Hoje de manhã acordei, liguei o PC e enquanto tomava café entrei no Poringa pra ver qual era, tinha uma mensagem privada, um cara que pelo que me disse mora aqui perto. Passei meu WhatsApp, já que é mais fácil falar por lá do que por mensagem privada no Poringa, além disso dava pra ver alguma foto dele. Perguntei o que ele curtia na hora de transar e ele disse que era passivo... eu sou muito mais passivo do que ativo, então não sabia bem o que ia rolar quando ele viesse. Me surpreendeu ele, sendo passivo, ter me chamado pra transar, tudo bem, mas só certo tipo de cara me faz querer ser ativo, mas fazer o que. Pela foto de perfil no WhatsApp, dava pra sentir que a gente ia se divertir mesmo assim. Na hora, sem enrolação, marcamos de nos ver, falei pra ele vir pra casa às 10h30. Ele chegou, abro a porta, saio, vejo ele descendo do carro, muito gostoso, corpo bonito, cara de turco, mais ainda do que parecia na foto. Vejo que ele trouxe uma sacola com alguma coisa dentro, quando entra, coloca na mesa e tira duas latas de cerveja. 10h30 da manhã e já tomando cerveja, isso fez eu gostar mais ainda do cara, curto muito essa vibe. Ficamos na sala conversando um pouco, ele me contou que era a primeira vez dele com um cara, que já tinha ficado com travestis mas nunca com um homem. Não esperava por essa, mas fazer o que, que bom que sou o primeiro, pensei. Continuamos conversando um pouco, mudei de assunto e perguntei sobre as tatuagens dele, ele tem várias. Na verdade, aproveitei pra passar a mão nele, já que ele tinha tirado a camiseta pra me mostrar mais algumas. Ele tem uma de time de futebol, isso me deixou mais excitado ainda, adoro os machões que curtem futebol. Não pratico esporte nenhum, mas adoro ver jogos de futebol, os torcedores pelados gritando nas arquibancadas como animais, irradiando testosterona, deve ter um cheiro de macho lá. Os caras chutando uma bola por uma hora e meia com aquelas pernas lindas, bundas divinas e uns volumes que balançam de um lado pro outro. Depois subimos pro meu quarto, coloquei música. E aí, a gente tirou a roupa. O cara é uma delícia, da cintura pra cima praticamente lisinho, sem pelo, e tem uma rabeta e umas coxas peludas. Ele não curte frescura, já suspeitei porque era a primeira vez dele com um cara, mas beleza, perdoei. Ele me perguntou se eu tinha um brinquedo, mas infelizmente não tenho nenhum — um eu devolvi pro dono e o outro emprestei. Mas aí a gente concordou que prefere uma rola a um vibrador, e eu ia dar a minha pra ele o quanto ele quisesse. Esse tipo de tesão me deixa ativo, passivo ou o que ele quiser.
A primeira coisa que fiz foi chupar a bunda dele, uma delícia. Coloquei ele de quatro na minha cama e comi ele de um jeitooooo. Dá pra ver que ele gosta de enfiar brinquedos no cu, porque dilatou rápido e fácil. "Tá aberto, né?" ele pergunta. "Tá sim", respondi. Eu abria com as duas mãos e tentava enfiar a língua o mais fundo possível. Beijava a bunda dele, dava uns tapinhas leves. Fiquei um tempão chupando enquanto ouvia ele gemer e falar "ai, que bom isso, sua puta mãe". Enfiei um dedo, entrou numa boa, mas ele queria rola, me pedia. Fiz ele me chupar um pouco, ele ficava desesperado pra comer ela. Batia uma e chupava rápido — eu gosto devagar, suave, mas me dava tesão ver ele tão louco pela minha pica. Falava pra ele engolir inteira, ele tentava, mas engasgava. Tentava de novo e engasgava de novo. Pegava ela e me elogiava.
