a viagem, ele me ligava perguntando onde eu tava, dizendo que o outro cara tava todo excitado me esperando. Sempre falando com o coroa, do outro só ouvi a voz uma vez. Desci do ônibus e o coroa foi me buscar no ponto. Ele não é feio, tá bem cuidado, mas não me chamava atenção. Dava pra perceber que ele era meio viado, não era uma bichona escandalosa, de jeito nenhum, mas dava pra notar. E pra viado já bastava eu, então o que eu planejava era ficar com o outro. Enquanto íamos pra casa dele, ele ia me contando o que o outro gostava. Disse que assim que eu entrasse, fosse chupar a piroca dele, que isso deixava ele louco. Então obedeci. Entramos, subimos pro primeiro andar, que é onde eles moram. Entro e vejo ele, gato pra caralho, de cueca boxer marcando um volume enorme e uma bunda divina. Me aproximei, cumprimentei e automaticamente minha mão foi pro volume dele. Sentei num sofá, puxei a cueca dele pra baixo e meti na boca. Na boca, ela tava entre dormindo e mole, mas já dava pra ver que aquela rola era bem grossa. "Ah, então é assim, hein", disse o paraguaio, surpreso com meu avanço tão rápido, enquanto tomava uma taça de vinho. O coroa sentou do outro lado da sala e ficou olhando, só olhando, fazendo sinal com a cabeça pra eu continuar chupando ele. Achei super idiota, não precisava me dizer o que fazer, não pra um promíscuo como eu. O paraguaio era claramente o dominante naquele casal. No começo, me senti meio estranho, não me passavam muita confiança. Assim que entrei, fecharam a porta bem trancada, baixaram a persiana, e não paravam de falar que eu não ia conseguir ir pro Rosedal porque vinha uma tempestade foda. Uma vez, a piada até vai, mas tão repetitivo assim me deixou desconfiado. Queriam me fazer tomar vinho, mas não aceitei. O paraguaio era um absurdo. Depois que chupei ele um tempo, ficamos conversando, ele zoava muito o coroa "de brincadeira". Contou que não trabalha, lindo o paraguaio arrumando um coroa que sustenta ele, bem estilo Gonza, hahaha. O cara que conheci na hotline disse que era amigo dele, depois lembrei que ele tinha falado que era primo, e o paraguaio disse que eram namorados, nada fazia sentido ali. Começamos a falar das nossas experiências na hotline enquanto ele servia outra taça de vinho. Ele disse que uma vez teve problema com um passivo que partiu pra briga "...e peguei ele assim pelo pescoço" e me agarrou, não muito forte, mas também não suave. Fiquei super surpreso com o que ele fez, me segurou enquanto continuava contando. Não sei se o vinho já tinha subido à cabeça dele ou o quê, mas tava me dando vontade de vazar daquela casa. Obviamente, em nenhum momento mostrei meu desconforto, olhava fixo nos olhos dele, acompanhando a conversa, sem demonstrar nada. Tudo bem, sou um promíscuo super maneiro, mas não me enche o saco, porque eu encho pior. E o coroa idiota sem fazer nada. Mudei rápido de assunto, queria comer aquela rola e Sai, não tava fechando com certas atitudes, eu um otário submisso, e o outro era meio doido mas pelo menos tinha uma piroca do caralho, meu plano era transar e vazar, depois de um tempo voltamos com a brincadeira, eu sentado no sofá e eles em pé do meu lado, o paraguaio tirou a cueca e a camiseta, e o coroa pelou o pau, chupei eles por um bom tempo, obviamente mais em quem eu tava a fim, foi ficando bem duro, uma piroca monstra, uns 19x7, grossa pra caralho, o outro ficou no sofá só olhando, pra mim melhor assim, ele fazia sinais e me incentivava a continuar chupando o outro, claramente não precisava fazer isso, era óbvio que eu ia fazer de qualquer jeito sem ele mandar, aquele cara tava me atrapalhando pra caralho, se quisesse ir embora e me deixar sozinho