De tarde ela me ligava e a gente se esquentava, eu adorava ter um papai maduro tarado e ele adorar que eu fosse a putinha dele, eu contava como tava vestida e enquanto ia enfiando os dedinhos... Eu sempre acabava imaginando estar na cama dele, com aquela pica na boca de novo e me enchendo de porra toda.
Um dia a gente se acertou e marcou outro encontro. Nos encontramos perto da minha casa, num sábado de manhã, porque eu disse que queria que ele me desse de café da manhã toda aquela porra quente que ele vinha guardando pra mim dessas conversas.
Ele chegou com o carro, e mal subi eu já comi a boca dele, enquanto enfiava a mão por baixo da calça e apertava a pica dele forte, enquanto falava "hoje sim eu quero ela toda dentro".
Entramos na garagem, descemos do carro nos beijando e tirando a roupa. Deixei ele de cueca, que naquela altura já era besteira, porque a pica pulava por baixo, tava mais grossa que da última vez, e quando eu massageava os ovos dele, pulsava e inchava mais... Ele me despiu por completo, me agarrou pela cintura, encostando aquele pedaço em mim e me levando pro banheiro. Entramos, e enquanto a gente se beijava, ele aproveitava e ensaboava minha bunda, sussurrando no meu ouvido "que bunda redonda e linda que você tem, putinha...", enfiava um dedo. Eu batia uma punheta nele com tudo, e gemia enquanto me dilatava.
A gente se secou, e enquanto íamos pra cama, ele ia me dando tapinhas com a pica, que tava imensa. Eu me ajoelhei pra saborear ela, e ele bateu com a pica na minha cara enquanto ria.. Falei que não gostava, e na sequência enfiei ela até onde cabia. "Isso sim", falei, e ele me agarrou pela nuca e enfiou até a garganta. Era incrível sentir de novo aqueles ovos na minha frente, eu chupava um por um, jogando ele na cama e aproximando a rabeta pra ele abrir devagar com os dedos. Ele me virou, e deitado de costas pra ele, colocou a ponta da pica no meu cu. "Você quer?" "Sim, toda, papai.. quero que você me encha de porra, por onde você quiser..." ele pegou uma camisinha do criado-mudo, enquanto eu abria, ele não parava de encostar a pontinha em mim, e eu me mexia pra chupar tudo... senti quando a cabeça entrou, e ele esperava eu tirar pra colocar a camisinha, mas com uma mão me segurava pela cintura e enfiava um pouco mais pra dentro ainda... "Coloca", eu falei, e ele tirou tão devagar que senti quando aquela pica deixou minha bunda no ar, sentia frio e queria ela toda dentro, dessa vez até sentir o gozo dentro não ia soltar.
Ele abriu um pouco minha bundinha com as mãos, e aos poucos começou a enterrar todo aquele mastrão. Foi incrível a sensação, tinha o cu cheio de pica como nunca antes, sentia que ia explodir e não conseguia me segurar de gritar... No começo incomodava, mas logo ele começou a me acariciar, tocou minha pica, minhas bolas, passou a mão na minha nuca, enquanto entrava e saía do meu cu. Tava dura e grossa, sentia ela pulsar e, além disso, ele me esquentava falando "Faz um tempo que tô guardando ela pra você, toda pra você... Tô com ela bem grossa, mano. Vou te dar tudo pela boquinha, quer?" E eu acenava que sim, enquanto ele me segurava pelo pescoço e me virava pra beijar minha boca. As estocadas eram mais fortes a cada vez, e eu adorava como as bolas dele batiam em mim. Nessa altura já tinha parado de me masturbar, só curtia ter um puta macho com uma pica foda e linda bem enfiada no cu.
Mudamos de posição, ele me sentou em cima dele sem tirar a pica, eu de costas pra ele me deixava levantar e cair pra aquela pica penetrar até o fundo, e o Luís já tava no limite...