Botei ele de quatro de novo e enfiei. Devagar, ele pedia, mas aquela bunda comia de um jeitooooo. Agarrei ele pela cintura e enterrei até o fundo. "Assim, assim devagar, enfia toda". Não liguei, dava pra ver que ele aguentava, então meti forte. Uma vez que eu sou ativo... que ele aguente por pedir rola. Agarrei ele pela cintura e dei rola pra ele ter. Dava pra ver que ele adorava. Comi ele de quatro. Depois de um tempo assim, fiz força pra baixo pra ele engolir toda bem inteira, queria que ele sentisse minhas bolas batendo naquela bunda linda. Ele se deixou cair, ficando Deitado de bruços, mandei ele abrir as pernas e continuei metendo, tirava o pau até só a ponta ficar dentro e enfiava rápido, quando eu fazia isso ele soltava um suspiro que me dava vontade de arrebentar mais e mais a bunda dele, e eu fiz, queria ligar o ar condicionado mas faltava a extensão e me dava preguiça de ir buscar, já estávamos começando a suar pra caralho de tanto foder, quando eu bombava fazia um som lindo que me tirava do sério, paf paf paf sem parar, além disso ter um machinho todo suado assim me agradava bastante, tirei o pau porque tinha broxado um pouco, mandei ele chupar de novo, deixou ele duro e enfiei de novo mas dessa vez com as perninhas no ombro, ele segurava minha pica e enfiava sozinho, "aí entra, mete devagar, aí aí, assim", estávamos quentes igual uma chaleira, beijava e apalpava as pernas dele, uma das minhas partes favoritas do corpo de um macho são as pernas, umas pernas peludas lindas me deixam doidão; dobrei as pernas, joguei as canelas bem pra trás, levantando um pouco a bunda dele da cama, e meti com força, minhas pernas cansavam, bombava forte, descansava uns segundos, deixava bem enterrado, e continuava depois, quando sentia tudo bem dentro ele ficava louco, eu demoro pra gozar então ia poder aproveitar meu pau por um bom tempo ainda, descansamos um pouco, ele acendeu um cigarro, eu desci pra beber algo, voltei pro quarto, ele me chupou, e pediu pra eu comer ele de conchinha, eu tava de pé e ele deitado na cama, que lindo ver um cara assim se posicionar e pedir pica, "vem, mete em mim" e oferecia o cu, abria com a mão, me tirava do sério ver ele assim, aquele cu todo aberto, peludinho, divino; e obviamente enfiei tudo, passava a mão nas costas dele, deslizava a mão toda e deixava a marca dos meus dedos já que ele tava todo suado, de vez em quando só parávamos, sem tirar o pau, pra tomar uns bons goles de cerveja gelada. que vieram a calhar naquele momento; ela se ajoelhou de quatro de novo, apoiou a cabeça na cama e me mostrou a bunda, aquela bunda toda aberta, cuspi nela, lambi um pouco, e enfiei os dedos antes de meter a pica, ela fica duríssima de enfiar os dedos, mas não tinha jeito... ele queria pica, quando eu enfiava os dedos, ele tirava na hora e dizia que queria pica, e eu meti, segurava ele firme pelos ombros com minhas mãos e dava estocadas secas, enfiava, tirava devagar e de repente tudo pra dentro de uma vez, não lembro agora exatamente o que ele dizia, mas tava gozando pra caralho; depois de um bom tempo fudendo, eu tava cansado, tanto eu quanto minha pica, mas ele continuava faminto, sentei na borda da cama, ele tava de quatro no chão, com o buraco na altura da minha pica, ele pegava e queria meter a todo custo, até meio dormindo e mole entrava do mesmo jeito, suspirava que nem louco, tava alucinado, com ele dormindo eu enfiei e entrou de uma vez a pica mole e 3 dedos, aproveitei e enfiei os outros dois também, isso me deixou duro na hora, então na posição que a gente tava, continuei fudendo, como aquele buraco comia pica, já eram 11:30 ou mais, távamos