Relato: comendo um gostoso do trampo

Este foi um dos melhores encontros que tive com outro macho, e também o melhor sexo.

Gastón era um cara que entrou pra trabalhar na empresa onde eu tava na época, como auditor externo pra um projeto.
Ficou uns seis meses. Era um cara bem gostoso, cabelo cortado estilo militar, com umas entradas legais, um corpão definido, nada exagerado de músculo, só o suficiente pra ter um visual bem machão.
E ele era mesmo. As conversas dele sempre iam pro lado do futebol, das minas, muita cerveja. O normal.

Mais ou menos quando faltava um mês pra acabar o projeto, fomos em grupo tomar umas cervejas num pub do centro.
Bebemos um pouco e demos muita risada. Éramos vários sentados em roda. Uns foram tentar pegar umas minas e ficaram só três.
O que notei foi que ele tava mais interessado do que de costume no que eu falava e ria das minhas piadas, mas sempre na dele.
Tipo, não tava dando em cima. Umas 8 da noite já, uns caras foram embora e ele ficou sentado do meu lado, como sempre, conversando, mas encostou a perna na minha, bem colada. A verdade é que eu tava faminto por sexo no geral, e devo dizer que só aquilo já me deixou com tesão, então encostei mais minha perna na dele e não hesitei em começar a encará-lo. Eu sou bem másculo, então não tava na vibe de olhar de putaria. Depois eu fiquei bem putão, hahaha, mas na hora não.

O papo virou pro sexo na hora, óbvio, e ele me contou como conheceu uma mina, como chupou a buceta dela e comeu ela e tal.

A parada é que ele não parava de me encarar. Lembro que pensei: "que legal se você enfiasse bem a pica em mim do mesmo jeito que enfia esses olhos". Só mantive o olhar com um meio sorriso e pronto. Sedutor pra caralho, mas nada mais. Não ia arriscar.

Ele fala: "bom, eu vou... te levo?". Falei: "bora". Fomos até o carro, pagou o flanelinha e começou a dirigir. Nem pergunta onde eu moro, porra nenhuma. Dirige. Não fala. De vez em quando vira, me Olha e dá risada.
Digo num momento: "De que tá rindo?"...
Ela responde: "De como você vai chupar essa pica... boludinho" e se acaba de rir. Falou na brincadeira, mas testando.
E eu "na brincadeira" falei: "Olha que sou muito exigente, não se faz de machão."
Ela fica quieta. Nos próximos 5 minutos dirige, sorrindo. Estaciona numa garagem. Fala: vamos. Nem perguntei, segui ela. Ao descer do carro tive que me mentalizar, porque tava durasso, fiquei quase toda a viagem. Não consegui baixar muito, mas fazer o quê.
Subimos pro apartamento dela.

Lugar muito foda, acende as luzes e fala: o que você bebe? Qualquer coisa, digo, enquanto sento num sofá. Ela traz duas taças de vinho branco (what the fuck..?!?).
Deixa na mesa, e fala: "beleza, levanta"... eu fico olhando pra ela. "Vai, boludo, levanta". Levanto, olho pra ela, e ela fala: "Agora você vai chupar bem minha pica."
Meu corpo tremia. Falo: "Olha que eu ajoelho, e você vai ter que me dar, não vai se fazer de viado agora"... Ela me segura pelo ombro enquanto me abaixa, eu ajoelhando, e fala "viado é você" enquanto tira o cinto.

