Oi.
Vou contar pra vocês. Eu tinha essa namorada Noe, meio feinha, tímida, que depois acabou sendo bem puta, mas isso é outra história.
Depois de um tempo, a gente começou a visitar a casa um do outro, e aos poucos ficava pra dormir, nem sempre pra foder.
Uma noite quente, levantei pra ir no banheiro e pegar água. Num quarto que virou escritório, meu sogro tava batendo uma punheta. Minha mina tava dormindo e não tinha mais ninguém em casa. Fiquei olhando, pra ser sincero, achei até fofo, mas também me deu tesão. Um homem daquela idade, vendo pornô e se tocando, achei estranho, fiquei observando, e ele me viu. Eu segui pra cozinha e ele veio atrás de mim.
Tentando explicar, pedir desculpa, eu me fazia de desentendido.
O que acontece é que faz tempo, sabe que sou viúvo, etc!
Meus olhos voltavam pra virilha dele e eu tentava não olhar.
De repente, ele mudou o tom de voz e me disse: "O que você acha da minha pica?"
E eu respondi: "Enorme!" E olhei pra cueca dele sem cerimônia.
Um silêncio eterno se instalou, ninguém sabia como continuar, meu coração batia a mil, eu me debatia entre ficar ou ir embora e não podia fazer nada.
Ele, com toda naturalidade, baixou a calcinha e deixou sair aquela pica que agora pendia, era bem grandona, tinha uma gotinha na ponta que dava pra ver pelo brilho. "Eu não gozei!", ele me disse, "então vou continuar com a minha", se virou e falou, indo embora, "Vem!"
E eu fui.
Entramos no escritório, ele me fez entrar e fechou a porta com muito cuidado, pra não fazer barulho.
Fiquei parado e ele se aproximou por trás.
Encostou a pica entre as minhas nádegas, eu imóvel.
Baixou minha cueca, eu nada.
Passou saliva nos dedos e começou a acariciar minha bunda. Quieto!
Depois molhou a própria pica e a bateu até ela ir tomando forma. Quieto.
Apontou e começou a empurrar, devagar. Eu quieto.
Quando a cabecinha entrou, já tava mais dura e grande, continuou lubrificando e empurrando. Mais quieto.
Até que entrou quase toda, aí comecei a me mexer, com aquela pica enorme dentro, flexionando os joelhos e subindo rapidinho, ele gozou em 15 segundos. Me encheu o cu de porra, tirou e sentou.
Levantei a cueca e saí sem fazer barulho.
No outro dia, arrumamos um momento pra conversar, primeiro ele se desculpou e depois me agradeceu, no final me disse que de tarde sempre estava sozinho.
Fui no dia seguinte à tarde, levei lubrificante e coloquei a calcinha repetida que eu mais gostava.
Ele me cumprimentou como sempre e me fez entrar no escritório. Primeiro se surpreendeu, mas depois se soltou, era um cavalo o cara, me colocou em cima da mesa e pôs meus pés no ombro dele e me dava umas metidas tremendas, foi o primeiro que me fez chorar e pedir mais.
Mas eu não ia embora tão rápido. Me ajoelhei e chupei ele, umas meia hora até ele ficar duro, me levantei, tirei tudo e sentei em cima, pulei até ele gozar, me acabou, foi tremendo, também pra ele, me pegou pela nuca e me beijou, pela primeira vez, foi muito fofo.
Com o tempo foi melhorando, a gente brincava de secretária, que era eu, claro, de empregada, mas sempre terminava com a pica no cu. Depois a gente ria dessas, que eram minhas fantasias.
Foi Meus amantes mais estáveis, sempre discretos, muito carinhosos e ao mesmo tempo muito safados.
A gente foi de férias várias vezes nós três, e era engraçado os esforços que a gente fazia pra ficar sozinho.
Ele fez minha despedida de solteiro e na minha noite de núpcias, me comeu num banheirinho que tinha, de pé, de tão feliz que eu tava.