Ele me colocou de quatro, sempre com a pica bem dentro, e naquele movimento senti como entrou como nunca, os dois estávamos suados, me agarrei firme nas bordas da cama, enquanto arqueava as costas pra deixar toda minha bunda no ar. Ele começou a me comer como um louco, e eu também tentava deixar entrar bem fundo, aproximando a bundinha quando ia pra trás.
Não aguentamos mais de 5 minutos assim. Ele me disse: "tô quase gozando, quer tomar ou vou encher teu cu, bebê? Tô morrendo de vontade de meter na sua boquinha..." Eu respondi: "não para, não para, deixa tudo dentro... quero sentir essa pica explodir!" E assim que falei isso, ele me segurou pelos ombros, e comecei a sentir as bolas dele se preparando pra soltar todo aquele esperma. Comecei a gritar, ele batia na minha bunda enquanto gritava "manda tudo, papai, enche meu cu", e me jogava na cama com a bunda pro ar, toda vermelha. Foi aí que senti ele começar a bombear leite naquela pica, continuava metendo forte e gritando "vou gozar, vou gozar"... E senti o esperma quente jorrando, enchendo meu cu que, se não fosse a camisinha, teria espirrado pra todo lado.
Ele se jogou em cima de mim, a pica ainda pulsando, e eu me masturbava pra gozar com aquele tronco dentro... Gozei na hora, e sentia meu cuzinho se fechando, apertando aquela pica que ia amolecendo.
Deitamos, e enquanto conversávamos, eu não parava de tocar na pica dele, toda molinha. Ainda estava excitada e me dediquei a limpar ela toda com a língua, bem devagar, pra não ficar nenhum resto de porra.
Tomamos café da manhã, eu sentado em cima dele, brincando com um pãozinho como se fosse a pica dele... e assim que terminamos, me ajoelhei e enfiei tudo na boca, mas ele me interrompeu porque tinha coisas pra fazer. Antes de sair, tomamos outro banho juntos, e eu continuei masturbando ele enquanto ele ensaboava minha bunda toda, brincando com o buraquinho que ainda estava bem aberto. E eu morria de vontade de deixar ele chupar aquela pica e tomar o leite que tanto queria no café... Mas tive que esperar até o próximo encontro.
Um dia a gente se acertou e marcou outro encontro. Nos encontramos perto da minha casa, num sábado de manhã, porque eu disse que queria que ele me desse de café da manhã toda aquela porra quente que ele vinha guardando pra mim dessas conversas.
Ele chegou com o carro, e mal subi eu já comi a boca dele, enquanto enfiava a mão por baixo da calça e apertava a pica dele forte, enquanto falava "hoje sim eu quero ela toda dentro".
Entramos na garagem, descemos do carro nos beijando e tirando a roupa. Deixei ele de cueca, que naquela altura já era besteira, porque a pica pulava por baixo, tava mais grossa que da última vez, e quando eu massageava os ovos dele, pulsava e inchava mais... Ele me despiu por completo, me agarrou pela cintura, encostando aquele pedaço em mim e me levando pro banheiro. Entramos, e enquanto a gente se beijava, ele aproveitava e ensaboava minha bunda, sussurrando no meu ouvido "que bunda redonda e linda que você tem, putinha...", enfiava um dedo. Eu batia uma punheta nele com tudo, e gemia enquanto me dilatava.
A gente se secou, e enquanto íamos pra cama, ele ia me dando tapinhas com a pica, que tava imensa. Eu me ajoelhei pra saborear ela, e ele bateu com a pica na minha cara enquanto ria.. Falei que não gostava, e na sequência enfiei ela até onde cabia. "Isso sim", falei, e ele me agarrou pela nuca e enfiou até a garganta. Era incrível sentir de novo aqueles ovos na minha frente, eu chupava um por um, jogando ele na cama e aproximando a rabeta pra ele abrir devagar com os dedos. Ele me virou, e deitado de costas pra ele, colocou a ponta da pica no meu cu. "Você quer?" "Sim, toda, papai.. quero que você me encha de porra, por onde você quiser..." ele pegou uma camisinha do criado-mudo, enquanto eu abria, ele não parava de encostar a pontinha em mim, e eu me mexia pra chupar tudo... senti quando a cabeça entrou, e ele esperava eu tirar pra colocar a camisinha, mas com uma mão me segurava pela cintura e enfiava um pouco mais pra dentro ainda... "Coloca", eu falei, e ele tirou tão devagar que senti quando aquela pica deixou minha bunda no ar, sentia frio e queria ela toda dentro, dessa vez até sentir o gozo dentro não ia soltar.
