Amigos, não vou deixar vocês na curiosidade e já mando a segunda parte dessa história linda e dramática.
Também deixo o link do primeiro conto.http://www.poringa.net/posts/gay/2822044/Yasmina-relato.htmlYASMINA – 2
Tentei conseguir dinheiro pra não perder a casa, coloquei anúncios na universidade e no jornal, alugando três quartos individuais. A casa tinha quatro: o dos meus pais, o meu e mais dois pra hóspedes. Eu ia me mudar pro quarto dos meus pais e alugar os outros três.
Algumas pessoas interessadas me ligaram, mas depois de vir ver os quartos, não me deram resposta. Um dia, um senhor interessado em alugar a casa inteira me ligou. Ele veio ver, gostou e, depois de conversarmos, combinamos que eu alugaria a casa toda pra ele, menos o quarto dos meus pais, que eu guardava pra mim. O preço que eu coloquei pareceu interessante pra ele; com ele, eu cobria o buraco que tinha no banco e ainda sobrava um troco. Além disso, como tive que largar os estudos, arrumei um trabalho temporário como guia no museu de arte. Assim passei um ano.
Eu tinha continuado o tratamento pra mudança de sexo, e chegou a hora da operação, mas não conseguia pagar o valor. Ia ter que ficar pra sempre com aquele penduricalho entre as pernas. Tava com problemas financeiros de novo. Pedi um empréstimo sobre a hipoteca que eu tinha, mas foi negado porque minha renda não batia no mínimo que o banco exigia. Quando meu inquilino ficou sabendo do meu problema, se ofereceu pra ajudar. Eu disse que precisava operar porque tinha uns cistos no útero e nos ovários, descobertos numa revisão ginecológica de rotina, e que tinha que ser o mais rápido possível, senão podiam virar tumores malignos.
Ele disse que me emprestava o dinheiro depois de assinar um contrato onde eu cedia a casa inteira pra ele por 20 anos, e que eu poderia recuperá-la depois desse tempo pelo preço que fosse estipulado na época, e que, mesmo assim, eu podia continuar morando lá.
Achei um acordo justo, aceitei. Assinamos um contrato onde ele assumia a hipoteca e me emprestava o dinheiro pra cirurgia. Com o dinheiro, entrei em contato com o médico, que me deu a data da cirurgia.
A cirurgia ocorreu normalmente e, após 6 horas na sala de operação, quando acordei, tinha uma buceta reconstruída a partir do meu pau e do saco escrotal. Fiquei na clínica por um mês, já que o pós-operatório foi mais longo que o normal. Me deram uns dilatadores vaginais para eu ir dilatando aos poucos, o suficiente para não sentir dor na hora do sexo. O novo dono da casa veio me visitar para saber da minha saúde e me avisar que tinha feito umas reforminhas, colocando mais 2 quartos.
Quando voltei pra casa, achei ela bem diferente. Dos 6 quartos que tinha, agora um — o dos meus pais — ele tinha reservado pra mim, e os outros 5 estavam ocupados por uma senhora mais velha e quatro jovens de uns 23 anos, que entravam e saíam o dia inteiro, até de noite. Como a casa não era mais minha, não me preocupei com as vizinhas. O trabalho no museu já não tinha mais, porque era temporário, pra cobrir licença-maternidade, então tive que procurar outro emprego. Mas a crise que tava ferrando a Europa também me afetou na hora de arrumar trampo.
Um dia, conversando com uma das minas que moravam na casa, ela disse que se eu quisesse, falava com o chefe pra ver se conseguia me dar um emprego, já que pelo meu corpo e educação eu podia ser bem lucrativo. Essa história de corpo me deixou desconfiado. Perguntei o que elas faziam, e ela disse que eram secretárias de diretoria e que sempre tinham muito serviço, porque a empresa fornecia secretárias de diretoria pra congressos e eventos internacionais. Ganhavam um salário bom, com todas as despesas pagas, e ainda atendiam executivos de multinacionais que sempre deixavam umas gorjetas boas. Falei com o chefe, que era exatamente o cara que tinha me emprestado o dinheiro pra operação.
