Isso aconteceu ontem de madrugada; um puta rolo, não saí, então tava em casa entediado pra caralho, ia baixar um filme na internet e me jogar na cama até o sono bater, mas aí resolvi entrar numa hotline, era umas 3h da manhã, tava trocando ideia com uns caras, conheci uns que curti, então trocamos números pra manter contato. Um deles começou a falar comigo e disse que era do meu bairro, enquanto a gente trocava mensagens, fomos detalhando onde morávamos, e no fim ele mora perto, muito perto de mim. Combinamos de nos ver, desci pra sala bem quietinho pra não acordar ninguém, peguei as chaves e, com todo cuidado, abri a porta. Saí pro jardim e... nada... ele não aparecia. Depois de um tempo, vejo um cara vindo andando pela rua, o nervosismo aumentou. Ele não tinha me contado muito sobre a aparência quando a gente tava conversando, só que era magro, alto, a idade, mas saber que estávamos tão perto nos convenceu de vez a fazer alguma coisa. Ele foi se aproximando e eu o reconheci: é um cara gostoso pra caralho. E com gostoso não tô falando do físico, não curto esses bombados de academia, mas ele tem umas pernas boas, costas, já tinha visto ele umas vezes quando meu primo, o viado, tava de férias em casa. Fomos comprar uma noite juntos e vimos ele, os dois loucos de tesão ao ver ele, juntos éramos um perigo, mas nunca imaginamos que ele topava dar uns boquetes pra viadinhos. Resumindo... tênis com amortecedor, bermuda 3/4 de ginástica, uma jaquetinha de futebol e um boné, mas o que mais me pegou foram as pernas dele e a cara de bandido, uns traços masculinos, uma cara de quem já cheirou muita cocaína por aí, não é feio não, é bonito no estilo malandro, mas dá pra perceber, isso me excita pra caralho, curto esses caras tipo noia, os favelados bem raiz mesmo, não esses playboyzinhos que se vestem de esporte e se acham bandidos, eu curto os quebrada de verdade. Ele tava do lado de fora, o portão nos separava, eu cheio de dúvida se deixava ele entrar ou não, falei que queria passar a mão no pau dele ali mesmo. Ele não queria saber de nada, ficava olhando pros lados: "Não, amigo, vão nos ver, sabe como é a galera, depois ficam falando, eu não quero confusão". Acreditei nele, até porque sei onde ele mora, e duvido que ele queira passar por viado na frente dos manos da quebrada. Nós dois tínhamos muito a perder, então o mais lógico era curtir e zero palhaçada; falei pra ele me esperar um segundo, entrei em casa e peguei as chaves, com todo cuidado abri o portão e mandei ele entrar sem fazer barulho, que todo mundo tava dormindo lá em cima. Ele entrou, fechei o portão, a porta, luzes apagadas, mas a da rua dava uma luz fraca pelas cortinas, perfeita. Ele tava todo tenso, ainda insistindo que não queria treta. Falei que eu também não, que a gente tava na mesma, que ficasse tranquilo. Na hora, passei a mão no volume dele: "Vai me dar cock agora, vacilão?" "Sim, quero ver como você chupa." Ajoelhei, ele abaixou um pouco a cueca e a calça e mostrou o cock, tava durinho, branco, cabeça rosada, completamente depilado. Não curto pica 100% depilada, mas pra esse cara eu perdoo tudo. Peguei com uma mão e meti na boquinha, um cock delicioso. "Assim, assim, devagar, bem suave, chupa assim." E é assim que eu chupo, então ele tava amando, suspirava e falava umas coisas. Rapidinho ficou duro feito pedra, um cock de uns 18x5, a cabeça toda pra fora, eu passava a língua em volta, por baixo, no freio, levantava com a mão e lambia os ovos, e subia lambendo o tronco até a ponta e tudo pra dentro, yummy. Ele me segurava pelos dreads e metia na minha boca, mas me fazia engasgar, e embora eu ame ser engasgada com um cock bom, não dava naquele momento, porque engasgando eu fazia barulho e não queria acordar ninguém. Se isso rolasse, ia dar uma puta treta pra nós dois, hahaha. Continuei chupando, fechava os lábios e ia enfiando o cock na boca, e enquanto fazia isso, soltava um Puxei a pele pra trás, comi ela inteira e com a língua brincava em volta daquele tronco divino, como um bom rocha bem dominante continuava me segurando pelos dreads e me macetava do jeito que queria, fazia um esforço danado pra não me afogar, respirava quando via que ia mandar ela toda, tentava me soltar; um dread e um rocha, até eu ficava com tesão na situação; "abaixa a calça" ele ordenou, obedeci, fiquei de quatro com a raba pro ar enquanto continuava chupando ele, me levantei e bati uma pra ele, ele começou a pedir minha raba, na hora já tava virada, ele apoiado na parede, esfregava o pau dele na minha rachadura da raba, de cima pra baixo, colocou uma camisinha, cuspi bem na minha raba, encostou na entrada do buraquinho e meteu de um jeitooo, divino como entrou, sentia a cabeça abrindo caminho dentro de mim, não doeu, entrou perfeita, na hora já tava toda dentro, eu gemia, mesmo sem querer, mas não conseguia evitar, aquele cara me comendo me deixava com um tesão do caralho, me segurava pela cintura me puxava pra ele metendo até o talo, sentia os ovos dele batendo na minha raba, "hummm devagar, devagar" eu pedia, "é, putinha, come, cê gosta?", "adoro" a gente sussurrava, ele me comeu um tempo, tirou o pau e eu me ajoelhei de novo, enquanto chupava ele começou a bater uma com tudo, "abre a boca e põe a língua pra fora", obedeci, ele deu um suspiro suave enquanto começava a soltar umas porradas enormes, grossas, deliciosas, algumas na minha boca, outras na minha cara, outras caíram direto no chão, que por pouco eu quase comecei a lamber de lá de tão puta que aquele cara me deixou, continuei chupando até deixar ele brilhando "passa um papel pra eu me limpar" ele tava com a mão toda gozada, fui na cozinha, peguei guardanapos de papel, limpei a porra da minha cara e ele a da mão dele, depois de um tempo em silêncio foi embora. Espero trombar com ele logo e sempre pelo bairro, ainda tenho muita porra pra tirar daquele macho/gostoso lindo.
9 comentários - Comendo um gostoso do meu bairro (relato gay)