Sin querer,queriendo.....

Sim, querendo meter, foi assim que fiquei a semana toda.
Toda noite, quando voltava pra casa depois do mercadinho chinês onde compro todo dia, via um cara parado, às vezes falando no celular, outras conversando com alguém. De tanto vê-lo, comecei a cumprimentá-lo. Com o tempo, viramos quase amigos. Uma noite, nesse inverno passado, ele me contou que esperava a namorada chegar do trabalho. O cara é muito gostoso, corpo bonito, rosto lindo, uma bunda maravilhosa, braços bonitos e simpático. Nunca me dei chance de fazer algo com ele, mas, na real, eu gostava pra caralho. Nem preciso dizer que dediquei boas e intermináveis punhetas pra ele.

Uma noite ele sumiu, não vi mais. Passou quase um mês e, por sorte minha, o vi de novo. Não no mesmo lugar. Ele vinha andando na minha direção, de short, a noite tava quente. Quando chegou na minha frente, o cumprimentei. Ele me reconheceu e me saudou todo feliz. A gente começou a conversar um pouco e consegui sacar por que ele tinha sumido: tinha brigado com a mina. "Agora posso fazer o que eu quiser", ele disse. E essa frase me deixou em alerta e louco. Ainda mais do jeito que ele tava vestido, pude finalmente ver de perto as pernas dele: grossas, peludas e musculosas.

Perguntei o que ele tava fazendo. Ele disse que tinha ido correr, e era verdade, porque tava todo suado. Comecei a ficar mais excitado do que já tava. Imaginei ele de quatro, pelado, chupando a bunda dele. Não sei por que, mas imaginava ele como se já fosse usado, era algo que entrou na minha cabeça e me deixava doido. Além disso, imaginei ele com um pau lindo, grosso, cheio de veias. Tava criando um filme na minha cabeça, e me dava muito tesão, porque, no fim, não sabia se ele realmente ia querer fazer algo entre a gente, mas tava disposto a descobrir. Afinal, eu gostava pra caralho dele.

"Você mora sozinho?" perguntei. "Não, com minha família." "Ah, legal", falei rápido.
Ele foi mais rápido e perguntou de volta: "Por quê?" "Por nada, só pra saber." "Ah, pensei besteira", ele disse.
"Besteira? Como assim besteira?" "Nada, esquece", ele falou, como se fechando o assunto.

Não tava disposto a deixar ele escapar. Ele já tava quase nas minhas mãos. De repente, ele ajeitou o pau, e deu pra ver que era um belo pedaço. Pacote, me deu mais uma chance, e eu não ia deixar passar assim à toa.
Epaaa! O que houve? Tá inquieta?
Ela riu, naaa!! disse, tô morrendo de vontade de mijar, acho que antes de chegar em casa vou mijar nas calças e não tem um maldito lugar pra mijar por aqui! disse
Negão, pensei, você deixou na cara do gol, é só tocar e fazer! Cara, a duas quadras daqui tem uma obra em construção, é um bom lugar, senão na frente tem um terreno, mija debaixo das árvores, vou com você, vamos ver se você realmente mija nas calças! Uhh, bora, onde é? ela perguntou
Começamos a andar, vamos devagar ela disse, tô com o mijo na ponta da cock, não aguentava mais! Parecia uma eternidade, minha cock tinha endurecido e tava me incomodando, ajeitei ela, não sei se ela viu ou percebeu, mas o caminho parecia interminável.
Quando estávamos perto, virei pra obra, sabia que não tinha ninguém e que ninguém poderia nos ver, a obra é de um conhecido meu, vem, vem mijar aqui, que daqui não se vê nada.
Reparei na atitude que ela tinha, obedecia tudo que eu propunha, mas será que ela tinha outras intenções? Eu, com certeza, sim.
Parece que ele também tinha algum tesão, mas nunca se sabe, ele parou de lado e abaixou o short, mostrou a cock e soltou um jorro forte, batia no chão e fazia um barulho excitante, aproveitei e tirei a minha, tentei mijar, tava difícil por causa da dureza, finalmente apontei pra cima e comecei a soltar jorros fortes de mijo, olhei de canto e vi a dele, não era muito diferente do que imaginava, tava dura, borrachuda, ele tinha acabado de mijar. Sacudiu ela, continuei olhando, ele me olhou e disse: que foi? nada, falei, você tem uma cock gostosa! e isso que você viu ela mole, ele respondeu, senão acharia ainda mais bonita, o cara tinha o ego nas alturas, gostaria de conhecer ela bem, ver ela bem, falei, na hora ele se virou na minha frente e abaixou mais o short, olha, tira a vontade, bora que tem pouco tempo!
Pronto! Agora é só aproveitar, pensei, bora, sobe pro andar de cima, pra ver se tem alguém, falei, fomos rápido, lá em cima tem dois Quartos, são telhados, só isso, não tem aberturas. Olhamos se não tinha ninguém, e a gente se enfiou no quarto que dá pra rua. Ali mesmo, ele ficou pelado, tirou o short, ficou nu, só de camiseta e tênis. Finalmente pude ver aquela pica linda, grossa, cheia de veias e cabeçuda, cilíndrica e torta pra cima. "Que pica linda você tem!", falei e peguei nela. Tava quente, dura igual pedra. Bati uma punheta suave pra ele, ele suspirava. Eu também me despi, na real só tirei a calça. De repente, ele se abaixou e começou a me chupar, com muita vontade. Deixei ele fazer na boa. Ele se levantou e me pegou pela cabeça, me empurrou pra baixo. Senti o cheiro, tinha um aroma delicioso, pelos aparados e bolas grandes. Passei a língua na cabeça dela, tava tão macia que parecia que ele tinha lubrificado. Lambi ela, segui pelo tronco, cheguei nas bolas, voltei e meti na boca. Chupei ela por um bom tempo, mas eu queria mais. Ele me chupou de novo, de todos os jeitos que sabia, e dava pra ver que tava muito a fim. Coloquei ele de frente pra parede e me abaixei pra chupar o cu dele. No começo ele não queria: "Não, caralho, não!", falava. Mesmo assim insisti, abri as nádegas, sequei o suor com a calça dele e chupei. O cheiro e o calor do buraco me deixaram louco. "Que cu gostoso!", fechado, sem pelo, delicadamente macio. A pica babava e tava dura pra caralho. Ele suspirava e apoiava as mãos na parede, flexionava levemente as pernas. Ele se virou e eu passei de chupar o cu pra beijar, lamber e chupar aquela pica enorme. Lambia as bolas dele alternadamente. Virei ele de novo. Molhei o dedo indicador e comecei a enfiar no cu dele. Tava tão quente que ele deixou. Dilatou bem, eu enfiava e tirava devagar. Ele começou a se punhetar, se virou e gozou um jato que acertou em cheio na minha perna direita. Foi tão forte que senti o impacto do esperma na minha pele. Continuou jorrando até não sair mais nada. Suspirou fundo e me olhou. "Goza você agora, vai, quero ver", ele falou. Deixei ele chupar mais um pouco minha pica e eu... Pajé, terminei como nunca, a noite tava quente e a gente tava muito suado. Ela me olhou e falou: "Isso por causa da minha vontade de mijar!" "Não gostou?" perguntei. "Sim, gostei muito, espero poder repetir", disse. Pegou a calça e vestiu, eu também. Descemos e saímos, olhamos bem e fomos pra rua. Caminhamos até onde a gente tinha se encontrado, dei meu número e ele o dele. Também falei que a próxima seria na minha casa, aí a gente transaria muito melhor.