Ele me explicou como era o trampo, quanto cobraria por dia e, além disso, me forneceriam as roupas necessárias para acompanhar os clientes. Durante os dias de trabalho, eu teria que ficar à disposição dos clientes, oferecendo tudo o que precisassem. Achei ok e comecei a trabalhar nessa empresa. Tudo o que eu precisasse, era só pedir pra Sra. que morava com a gente.
Quando me avisaram que eu tinha que ir a um dos hotéis mais importantes da cidade pra ser secretária da diretoria de uma convenção internacional, me disseram pra perguntar no hotel pelo Sr. Hans, que ele me daria todas as instruções sobre quem eu teria que atender.
Fui até o hotel e perguntei pelo Sr. Hans. Era um senhor de uns 1,70m, cabelos grisalhos, mãos cuidadas, bem barbeado e muito educado. Ele me disse que eu estaria a serviço do Sr. Stevenson, a quem me apresentou, e que eu teria que atender todas as necessidades dele.
Passei o dia inteiro com o Sr. Stevenson, anotando tudo o que ele dizia, servindo de tradutora, acompanhando ele nas reuniões, almoços e outros eventos. No fim do expediente, ele me mandou subir com ele pro quarto do hotel. Achei que fosse pra me dar uma gratificação pelo trabalho. Quando chegamos no quarto, ele trancou a porta, me ofereceu uma bebida e começamos a conversar sobre o dia de trabalho, sobre como os vários interlocutores que tivemos ao longo do dia eram legais, que de fulano não dava pra confiar, etc.
Quando percebi, o Sr. Stevenson se aproximou de mim, me agarrou pela cintura e, sem dizer nada, me deu um beijo na boca.
Falei que ele estava enganado, que eu não estava ali pra aquilo que ele queria, que tinha ido pra cumprir meu trabalho e que ele já tinha acabado. Ele me segurou pelos braços e disse que era ele quem decidia quando meu trabalho terminava, e que, segundo meus chefes, eu tinha ido pra atender todas as necessidades dele, e uma delas era satisfazê-lo sexualmente naquele momento, me jogando na cama. cama, enquanto me mandava tirar a roupa. Recusei e em troca levei um tapa que me jogou de volta na cama.
Se você recusar de novo, vai continuar apanhando e não vai dar em nada, já que não está cumprindo o contrato estipulado.
Pensei que era melhor levar um tapa só do que uma surra, e, submissa, comecei a me despir. Quando já estava de lingerie, ele mandou eu tirar a roupa dele.
Comecei a desabotoar a camisa dele, tirei a gravata, desafivelei o cinto e a calça, que caiu no chão, deixando ver uma cueca azul celeste. Ele ordenou que eu procurasse o pau dele e acariciasse.
Senti nojo. Já quando era o meu próprio pau, tinha nojo de tocar, muito mais quando o que eu tinha que tocar não era o meu. Procurei o pau dele e, quando o peguei nas mãos, apertei com toda a força os ovos dele. Ele deu um grito e se curvou. Aproveitei para empurrá-lo no chão, peguei meu vestido e, saindo do quarto, falei:
"Agora vai se acariciar sozinho, seu porco nojento. Eu não sou nenhuma puta que você paga pra te masturbar."
Fui para minha casa. Pouco depois de chegar, meu chefe apareceu. Entrando no meu quarto, a primeira coisa que fez foi me dar um soco, que me jogou no chão, rasgando meu lábio, e disse:
"Olha aqui, filho da puta, você está aqui porque eu te acolhi e paguei sua cirurgia de mudança de sexo. Sim, eu sei que você é um homem, um viado que gosta de levar no cu. Agora você me pertence e vai fazer tudo que eu mandar. E a primeira coisa que vou fazer é te comer do jeito que você gosta."
