Depois da foda que meu amigo me deu, não tava planejando entregar a bunda hoje, mesmo sendo viciado, quando como pica quero mais, mais e mais; acordei super tarde hoje, meu sono tá todo desregulado, só consigo dormir lá pras 3-4 da manhã, e no outro dia fico até umas 12h feito zumbi largado na cama, levantei, fui pro pc, coloquei música, entrei no facebook e fiquei bestando um tempão lá, nisso vejo uma postagem num grupo de pegação da região onde moro de um cara que dizia "que vontade de fumar um baseado", mandei um like, o mano eu já conhecia de vista porque ele comenta e posta bastante, dei uma bisbilhotada no facebook dele e curti que ele se veste estilo maloqueiro, de boné, roupa esportiva, isso me excita pra caralho, os caras arrumadinhos, com cabelinho de lado e essas paradas me broxam total, gosto dos bem bandidos, e não tem nada mais másculo que os funkeiros, eles me deixam putinha demais, e aqui onde moro tá cheio, daí pouco tempo depois em "solicitação de mensagens" chegou uma mensagem dele, passei meu whatsapp e a gente conversou um pouco, na hora já combinando de transar, ele me mandou fotos da pica dele, parecia boa, uma pica normal, uns 17x5 de olho, morena, reta, fiquei com vontade de experimentar, mas tava na dúvida porque meu amigo ontem deixou meu cu todo arrombado e não sabia se ia aguentar outra pica, mas o cara queria e tava me apressando, tipo se eu não confirmasse na hora ele ia achar que sou uma histérica, já que tinha entrado na brincadeira pelo whatsapp e mandado fotos minhas, etc; então decidi ir ver ele, ele passou o endereço, fui tomar banho, me arrumar e saí pra casa dele, pertinho daqui, no máximo 10 minutos de busão, não me guiava muito pela região dele porque é uma bagunça, todas as ruas se cruzam no meio, mas enfim depois de andar um pouco cheguei, bati na porta e na hora ele saiu, abriu a porta, tava de cueca, descalço, com um boné e uma camiseta, me cumprimentou com um beijo na bochecha, "vem, vamos pro meu quarto", ele Sigo, me convida uma coisa gelada pra beber, a gente conversa um pouco e, enquanto a gente tava falando de uma mina, ele se aproximou e me deu um puta beijo. A gente começou a se comer de boca com uma puta vontade, do jeito que eu gosto. Na hora, meti a mão no pau dele, fiquei apalpando por cima da cueca, dava pra ver que tava acordando. Ele beijava meu pescoço, começou a meter a mão por trás, tentava enfiar por baixo da minha calça, mas o cinto não deixava, então tirei na hora e deixei a calça cair. Ele meteu a mão de novo, direto pro furinho com os dedos, enquanto a gente continuava no amasso. Eu tava meio "preocupado" porque o cara tava quente igual uma chaleira, parecia que ia meter com tudo, e eu tava com o cu delicado de ontem. Então planejava que fosse uma trepada tranquila, ou mais um boquete, mas vocês vão ver como eu me enganei. Baixei a cueca dele e o pau pulou pra fora, duríssimo, muito grosso. Se eu não tivesse transado ontem com meu amigado, taria felizão, mas na hora que vi aquele pau duro, quis me matar, ia destruir minha bunda. Imaginem que até quando ele tocava meu cu e tentava enfiar os dedos, doía, e o safado ainda queria enfiar seco. Não queria nem imaginar o que ia ser engolir aquele chuchu grosso, preto, uns 6 de largura no mínimo, comprimento normal, uns 17 ou 18, acho. Obviamente não mostrei em nenhum momento que tava preocupado se ia dar conta de engolir o pau dele, muito pelo contrário: "Uffa, que pau do caralho, cara!" "Cê gostou?" "Sim". Na sequência, me abaixei e enfiei na boca. Não consegui fazer garganta profunda em nenhum momento, me