cansados, acabados, mas tava sendo uma delícia, ele começou a pedir a gozada "onde você quer?" perguntei "na bunda" respondeu o guloso, "deixa bem dentro", eu demoro pra gozar, então continuei dando de boa sentado na cama, tanto ele quanto eu nos movíamos, segurava ele pela cintura e metia forte, comecei a sentir que tava gozando, então montei nele sem tirar, fiz ele se inclinar um pouco pra frente pra ficar confortável, enfiei tudo, me segurei nele com os braços, e levantei os pés do chão, ficando suspenso em cima dele com todo meu pedaço dentro dele, quando sentia que ele tava comendo ela toda, tipo quando sentia ela beeem dentro, ele ficava louco, beijava as costas dele, o pescoço, tocava nas pernas dele, e finalmente gozei, senti como se ele pulasse Guascasos dentro daquele rabo gostoso, todo fodido, mas continuei metendo forte, tanto que, exaustos, ficamos jogados no chão os dois, eu por cima dela e de vez em quando continuava bombando, mas já não aguentávamos mais. Ficamos um tempão ali largados, os dois corpos molhados, quentes, foi uma delícia. Levantei, tirei a pica, o rabo todo arrombado, ela se levantou e ficou a marca da umidade do corpo dela no assoalho de madeira, isso me deixou louco. Exaustos, ficamos conversando um pouco, os dois concordamos que tínhamos mandado muito bem. Depois de um tempo, ela foi embora.
A primeira coisa que fiz foi chupar a bunda dele, uma delícia. Coloquei ele de quatro na minha cama e comi ele de um jeitooooo. Dá pra ver que ele gosta de enfiar brinquedos no cu, porque dilatou rápido e fácil. "Tá aberto, né?" ele pergunta. "Tá sim", respondi. Eu abria com as duas mãos e tentava enfiar a língua o mais fundo possível. Beijava a bunda dele, dava uns tapinhas leves. Fiquei um tempão chupando enquanto ouvia ele gemer e falar "ai, que bom isso, sua puta mãe". Enfiei um dedo, entrou numa boa, mas ele queria rola, me pedia. Fiz ele me chupar um pouco, ele ficava desesperado pra comer ela. Batia uma e chupava rápido — eu gosto devagar, suave, mas me dava tesão ver ele tão louco pela minha pica. Falava pra ele engolir inteira, ele tentava, mas engasgava. Tentava de novo e engasgava de novo. Pegava ela e me elogiava.
Botei ele de quatro de novo e enfiei. Devagar, ele pedia, mas aquela bunda comia de um jeitooooo. Agarrei ele pela cintura e enterrei até o fundo. "Assim, assim devagar, enfia toda". Não liguei, dava pra ver que ele aguentava, então meti forte. Uma vez que eu sou ativo... que ele aguente por pedir rola. Agarrei ele pela cintura e dei rola pra ele ter. Dava pra ver que ele adorava. Comi ele de quatro. Depois de um tempo assim, fiz força pra baixo pra ele engolir toda bem inteira, queria que ele sentisse minhas bolas batendo naquela bunda linda. Ele se deixou cair, ficando Deitado de bruços, mandei ele abrir as pernas e continuei metendo, tirava o pau até só a ponta ficar dentro e enfiava rápido, quando eu fazia isso ele soltava um suspiro que me dava vontade de arrebentar mais e mais a bunda dele, e eu fiz, queria ligar o ar condicionado mas faltava a extensão e me dava preguiça de ir buscar, já estávamos começando a suar pra caralho de tanto foder, quando eu bombava fazia um som lindo que me tirava do sério, paf paf paf sem parar, além disso ter um machinho todo suado assim me agradava bastante, tirei o pau porque tinha broxado um pouco, mandei ele chupar de novo, deixou ele duro e enfiei de novo mas dessa vez com as perninhas no ombro, ele segurava minha pica e enfiava sozinho, "aí entra, mete devagar, aí aí, assim", estávamos quentes igual uma chaleira, beijava e apalpava as pernas dele, uma das minhas partes favoritas do