Yasmina 2 (relato erótico)

Amigos, não vou deixar vocês na curiosidade e já solto a segunda parte dessa história linda e dramática.
Também deixo o link do primeiro conto.http://www.poringa.net/posts/gay/2822044/Yasmina-relato.htmlYASMINA – 2Yasmina 2 (relato erótico)Tentei conseguir dinheiro pra não perder a casa, coloquei anúncios na universidade e no jornal, alugando três quartos individuais. A casa tinha quatro: o dos meus pais, o meu e mais dois pra hóspedes. Eu ia me mudar pro quarto dos meus pais e alugar os outros três.

Algumas pessoas interessadas me ligaram, mas depois de vir ver os quartos, nunca me deram resposta. Um dia, um senhor interessado em alugar a casa inteira me ligou. Ele veio ver, gostou e, depois de conversarmos, combinamos que eu alugaria a casa toda pra ele, menos o quarto dos meus pais, que eu guardava pra mim. O preço que eu coloquei pareceu interessante pra ele; com ele, eu cobria o buraco que tinha no banco e ainda sobrava um troco. Além disso, como tive que largar os estudos, arrumei um trampo temporário como guia no museu de arte. Assim passei um ano.

Eu tinha continuado o tratamento pra mudança de sexo, e chegou a hora da operação, mas não tinha grana pra pagar. Ia ter que ficar pra sempre com aquele penduricalho entre as pernas. Tava com problemas financeiros de novo. Pedi um empréstimo sobre a hipoteca que já tinha, mas fui recusado porque minha renda não batia com o mínimo que o banco exigia. Quando meu inquilino ficou sabendo do meu problema, se ofereceu pra ajudar. Eu disse que precisava operar porque tinha uns cistos no útero e nos ovários que descobriram num exame ginecológico de rotina, e que tinha que ser o mais rápido possível, senão podiam virar tumores malignos.

Ele falou que me emprestava o dinheiro depois que eu assinasse um contrato cedendo a casa inteira pra ele por 20 anos, e que eu poderia recuperá-la depois desse tempo pelo preço que fosse estipulado na época, e que, mesmo assim, eu podia continuar morando lá.

Achei justo, aceitei. Assinamos um contrato onde ele assumia a hipoteca e me emprestava a grana pra cirurgia. Com o dinheiro, entrei em contato com o médico, que me deu a data da cirurgia.

A cirurgia ocorreu normalmente e, após 6 horas no centro cirúrgico, quando acordei, tinha uma vagina reconstruída a partir do meu pênis e do escroto. Fiquei na clínica por um mês, já que o pós-operatório era mais longo que o normal. Me deram uns dilatadores vaginais para que, aos poucos, eu fosse dilatando o suficiente e não sentisse dor quando transasse. O novo dono da casa veio me visitar para saber da minha saúde e me contar que tinha feito umas reforminhas na casa, colocando mais dois quartos.

Quando voltei para a casa, ela estava bem diferente. Dos seis quartos que tinha, um — o dos meus pais — ele tinha reservado pra mim, e os outros cinco estavam ocupados por uma senhora mais velha e quatro jovens de uns 23 anos, que entravam e saíam o dia inteiro, até de madrugada. Como a casa agora não era minha, não me preocupei com as vizinhas. O trabalho no museu já não tinha mais, porque era um emprego temporário, cobrindo licença-maternidade, então tive que procurar outro trampo. Mas a crise que tava ferrando a Europa também me afetou na questão de emprego.

Um dia, conversando com uma das minas que moravam na casa, ela disse que se eu quisesse, falaria com o chefe pra ver se ele me dava um trampo, já que pelo meu físico e educação eu podia ser bem lucrativo. Essa história de físico me deixou desconfiado. Perguntei o que elas faziam, e ela disse que eram secretárias de diretoria e que sempre tinham muito serviço, porque a empresa fornecia secretárias de diretoria para congressos e eventos internacionais. Elas ganhavam um salário bom, com todas as despesas pagas, e ainda atendiam altos executivos de multinacionais, que sempre deixavam umas gorjetas boas. Falei com o chefe, que era exatamente o cara que tinha me emprestado o dinheiro pra operação.

Ele me explicou em que consistia o meu trabalho, quanto Cobraria por dia e, além disso, me forneceriam as roupas necessárias para acompanhar os clientes. Durante os dias de trabalho, eu teria que ficar à disposição dos clientes, oferecendo tudo o que precisassem. Achei justo e comecei a trabalhar nessa empresa. Tudo o que eu precisasse, era só pedir para a senhora que morava conosco.

Quando me avisaram que eu teria que ir a um dos hotéis mais importantes da cidade para ser secretária da diretoria de uma convenção internacional, me instruíram a perguntar no hotel pelo Sr. Hans, que ele me daria todas as instruções sobre quem eu deveria atender.