Eu, além de não entender nada, querer tudo, e ter a boca cheia de saliva e pronta pra receber pica, tava entregue demais.
De joelhos na frente daquele volume comecei a passar a língua por cima da calça jeans e esfregar o rosto, enquanto ela me segurava pela nuca.
Levantei a camiseta dela, sem tirar, passei pela cabeça e ficou presa atrás da nuca (amo fazer isso antes de chupar pica).
E fui descendo, lambendo o peitinho e os abdominais. Tava uma delícia, com cheirinho de suor de macho misturado com perfume. Tudo bem definido, na medida, pelos bem aparados, um luxo.
Praticamente arranquei o botão da calça jeans e puxei até os tornozelos, deixando só a cueca. Meu deus, que volume. Esfreguei a cara naquele volume com vontade e já tava quase toda dura.
Que cheirinho de homem tão gostoso. Puxei a cueca até o meio da perna, enquanto aquela pica linda se acomodava na Meu rosto. Passei ela toda na minha cara e depois desci pras bolas, que foi a primeira coisa que chupei. Elas não estavam suadas, era fantástico. A verdade é que o cheiro de macho que ele tinha me deixou tão louco que cheirei bem. Como um boqueteiro desenfreado, cheirei até a cueca dele. Era um perfume de pica e bolas lavadas não fazia muito tempo, bem de macho, mas limpinho. Perfeito. Voltei pros ovos e ele segurou a pica e, enquanto se masturbava, passava as bolas no meu rosto. Eu coloquei a língua pra fora e ele passava elas na minha língua. Que bolas gostosas. Eu tava tão excitado e tão putinho que comecei a beijar elas devagar. Nessa altura, a pica dele já tava bem dura, ele me pegou pelo queixo e começou a bater com a cabeça da pica na minha boca toda. Como era essa pica? Das melhores que chupei, das que eu mais gosto, bem morena, cabeçuda e cheia de veias. Devia ter uns 18 cm. Linda, linda. Comecei a chupar ela com fúria, porque eu tava muito excitado, e a pica tava uma delícia. "Cara, como você chupa bem", ele dizia... "você gosta da minha pica?" Me deixa louco!!! eu falei, enquanto segurava a cueca dele como apoio pro meu vai-e-vem, e ele me segurava pela nuca. Literalmente, ele comeu minha boca com fúria. Me engasguei umas duas vezes. Ele morria de rir. Falei pra ele: "Cara, senta no sofá, abre as pernas e oferece essa pica". E ele fez isso. Sentou, tirou a calça jeans e a cueca, abriu as pernonas de macho, com uma mão segurou a base da pica, pelou ela, e com a outra fez um gesto pra eu ir, enquanto eu olhava pra ele com cara de desesperado, suponho. A putinha tava pegando fogo. Nem preciso dizer que adorei aquela pica como um escravo. Lambi, mordi, chupei, engoli ela toda, passei ela pela minha cara toda, chupei as bolas dele, tudo, tudo, tudo. Num momento ele me fala: "Como você gosta de pica"... e sim. Aí eu segurei ela bem forte e comecei a beijar ela toda enquanto dizia: "Eu amo ESSA pica". Ele me disse... se continuarmos assim, vou gozar em dois minutos. Falei "sim, vai fundo". Aí ele assumiu um papel definitivamente dominante, no máximo, e me disse: "Não......quero chupar teu cu...assim mesmo, levanta e vira".
Eu obedeci. Desabotoei a calça jeans e ele, de uma vez e com violência, puxou minha calça pra baixo. Pensei que ali mesmo ele ia meter a língua, mas não. Ele disse: "Abaixa devagarzinho". Eu fiz. Ele acariciou minhas nádegas com as duas mãos enquanto dizia "que bunda linda você tem". Eu não dizia nada.
Ele disse: "Abre a raba". E lá estava eu, de costas, com a calça arriada, mostrando o cu pra um colega do trabalho. Comecei a rir um pouco. E ele fala: "Abre BEM o cu, bem aberto, vai...me mostra direitinho".
Fiz isso, meu buraco ficou bem exposto e abertinho, e foi aí que ele me deixou definitivamente louco.
Primeiro, passou a língua na beiradinha do cu. Isso me perde. Depois cuspiu e começou a meter a língua. Como ele mexia aquela língua!!!
Tenho que confessar que adoro que chupem bem minha bunda, e sou barulhento, então já nem me segurava e gemia feito uma puta no cio, que era como eu estava.
Ele começou a lamber tão bem e tão forte que fiquei louco, louco, louco. Dizia pra ele: "cara, não aguento mais...". "Tá gostando?" ele perguntava. Gritei: "Caraaa...me come! me come toda, sua puta!"... Ele disse: "Nossa, como você quer pica!". Não aguentava mais, juro, queria que ele entrasse com aquela pica e só tirasse no dia seguinte.