com o outro não ia me incomodar nem um pouco, "afff que delícia, é igual ver um pornô ao vivo" falou o coroa enquanto via eu continuar chupando o pau do amigo/primo/parceiro ou seja lá o que for... ele me pegou como devia pelas minhas rastas, enroscou na mão e começou a foder minha boquinha com tudo, me fazia engasgar pra caralho, custava muito enfiar ele inteiro, me dava engasgadas, principalmente porque fazia na brutalidade, consegui me soltar um pouco e tentei comer ele todo mas devagar, tirando da boca, respirando e tentando de novo, "aí sim, ele tá conseguindo, cê gosta de como ele te chupa?", "sim, você trouxe um puta comedor promíscuo" respondeu o paraguaio, já conseguindo enfiar ele todo sem problema, fazia uma vez e outra, quando eu comia ele todo o cara suspirava gostoso, o que me incentivava a continuar chupando assim, eu tava ajoelhado no chão e ele sentado no sofá de pernas abertas, umas pernas lindas que eles têm, a merda é que ele é muito liso pro meu gosto, mas é gostoso, o coroa se aproximou e começou a me despir, primeiro tirou a jaqueta, depois a regata e por último a cueca e a bermuda, fiquei de quatro pra facilitar pra ele tirar a parte de baixo, tudo enquanto eu não soltava a pica do outro, "eu tenho um defeito, não dou beijo, mas você me atraiu, cara, se esse otário quando traz viados que não me agradam eu vou dormir, mas você me excitou" ela me dizer isso me deixou a mil!, ela me pegou com as duas mãos no rosto suavemente e me puxou para perto, e a gente se beijou de boca aberta, tinha um gostinho de vinho que adorei, subi nela e a gente ficou se pegando um bom tempo enquanto por trás veio o outro cara e começou a me apalpar, lubrificou a bunda e começou a encostar a pica no buraquinho, deixei ele me comer porque meu plano era ele me comer primeiro pra com o cu dilatado eu poder aguentar sem problemas a outra rola que era bem maior tanto de comprimento quanto de grossura, ele começou a meter, entrou sem dificuldade, começou a bombar forte, enquanto eu gemia e beijava o paraguaio gostoso, acariciava o rosto dele, o cabelo, pedia pra ele me beijar, ele pegava na minha bunda, abria com as mãos pra pica do outro entrar inteira, pedi pra ele me comer, então ele tirou o outro e eu sentei na pica dele, senti bem, deu uma apertada nessa posição mas como bom macho dominante que é, na hora me colocou de quatro e começou a meter com tudo, meus gemidos viraram gritos, ele tava destruindo meu cu pra valer, tirava tudo, se jogava pra trás e fazia eu engolir tudo de uma vez, isso me matava, fazia eu bater a cabeça no encosto do sofá então eu tinha que fazer força pra trás como podia pra não bater com as investidas fortes dele, já que nem louco pedia pra ele parar, continuou assim um bom tempo, ele tava arrebentando meu cu de pica, enquanto o coroa olhava e se masturbava, eu tava de quatro e ele me fez levantar o peito, sentia o corpo quente dele nas minhas costas, acariciava minha barriga, os piercings dos mamilos e pra minha surpresa começou a pegar na minha pica também, enquanto continuava e continuava me comendo bem gostoso, eu virava a cabeça e pedia pra ele me beijar com minha melhor voz de putinha, depois de um tempo ele tirou, mandou eu ficar de quatro e os dois se posicionaram atrás de mim, ficaram apalpando minha bunda enquanto faziam comentários sobre como eu já tava bem aberta, e isso que ainda faltava a dupla, o que eu tava afim foi pra cozinha pegar uma taça de vinho enquanto eu comecei a chupar o outro, de olho nele, a parede quase escondia ele todo, ele tava de lado pra mim, só dava pra ver a curva da bunda, pernas e costas e isso me deixava com muito tesão, ele tem um corpo muito gostoso, porque