Fui até o hotel e perguntei pelo Sr. Hans. Era um senhor de aproximadamente 1,70m, cabelos grisalhos, mãos cuidadas, bem barbeado e muito educado. Ele me disse que eu estaria a serviço do Sr. Stevenson, a quem me apresentou, e que eu teria que atendê-lo em todas as suas necessidades.

Passei o dia inteiro com o Sr. Stevenson, anotando tudo o que ele dizia, servindo de tradutora, acompanhando-o em reuniões, almoços e outros eventos. No final do expediente, ele me disse para subir com ele até o quarto do hotel. Imaginei que seria para me dar uma gratificação pelo meu trabalho. Ao chegar no quarto, ele trancou a porta, me ofereceu uma bebida e começamos a conversar sobre o dia de trabalho — sobre como os vários interlocutores que tínhamos encontrado ao longo do dia eram simpáticos, que fulano não era de confiança, etc.

Quando me dei conta, o Sr. Stevenson se aproximou de mim, me agarrou pela cintura e, sem dizer nada, me deu um beijo na boca.

Eu disse que ele estava enganado, que eu não estava ali para o que ele pretendia, que tinha ido cumprir meu trabalho e que ele já tinha acabado. Ele me segurou pelos braços e disse que era ele quem decidia quando meu trabalho terminava, e que, segundo meus chefes, eu tinha ido para atender todas as necessidades dele, e uma delas era satisfazê-lo sexualmente naquele momento, me jogando na cama. cama, enquanto me mandava tirar a roupa. Recusei e, como resposta, levei um tapa que me jogou de volta na cama.

Se você recusar de novo, vai continuar apanhando, e não vai dar em nada, já que você não tá cumprindo o contrato estipulado.

Pensei que era melhor levar um tapa só do que uma surra, e, submissa, comecei a me despir. Quando já estava de lingerie, ele mandou que eu o despisse.

Comecei a desabotoar a camisa dele, tirei a gravata, soltei o cinto e a calça, que caiu no chão, deixando à mostra uma cueca boxer azul celeste. Ele ordenou que eu procurasse o pau dele e acariciasse.

Senti nojo. Já quando era meu próprio pênis, eu tinha nojo de tocar, muito mais quando o que eu tinha que tocar não era o meu. Procurei o pau dele e, quando o peguei nas mãos, apertei com toda a força os testículos dele. Ele deu um grito e se curvou. Aproveitei para empurrá-lo no chão, peguei meu vestido e, saindo do quarto, falei:

Agora vai se masturbar sozinho, seu porco nojento. Eu não sou nenhuma puta que recebe pra te punhetar.

Fui pra minha casa. Pouco depois de chegar, meu chefe apareceu. Entrando no meu quarto, a primeira coisa que fez foi me dar um soco, que me jogou no chão, estourando meu lábio, e ele disse:

Olha aqui, filho da puta, você tá aqui porque eu te acolhi e paguei sua cirurgia de mudança de sexo. Sim, eu sei que você é um homem, um viadinho que gosta de levar no cu. Agora você me pertence e vai fazer tudo o que eu mandar. E a primeira coisa que vou fazer é te comer do jeito que você gosta.

Ele arrancou meu vestido e minha lingerie de uma só vez, me jogou na cama e, sem nenhum cuidado, levantou minha bunda na altura do pau dele e enfiou no meu cu.

O grito que eu dei ecoou pela casa toda. Ele tinha rasgado meu ânus. Começou a cuspir nele pra que, ao enfiar o pau, não machucasse ele mesmo, até que descarregou o esperma grosso dentro do meu cu. Depois, me virou e enfiou o pênis na minha boca, dizendo:

Limpa ele pra mim, deixa brilhando e duro, que eu vou Vou meter nessa buceta que fizeram pra você e que eu paguei.

Ele me segurava pelo cabelo, movendo minha cabeça em direção ao pau dele pra eu começar a fazer um boquete e deixar ele duro. Quando viu que já tava ereto de novo, me deitou na cama, abriu minhas pernas e, sem cerimônia, enfiou o pau dele na minha nova buceta. Ele tava me estuprando e, de novo, despejou a porcaria do sêmen dele dentro de mim. Me soltou e, depois de me dar três tapas na cara, disse:

"E se você não quiser fazer o que mandam, tem uma única opção: vazar depois de me pagar o dinheiro que te dei pra fazer essa buceta e ir pra esquina mostrar ela pra conseguir grana, porque essa casa não é sua. Ou você fica e faz o que mandam, quantas vezes for preciso, abrindo as pernas. Vai ficar vigiada, e se algum cliente reclamar, no dia seguinte vão achar teu cadáver num container de lixo, porque é isso que você é: lixo. Nessa casa e nas minhas outras casas, as garotas fazem o que mandam, senão já sabem o que espera."