Tava tão duro que já tava saindo pré-gozo, enquanto aquela língua fazia uma festa na minha bunda.
"Deixa pelo menos eu acariciar tua pica, cara" falei. E ele me matou, ali me matou. Me deu um tapa e disse: "deixo você olhar, mas não tocar". Então ele veio mais pra frente e se ajoelhou pra eu poder ver a pica.
Dura como uma pedra, molhada da minha saliva, o filho da puta mexia ela pra me provocar, tipo quando você tá bem duro e a pica "pulsa".
A única coisa que eu queria naquele momento era comer aquela pica venuda e cabeçuda com a bunda, com a boca, com tudo.
Pedi, não, melhor, implorei: "Me come logo...me enfia contra a parede". Parede e me fode...me dá tudo".
Ele parou e, enquanto batia nas minhas nádegas com a pica, disse: "Vou arrebentar teu cu bem gostoso".
Enfiou uma mão entre minhas nádegas e me empurrou, como guiando o caminho, contra a parede da sala, me levando literalmente pelo rabo.
No caminho, tentei tocar na pica dele, ou bater uma pra ele, mas ele não deixou. Me colocou contra a parede, com as mãos também na parede, e disse: "abre as pernas", e com o pé marcou a abertura que queria. Um verdadeiro macho dominante.
E o que ele fez? Me chupou o cu de novo. Que nem um louco, desenfreado, devorava meu rabo, eu gemia de novo e falava: "Não aguento mais, filho da puta, quero pica...me dá pica".
Ele cuspiu bem no meu buraquinho, deixou bem molhado, e encostou a cabeça da pica. Minha buceta do cu se abria, pulsava, como se quisesse comer. Isso deixou ele louco. Lembro agora e o cu treme enquanto escrevo.
Ele enfiou a cabeça, mas não entrou toda. Aí doeu um pouco, porque a pica era realmente cabeçuda (ideal pra chupar a tarde inteira).
Então ele foi pro quarto buscar, obviamente, camisinhas e um lubrificante, enquanto dizia: "não se mexe por nada...quero voltar e te ver assim".
Fiquei lá feito um escravinho ou uma puta de aluguel, o que me deu um tesão do caralho, até ele voltar.

Trouxe um tubinho de lubrificante, cuja ponta enfiou um pouco dentro de mim, deu um jato, e depois passou na pica dele. Tava tudo pronto.
Devagar, ele encostou a pontinha de novo, mas dessa vez eu, que não aguentava mais, deixei meu cu ir engolindo ela aos poucos.
Tomei a iniciativa e sentei. Aproveitei aquela pica enquanto meu cu a devorava pela primeira vez, centímetro por centímetro.
"Até as bolas, vai...quero ela toda dentro". E ele enfiou tudo. Tudo, por deus, como aquela pica entrou em mim, que gostosa e dura que tava, a puta que pariu.
Depois de escrever isso vou ter que bater uma punheta.

Quando já tava toda dentro, e eu sentia as bolas dele roçando meu cu, Me agarrou pelos cabelo, jogou minha cabeça pra trás e, pela primeira vez, me deu um beijo de língua, de lado.
Enquanto tirava devagarinho, falava no meu ouvido e metia de novo devagarinho, dizendo: "cê gosta... cê gosta que eu te coma assim?"
"Você me deixa louco, filho da puta", falei. Tava trabalhando minha bunda tão bem, que já tava super relaxado e entregue.

"Agora vem a pirocada", ele disse. Me agarrou bem forte pelo cabelo, jogou minha cabeça pra trás e falou: "tá pronto?"... Siii, porra, siiiii, gritei. Tava igual uma puta no cio, óbvio.
Tirou até deixar só a pontinha da cabeça dentro, e meteu de novo com força e bem rápido, sem parar e sem piedade até as bolas. Literalmente uma pirocada.
Gritei igual uma puta no cio também. Másculo, não agudo, haha, mas gritei.

