Fala, gente linda! Como vocês tão? Desculpa a demora, as aulas começaram e tá foda de arrumar tempo. Então, vou contar minha primeira vez. Espero que vocês fiquem bem excitados! E que aproveitem tanto que até gozem!
Essa história rolou quando eu já tinha feito 19 anos. Na época, decidi que era hora de dar a buceta pra um sortudo, porque todos meus amigos já tinham perdido a deles há tempos e me zuavam por ser o único, mas como eu queria esperar até os 19, fui na boa.
Bom, comecei a procurar naquele site que comentei no relato anterior, aquele onde você postava uma foto e o povo te avaliava de 1 a 10. Ficando de olho, conheci um cara que, de cara, parecia ter uns 25, 26 anos fácil. Moreno, estilo dark. Era bem gostoso! Gostei da descrição dele, porque o cara escrevia sem erros de português e com os pontos de interrogação certinhos, isso me atrai pra caralho. Dei minha nota pra ele e mandei que sim, queria conhecê-lo. Apareceu que ele também tinha me dado nota positiva! Aí começamos a trocar ideia... Super gente boa, bem inteligente, eu me sentia um idiota conversando com ele. Resumo: em uns dias, ele me chama "pra ver um filme". Já de cara pensei... esse quer foder pra valer. Beleza, aceitei, ele passou o endereço e, como não podia ser mais fofo, me explicou que ônibus pegar, onde descer, todos os detalhes pra eu não me perder. E foi assim.
Cheguei na casa dele sem me perder em nenhum caminho. Achei o endereço, toquei a campainha e, quando abri a porta, o cara tava de short e chinelo, e eu ali olhando de cima a baixo. Não muito alto, moreno, piercing, barriguinha, sem muito pelo, sorriso bonito, definitivamente 25 anos. Eu tava nervoso pra caralho, uma dor no estômago, um nó na garganta. Ele me convidou pra entrar, e quando pisei na casa, a primeira coisa que pensei foi no calor infernal que tava lá dentro. A casa era bem bonita, meio bagunçada, cheia de equipamentos e peças de PC pra todo lado, um puta lindo. Mas um calor de matar. Me convidou pra comer algo, eu não quis, mas mesmo assim ele cozinhou pra mim, eu com aquele nó na garganta tentando dar uma mordida.
Questão que depois de uma boa conversa, descubro que ele tinha uns 35, eu fiquei surpreso porque não aparentava nada. Ele se propôs a colocar um filme, deitamos na cama, até aí tudo tranquilo, só que ele estava pelado de cueca e eu do lado com aquele nó. Apagou as luzes, e começamos a ver o filme. Ai, Deus, não podia ter escolhido um pior, era muito doida, eu queria morrer... então levanto minha mão, e começo a acariciar as costas dele devagar, dando uns carinhos leves. Em alguns momentos a gente se olhava fixo, e eu desviava de nervoso. Até que no próximo olhar eu beijo ele de uma vez. Foi um beijo incrível, um leve gosto de cigarro, não me incomodou nada. Começamos a nos beijar, ele tira toda a minha roupa, e me deita na cama dele, eu tava muito excitado, já tinha ficado durasso. Ele se ajeita na cama e eu começo a chupar ele devagar, enquanto ele me observava, depois trocamos de posição e ele começa a beijar meu corpo todo, os mamilos, as costelas, descendo até chegar no meu pau totalmente ereto, e chupa ele, a sensação de prazer era incrível, e pensar que eu tava nervoso demais pra estar com tesão mesmo assim... ardia em chamas. Ele me vira de bruços, e começa a chupar minha bunda, um uso de língua tremendo. Ele se surpreendeu que meu cu já ficou totalmente dilatado na hora. Coloca a camisinha, um pouco de vaselina, me vira de barriga pra cima e levanta minhas pernas no ombro dele, devagar me penetra, até chegar no fundo. Eu tava gemendo baixinho, sentia um prazer total, nada de dor, e ele me comia aumentando a velocidade. Eu começo a me tocar junto