Ele arrancou meu vestido e minha lingerie de uma só vez, me jogou na cama e, sem nenhum cuidado, levantou minha bunda na altura do pau dele e enfiou no meu cu.
O grito que eu dei foi ouvido na casa toda. Ele tinha rasgado meu cu. Começou a cuspir nele para que, ao enfiar o pau, não machucasse ele mesmo, até que descarregou o esperma grosso dentro do meu cu. Depois, me virou e enfiou o pau na minha boca, dizendo:
"Limpa ele pra mim, deixa brilhando e duro, que eu vou te foder de novo. Vou meter nessa buceta que fizeram pra você e que eu paguei.
Ele me segurava pelo cabelo, movendo minha cabeça em direção ao pau dele pra eu começar a fazer um boquete e deixar ele duro. Quando viu que já tava duro de novo, me deitou na cama, abriu minhas pernas e, sem cerimônia, enfiou o pau dele na minha buceta nova. Ele tava me estuprando e, de novo, despejou a porra nojenta dele dentro de mim. Me soltou e, depois de me dar três tapas na cara, falou:
"E se você não quiser fazer o que mandam, só tem uma opção: vazar depois de me pagar o dinheiro que te dei pra fazer essa buceta e ir pra esquina mostrar ela pra ganhar grana, porque essa casa não é sua. Ou você fica e faz o que mandam, quantas vezes precisar, abrindo as pernas. Vai ficar vigiada, e se algum cliente reclamar, no dia seguinte acham teu cadáver num container de lixo, porque é isso que você é: lixo. Nessa casa e nas outras minhas, as minas fazem o que mandam, senão já sabem o que espera."
Depois disso, saiu do quarto batendo a porta.
Fiquei trancada no quarto por uma semana. Depois desse tempo, as outras minas me contaram que aquele homem vivia de exploração de tráfico de mulheres. Ele recrutava as minas em baladas, enganava, tomava tudo que elas tinham e as prostituía, espalhando por diferentes estados do país.
Algumas eram minas que tinham fugido de casa e não tinham pra onde ir, outras ele enganava em baladas, convidando e levando pra viajar até cair na rede dele. Quando me falaram das baladas, me veio na cabeça aquele cara que vi numa balada e a gente trocou olhares, mas ele desviava o meu. Ele tinha me marcado e esperava a chance de me pegar. A oportunidade apareceu depois da morte dos meus pais e do meu aperto financeiro. Ele ficou sabendo da minha operação por outras travestis que contaram pra ele. O médico já tinha operado elas e, ligando os pontos, me descobriu e veio me visitar na clínica. Também tinha recrutado travestis operadas e não operadas e as distribuía conforme as exigências dos clientes.
Depois da semana de reclusão, a senhora que cuidava da casa me perguntou qual tinha sido minha decisão. Pensei bastante e não tinha outra opção a não ser ficar e abrir as pernas quantas vezes mandassem.
Por enquanto, não me deixavam sair; me avisaram que eu teria que receber na casa os clientes que nos visitassem qualquer dia e a qualquer hora.
A primeira visita que recebi foi um homem, uns 45 anos, 1,68m de altura, parecia meio deprimido. Durante uma conversa de apresentação, ele me disse que fazia 6 meses que a mulher dele tinha morrido de câncer, não tinha filhos e que, na questão sexual, por causa da doença da esposa, estava há 7 anos no seco. Eu animei e consolei ele moralmente, dizendo que com certeza encontraria uma mulher para reconstruir a vida. Ele tomou uma dose, enquanto eu ia despindo ele; minhas carícias pareciam fazer o efeito desejado, o pau dele começava a ganhar vida. Eu, de lingerie e com um roupão transparente, me deitei na cama e convidei ele a se deitar ao meu lado, com uma timidez incomum, como se fosse a primeira vez que estivesse com uma mulher que não fosse a dele.