engasgava pra caralho. Batia uma punheta enquanto lambia o tronco, apalpava as bolas dele. Ele me segurava pela cabeça e fazia eu engolir o máximo que desse. Eu já tava com os olhos lacrimejando, era muito grosso e tava duro igual pedra. Eu, que tenho um pau bom, parecia pequeno perto do dele. Pelas fotos, nem imaginava que ele tinha aquilo entre as pernas, mas fazer o quê, já tava ali e ia ter que aguentar. Aguenta aí, fiquei um tempão chupando ela, mas no fim das contas me dediquei mais a lamber a cabeça da pica, lamber o tronco. Depois de um tempo, parei e voltamos a nos beijar de boca cheia, fiquei muito excitado com a franela, sentir a língua de um macho me fascina. Ele tirou a camiseta e eu vi um peito bem peludinho, que curti bastante. Fiquei acariciando ele enquanto chupava o pescoço dele, parecia que ele gostava porque de vez em quando ele mesmo colocava o pescoço pra eu ficar beijando. Enquanto isso, ele continuava tentando enfiar os dedos, mas ainda tentava no seco, então eu coloquei os dedos na boca, salivei o máximo que pude e enfiei na bunda. Isso ajudou um pouco, mas não tanto, porque agora ele até conseguia enfiar, mas doía pra caralho. Até que ele percebeu que o melhor era lubrificar e dilatar com a língua. Então ele me pegou pela cintura, me virou e me levou pra cama. Fiquei de quatro, ele tirou minha bermuda e a cueca, abri bem as pernas, apoiei a cabeça na cama, estiquei os dois braços pra abrir bem o cu, e na hora senti ele começando a chupar com tudo. Me deu uma chupada de outro mundo, parecida com a do meu amigo ontem, mas a diferença é que agora eu já tava arrombado e queria que fosse mais suave. Eu adorava, mas de vez em quando doía um pouquinho, também porque ele tem barba e isso não ajudava nada. Mas depois de um tempo, era só prazer o que a língua dele fazia no meu buraquinho. Ele lambia o buraco, a racha, subia e descia, e quando passava pelo buraquinho, ficava ali brincando um tempão. Eu, nisso tudo, só conseguia ficar deitado, suspirando pra caralho. Mas do nada, ele parou de chupar meu cu por uns segundos longos... nada. O que foi? Olhei pra trás, e o filho da puta tinha colocado uma camisinha e tava se aproximando do meu cuzinho. Medo pra caralho. Relaxar e aguentar, não tinha outra opção. Ele me fez ver estrelas. Mais do que gemidos, eram gritos. Gritos de prazer. Doía, mas eu queria comer aquela pica. Então lubrifiquei com saliva o máximo que pude, puto da vida. comigo mesmo porque tinha esquecido o lubrificante e ele não tinha, "devagar que ontem um amigo me comeu e tá doendo, devagar por favor" com voz de putinha eu pedia, custava a entrar, sentia aquele tronco abrindo caminho pelo meu cu, e me matava, sentia que já tava no meio e ele começava a bombar e era pior, tirava, enchia de novo tanto meu cu quanto o pau dele de saliva e outra vez, depois de um tempo meu cu já tava se acostumando e comia mais tranquilo, me bombava gostoso, mas de vez em quando eu tinha que pedir pra ele ir mais devagar, "que pau que tu tem, mano! tá me matando" eu falava e isso deixava ele mais excitado e me bombava com mais vontade, eu respirava fundo e mesmo custando tentava deixar o cu bem relaxado pra entrar melhor, senão é pior, tirava um pouco e sentia a saliva dele escorrendo entre o pau dele e meu cu, espalhava na parte do pau que tava fora de mim e de novo enfiava, finalmente meteu tudo, sentia que tinha um tijolo enfiado na bunda, estiquei uma mão pra trás pra sentir e sim, tudo, acariciei os ovos dele, e pedi pra ele me comer, deixar meu cu bem aberto, "ah sim, putinha? então aguenta aí!" e aí já tava