com a transa. Era incrível, não sei se era pelo calor infernal do quarto, ou pela excitação que eu tava, ou porque aquele pau no meu cu era a melhor coisa que eu podia sentir, acabei gozando. acabando, viro de bruços, deixo ela de boca pra baixo e ela me penetra de novo, apoiando o corpo todo nas minhas costas. A melhor posição que podia existir, sentir pele com pele enquanto ela tá dentro de você, mordendo sua orelha de leve... era um êxtase. Ela tá quase gozando, tira a camisinha, e jorra toda a porra nas minhas costas como uma chuva torrencial. Levanto pra tomar banho e dava pra sentir escorrendo, descendo pelas minhas costas até a bunda, era morna. Tomo banho, me ensaboo todo, fico limpo de novo. Saio pro quarto, vejo ele deitado na cama, peladão. Uma delícia pros meus olhos. Deito do lado dele e ele fala que também quer tomar banho e vai. Eu, todo confortável, tiro a toalha e fico pelado na cama, porque o calor não deixava eu me trocar. Depois que ele tomou banho, se acomoda do meu lado, deixando eu abraçar ele de conchinha. Eu tava com um sorriso de orelha a orelha. Minha primeira vez tinha sido espetacular. Ele me convidou pra dormir lá, sim, aceitei, não ia voltar de madrugada e ainda de ônibus. Então fiquei deitado junto com ele, os dois corpos suados, sentindo as gotas de suor escorrendo pelo corpo. Quando ele vira, eu dou um sorrisinho, ele me vira pra ser a conchinha, e me abraça, encostando o pau duro na minha bunda. Que prazer, que sensação, eu tentando encaixar ele pra ficar entre a minha racha do cu e começar a massagear em círculo. O pau dele tava ficando duro de vez... E aí começou a segunda rodada.
Continua...
Espero que tenham gostado! A gente se vê em breve pra segunda parte!Minhas outras histórias
http://www.poringa.net/SolitarioQuilmes/posts
Essa história rolou quando eu já tinha feito 19 anos. Na época, decidi que era hora de dar a buceta pra um sortudo, porque todos meus amigos já tinham perdido a deles há tempos e me zuavam por ser o único, mas como eu queria esperar até os 19, fui na boa.
Bom, comecei a procurar naquele site que comentei no relato anterior, aquele onde você postava uma foto e o povo te avaliava de 1 a 10. Ficando de olho, conheci um cara que, de cara, parecia ter uns 25, 26 anos fácil. Moreno, estilo dark. Era bem gostoso! Gostei da descrição dele, porque o cara escrevia sem erros de português e com os pontos de interrogação certinhos, isso me atrai pra caralho. Dei minha nota pra ele e mandei que sim, queria conhecê-lo. Apareceu que ele também tinha me dado nota positiva! Aí começamos a trocar ideia... Super gente boa, bem inteligente, eu me sentia um idiota conversando com ele. Resumo: em uns dias, ele me chama "pra ver um filme". Já de cara pensei... esse quer foder pra valer. Beleza, aceitei, ele passou o endereço e, como não podia ser mais fofo, me explicou que ônibus pegar, onde descer, todos os detalhes pra eu não me perder. E foi assim.
Cheguei na casa dele sem me perder em nenhum caminho. Achei o endereço, toquei a campainha e, quando abri a porta, o cara tava de short e chinelo, e eu ali olhando de cima a baixo. Não muito alto, moreno, piercing, barriguinha, sem muito pelo, sorriso bonito, definitivamente 25 anos. Eu tava nervoso pra caralho, uma dor no estômago, um nó na garganta. Ele me convidou pra entrar, e quando pisei na casa, a primeira coisa que pensei foi no calor infernal que tava lá dentro. A casa era bem bonita, meio bagunçada, cheia de equipamentos e peças de PC pra todo lado, um puta lindo. Mas um calor de matar. Me convidou pra comer algo, eu não quis, mas mesmo assim ele cozinhou pra mim, eu com aquele nó na garganta tentando dar uma mordida.