Comecei a beijar ele, acariciava o pescoço dele, percorri todo o corpo dele com minha boca. Quando vi que ele já estava pronto pro coito, me estiquei na cama e convidei ele a se ajoelhar entre minhas pernas. Falei pra ele colocar o pau na porta da minha buceta, levantei um pouco o quadril, abracei ele com minhas pernas, coloquei as mãos dele nos meus peitos e convidei ele a me penetrar.
Ele não conseguia fazer isso, parecia virgem. Mudei de posição, deitei ele na cama e montei em cima dele. O pau dele parecia o mastro de uma bandeira. Com muito nojo, peguei o pau dele e coloquei na minha buceta. A porta da minha buceta, e me deixei cair sobre ele, ele me penetrou por completo, ficou meio atordoado com meu jeito de sentar. Comecei a me mexer com giros de quadril, pra direita, esquerda, frente, trás, pra cima e pra baixo, num movimento de sobe e desce. Na cara dele se via sinais de satisfação. Eu comecei a fingir um orgasmo, isso excitou ele tanto que, ao ouvir meus gemidos, ele começou também com os dele e, de repente, deu um gritinho e gozou dentro da minha buceta. Ficou parado dentro de mim por uns minutos. Eu me deitei sobre o corpo dele, elogiando a masculinidade dele e o prazer que ele tinha me dado. Beijei ele e desci da montaria. Peguei na mão dele, levei até o banheiro e lavei o pau dele. Quando ele foi embora, me perguntou se podia voltar. Eu disse que sim, quando ele quisesse, e que perguntasse pela Yasmina que eu faria ele passar uns momentos bem gostosos. Ele me deu um beijo na boca, ao mesmo tempo que me dava uma gorjeta.
Esse foi meu primeiro cliente. Pelo visto, ele saiu satisfeito, porque a Madame da casa entrou depois no meu quarto e disse que ele tinha saído contente e que na semana seguinte ele ia me visitar de novo.
É assim que imagino a Yasmina. Também são fotos que, se quiserem, tenho muitas pra fazer um post de crossdresser super gatas e sexys.
Também deixo o link do primeiro conto.http://www.poringa.net/posts/gay/2822044/Yasmina-relato.htmlYASMINA – 2
Tentei conseguir dinheiro pra não perder a casa, coloquei anúncios na universidade e no jornal, alugando três quartos individuais. A casa tinha quatro: o dos meus pais, o meu e mais dois pra hóspedes. Eu ia me mudar pro quarto dos meus pais e alugar os outros três.Algumas pessoas interessadas me ligaram, mas depois de vir ver os quartos, não me deram resposta. Um dia, um senhor interessado em alugar a casa inteira me ligou. Ele veio ver, gostou e, depois de conversarmos, combinamos que eu alugaria a casa toda pra ele, menos o quarto dos meus pais, que eu guardava pra mim. O preço que eu coloquei pareceu interessante pra ele; com ele, eu cobria o buraco que tinha no banco e ainda sobrava um troco. Além disso, como tive que largar os estudos, arrumei um trabalho temporário como guia no museu de arte. Assim passei um ano.
Eu tinha continuado o tratamento pra mudança de sexo, e chegou a hora da operação, mas não conseguia pagar o valor. Ia ter que ficar pra sempre com aquele penduricalho entre as pernas. Tava com problemas financeiros de novo. Pedi um empréstimo sobre a hipoteca que eu tinha, mas foi negado porque minha renda não batia no mínimo que o banco exigia. Quando meu inquilino ficou sabendo do meu problema, se ofereceu pra ajudar. Eu disse que precisava operar porque tinha uns cistos no útero e nos ovários, descobertos numa revisão ginecológica de rotina, e que tinha que ser o mais rápido possível, senão podiam virar tumores malignos.
Ele disse que me emprestava o dinheiro depois de assinar um contrato onde eu cedia a casa inteira pra ele por 20 anos, e que eu poderia recuperá-la depois desse tempo pelo preço que fosse estipulado na época, e que, mesmo assim, eu podia continuar morando lá.