Ele abriu um pouco minha bundinha com as mãos, e aos poucos começou a enterrar todo aquele mastrão. Foi incrível a sensação, tinha o cu cheio de pica como nunca antes, sentia que ia explodir e não conseguia me segurar de gritar... No começo incomodava, mas logo ele começou a me acariciar, tocou minha pica, minhas bolas, passou a mão na minha nuca, enquanto entrava e saía do meu cu. Tava dura e grossa, sentia ela pulsar e, além disso, ele me esquentava falando "Faz um tempo que tô guardando ela pra você, toda pra você... Tô com ela bem grossa, mano. Vou te dar tudo pela boquinha, quer?" E eu acenava que sim, enquanto ele me segurava pelo pescoço e me virava pra beijar minha boca. As estocadas eram mais fortes a cada vez, e eu adorava como as bolas dele batiam em mim. Nessa altura já tinha parado de me masturbar, só curtia ter um puta macho com uma pica foda e linda bem enfiada no cu.
Mudamos de posição, ele me sentou em cima dele sem tirar a pica, eu de costas pra ele me deixava levantar e cair pra aquela pica penetrar até o fundo, e o Luís já tava no limite...
Ele me colocou de quatro, sempre com a pica bem dentro, e naquele movimento senti como entrou como nunca, os dois estávamos suados, me agarrei firme nas bordas da cama, enquanto arqueava as costas pra deixar toda minha bunda no ar. Ele começou a me comer como um louco, e eu também tentava deixar entrar bem fundo, aproximando a bundinha quando ia pra trás.
Não aguentamos mais de 5 minutos assim. Ele me disse: "tô quase gozando, quer tomar ou vou encher teu cu, bebê? Tô morrendo de vontade de meter na sua boquinha..." Eu respondi: "não para, não para, deixa tudo dentro... quero sentir essa pica explodir!" E assim que falei isso, ele me segurou pelos ombros, e comecei a sentir as bolas dele se preparando pra soltar todo aquele esperma. Comecei a gritar, ele batia na minha bunda enquanto gritava "manda tudo, papai, enche meu cu", e me jogava na cama com a bunda pro ar, toda vermelha. Foi aí que senti ele começar a bombear leite naquela pica, continuava metendo forte e gritando "vou gozar, vou gozar"... E senti o esperma quente jorrando, enchendo meu cu que, se não fosse a camisinha, teria espirrado pra todo lado.
Ele se jogou em cima de mim, a pica ainda pulsando, e eu me masturbava pra gozar com aquele tronco dentro... Gozei na hora, e sentia meu cuzinho se fechando, apertando aquela pica que ia amolecendo.
Deitamos, e enquanto conversávamos, eu não parava de tocar na pica dele, toda molinha. Ainda estava excitada e me dediquei a limpar ela toda com a língua, bem devagar, pra não ficar nenhum resto de porra.
Tomamos café da manhã, eu sentado em cima dele, brincando com um pãozinho como se fosse a pica dele... e assim que terminamos, me ajoelhei e enfiei tudo na boca, mas ele me interrompeu porque tinha coisas pra fazer. Antes de sair, tomamos outro banho juntos, e eu continuei masturbando ele enquanto ele ensaboava minha bunda toda, brincando com o buraquinho que ainda estava bem aberto. E eu morria de vontade de deixar ele chupar aquela pica e tomar o leite que tanto queria no café... Mas tive que esperar até o próximo encontro.
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