los primeros pasos

Gosto de contar meus começos. Quando eu tava no ensino médio, no início dessa fase, tava com dois amigos de anos. A gente se conhecia desde pivete e agora tava fazendo o ensino médio com eles.
Acontecia que nos fins de semana a gente sempre ia com o pai de um deles pro interior, sei lá, passar o fim de semana e depois no domingo voltava.

O pai do meu amigo é mó gente boa, mesmo sendo separado da mulher, não mudou, continuava na mesma onda.
Numa dessas saídas com eles, tudo certo. Meus pais me ligaram falando que eu tinha que voltar mais cedo.
Falei com o pai do meu amigo e ele tinha que me trazer. Falei que podia voltar sozinho, mas ele quis mesmo assim. Além disso, ele falou com meus pais e, beleza, ele me levou.

Era um sábado à noite que a gente saiu de carro. Conversando sobre um monte de coisas nessa viagem longa, o assunto do sexo surgiu. Ele me contava as histórias dele e também me perguntava se o filho dele já tinha transado, etc.
No meio disso tudo, fui me soltando, já que ele era bem mente aberta sobre essas paradas. Ele me perguntou sobre meu histórico, se eu já tinha comido alguém, se já tinha feito algo.
Como ele falava disso, achei que era normal. E contei sobre aquela história que tive no colégio. Falei o que rolou. Contei que chupei a pica de um cara, dei risada como se fosse de boa, e ele só escutava.

Ele me pergunta: — Ah, é? Olha só, e o que você achou?
Eu falei: — Não tive problema, queria experimentar. Falei que gostei um pouco.
E então ele me diz: — Ah, beleza, porque tudo vale pra experimentar. Já que fez isso, então pode chupar a minha pica também, não pode? Rindo.
Eu ri e, pra aumentar a aposta, falei: — Hmm, até que daria pra fazer.

Aí ele pega e desabotoa a calça e tira a pica toda dura. E eu me surpreendi, porque não era brincadeira.
Ele me diz: — Beleza, a gente se conhece há anos, tudo fica entre a gente, não se preocupa. Quer?
E eu não sabia o que falar. Falei: — Mas você tá dirigindo, sei lá...
Ele me diz: — Fala sério, se você já experimentou, por que não fazer?
Olhei pra todo lado e falei: — Sei não.
Ele pegou minha mão e fez eu tocar, me mostrou como mexer, e eu fui mexendo. Ele me diz: Ves, não deu nada.
Num momento, ele para o carro num canto e me fala:
— Chupa aqui um pouquinho.
E eu olho pra ele, olho pra pica dele e me abaixo. Começo a chupar a ponta, passando a língua, e meto na boca. Chupava forte, e ele gemia. Fiquei um tempão assim, ele passava a mão na minha cabeça.
Aí, num momento, ele fala:
— Continua assim.
E eu chupo mais rápido até ele gozar, sentindo o leite dele na minha boca. E pronto, acabou tudo. Ele ligou o carro de novo e fomos embora. Ninguém nunca soube de nada.

Com o passar dos dias, fui com ele pra província de novo. Mas ele já me olhava diferente.
Uma noite, acordei, todo mundo tava dormindo. Fui no banheiro, passando pelo quarto dele.
Entrei no banheiro e me senti estranho, pensando: o que eu fiz? Por que chupei ele? E ainda gostei, haha, fiquei rindo sozinho. E tava com vontade de fazer mais. Aí me decidi.
Tirei tudo, fiquei só com uma camiseta branca que me cobria, parecia um vestidinho de menina, haha.
E fui pro quarto dele, pensando: o que eu tô fazendo? Entrei devagar, e nisso ele acordou e perguntou o que eu tava fazendo. Eu, nervoso, falei:
— Quero pica...
Ele meio que riu, levantou, trancou a porta e passou a mão na minha bunda. Falou:
— Tá parecendo uma menininha de vestido.
Ele tirou a roupa, mostrou a pica, e eu me joguei em cima, chupando muito com gosto, passando a língua, chupando pra caralho. Ele sentado na cama, eu de quatro chupando ele. Ele gemia e passava a mão na minha bunda.
Num momento, ele levantou, me jogou na cama de quatro, colocou a pica passando pela minha bunda e meteu. Eu reclamei porque não tinha muita experiência nisso. E ele foi devagar. Me comia devagar, e cada vez mais e mais. Eu tava adorando. Ele me segurava pelos ombros e me comia muito, cada vez mais. Ele perguntava:
— Tá gostando?
E eu, já com tesão, respondia:
— Sim, papai, tô adorando.

Depois disso, passaram-se dias e dias. Tudo normal. Não rolou nada nesses dias. Até que um dia ele me mandou uma mensagem no meio da semana, falando pra eu não ir pra escola e encontrar ele num lugar, que queria me contar uma coisa.
Naquele dia, não fui pra escola. Nos encontramos e conversamos no carro. auto.
Ele me contou que com a esposa dele iam pra essas festas de orgia e tal. E que pras amigas casadas dele comentou o que eu fiz.
Ela queria matar ele, não gostei que ele contou. Mas ele me disse que depois chegavam mensagens dos maridos. Que queriam me comer.
Ele me fala: "Quer ter uma festa com mais de um?" Eu fiquei pensando, porque nunca fiz isso, e falei que sim. E ele diz: "Perfeito, vamos." Eu não sabia que era hoje, falei.
Fomos mesmo assim pra uma casa, entramos. Comprimentei vários, eram 3 com o pai do meu amigo, 4, e tudo bem. Enquanto comprimentava, eles passavam a mão na minha bunda. Me sentia estranho. Eles já foram pro quarto me levando e tiraram tudo. Tavam felizes porque nunca fizeram isso, e o pai do meu amigo me fala: "Tira tudo, fica à vontade." Um dos amigos dele me fala: "Coloca isso", que era tipo uma minissaia, e eu coloquei. E fiz dois rabinhos de cabelo porque meu cabelo era meio comprido.
Me ajoelhei e comecei a chupar a rola de cada um. Eu gostava daquilo. Com o tempo, me colocaram de quatro e o primeiro tava me comendo enquanto eu chupava os outros. Me deram muito. A tarde inteira. Encheram minha buceta de porra. E a boca também.

4 comentários - los primeros pasos

seguro la seguiste pasando muyyt bien, muy bueno tu relato segui con otro + q0