Achei um acordo justo, aceitei. Assinamos um contrato onde ele assumia a hipoteca e me emprestava o dinheiro pra cirurgia. Com o dinheiro, entrei em contato com o médico, que me deu a data da cirurgia.
A cirurgia ocorreu normalmente e, após 6 horas na sala de operação, quando acordei, tinha uma buceta reconstruída a partir do meu pau e do saco escrotal. Fiquei na clínica por um mês, já que o pós-operatório foi mais longo que o normal. Me deram uns dilatadores vaginais para eu ir dilatando aos poucos, o suficiente para não sentir dor na hora do sexo. O novo dono da casa veio me visitar para saber da minha saúde e me avisar que tinha feito umas reforminhas, colocando mais 2 quartos.
Quando voltei pra casa, achei ela bem diferente. Dos 6 quartos que tinha, agora um — o dos meus pais — ele tinha reservado pra mim, e os outros 5 estavam ocupados por uma senhora mais velha e quatro jovens de uns 23 anos, que entravam e saíam o dia inteiro, até de noite. Como a casa não era mais minha, não me preocupei com as vizinhas. O trabalho no museu já não tinha mais, porque era temporário, pra cobrir licença-maternidade, então tive que procurar outro emprego. Mas a crise que tava ferrando a Europa também me afetou na hora de arrumar trampo.
Um dia, conversando com uma das minas que moravam na casa, ela disse que se eu quisesse, falava com o chefe pra ver se conseguia me dar um emprego, já que pelo meu corpo e educação eu podia ser bem lucrativo. Essa história de corpo me deixou desconfiado. Perguntei o que elas faziam, e ela disse que eram secretárias de diretoria e que sempre tinham muito serviço, porque a empresa fornecia secretárias de diretoria pra congressos e eventos internacionais. Ganhavam um salário bom, com todas as despesas pagas, e ainda atendiam executivos de multinacionais que sempre deixavam umas gorjetas boas. Falei com o chefe, que era exatamente o cara que tinha me emprestado o dinheiro pra operação.
Ele me explicou como era o trampo, quanto cobraria por dia e, além disso, me forneceriam as roupas necessárias para acompanhar os clientes. Durante os dias de trabalho, eu teria que ficar à disposição dos clientes, oferecendo tudo o que precisassem. Achei ok e comecei a trabalhar nessa empresa. Tudo o que eu precisasse, era só pedir pra Sra. que morava com a gente.
Quando me avisaram que eu tinha que ir a um dos hotéis mais importantes da cidade pra ser secretária da diretoria de uma convenção internacional, me disseram pra perguntar no hotel pelo Sr. Hans, que ele me daria todas as instruções sobre quem eu teria que atender.
Fui até o hotel e perguntei pelo Sr. Hans. Era um senhor de uns 1,70m, cabelos grisalhos, mãos cuidadas, bem barbeado e muito educado. Ele me disse que eu estaria a serviço do Sr. Stevenson, a quem me apresentou, e que eu teria que atender todas as necessidades dele.
Passei o dia inteiro com o Sr. Stevenson, anotando tudo o que ele dizia, servindo de tradutora, acompanhando ele nas reuniões, almoços e outros eventos. No fim do expediente, ele me mandou subir com ele pro quarto do hotel. Achei que fosse pra me dar uma gratificação pelo trabalho. Quando chegamos no quarto, ele trancou a porta, me ofereceu uma bebida e começamos a conversar sobre o dia de trabalho, sobre como os vários interlocutores que tivemos ao longo do dia eram legais, que de fulano não dava pra confiar, etc.
Quando percebi, o Sr. Stevenson se aproximou de mim, me agarrou pela cintura e, sem dizer nada, me deu um beijo na boca.