pratica ou praticava artes marciais ou algo assim, depois o coroa sentou, eu sentei no pau dele, em um segundo já tava tudo dentro de mim, entrou como se fosse nada, o outro veio por trás "vai vagabundo, come ela toda", comecei a cavalgar igual louca no pau do coroa que tava bancando, enquanto ele beijava meu pescoço e dava tapas na minha bunda "isso, isso, come ela toda", ele terminou o terceiro copo de vinho, e enquanto fumava um cigarro sentou no sofá de pernas abertas, eu tirei o outro da bunda, me ajoelhei no chão e comecei a chupar ele "morde, morde, e aperta igual um macho, assim fica duríssimo", pensei que ele tava zoando, mas não, ele me fez chupar tudo e ficava pedindo pra eu morder o pau dele, e eu fiz, não doía nele, ou talvez doesse, mas isso deixava ele durííííííííííííssimo, ele tirou da minha boca e começou a me dar porradas na cara com o pau, nunca tinham me batido assim com um pau, aquele pau grosso, duro e quente me deixava putíssima, mas falei pra ele tomar cuidado porque tenho um piercing entre o lábio e o queixo que é pontudo, se ele me acertasse uma porrada ali ia furar ele, embora eu ache que ele ia gostar disso, o outro cara começou a insistir pra gente jogar o colchão no chão pra ficar mais confortável, a gente fez isso, eu já queria comer os dois paus juntos, de olho no relógio e já tava ficando tarde pra ir treinar, já tava bem dilatada Então peguei o coroa, mandei ele deitar no colchão, sentei em cima dele, me inclinei um pouco pra frente e comecei a sentir a outra rola abrindo caminho dentro de mim. Os gemidos aumentavam cada vez mais, eram maiores que as picas da minha primeira dupla penetração, tavam me matando, os filhos da puta, mas a verdade é que a sensação de ter duas rolas juntas é indescritível. Levantei um pouco a raba pra que tanto o cara debaixo de mim quanto o de trás pudessem se mexer, e eles mexeram, e como mexeram! Começaram a meter com tudo, sentir as picas entrando e saindo me deixava louco, e pra eles também é bom, porque segundo os caras que fizeram minha primeira dupla penetração, é uma delícia sentir as duas rolas se esfregando ao entrar e sair do meu cu. E o paraguaio, que é brabo, tirava a rola toda e metia de novo, uma vez atrás da outra, me fazia ver estrelas, enquanto me pegava na minha rola, tava duríssima. "Olha a rola que o cara tem", eu falava pro outro enquanto me segurava firme e batia uma. Tiraram a rola do meu cu, fiquei largado no colchão e ele começou a me chupar, eu segurava ele suavemente pelo cabelo e acompanhava os movimentos da cabeça dele enquanto me mamava. Ele levantou minhas pernas e começou a chupar meu cu, foi uma sensação estranha, adoro que chupem meu cu, sou fascinado, mas depois de ter sido comido por essas duas picas, sentia que ardia, ainda mais que ele metia a língua feito louco, não devagar como eu gosto, mas obviamente deixei ele brincar à vontade. Depois sentaram os dois, frente a frente, quase colados um no outro, fiquei entre eles olhando pro paraguaio, peguei as duas rolas com a mão, besuntei bem de saliva, assim como meu cu, e fui sentando e engolindo as duas picas juntas, subia e descia, uma delícia sentir essas duas rolas entrando dentro de mim. Eles me apalpavam tudo, o de trás beijava minhas costas, o da frente brincava com os piercings dos meus mamilos, beijava meu pescoço, minha boca, fiquei dando um tempo assim até... que sem tirar as picas do meu cu, fui me jogando pra frente, deixando o que eu gostava largado no colchão, e o quarentão atrás de mim, e continuaram me comendo, pela posição quem conseguia se mexer mais era o outro, pra mim melhor porque o paragua ia me matar se continuasse me comendo daquele jeito com a