Espero que gostem do que rolou comigo no fim de semana.
Era sábado e, como sempre, saí cedo pra fazer compras. Comprei bastante e vinha carregado de sacolas. Quando cheguei no prédio onde moro, pedi pro porteiro se ele podia cuidar de umas sacolas enquanto eu subia com as outras. Ele me olhou e disse: "Melhor eu te acompanhar, assim você faz uma viagem só." Aceitei e subimos. Batemos papo enquanto esperava o elevador e, quando chegamos em casa, convidei ele pra entrar e tomar um suco.
Ele é um cara jovem, uns 22 anos, magro, moreno, bonito — não vou negar. Quando entramos, ele comentou que nos fins de semana não tinha muito movimento na portaria. Sentamos e começamos a conversar sobre tudo um pouco, até que, como sempre entre homens, o assunto foi parar no sexo. Ele me disse que adorava sexo a toda hora e que tava há um tempão sem namorada.
Na hora, me veio uma ideia. Liguei a TV e mostrei que tenho canais de sexo. Ele ficou vidrado, igual criança vendo porno. Fui pro banheiro, o mais rápido que pude, me lavei, saí e sentei do lado dele. Falei: "Tá parecendo gostosa como tão comendo a mulher do pornô." Ele respondeu: "Isso é tesão, mas é melhor comer uma buceta que aperta mais — adoro."
Dava pra ver pelo calção que ele já tava duro. Soltei: "Será que você aguenta comer um homem? É uma bunda também." Ele me olhou e disse: "Claro que sim."
Fiquei em silêncio. Quando falei de novo, disse: "Não acredito que você é capaz." Ele tirou os olhos da tela, me encarou e falou: "Claro que sou. Me testa." E riu.
Levantei do sofá, baixei a calça e mostrei a bunda. Nem eu sabia o que tava fazendo. Ele agarrou minhas nádegas, acariciou e, sem dizer nada, enfiou um dedo. Repetiu: "Claro que sou capaz. E você vai ver que eu faço mesmo."
Tirei o dedo dele, peguei a mão e chupei o dedo. Pedi pra ele chupar minha rola e convidei ele pra tomar banho comigo — falei que se tomasse banho comigo, faria tudo sem problema. Ele se despiu e me seguiu até o banheiro. Entrei, abri o chuveiro, ele entrou também. Ele ficou me olhando, eu me ajoelhei e lavei aquilo como se estivesse polindo uma joia. Sério, que tesão. Tava com um pau na minha frente, não aguentei e meti na boca. Chupei por uns bons trinta minutos, de verdade. "Para, vou gozar", ele dizia. Quando falou "vou gozar", tirei da boca e ele gozou na minha cara. Que gozo mais quente, gostoso demais. Eu me limpei, ele se limpou e secou.
Aí peguei ele e levei pro quarto. Me deitei na cama igual uma puta, de quatro. Ele enfiou dois dedos e me estimulou, depois começou a meter. Não tinha camisinha, eu queria parar ele, mas nunca tinha sido comida daquele jeito e é dez mil vezes melhor, então deixei. O pau era meio grosso e abria minha buceta toda. Ele metia e fazia barulho quando batia na minha bunda. Continuou por um tempão e gozou dentro. Que delícia, sério. Saí, tomei outro banho, ele se lavou, se vestiu e disse que o turno dele terminava às sete da noite, perguntou se podia passar quando acabasse.
Falei que ia estar esperando, que queria que ele fizesse muito mais coisas comigo.
Ele foi embora e às sete e dez bateu na minha porta. Depois conto o resto, porque é longo. Beijos pra todos.
Era sábado e, como sempre, saí cedo pra fazer compras. Comprei bastante e vinha carregado de sacolas. Quando cheguei no prédio onde moro, pedi pro porteiro se ele podia cuidar de umas sacolas enquanto eu subia com as outras. Ele me olhou e disse: "Melhor eu te acompanhar, assim você faz uma viagem só." Aceitei e subimos. Batemos papo enquanto esperava o elevador e, quando chegamos em casa, convidei ele pra entrar e tomar um suco.
Ele é um cara jovem, uns 22 anos, magro, moreno, bonito — não vou negar. Quando entramos, ele comentou que nos fins de semana não tinha muito movimento na portaria. Sentamos e começamos a conversar sobre tudo um pouco, até que, como sempre entre homens, o assunto foi parar no sexo. Ele me disse que adorava sexo a toda hora e que tava há um tempão sem namorada.
Na hora, me veio uma ideia. Liguei a TV e mostrei que tenho canais de sexo. Ele ficou vidrado, igual criança vendo porno. Fui pro banheiro, o mais rápido que pude, me lavei, saí e sentei do lado dele. Falei: "Tá parecendo gostosa como tão comendo a mulher do pornô." Ele respondeu: "Isso é tesão, mas é melhor comer uma buceta que aperta mais — adoro."
Dava pra ver pelo calção que ele já tava duro. Soltei: "Será que você aguenta comer um homem? É uma bunda também." Ele me olhou e disse: "Claro que sim."
Fiquei em silêncio. Quando falei de novo, disse: "Não acredito que você é capaz." Ele tirou os olhos da tela, me encarou e falou: "Claro que sou. Me testa." E riu.
Levantei do sofá, baixei a calça e mostrei a bunda. Nem eu sabia o que tava fazendo. Ele agarrou minhas nádegas, acariciou e, sem dizer nada, enfiou um dedo. Repetiu: "Claro que sou capaz. E você vai ver que eu faço mesmo."
Tirei o dedo dele, peguei a mão e chupei o dedo. Pedi pra ele chupar minha rola e convidei ele pra tomar banho comigo — falei que se tomasse banho comigo, faria tudo sem problema. Ele se despiu e me seguiu até o banheiro. Entrei, abri o chuveiro, ele entrou também. Ele ficou me olhando, eu me ajoelhei e lavei aquilo como se estivesse polindo uma joia. Sério, que tesão. Tava com um pau na minha frente, não aguentei e meti na boca. Chupei por uns bons trinta minutos, de verdade. "Para, vou gozar", ele dizia. Quando falou "vou gozar", tirei da boca e ele gozou na minha cara. Que gozo mais quente, gostoso demais. Eu me limpei, ele se limpou e secou.
Aí peguei ele e levei pro quarto. Me deitei na cama igual uma puta, de quatro. Ele enfiou dois dedos e me estimulou, depois começou a meter. Não tinha camisinha, eu queria parar ele, mas nunca tinha sido comida daquele jeito e é dez mil vezes melhor, então deixei. O pau era meio grosso e abria minha buceta toda. Ele metia e fazia barulho quando batia na minha bunda. Continuou por um tempão e gozou dentro. Que delícia, sério. Saí, tomei outro banho, ele se lavou, se vestiu e disse que o turno dele terminava às sete da noite, perguntou se podia passar quando acabasse.
Falei que ia estar esperando, que queria que ele fizesse muito mais coisas comigo.
Ele foi embora e às sete e dez bateu na minha porta. Depois conto o resto, porque é longo. Beijos pra todos.
3 comentários - Me pegou o vigia (relato)