Presentacion Pauli Cross (resubido)

Desde pequenin@ comecei a me sentir atraíd@ pelas coisas de menina, principalmente as roupas, os sapatos, os vestidos, etc., etc. (embora no começo não me sentisse tão atraído por homens). Conforme fui crescendo, meus gostos foram aumentando, já não me atraía só a roupa de fora, comecei a prestar mais atenção na roupa íntima.
Lembro de ter menos de 10 anos e ficar sozinho na casa da minha tia (uma linda morena, madura, solteira, com um corpo refinado) e revirar a gaveta de lingerie dela. Ela tinha uns modelitos divinos, particularmente tenho gravado na memória dois Booty less bem sensuais, um branco e um preto de lycra. Passou muito tempo até que um dia... senti uma vontade extrema de experimentar uma das calcinhas dela. Não bastava mais só tocar e olhar. Enfiei meu pau pra trás e subi aquela fio dental, encaixando ela na minha bunda. Nunca tinha sentido uma sensação tão gostosa quanto o roçar de uma lingerie feminina na minha pele. A partir daí, minha vida mudou, e todas as vezes que ia visitar minha tia, me trancava no quarto dela com alguma desculpa pra experimentar alguma calcinha. Até cheguei a roubar um par, levar pra minha casa e esconder pra usar quando estivesse sozinho. Às vezes usava as da minha mãe, mas ela não gostava de Booty less e usava aquelas vedetinas (bem anti-sexys pro meu gosto).
Continuei crescendo e evoluindo com meus gostos e minha vontade de me vestir como uma mulher gostosa. Como toda travesti ou cross no começo, aproveitava quando a casa tava vazia pra me produzir. Já não usava só calcinhas, adicionei todas as outras peças: sutiãs (usando alguns pares de meia como peitos), meias de lycra (que deixavam minhas pernas super femininas), saias, blusas, vestidos, legging, batom, lápis de olho, delineador, etc., etc. Aos poucos fui comprando minhas próprias peças, principalmente lingerie, que é o que mais curto. Amo pra caralho usar lingerie, tanto quanto Primeira vez que usei. Ficava me olhando no espelho e desfilando vestida de menina.
Moro só com minha mãe, me vestia quando ela não estava, tinha tudo friamente calculado e na hora que ela chegava já estava trocado de novo com minhas roupas horríveis de homem. Um dia meus cálculos não foram tão eficazes, falharam e minha mãe entrou em casa quando eu estava toda vestida com a roupa dela (uma saia preta e uma blusinha coral, por baixo um conjuntinho de booty less e sutiã preto, toda maquiada e penteada). Ela abriu a porta de repente e eu estava sentado vendo uma novela, fiquei paralisado, não acreditava no que estava acontecendo, pensei que era um pesadelo. Ela me olhou, não muito surpresa com o que via, sorriu pra mim e disse:
— Calma, filha, não tem problema, já imaginava algo porque várias vezes encontrei minhas roupas em lugares diferentes de onde deixava. (isso somado ao fato de eu ser bem afeminado)
Só consegui chorar e pedir desculpas, estava vermelho de vergonha.
Ela sentou do meu lado, me abraçou e perguntou como eu me chamava. Paula, respondi entre lágrimas e risadas. Naquele momento ela disse:
— Paulinha, calma, você está linda, é toda uma diva mulher e te amo porque você é minha filha, não importa se você é menina ou menino, só quero que você seja feliz.
Comecei a me acalmar e aos poucos fui relaxando. Naquele mesmo instante começou a fluir uma relação mãe-filha imbatível. Compartilhamos conversas, filmes, comidas, saímos pra comprar roupas juntas. Dentro de casa somos duas mulheres. Ainda não tenho coragem de sair toda vestida de menina pelo bairro sempre, só algumas vezes, mas apenas dentro do carro. Por enquanto sou só uma cross, mas amo colocar por baixo da minha roupa de homem uma calcinha feminina, sentir a calcinha ou a tanga bem metida dentro da minha bunda, sentir o roçar da renda, da lycra ou do algodão na minha pele. Estou sempre depilado 100%.
A maior experiência que tive como mulher completa foi nessas férias. Viajamos as duas pra Camboriú com algumas amigas divorciadas dela no carro e desde que saímos até voltarmos, eu fui a PAULA, me senti a mulher mais feliz do mundo compartilhando com elas, que me trataram como uma igual, a gente falava de caras, tomava sol, ia fazer compras etc etc
Também tenho um grupo de 5 amigas do colégio que sabem da minha condição, me apoiam, ajudam e acompanham sempre em tudo, quando a gente se reúne na casa de alguma delas, também sou a PAULA.

Cada vez me sentia mais feminina, mais mulherzinha, só faltava a parte sexual, que aos poucos ia crescendo em necessidade: sentir a boca de um homem na minha, as mãos dele rodeando e percorrendo meu corpo e as minhas percorrendo o dele, sentir o pau duro dele nas minhas mãos, na minha boca ou no meu cuzinho, e um dia esse grande momento chegou, o que deixo pra outra história.

Muito obrigada pela atenção, talvez eu tenha sido meio chata mas... espero que vocês curtam assim como eu curto cada uma das histórias de vocês, essa é a minha primeira, como apresentação, já vêm outras mais quentes.

BEIJOS PRA TODOS!!!!!

9 comentários - Presentacion Pauli Cross (resubido)

que lindo lo que contaste, Pauli!!!! felicitaciones y besitos!!!!
Hermooossa. Hablame por mp q no puedo iniciar una conversación...
Me encanto tu relato. Tu mama una genia.
Me alegro mucho q seas feliz expresandote tal cual sos...
Hermosa Paula!
Puntos y besos para vos!!!!
Te deseo lo mejor.😍❤❤❤❤❤❤❤❤❤
muchas gracias bombon!!! te mando un beso enorme y lo mejor para vos tmb!!!
terrible
hernan.cammm skype 31 años de cba cap. saludos
De que barrio de cba amor??
me gusto mucho tu historia. es muy lindo el echo de que tu mamá te haceptara. no solo me conmoviste sino q ahora me siento atraido por vos.
Muchas gracias bombon!
ffll22 +1
Que lindo s mi también me encanta la ropa de nena