Pelado na frente do teclado, com um café preto e um cigarro, vou compartilhar com vocês mais uma história real. Quero que comentem e avaliem como sempre fazem, meus queridos putinhos seguidores...
A história começou uns anos atrás, quando eu tava namorando a Paloma, uma morena linda e angelical. Naquela época, a gente transava muito bem e era super cúmplice em tudo. Ela vivia cercada de amigas e, principalmente, de amigos putinhos, adorava estar rodeada de maricas.
O mais amigo, quase uma irmã pra ela, era o Ale, um promíscuo jovem de corpo espetacular e rabo de menina...
O Ale me tratava como amigo, com toda confiança quando a gente tava junto. Sempre contando as aventuras amorosas dele com maior liberdade. Era uma mocinha...
Com o tempo, eu terminei com a Paloma e minha amizade com o Ale continuou, mais pelo WhatsApp. Me chamava a atenção como ele era carinhoso comigo, digo carinhoso porque sempre tratei ele como se fosse uma menina. Aos poucos, ele virou meu confessor.
As mensagens eram muito fofas, e ele sempre terminava com beijinhos e corações. Nem passava pela minha cabeça que algo pudesse rolar com o promíscuo. Mas tenho que admitir que gostava das mensagens dele.
Um dia, percebi que as mensagens dele tavam mais ousadas... ele começou a me contar com detalhes as noites de sexo, bem descritivo, com umas fotos picantes...
Cada dia a gente ficava mais amigo... Uma ideia tava martelando na minha cabeça e eu fui em frente pra realizar.
Um dia, convidei ele pra tomar café em casa à tarde. O Ale aceitou de mil amores.
Chegou com um short que marcava toda a bunda linda e redonda que ele tinha e com uma regata justa, tava completamente depilada a putinha.
Sentamos no sofá e fomos tomar café e conversar.
Acendi um cigarro e, sem dizer nada, agarrei ele forte pelo pescoço e beijei bem de leve, com a língua bem babada.
O Ale, surpreso, não resistiu, pelo contrário... A língua brincava de um jeito espetacular...
Continuamos nos beijando por um bom tempo, babando um no outro, nos curtindo...
— Tô me sentindo culpada... — sussurrou gostoso...
— Por quê? — perguntei enquanto continuava chupando a boca dela
— Por causa da Paloma... ela é minha irmã — gemeu a puta
— Ah é? — sorri safado
— É... ela não pode saber disso nunca — afirmou enquanto com a língua dela comia minha boca.
— Não precisa saber... — garanti enquanto pegava ela pelas mãos e levava pro quarto.
Coloquei ela de quatro e puxei o short pra baixo, notando que a puta não tava usando nada por baixo.
Abri as nádegas dela e comecei a lamber aquela bunda linda de um jeito descontrolado.
Ale ficou louca e começou a rebolar a raba como uma gostosa safada... Aquela bunda já tava acostumada com tudo, mas dava pra sentir o tesão acumulado nesse tempo.
Passei um tempão comendo com a língua a amiga promíscua da minha ex...
— Vem cá, puta, chupa minha pica um pouco... — ordenei enquanto me jogava de costas na cama e com a mão esquerda na nuca dela apertava pra ela engolir o pau inchado e cheio de veia.
Era uma chupadora experiente, a situação doentia deixava a gente louco... tantos anos a gente tinha compartilhado conversas os três, e agora a gente tava na penumbra do meu quarto se amando...
— Senta na minha pica um pouquinho... — sugeri
Num movimento só, a puta já tava cravada na minha pica e cavalgando...
— Nisso ninguém me ganha... — riu animada enquanto contorcia a bunda como uma profissional.
A gente tava tocando o fundo do poço do prazer, não tinha nada mais abaixo... Nisso o celular dela toca e o nome da Paloma piscando na tela.
— Atende, promíscua... — ordenei excitado
— Cê achaahhh? — hesitou excitada
— Atendehhh...
Tímida e abafando o gemido, ela finalmente obedeceu minha ordem...
— Oiahhh Palomaahhh! como cê tá?... Bemahhh, bieahhhn... aqui meio ocupadoahhh... nahh, tô bem, é que acabei de malharahhh e tô ofeganteahhh jajajajahhh!!!
A vadiazinha gemia enquanto cavalgava sem parar no meu pau. Mal atendeu a ligação, peguei nos ovos dele e apertei com força, e a cada frase que ele soltava, eu enfiava meu cacete até bater com as bolas no glúteo firme dele...
- Tô mortinhahhh! haha - a putinha disfarçava... - Sim!!! Tudo doiahhhh!!!!
Não aguentei mais e um rio de porra escorreu devagar do meu pau pra inundar a bunda apertada e quente dele... Enquanto gozava, mais o promíscuo pulava... eu batia uma pra ele de um jeito brutal. Ahhh! Paloma... valeu por ligar!!!! Depois, quando descansar, te ligo - exclamou enquanto espirrava meu peito com a porra grossa e quente dele...
Quando desligou a chamada, ficou cravado no meu pau e, se deitando, lambeu todo o néctar do meu peito... a gente dormiu...