outra rola dentro de mim também, eu chupava a boca dele, o pescoço, falava o quanto gostava da pica dele, num momento o outro começou a bombar sem parar, tirou rápido de uma vez, o que me fez soltar um gemido forte e na hora senti os jatos quentes espirrando nas minhas costas, pra mim melhor, já tinha gozado então ia me divertir sozinho com o outro, ele me fez deitar de bruços, "uhh aí tem ele" falou, "não vai conseguir se livrar" disse pra mim, e o filho da puta me comeu de um jeito, me segurou pela cintura, me levantou um pouco e me montou como uma puta, eu não parava de gemer e gritar, minha bucetinha não aguentava mais, já era tipo uma hora e meia de foda, comecei a pedir a gozada, queria que ele acabasse, aqueles 19x7 estavam deixando meu cu todo arrombado, o outro olhava, batia uma e na hora soltou tudo na mão dele, foi embora, acho que pro banheiro se lavar, não tava nem aí, só prestava atenção no outro macho gostoso que tava deixando minha buceta toda arrombada de tanto que me metia a pica, ele se mexia de um jeitoo, pra cima e pra baixo, de um lado pro outro, tava fazendo um moinho que me fazia soltar cada grito, sentia o cu quente, sentia queimando, "me dá a gozada, não aguento mais, meu cu tá doendo", "hummm é? tá doendo, putinha? cê me ama? fala", eu entrava na brincadeira, entre gemidos falava que sim, e ele metia mais forte, eu pedia pra parar e nada, até ele gozar não ia parar o filho da puta, ele me deixou de quatro, ele tava ajoelhado, me fez virar sem tirar a pica, colocando minhas perninhas no ombro dele, eu empurrava ele um pouco pra trás com os pés e com as mãos segurava nas pernas dele e fazia força Pra que parasse, porque com as porradas que eu tava levando, tava me matando. Sorte que depois de um tempo assim, vi a cara dele, começou a gemer, semicerrar os olhos e falou que ia gozar. Tirou de dentro de mim e soltou toda a porra fora da buceta. Ficamos largados no colchão, respirando pesado, sem aguentar mais. A gente ficou de chamego, deitados um tempinho nos beijando. Depois fui me higienizar, voltei e ele já tinha colocado o colchão no sofá de novo. Ficamos lá largados, e ele falava pro outro, o parceiro dele: "Ele diz que me ama, agora é meu namorado, vai ficar morando aqui". O outro otário não falava nada, tava sentado de pernas abertas e eu ali sentado, rodeado pelos braços dele, e ele continuava fazendo comentários do tipo. Ficava apalpando minha rola, beijando meu pescoço: "Gostou, bebê? Vai voltar pra eu te comer de novo?" Virava a cabeça e entre beijos eu falava que sim, que tinha adorado, elogiava a rola dele e o jeito de foder. Me chupou um pouco, minha rola ficou molhada, começou a enfiar os dedos e fez eu soltar toda a porra na boca dele rapidinho. Depois de um tempo, comecei a me vestir, mas ele me agarrava e falava: "Nada, vai chover, não vai andar de patins, fica aqui", e encostava aquele volume dele na minha buceta. Mas nada, nem louco. Se me fodesse de novo, ia me deixar manco. Minha bucetinha pequena não queria saber de nada. Pra escapar, falei que à noite, depois de ir no Rosedal, ia voltar pra visitar ele, mas isso não tava nos meus planos. A gente se pegou mais um pouco, conversou sobre a vida, e fui embora. Hoje ao meio-dia ele me mandou mensagem, e pelo celular dele — sempre me comunicava com eles pelo telefone do coroa. Parece que ele gostou desse promíscuo, e eu gostei dele, então vou visitar ele, talvez enquanto o outro tá trabalhando, pra ficar só nós dois kkkk. Finalmente fui andar de patins, mas tava cansadão, as pernas não aguentavam mais. Dei três voltas e vim pra casa.
10 comentários - Minha segunda dupla penetração (Conto gay)
este si que es PUTO enserio !! +10