Bom, isso aconteceu comigo na quarta-feira passada. Acontece que meu irmão mais novo terminou o ensino fundamental e na escola fizeram uma formatura de fim de ano lá pelas 5 da tarde.
Saí do trampo às 4:30 e fui direto pra escola. Quando tô chegando, vejo na esquina um cara de uns 25 anos fumando um cigarro. Era bem gostoso, alto, moreno, com olhos claros. Tava usando uma calça social e uma camisa branca bem colada no corpo.- Desculpa, mano... Sabe onde fica o primário tal?
- Sim, é ali na esquina.
- Ah, show, valeu.Fui pra dentro sem dar muita bola.
Chego, cumprimento meus pais e meu irmão. A cerimônia toda segue normal, até chegar a hora dos alunos do 6º ano. E ainda por cima os pais tinham que subir no palco pra entregar uma medalhinha e um diploma, então minha mãe me deu a câmera pra eu ficar tirando fotos.
Foram chamando pelo sobrenome. Quando chegou a vez do meu irmão, quis me adiantar pra conseguir tirar uma foto boa.Com licença.- Era perda de tempo, porque o povo se amontoava e não deixava ninguém passar.Eu vimEra o magrelo de fora. Chego perto e ele faz um sinal com a mão pra eu ficar na frente dele pra ele tirar a foto. Não pensei duas vezes e fui. Apontei a câmera e, enquanto tirava as fotos, senti as mãos dele agarrarem minha cintura e me apoiar disfarçadamente.- E cadê o irmão?– Perguntou a diretora. Todos os olhos se viraram pra onde eu e o cara estávamos, e o filho da puta parou de me tocar.Lá está… ex-aluno nosso e hoje um baita homem.Eu sorri pra ela e acenei com a mão.
Terminei de tirar as fotos, me virei, agradeci o cara e voltei pro meu lugar. Não prestei muita atenção na festa até que em um momento chamaram um dos colegas do meu irmão e também perguntaram pelo irmão. Aí o magrelo do cigarro levantou a mão.
Foi aí que descobri que ele se chama Ramiro. Quando a entrega das medalhas terminou, começaram umas danças das turmas. Levantei e fui pro banheiro.
Entrei num dos boxes pra mijar e de repente sinto alguém batendo na porta.Ocupado-Já sei, te vi entrando.Ela abriu a porta e entrou. Eu me virei com o pau na mão.O que cê tá fazendo?Ele me olhou e me deu um beijo que arrombou minha boca. Não pensei duas vezes e comecei a chupar ele também. Não curto ser dominado, então parei o beijo e me abaixei. Comecei a passar a mão no pau dele por cima da calça e já tava duríssimo. Abri o zíper e engoli de uma vez. Era normal, devia ter uns 16 ou 17 cm, mas era bem grosso.
Ele segurou minha cabeça e começou a ditar o ritmo do boquete. Me parou e me levantou. Me beijou de novo e se abaixou pra começar a me chupar.Pra que caralho eu vou gozar- eu falei pra elaNão, ainda não.Ele parou, me virou e começou a me provocar com a ponta da pica.Não é sua primeira vez, né?
- O que você acha?Ela começou a rir, tirou uma camisinha e colocou. Começou a meter devagar. Enquanto se mexia, falava no meu ouvido, mas juro que não entendi uma palavra do que disse.
Em um momento, ouvimos a porta do banheiro abrir. Ficamos parados. Ele tinha a pica enfiada até o fundo, mais ou menos, e do lado um cara mijando. Quando o cara foi embora, ele me olhou e começou a rir. Olhei pra ele e ele disse pra voltarmos ao que estávamos fazendo. Continuou me comendo até avisar que ia gozar.
Tirou, eu me abaixei e chupei de novo. Ele segurou minha cabeça e jogou todo o leite na minha boca, não me deixou me afastar, então não tive escolha a não ser engolir.
Ele me levantou e retribuiu o favor. Pra minha surpresa, porque não achei que fosse fazer, também tomou todo o meu leite. Levantou, arrumou a roupa e foi embora.
Quando voltei pro evento, minha mãe perguntou onde eu tinha ido. Respondi que no banheiro, que estava me sentindo mal.
O resto do evento, tentei não olhar pra ele e não foi tão impossível, porque, na verdade, não o vi mais.
Na saída, os meninos se juntaram e também os pais. Aí o pai do menino contou pra não sei quem que o filho mais velho já tinha ido embora.