(continua... Bah, se comentarem e avaliarem, continua... 😉)
A história começou uns anos atrás, quando eu tava namorando a Paloma, uma morena linda e angelical. Naquela época, a gente transava muito bem e era super cúmplice em tudo. Ela vivia cercada de amigas e, principalmente, de amigos putinhos, adorava estar rodeada de maricas.
O mais amigo, quase uma irmã pra ela, era o Ale, um promíscuo jovem de corpo espetacular e rabo de menina...
O Ale me tratava como amigo, com toda confiança quando a gente tava junto. Sempre contando as aventuras amorosas dele com maior liberdade. Era uma mocinha...
Com o tempo, eu terminei com a Paloma e minha amizade com o Ale continuou, mais pelo WhatsApp. Me chamava a atenção como ele era carinhoso comigo, digo carinhoso porque sempre tratei ele como se fosse uma menina. Aos poucos, ele virou meu confessor.
As mensagens eram muito fofas, e ele sempre terminava com beijinhos e corações. Nem passava pela minha cabeça que algo pudesse rolar com o promíscuo. Mas tenho que admitir que gostava das mensagens dele.
Um dia, percebi que as mensagens dele tavam mais ousadas... ele começou a me contar com detalhes as noites de sexo, bem descritivo, com umas fotos picantes...
Cada dia a gente ficava mais amigo... Uma ideia tava martelando na minha cabeça e eu fui em frente pra realizar.
Um dia, convidei ele pra tomar café em casa à tarde. O Ale aceitou de mil amores.
Chegou com um short que marcava toda a bunda linda e redonda que ele tinha e com uma regata justa, tava completamente depilada a putinha.
Sentamos no sofá e fomos tomar café e conversar.
Acendi um cigarro e, sem dizer nada, agarrei ele forte pelo pescoço e beijei bem de leve, com a língua bem babada.
O Ale, surpreso, não resistiu, pelo contrário... A língua brincava de um jeito espetacular...
Continuamos nos beijando por um bom tempo, babando um no outro, nos curtindo...
— Tô me sentindo culpada... — sussurrou gostoso...
— Por quê? — perguntei enquanto continuava chupando a boca dela
— Por causa da Paloma... ela é minha irmã — gemeu a puta
— Ah é? — sorri safado
— É... ela não pode saber disso nunca — afirmou enquanto com a língua dela comia minha boca.
— Não precisa saber... — garanti enquanto pegava ela pelas mãos e levava pro quarto.
Coloquei ela de quatro e puxei o short pra baixo, notando que a puta não tava usando nada por baixo.
Abri as nádegas dela e comecei a lamber aquela bunda linda de um jeito descontrolado.
Ale ficou louca e começou a rebolar a raba como uma gostosa safada... Aquela bunda já tava acostumada com tudo, mas dava pra sentir o tesão acumulado nesse tempo.
Passei um tempão comendo com a língua a amiga promíscua da minha ex...
— Vem cá, puta, chupa minha pica um pouco... — ordenei enquanto me jogava de costas na cama e com a mão esquerda na nuca dela apertava pra ela engolir o pau inchado e cheio de veia.
Era uma chupadora experiente, a situação doentia deixava a gente louco... tantos anos a gente tinha compartilhado conversas os três, e agora a gente tava na penumbra do meu quarto se amando...
— Senta na minha pica um pouquinho... — sugeri
Num movimento só, a puta já tava cravada na minha pica e cavalgando...
— Nisso ninguém me ganha... — riu animada enquanto contorcia a bunda como uma profissional.
A gente tava tocando o fundo do poço do prazer, não tinha nada mais abaixo... Nisso o celular dela toca e o nome da Paloma piscando na tela.
— Atende, promíscua... — ordenei excitado
— Cê achaahhh? — hesitou excitada
— Atendehhh...
Tímida e abafando o gemido, ela finalmente obedeceu minha ordem...
— Oiahhh Palomaahhh! como cê tá?... Bemahhh, bieahhhn... aqui meio ocupadoahhh... nahh, tô bem, é que acabei de malharahhh e tô ofeganteahhh jajajajahhh!!!
A vadiazinha gemia enquanto cavalgava sem parar no meu pau. Mal atendeu a ligação, peguei nos ovos dele e apertei com força, e a cada frase que ele soltava, eu enfiava meu cacete até bater com as bolas no glúteo firme dele...
- Tô mortinhahhh! haha - a putinha disfarçava... - Sim!!! Tudo doiahhhh!!!!
Não aguentei mais e um rio de porra escorreu devagar do meu pau pra inundar a bunda apertada e quente dele... Enquanto gozava, mais o promíscuo pulava... eu batia uma pra ele de um jeito brutal. Ahhh! Paloma... valeu por ligar!!!! Depois, quando descansar, te ligo - exclamou enquanto espirrava meu peito com a porra grossa e quente dele...
Quando desligou a chamada, ficou cravado no meu pau e, se deitando, lambeu todo o néctar do meu peito... a gente dormiu...
(continua... Bah, se comentarem e avaliarem, continua... 😉)
18 comentários - Ale, o amigo da minha mina (Ep.1)