Não conseguia parar de pensar no que tinha acontecido, olhava pra ele e não acreditava. Minha buceta, molhada e suja de porra, queria mais. Eu tava chegando em casa, ele seguiu em frente. Nos despedimos e ele saiu trotando, vi ele sumir, enquanto minha buceta acordava de novo. Não dava pra ficar assim, mandei mensagem pro meu vizinho: "Quer vir pra piscina?" escrevi. Ele respondeu na hora: "Me dá 10 minutos e vou."

Acelerei o passo, entrei em casa, me despi, tomei um banho rápido. Quando tava saindo do banheiro, ele bateu na porta. Abri do jeito que tava, ele entrou, a gente se comeu de boca e que piscina nada! Tirei a roupa dele, chupei o cu dele com língua e beijos, saiu um 69 gostoso. Ele cheirou minha buceta e disse: "Que cheirinho de porra você tem." "Continua mamando devagar, do jeito que você sabe", ordenei.

Não aguentei mais, tava muito tesuda. Lubrifiquei o cu dele e penetrei com força. Ele gemeu e pediu pra eu comer ele duro, enquanto me contava como de manhã o pedreiro dele tinha comido ele, e que tinha deixado ele com vontade. Por acaso, comigo tinha acontecido a mesma coisa agora pouco, contei pra ele.

"Tira um pouco", pediu. Virou de barriga pra cima com as pernas levantadas. "Vai, mete tudo." Enfiei. "Se mexe", ordenou, enquanto me agarrava pelo pescoço e puxava pra perto dele. Começou a me beijar e, entre suspiros, me provocava: "Então você tá me traindo? Com quem? Conta! Vai, viado, conta!" Enquanto isso, com um dedo, brincava no meu buraco, passava o dedo no meu cu e chupava, depois repetia a mesma rotina.

Sentia a piroca dele dura e lubrificada na minha barriga, deslizava suave. Eu comia ele duro e firme, quando senti que ia gozar, beijei ele e... Dei os últimos estoques com minha vara dura, meu gozo jorrou com uma força desconhecida, mordi seus lábios, ela me virou de barriga pra cima e enfiou a rola, ela cavalgava em mim enquanto se masturbava com uma mão e com a outra beliscava os peitos, tava bem dilatado, o buraco quente dela engolia sem piedade meu pau leitoso, soltou um grito abafado ao mesmo tempo que do seu meato saía um líquido branco e grosso, abundante, peguei da minha barriga e passei por todo o pau dela, um cheiro azedo perfumou o ambiente, enquanto eu terminava de bater uma pra ela.
Ela saiu, me deu um beijo e brincou com meu pau mole, chupou ele de leve e deixou bem limpinho, se levantou e disse: "vamos pra piscina? Você deve ter percebido que foi pra isso que eu vim, não pra você deixar meu cu desse jeito", e se virou, se abaixou, abriu e mostrou um cu vermelho, molhado e aberto, tão aberto que parecia a boca de um copo, deu vontade de chupar ele, mas não fiz.
Boa vida pra todos e fodam muito, muito
Até a próxima.

11 comentários - Sin querer,queriendo.....

Sin querer,queriendo.....


Espectular !!!

Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
me encanto ..no soy de leer muchos relatos .. pero al tuyo lo lei todo y me encanto..
quede al re palo...sale paja por un vecino al que cruzo siempre que viene de correr pero nunca me anime a decirle nana
busca el momento,la situaion se va a dar sola,suerte