Falei que ele estava enganado, que eu não estava ali pra aquilo que ele queria, que tinha ido pra cumprir meu trabalho e que ele já tinha acabado. Ele me segurou pelos braços e disse que era ele quem decidia quando meu trabalho terminava, e que, segundo meus chefes, eu tinha ido pra atender todas as necessidades dele, e uma delas era satisfazê-lo sexualmente naquele momento, me jogando na cama. cama, enquanto me mandava tirar a roupa. Recusei e em troca levei um tapa que me jogou de volta na cama.
Se você recusar de novo, vai continuar apanhando e não vai dar em nada, já que não está cumprindo o contrato estipulado.
Pensei que era melhor levar um tapa só do que uma surra, e, submissa, comecei a me despir. Quando já estava de lingerie, ele mandou eu tirar a roupa dele.
Comecei a desabotoar a camisa dele, tirei a gravata, desafivelei o cinto e a calça, que caiu no chão, deixando ver uma cueca azul celeste. Ele ordenou que eu procurasse o pau dele e acariciasse.
Senti nojo. Já quando era o meu próprio pau, tinha nojo de tocar, muito mais quando o que eu tinha que tocar não era o meu. Procurei o pau dele e, quando o peguei nas mãos, apertei com toda a força os ovos dele. Ele deu um grito e se curvou. Aproveitei para empurrá-lo no chão, peguei meu vestido e, saindo do quarto, falei:
"Agora vai se acariciar sozinho, seu porco nojento. Eu não sou nenhuma puta que você paga pra te masturbar."
Fui para minha casa. Pouco depois de chegar, meu chefe apareceu. Entrando no meu quarto, a primeira coisa que fez foi me dar um soco, que me jogou no chão, rasgando meu lábio, e disse:
"Olha aqui, filho da puta, você está aqui porque eu te acolhi e paguei sua cirurgia de mudança de sexo. Sim, eu sei que você é um homem, um viado que gosta de levar no cu. Agora você me pertence e vai fazer tudo que eu mandar. E a primeira coisa que vou fazer é te comer do jeito que você gosta."
Ele arrancou meu vestido e minha lingerie de uma só vez, me jogou na cama e, sem nenhum cuidado, levantou minha bunda na altura do pau dele e enfiou no meu cu.
O grito que eu dei foi ouvido na casa toda. Ele tinha rasgado meu cu. Começou a cuspir nele para que, ao enfiar o pau, não machucasse ele mesmo, até que descarregou o esperma grosso dentro do meu cu. Depois, me virou e enfiou o pau na minha boca, dizendo:
"Limpa ele pra mim, deixa brilhando e duro, que eu vou te foder de novo. Vou meter nessa buceta que fizeram pra você e que eu paguei.
Ele me segurava pelo cabelo, movendo minha cabeça em direção ao pau dele pra eu começar a fazer um boquete e deixar ele duro. Quando viu que já tava duro de novo, me deitou na cama, abriu minhas pernas e, sem cerimônia, enfiou o pau dele na minha buceta nova. Ele tava me estuprando e, de novo, despejou a porra nojenta dele dentro de mim. Me soltou e, depois de me dar três tapas na cara, falou:
"E se você não quiser fazer o que mandam, só tem uma opção: vazar depois de me pagar o dinheiro que te dei pra fazer essa buceta e ir pra esquina mostrar ela pra ganhar grana, porque essa casa não é sua. Ou você fica e faz o que mandam, quantas vezes precisar, abrindo as pernas. Vai ficar vigiada, e se algum cliente reclamar, no dia seguinte acham teu cadáver num container de lixo, porque é isso que você é: lixo. Nessa casa e nas outras minhas, as minas fazem o que mandam, senão já sabem o que espera."
Depois disso, saiu do quarto batendo a porta.
Fiquei trancada no quarto por uma semana. Depois desse tempo, as outras minas me contaram que aquele homem vivia de exploração de tráfico de mulheres. Ele recrutava as minas em baladas, enganava, tomava tudo que elas tinham e as prostituía, espalhando por diferentes estados do país.