corpo de um macho são as pernas, umas pernas peludas lindas me deixam doidão; dobrei as pernas, joguei as canelas bem pra trás, levantando um pouco a bunda dele da cama, e meti com força, minhas pernas cansavam, bombava forte, descansava uns segundos, deixava bem enterrado, e continuava depois, quando sentia tudo bem dentro ele ficava louco, eu demoro pra gozar então ia poder aproveitar meu pau por um bom tempo ainda, descansamos um pouco, ele acendeu um cigarro, eu desci pra beber algo, voltei pro quarto, ele me chupou, e pediu pra eu comer ele de conchinha, eu tava de pé e ele deitado na cama, que lindo ver um cara assim se posicionar e pedir pica, "vem, mete em mim" e oferecia o cu, abria com a mão, me tirava do sério ver ele assim, aquele cu todo aberto, peludinho, divino; e obviamente enfiei tudo, passava a mão nas costas dele, deslizava a mão toda e deixava a marca dos meus dedos já que ele tava todo suado, de vez em quando só parávamos, sem tirar o pau, pra tomar uns bons goles de cerveja gelada. que vieram a calhar naquele momento; ela se ajoelhou de quatro de novo, apoiou a cabeça na cama e me mostrou a bunda, aquela bunda toda aberta, cuspi nela, lambi um pouco, e enfiei os dedos antes de meter a pica, ela fica duríssima de enfiar os dedos, mas não tinha jeito... ele queria pica, quando eu enfiava os dedos, ele tirava na hora e dizia que queria pica, e eu meti, segurava ele firme pelos ombros com minhas mãos e dava estocadas secas, enfiava, tirava devagar e de repente tudo pra dentro de uma vez, não lembro agora exatamente o que ele dizia, mas tava gozando pra caralho; depois de um bom tempo fudendo, eu tava cansado, tanto eu quanto minha pica, mas ele continuava faminto, sentei na borda da cama, ele tava de quatro no chão, com o buraco na altura da minha pica, ele pegava e queria meter a todo custo, até meio dormindo e mole entrava do mesmo jeito, suspirava que nem louco, tava alucinado, com ele dormindo eu enfiei e entrou de uma vez a pica mole e 3 dedos, aproveitei e enfiei os outros dois também, isso me deixou duro na hora, então na posição que a gente tava, continuei fudendo, como aquele buraco comia pica, já eram 11:30 ou mais, távamos cansados, acabados, mas tava sendo uma delícia, ele começou a pedir a gozada "onde você quer?" perguntei "na bunda" respondeu o guloso, "deixa bem dentro", eu demoro pra gozar, então continuei dando de boa sentado na cama, tanto ele quanto eu nos movíamos, segurava ele pela cintura e metia forte, comecei a sentir que tava gozando, então montei nele sem tirar, fiz ele se inclinar um pouco pra frente pra ficar confortável, enfiei tudo, me segurei nele com os braços, e levantei os pés do chão, ficando suspenso em cima dele com todo meu pedaço dentro dele, quando sentia que ele tava comendo ela toda, tipo quando sentia ela beeem dentro, ele ficava louco, beijava as costas dele, o pescoço, tocava nas pernas dele, e finalmente gozei, senti como se ele pulasse Guascasos dentro daquele rabo gostoso, todo fodido, mas continuei metendo forte, tanto que, exaustos, ficamos jogados no chão os dois, eu por cima dela e de vez em quando continuava bombando, mas já não aguentávamos mais. Ficamos um tempão ali largados, os dois corpos molhados, quentes, foi uma delícia. Levantei, tirei a pica, o rabo todo arrombado, ela se levantou e ficou a marca da umidade do corpo dela no assoalho de madeira, isso me deixou louco. Exaustos, ficamos conversando um pouco, os dois concordamos que tínhamos mandado muito bem. Depois de um tempo, ela foi embora.
15 comentários - Pintou ser ativo (Conto gay)
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