"Mais um?"... siiiii... e vinha a pirocada.... "Mais um?" ....siiii, mais... me come inteiro, puta mãe... Literalmente encheu minha bunda de pirocadas.
E a partir daí não parou, ganhou velocidade e me esmagou com fúria contra a parede, bem bem duro. Soltou minha cabeça, me segurou pelo pescoço com uma mão e com a outra de vez em quando me dava um tapa.
"Gosta assim bem duro? Era isso que você queria?"... as palavras quase não saíam, porque quando você tem uma boa piroca bombando bem forte na sua bunda, você não consegue falar, é tipo um gemido com palavras.
Balbuciei: "você tá me estuprandoooo".
Queria piroca, não queria? siiiiiiii..... Gosta da minha piroca?..... siiiii.... Gosta que eu arrebente bem sua bunda? .....siiiii.
Gemia um "siiii" cada vez feito um aluninho obediente. Nem preciso dizer que tava vendo estrelas. Não ligava pra nada. Aquela piroca tava me levando.

De vez em quando faz bem levar uma boa fodida, organiza as ideias, te ajeita. Essa me deixou de cama, e com a bunda bem aberta. No talo.

Não durou muito me comendo assim tão forte. O suficiente, óbvio, mas foi extraordinário.

Num momento ele para, enfia a piroca bem até o fundo, e fala no meu ouvido: "Quer que eu encha seu Bumbum de porra?"..."Quero a porra na boca" eu falei. Mas ele insistiu.
"Vou encher teu bumbum e depois você limpa ela"...que filho da puta. Lembro disso, onde quer que eu esteja, fico de pau duro.

Ele tirou ela, tava muito quente, já quase gozando, e falou: "abre essa raba". Obediente, abri bem as nádegas, e senti na hora como ele pintava a entrada do meu cu. Cremitinha quente que toca o bumbum dilatado depois de te bombarem tão bem...um prazer. Uns dois jatos senti pra fora, e o resto...papai...a rola toda dentro e esvaziando as bolas bem dentro do meu cu.
Senti a rola que inchava e soltava jatos de porra quentinha bem bem dentro.
Ele gemeu que nem um campeão, enquanto me olhava dominante, com a rola dentro de mim. Juro que não queria tirar ela nunca mais. Kkkk

Mas tirei, devagar, como aproveitando a última passada, me ajoelhei na frente daquela rola, cuspi um pouquinho, e meti na boca. O gostinho de porra misturado com lubrificante era estranho, mas
fiz questão de ser um bom boqueteiro e limpei ela direitinho. Apertei a rola como ordenhando, pra ganhar as últimas gotinhas que tomei gostoso enquanto ele tremia um pouco pela sensibilidade.

Assim em pé, com os braços ao lado, sem me tocar, ele deixava eu adorar aquela rola. Aí já saboreando os últimos vestígios de porra, eu gozei outros dois litros de porra.

"Essa rola é sua quando você quiser" ele falou.

Foi uma das melhores experiências sexuais, das mais quentes que já tive. Foi perfeita.
O ruim: não usou camisinha (fiz teste na hora depois e tava tudo ok por sorte. Não repetiria de qualquer jeito sem me cuidar. Isso também faz ser uma experiência ainda mais morbidosa, porque foi uma das poucas vezes que não me cuidei).
Segundo: sujei o chão dele com porra, o que ele não gostou muito, mas depois de tudo tinha porra dele também.
Terceiro: depois de uma semana os horários dele mudaram, e quase não via ele mais. Uma única vez encontrei ele no elevador, sozinhos, e ele colocou a mão Na Booty, e eu, claro, passei a mão no volume, mas nada além disso.

Queria compartilhar com vocês, porque foi uma experiência foda, com uma mina gostosa, com uma rola muito boa que sabia te dar muito bem.

Abraço.

10 comentários - Relato: comendo um gostoso do trampo

Excelente capo una conocida ue envidiarle tener más de una poringuera besos van 10 y - o de la foto sis vos con dos pijas? Me puso al re palo besos bb
muy buenoooooooooooooooooooooooooooooo, me dejaste al palo