Questão que depois de uma boa conversa, descubro que ele tinha uns 35, eu fiquei surpreso porque não aparentava nada. Ele se propôs a colocar um filme, deitamos na cama, até aí tudo tranquilo, só que ele estava pelado de cueca e eu do lado com aquele nó. Apagou as luzes, e começamos a ver o filme. Ai, Deus, não podia ter escolhido um pior, era muito doida, eu queria morrer... então levanto minha mão, e começo a acariciar as costas dele devagar, dando uns carinhos leves. Em alguns momentos a gente se olhava fixo, e eu desviava de nervoso. Até que no próximo olhar eu beijo ele de uma vez. Foi um beijo incrível, um leve gosto de cigarro, não me incomodou nada. Começamos a nos beijar, ele tira toda a minha roupa, e me deita na cama dele, eu tava muito excitado, já tinha ficado durasso. Ele se ajeita na cama e eu começo a chupar ele devagar, enquanto ele me observava, depois trocamos de posição e ele começa a beijar meu corpo todo, os mamilos, as costelas, descendo até chegar no meu pau totalmente ereto, e chupa ele, a sensação de prazer era incrível, e pensar que eu tava nervoso demais pra estar com tesão mesmo assim... ardia em chamas. Ele me vira de bruços, e começa a chupar minha bunda, um uso de língua tremendo. Ele se surpreendeu que meu cu já ficou totalmente dilatado na hora. Coloca a camisinha, um pouco de vaselina, me vira de barriga pra cima e levanta minhas pernas no ombro dele, devagar me penetra, até chegar no fundo. Eu tava gemendo baixinho, sentia um prazer total, nada de dor, e ele me comia aumentando a velocidade. Eu começo a me tocar junto com a transa. Era incrível, não sei se era pelo calor infernal do quarto, ou pela excitação que eu tava, ou porque aquele pau no meu cu era a melhor coisa que eu podia sentir, acabei gozando. acabando, viro de bruços, deixo ela de boca pra baixo e ela me penetra de novo, apoiando o corpo todo nas minhas costas. A melhor posição que podia existir, sentir pele com pele enquanto ela tá dentro de você, mordendo sua orelha de leve... era um êxtase. Ela tá quase gozando, tira a camisinha, e jorra toda a porra nas minhas costas como uma chuva torrencial. Levanto pra tomar banho e dava pra sentir escorrendo, descendo pelas minhas costas até a bunda, era morna. Tomo banho, me ensaboo todo, fico limpo de novo. Saio pro quarto, vejo ele deitado na cama, peladão. Uma delícia pros meus olhos. Deito do lado dele e ele fala que também quer tomar banho e vai. Eu, todo confortável, tiro a toalha e fico pelado na cama, porque o calor não deixava eu me trocar. Depois que ele tomou banho, se acomoda do meu lado, deixando eu abraçar ele de conchinha. Eu tava com um sorriso de orelha a orelha. Minha primeira vez tinha sido espetacular. Ele me convidou pra dormir lá, sim, aceitei, não ia voltar de madrugada e ainda de ônibus. Então fiquei deitado junto com ele, os dois corpos suados, sentindo as gotas de suor escorrendo pelo corpo. Quando ele vira, eu dou um sorrisinho, ele me vira pra ser a conchinha, e me abraça, encostando o pau duro na minha bunda. Que prazer, que sensação, eu tentando encaixar ele pra ficar entre a minha racha do cu e começar a massagear em círculo. O pau dele tava ficando duro de vez... E aí começou a segunda rodada.
Continua...
Espero que tenham gostado! A gente se vê em breve pra segunda parte!Minhas outras histórias
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5 comentários - Quinto relato, minha primeira vez (100% real)