Algumas eram minas que tinham fugido de casa e não tinham pra onde ir, outras ele enganava em baladas, convidando e levando pra viajar até cair na rede dele. Quando me falaram das baladas, me veio na cabeça aquele cara que vi numa balada e a gente trocou olhares, mas ele desviava o meu. Ele tinha me marcado e esperava a chance de me pegar. A oportunidade apareceu depois da morte dos meus pais e do meu aperto financeiro. Ele ficou sabendo da minha operação por outras travestis que contaram pra ele. O médico já tinha operado elas e, ligando os pontos, me descobriu e veio me visitar na clínica. Também tinha recrutado travestis operadas e não operadas e as distribuía conforme as exigências dos clientes.
Depois da semana de reclusão, a senhora que cuidava da casa me perguntou qual tinha sido minha decisão. Pensei bastante e não tinha outra opção a não ser ficar e abrir as pernas quantas vezes mandassem.
Por enquanto, não me deixavam sair; me avisaram que eu teria que receber na casa os clientes que nos visitassem qualquer dia e a qualquer hora.
A primeira visita que recebi foi um homem, uns 45 anos, 1,68m de altura, parecia meio deprimido. Durante uma conversa de apresentação, ele me disse que fazia 6 meses que a mulher dele tinha morrido de câncer, não tinha filhos e que, na questão sexual, por causa da doença da esposa, estava há 7 anos no seco. Eu animei e consolei ele moralmente, dizendo que com certeza encontraria uma mulher para reconstruir a vida. Ele tomou uma dose, enquanto eu ia despindo ele; minhas carícias pareciam fazer o efeito desejado, o pau dele começava a ganhar vida. Eu, de lingerie e com um roupão transparente, me deitei na cama e convidei ele a se deitar ao meu lado, com uma timidez incomum, como se fosse a primeira vez que estivesse com uma mulher que não fosse a dele.
Comecei a beijar ele, acariciava o pescoço dele, percorri todo o corpo dele com minha boca. Quando vi que ele já estava pronto pro coito, me estiquei na cama e convidei ele a se ajoelhar entre minhas pernas. Falei pra ele colocar o pau na porta da minha buceta, levantei um pouco o quadril, abracei ele com minhas pernas, coloquei as mãos dele nos meus peitos e convidei ele a me penetrar.
Ele não conseguia fazer isso, parecia virgem. Mudei de posição, deitei ele na cama e montei em cima dele. O pau dele parecia o mastro de uma bandeira. Com muito nojo, peguei o pau dele e coloquei na minha buceta. A porta da minha buceta, e me deixei cair sobre ele, ele me penetrou por completo, ficou meio atordoado com meu jeito de sentar. Comecei a me mexer com giros de quadril, pra direita, esquerda, frente, trás, pra cima e pra baixo, num movimento de sobe e desce. Na cara dele se via sinais de satisfação. Eu comecei a fingir um orgasmo, isso excitou ele tanto que, ao ouvir meus gemidos, ele começou também com os dele e, de repente, deu um gritinho e gozou dentro da minha buceta. Ficou parado dentro de mim por uns minutos. Eu me deitei sobre o corpo dele, elogiando a masculinidade dele e o prazer que ele tinha me dado. Beijei ele e desci da montaria. Peguei na mão dele, levei até o banheiro e lavei o pau dele. Quando ele foi embora, me perguntou se podia voltar. Eu disse que sim, quando ele quisesse, e que perguntasse pela Yasmina que eu faria ele passar uns momentos bem gostosos. Ele me deu um beijo na boca, ao mesmo tempo que me dava uma gorjeta.
Esse foi meu primeiro cliente. Pelo visto, ele saiu satisfeito, porque a Madame da casa entrou depois no meu quarto e disse que ele tinha saído contente e que na semana seguinte ele ia me visitar de novo.
É assim que imagino a Yasmina. Também são fotos que, se quiserem, tenho muitas pra fazer um post de crossdresser super gatas e sexys.
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