Vou contar pra vocês. Eu tinha essa namorada Noe, meio feinha, tímida, que depois acabou sendo bem puta, mas isso é outra história.
Depois de um tempo, a gente começou a visitar a casa um do outro, e aos poucos ficava pra dormir, nem sempre pra foder.
Uma noite quente, levantei pra ir no banheiro e pegar água. Num quarto que virou escritório, meu sogro tava batendo uma punheta. Minha mina tava dormindo e não tinha mais ninguém em casa. Fiquei olhando, pra ser sincero, achei até fofo, mas também me deu tesão. Um homem daquela idade, vendo pornô e se tocando, achei estranho, fiquei observando, e ele me viu. Eu segui pra cozinha e ele veio atrás de mim.
Tentando explicar, pedir desculpa, eu me fazia de desentendido. O que acontece é que faz tempo, sabe que sou viúvo, etc!
Meus olhos voltavam pra virilha dele e eu tentava não olhar. De repente, ele mudou o tom de voz e me disse: "O que você acha da minha pica?"
E eu respondi: "Enorme!" E olhei pra cueca dele sem cerimônia.
Um silêncio eterno se instalou, ninguém sabia como continuar, meu coração batia a mil, eu me debatia entre ficar ou ir embora e não podia fazer nada.
Ele, com toda naturalidade, baixou a calcinha e deixou sair aquela pica que agora pendia, era bem grandona, tinha uma gotinha na ponta que dava pra ver pelo brilho. "Eu não gozei!", ele me disse, "então vou continuar com a minha", se virou e falou, indo embora, "Vem!" E eu fui.
Entramos no escritório, ele me fez entrar e fechou a porta com muito cuidado, pra não fazer barulho.
Fiquei parado e ele se aproximou por trás.
Encostou a pica entre as minhas nádegas, eu imóvel.
Baixou minha cueca, eu nada.
Passou saliva nos dedos e começou a acariciar minha bunda. Quieto!
Depois molhou a própria pica e a bateu até ela ir tomando forma. Quieto.
Apontou e começou a empurrar, devagar. Eu quieto.
Quando a cabecinha entrou, já tava mais dura e grande, continuou lubrificando e empurrando. Mais quieto.
Até que entrou quase toda, aí comecei a me mexer, com aquela pica enorme dentro, flexionando os joelhos e subindo rapidinho, ele gozou em 15 segundos. Me encheu o cu de porra, tirou e sentou.
Levantei a cueca e saí sem fazer barulho.
No outro dia, arrumamos um momento pra conversar, primeiro ele se desculpou e depois me agradeceu, no final me disse que de tarde sempre estava sozinho.
Fui no dia seguinte à tarde, levei lubrificante e coloquei a calcinha repetida que eu mais gostava.
Ele me cumprimentou como sempre e me fez entrar no escritório. Primeiro se surpreendeu, mas depois se soltou, era um cavalo o cara, me colocou em cima da mesa e pôs meus pés no ombro dele e me dava umas metidas tremendas, foi o primeiro que me fez chorar e pedir mais.
Mas eu não ia embora tão rápido. Me ajoelhei e chupei ele, umas meia hora até ele ficar duro, me levantei, tirei tudo e sentei em cima, pulei até ele gozar, me acabou, foi tremendo, também pra ele, me pegou pela nuca e me beijou, pela primeira vez, foi muito fofo.
Com o tempo foi melhorando, a gente brincava de secretária, que era eu, claro, de empregada, mas sempre terminava com a pica no cu. Depois a gente ria dessas, que eram minhas fantasias.
Foi Meus amantes mais estáveis, sempre discretos, muito carinhosos e ao mesmo tempo muito safados.
A gente foi de férias várias vezes nós três, e era engraçado os esforços que a gente fazia pra ficar sozinho.
Ele fez minha despedida de solteiro e na minha noite de núpcias, me comeu num banheirinho que tinha, de pé, de tão feliz que eu tava.
5 comentários - História Sexual 8: O Pai da Noe
Muy buena historia, me encantó !!
Gracias por compartir y feliz 2016 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...