Hoje tive uma experiência que explodiu minha cabeça, nunca tinha acontecido comigo. Precisava ir pra zona oeste, em Moreno, então fui de busão até Liniers e lá peguei o Sarmiento. Era umas 18h, horário de pico, o trem veio lotado pra caralho, mal consegui entrar. Joguei a mochila pra frente pra evitar algum amigo do alheio, fiquei parado na parte entre as duas portas, no meio, mal conseguia me esticar pra me segurar numa das barras de cima. Mas nem precisava me segurar, de tão apertado que tava, impossível cair. De repente, sinto alguém encostar em mim... puta merda!... parei a bunda e deixei continuar encostando sem vergonha. Aos poucos fui sentindo a pica dele ficando mais e mais dura, eu mexia a bunda como o maior putão que existe. Amo essas situações em lugares públicos, com caras que não conheço. Na hora eu já tava de pau duro também, aproveitando o balanço do trem, ia um pouco pra frente e voltava pra trás, esfregando de vez a pica dele na minha raba, assim sem parar por um bom tempo. Obviamente com cara de "aqui não tá rolando nada", tava ouvindo música, me fazendo de besta. As estações iam passando e, em vez de esvaziar, o trem lotava mais e mais. Apertado, mas em parte melhor porque eu tava adorando. Comecei a mexer disfarçado a bunda de um lado pro outro, e sentia aquele calhamaço, ia de um lado pro outro e voltava pro meio, pra sentir ele no meio das nádegas. Quando tava ali, ele fazia força pra frente. Percebi que ele era um pouco mais baixo que eu, e como tinha um velho do meu lado com um carrinho de compras que não parava de bater na minha perna, aproveitei. Do jeito que deu, me desloquei uns centímetros pra frente, dobrei um pouco as pernas pra escapar do velho e do carrinho dele, e ao dobrar, minha bunda ficou na altura perfeita da pica dele. Ele também começou a se mexer, os dois fazíamos aquilo, aproveitávamos a multidão e fazíamos a nossa. Eu tava com a Correia da mochila, uma jaqueta segurava, mas tava caindo por causa dos empurrões da galera. Aí, com uma mão, do jeito que deu, peguei ela quase do chão, me liguei e, já que tava com a mão por ali, comecei a amassar de verdade o pacote dele. Uma delícia, a cock tava dura pra caralho, eu passava os dedos na ponta da cock dele, minha mão subia e descia. Eu já tava explodindo de tesão, sentia minha cock toda molhadinha. Tava sem calcinha e não queria molhar a calça, que era de tecido fininho. Uma barraca enorme marcava, mas eu me cobria com a mochila. Parece que ainda tenho um pingo de vergonha, porque me toquei e fiquei um tempinho sem mexer a bunda nem passar a mão na cock dele. Ele, quando podia, aproveitava e encostava a cock em mim. O atrevido chega no meu ouvido e fala: "Passa a mão". E eu, óbvio, obedeci. Primeiro porque sou um puta viadinho tarado e cheio de tesão, e segundo porque queria que ele calasse a boca, não queria que ninguém desconfiasse. Depois de um tempo, ele fala de novo: "Você desce em Moreno?" Balancei a cabeça que sim. Nem sabia em que estação a gente tava, tava pouco me lixando. Mas desceu muita gente, e por dentro pensei: "Uuh, acabou a festa". Me empurraram pra caralho pra eu conseguir descer, e o cara não saía de trás de mim. Já tava quase em Merlo, e ele começa a passar a mão na minha bunda. O atrevido quis enfiar a mão por dentro da calça, mas eu me afastei, não dava. Aos poucos, a gente ia ficando cada vez mais sozinhos no trem, e quem tava sentado podia ver, talvez, e não dava. Chegamos em Merlo, dava pra ver que iam descer vários. De novo os empurrões. Ele me agarra pela cintura e faz força, como se fosse me levar. Eu me afastei na hora. Quando ele perguntou se eu descia em Moreno, parece que ele tinha dito Merlo, mas tanto fazia. Eu não ia continuar lá embaixo. Era só tesão, putaria e adrenalina do momento. Só tava me divertindo um pouco. Já que vou viajar que nem gado no trem, mereço pelo menos me divertir do meu jeito. Ele desceu. Já tinha menos gente, mas ainda tinha bastante. Bom... me acomodei perto de uma das portas, e logo vi um cara, gato, uns 25 anos, chuto. Tava vestindo uma calça de ginástica, meio apertada, especialmente na parte da entreperna. Dava pra ver claramente a ereção dele, óbvio que não tirei os olhos de cima, e ele percebeu na hora. Virei de costas pra ele, tinha que ser muito mais discreta que antes por causa da gente. Com os movimentos, senti ele na minha bunda. Primeiro uma encostadinha pra ver qual era, me afastei pra ver a reação dele, e logo senti que dessa vez ele encostou de volta. Dava pra ver que tinha um pau melhor que o anterior. De novo, pela jaqueta, aproveitei pra ajeitar e passei a mão. Que delícia que esse puto deve ter entre as pernas. Fiquei olhando, tava completamente duro pro lado. Ele ficou me encostando por um tempo, chegamos no fim do trajeto, todo mundo amontoado perto da porta pra descer. Aproveitei e passei a mão nele de novo, dessa vez por mais tempo e melhor. As portas abriram, descemos. Não vi ele de novo, também não tava procurando. Comecei a andar pela rua ao lado dos trilhos, indo em direção à estação, já que por causa das obras o trem termina umas quadras atrás. Umas cem metros depois, vejo ele esperando pra atravessar a linha. Ele me olhou, eu olhei de volta, e cada um seguiu seu rumo.
15 comentários - No trem (Conto gay)
asi de morboso como vos
SI, que buen viaje, esas apoyadas son impagables !!!
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
me calentaste mal
besos y buen domingo