Saí do trampo às 4:30 e fui direto pra escola. Quando tô chegando, vejo na esquina um cara de uns 25 anos fumando um cigarro. Era bem gostoso, alto, moreno, com olhos claros. Tava usando uma calça social e uma camisa branca bem colada no corpo.- Desculpa, mano... Sabe onde fica o primário tal?
- Sim, é ali na esquina.
- Ah, show, valeu.Fui pra dentro sem dar muita bola.
Chego, cumprimento meus pais e meu irmão. A cerimônia toda segue normal, até chegar a hora dos alunos do 6º ano. E ainda por cima os pais tinham que subir no palco pra entregar uma medalhinha e um diploma, então minha mãe me deu a câmera pra eu ficar tirando fotos.
Foram chamando pelo sobrenome. Quando chegou a vez do meu irmão, quis me adiantar pra conseguir tirar uma foto boa.Com licença.- Era perda de tempo, porque o povo se amontoava e não deixava ninguém passar.Eu vimEra o magrelo de fora. Chego perto e ele faz um sinal com a mão pra eu ficar na frente dele pra ele tirar a foto. Não pensei duas vezes e fui. Apontei a câmera e, enquanto tirava as fotos, senti as mãos dele agarrarem minha cintura e me apoiar disfarçadamente.- E cadê o irmão?– Perguntou a diretora. Todos os olhos se viraram pra onde eu e o cara estávamos, e o filho da puta parou de me tocar.Lá está… ex-aluno nosso e hoje um baita homem.Eu sorri pra ela e acenei com a mão.
Terminei de tirar as fotos, me virei, agradeci o cara e voltei pro meu lugar. Não prestei muita atenção na festa até que em um momento chamaram um dos colegas do meu irmão e também perguntaram pelo irmão. Aí o magrelo do cigarro levantou a mão.
Foi aí que descobri que ele se chama Ramiro. Quando a entrega das medalhas terminou, começaram umas danças das turmas. Levantei e fui pro banheiro.
Entrei num dos boxes pra mijar e de repente sinto alguém batendo na porta.Ocupado-Já sei, te vi entrando.Ela abriu a porta e entrou. Eu me virei com o pau na mão.O que cê tá fazendo?Ele me olhou e me deu um beijo que arrombou minha boca. Não pensei duas vezes e comecei a chupar ele também. Não curto ser dominado, então parei o beijo e me abaixei. Comecei a passar a mão no pau dele por cima da calça e já tava duríssimo. Abri o zíper e engoli de uma vez. Era normal, devia ter uns 16 ou 17 cm, mas era bem grosso.
Ele segurou minha cabeça e começou a ditar o ritmo do boquete. Me parou e me levantou. Me beijou de novo e se abaixou pra começar a me chupar.Pra que caralho eu vou gozar- eu falei pra elaNão, ainda não.Ele parou, me virou e começou a me provocar com a ponta da pica.Não é sua primeira vez, né?
- O que você acha?Ela começou a rir, tirou uma camisinha e colocou. Começou a meter devagar. Enquanto se mexia, falava no meu ouvido, mas juro que não entendi uma palavra do que disse.
Em um momento, ouvimos a porta do banheiro abrir. Ficamos parados. Ele tinha a pica enfiada até o fundo, mais ou menos, e do lado um cara mijando. Quando o cara foi embora, ele me olhou e começou a rir. Olhei pra ele e ele disse pra voltarmos ao que estávamos fazendo. Continuou me comendo até avisar que ia gozar.
Tirou, eu me abaixei e chupei de novo. Ele segurou minha cabeça e jogou todo o leite na minha boca, não me deixou me afastar, então não tive escolha a não ser engolir.
Ele me levantou e retribuiu o favor. Pra minha surpresa, porque não achei que fosse fazer, também tomou todo o meu leite. Levantou, arrumou a roupa e foi embora.
Quando voltei pro evento, minha mãe perguntou onde eu tinha ido. Respondi que no banheiro, que estava me sentindo mal.
O resto do evento, tentei não olhar pra ele e não foi tão impossível, porque, na verdade, não o vi mais.
Na saída, os meninos se juntaram e também os pais. Aí o pai do menino contou pra não sei quem que o filho mais velho já tinha ido embora.
19 comentários - Ato Escolar Gostoso
Tremenda historia!
Me encantan esos garches impensados y sin vueltas, donde sea.
Gracias por compartir
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
para mañana te dejo los puntos