me destruindo de verdade, mas eu me coloquei bem no modo vadia e até mexia a bunda acompanhando as estocadas, ele me segurou firme pela cintura e metia duro e sem parar, eu não parava de gemer que nem uma cadela no cio, me segurava forte nos lençóis, mordia o travesseiro, ele me pegou pelas tranças e levantou minha cabeça da cama e levou pra perto da dele e a gente se beijou de boca cheia, mas de vez em quando eu só conseguia fechar os olhos, abrir a boca e gemer enquanto ele me enchia de língua, lambia minha boca, beijava meu pescoço, minha orelha, tava estuprando meu cu com aquela ferramenta enorme dele, depois de um bom tempo assim ele tirou, me matou, foi um parto quando senti ele saindo de uma vez, me pegou pela cintura me levando pro banheiro, abriu o chuveiro, e entrou debaixo d'água, a Tudo isso eu, hiper agitado, se quisesse gozar e terminar ali, não ia reclamar nem um pouco, mas não, o filho da puta tinha planejado continuar por um bom tempo me enchendo o saco. Amarrei meus dreads pra não molhar, porque é um porre quando molham, ficam horríveis. Entrei na água, mas não muito pra não molhar, fiquei de frente pra parede, de costas pra ele, apoiando as duas mãos nela, e de novo senti a porra da pica dele encostando na entrada do meu cu e ele meteu. Eu tava dilatadíssimo, mas isso não tirava a dor, ainda mais porque ele tinha tirado um tempo. Mas o cara parecia ter planejado me deixar todo fudido, porque começou a meter com tudo. Me dava um tesão danado ouvir o barulho da água quando ele me bombava, plaf plaf plaf. Eu já tava putíssimo, então aos poucos comecei a rebolar também, doía, mas dava pra aguentar e era uma delícia. Ele tirava tudo, se jogava um pouco pra trás e enfiava de novo de uma vez, isso me deixava louco. Quando viu que eu já tava aguentando de boa, ele se empolgou e meteu ainda mais forte. Me encurralou num canto do banheiro e continuou me comendo o mais forte que podia. Eu não conseguia parar de gemir nem um segundo, me agarrava na parede, "aaii, mano", era a única coisa que eu conseguia falar, sem parar. De tanto que ele me comia, os dreads se soltaram, mas mesmo num êxtase total, eu não queria que molhassem, então com uma mão puxei pro lado oposto da água, com a outra me apoiava na parede, e o filho da puta me pegou por uma perna, levantou e começou a meter assim. Que prazer, meu Deus! A verdade é que meu cu se comportou muito bem, porque ele meteu igual ou mais forte que meu amigo ontem e eu aguentei de boa, ainda mais que a pica desse era mais grossa. Comecei a pedir pra ele parar, "shhh, não, não, aguenta", "aai, para, mano", e ele tapou minha boca com a mão e continuou metendo. Enfiava vários dedos na minha boca e eu chupava tudo como se fosse uma pica. tava mó dahora, ''quer que pare?'' ''não'' respondi com uma voz de viado comido da porra, ''ah viu que tu gosta, puto'', nem respondi, só gemendo, era a única coisa que conseguia fazer, ele continuou me comendo um tempão assim, amei, pedi pra ele gozar em mim, e ele esporrou tudo na parte de baixo das minhas costas, continuamos nos pegando mais um pouco debaixo d'água, bom, eu mais ou menos por causa das dreads, mas tavam encharcadas mesmo, mas foda-se, saímos do chuveiro, nos secamos, ''gostou?'', ''sim, cara foda, só faltava um baseado'' ele riu e disse que também tava na fissura, me chamou pra voltar depois, que o contato ia trazer mais tarde, mas nada, aquele mano ia me comer de novo e eu não ia conseguir sentar por uns dias, ainda mais que quando fumo fico muito putinha, mais que o normal.
7 comentários - Me garchó un cumbiero (Relato gay)