Dito isso, ele saiu do quarto batendo a porta.

Me mantiveram trancada no quarto por uma semana. Depois desse tempo, as outras garotas me contaram que aquele homem vivia de exploração de tráfico de mulheres. Ele recrutava as minas nas baladas e, depois de enganar elas e tomar tudo que tinham, as prostituía, espalhando por diferentes estados do país.

Algumas eram garotas que tinham fugido de casa e não tinham pra onde ir, outras ele enganava em boates, convidando elas e levando pra viajar até cair na rede dele. Quando me falaram das baladas, me veio na cabeça aquele cara que vi numa discoteca e com quem troquei olhares, mas ele desviava o meu. Ele já tinha me marcado e esperava a chance de me pegar. A oportunidade apareceu depois da morte dos meus pais e do meu aperto financeiro. Ele ficou sabendo da minha operação por outras transexuais que contaram pra ele. O médico já tinha operado elas e, ligando os pontos, me descobriu e veio me visitar na clínica. Também tinha recrutado travestis operadas e não operadas e as distribuía conforme as exigências dos clientes.

Depois da semana de reclusão, a senhora que cuidava da casa me perguntou qual tinha sido minha decisão. Pensei bastante e não tinha outra opção senão ficar e abrir as pernas quantas vezes mandassem.

Por enquanto, não me deixavam sair; me disseram que eu teria que receber na casa os clientes que nos visitassem qualquer dia e a qualquer hora.

A primeira visita que recebi era um homem, uns 45 anos, 1,68 de altura, parecia meio deprimido. Durante uma conversa de apresentação, ele me disse que fazia 6 meses que a esposa tinha morrido de câncer, não tinha filhos e que, na questão sexual, por causa da doença da mulher, estava há 7 anos no seco. Eu o animei e consolei moralmente, dizendo que ele com certeza encontraria uma mulher para reconstruir a vida. Ele tomou uma dose, enquanto eu ia tirando a roupa dele; minhas carícias pareciam fazer o efeito desejado, o pau dele começava a ganhar vida. Eu, de lingerie e com um roupão transparente, me deitei na cama e o convidei a se deitar ao meu lado. Ele estava com uma timidez incomum, como se fosse a primeira vez que estava com uma mulher que não fosse a dele.

Comecei a beijá-lo, acariciava o pescoço dele, percorri todo o corpo dele com minha boca. Quando vi que ele já estava pronto pro coito, me estiquei toda na cama e o convidei a se ajoelhar entre minhas pernas. Falei pra ele colocar o pênis na entrada da minha buceta, levantei um pouco o quadril, abracei ele com minhas pernas, coloquei as mãos dele sobre meus peitos e o convidei a me penetrar.

Ele não conseguia fazer isso, parecia virgem. Mudei de posição, deitei ele na cama e montei em cima dele. O pau dele parecia o mastro de uma bandeira. Com muito nojo, peguei o pau dele e coloquei dentro de mim. a porta da minha buceta, e me deixei cair sobre ele, ele me penetrou por completo, ficou um pouco atordoado com meu jeito de penetrar, comecei a me mexer com giros do meu quadril, pra direita, esquerda, frente, trás, pra cima e pra baixo, num movimento de sobe e desce, no rosto dele se refletiam sinais de satisfação, eu comecei a fingir um orgasmo, isso excitou ele tanto que ao ouvir meus gemidos ele também começou com os dele e de repente, deu um pequeno grito e gozou dentro da minha buceta, ficou parado dentro de mim por uns minutos, eu me deitei sobre o corpo dele elogiando a masculinidade dele e o prazer que ele tinha me dado, beijei ele e desci da montaria, peguei na mão dele, levei até o banheiro e lavei o pinto dele, quando ele foi embora, me perguntou se podia voltar, eu disse que sim, quando ele quisesse, e que perguntasse pela Yasmina que com todo prazer faria ele passar uns momentos gostosos, ele me deu um beijo na boca, ao mesmo tempo que me dava uma gorjeta.

Esse foi meu primeiro cliente, pelo visto ele saiu satisfeito, já que a Madame da casa entrou depois no meu quarto e me disse que ele tinha saído satisfeito e que na próxima semana ele ia me visitar de novo.

assim que eu imagino a yasmina. também são fotos que se vocês quiserem, tenho muitas pra fazer um post de crossdresser super gatas e sexysrelato travesti

2 comentários - Yasmina 2 (relato erótico)

Impactante el giro que dio la historia... Esperó la tercera parte. Saludos
@gaby_torres ya estan parte 3 y 4 listas 😉 te va a encantar
Anatrav +1
me quede picada con la historia amiga 🙂
esta muy buena, yo regularmente no pongo hitorias de otros sitios aqui pero esta merece mucho la pena