Tinha terminado todos os trâmites, era cedo, tava calor e eu tava com vontade de foder, simples assim.
Nessa terça-feira, 20 de outubro passado, tava na cidade de Campana, a manhã tava quente, úmida, tão úmida quanto minha pica que tava morrendo de vontade de foder, tava babando. Deixei o carro a várias quadras e fui andando pela avenida principal, matando tempo e olhando roupa. Entrei numa loja e comprei duas calças jeans, experimentei, o vendedor era muito gostoso, mas não rolou nada, era muito machinho. Paguei e saí, continuei andando, olhando pra todo lado, minha tesão só aumentava, não podia ser que eu voltasse sem ter comido alguém, ainda mais que tava muito leitoso. Não tava rolando nada, e daí! Falei pra mim mesmo, vai ser bronha quando chegar em casa. Então já tava indo, tava caminhando até o estacionamento pra pegar o carro, cheguei numa esquina, de frente vinha andando um macho lindo, cabelo curto, moreninho, braços muito bons e pernas grossas. Olhei pra ele e ele fez o mesmo, nunca desviou o olhar. Passou do meu lado, me virei pra olhar a bunda dele, redonda, empinada, uma delícia. Nem preciso dizer que a pica já tava endurecendo rápido. Atravessei a esquina e parei na frente de uma loja, com a desculpa de olhar ele de novo. Vi ele, tava parado também numa vitrine. De repente, ele se virou e olhou pro meu lado, e começou a andar na minha direção. Minha respiração acelerou muito mais, via ele chegando cada vez mais perto, até que passou do meu lado, me olhou meio distraído e continuou. Aí decidi atacar, e fui atrás dele, olhando pra bunda linda que ele tinha, as pernas e as costas, sentia o perfume delicioso dele, era Acqua di Gio, e esse perfume me enlouquece. Chegamos na outra esquina e ele parou, tinha muito trânsito. Parei do lado dele, ele me olhou, a gente se olhou, me animei e perguntei: "Qual é a boa?" Sem perder tempo, ele respondeu: "Procurando, você também, né? Como você percebeu?" Perguntei e ele sorriu.
"Só tenho um problema", ele disse. "Zás!" pensei, "não deve ter lugar!" "Fala qual é?" eu disse.
"Tenho pouco tempo, entro no trabalho às 14h, tenho uns 40 minutos, mais ou menos", ele falou. "Sim!! Dale, dá e sobra? Você mora longe?
Aqui a duas quadras, agora tô sozinho, vamos!
Enquanto caminhávamos pra casa dele, ele me disse que não queria ser penetrado, queria boquete, punheta e, se eu topasse, uma boa chupada de cu, porque isso deixava ele muito tesudo. Além disso, falou que a mulher dele chegava às 17h, e que tava com vontade de foder, então saiu um pouco mais cedo pra ver se encontrava alguém, e finalmente a gente se encontrou. Chegamos, ele abriu a porta e me fez entrar. Era um corredor, ele morava num apartamento no fundo, pequeno, muito bonito e bem arrumado, dava pra ver a mão de uma mulher ali, porque tava tudo organizado e delicadamente decorado. Sentamos num sofá e tiramos a roupa, ficamos pelados completamente, na penumbra porque ele baixou a persiana da sala, enquanto me contava que era virgem de homens, que era a primeira vez dele, que há tempos tava procurando a oportunidade e que agora tinha aparecido, mais fácil do que imaginava, segundo ele. Fiquei com mais tesão ainda, perguntei se ele já tinha visto algum cara pelado, se quando jogava futebol e tomava banho, só isso, ele respondeu.
Me aproximei dele e toquei, comecei a chupar os peitos dele, duros, empinados, ele gemia e me agarrava pelas orelhas. Peguei a mão dele e levei até meu pau, duríssimo e grosso, cabeçudo, ele segurou sem jeito, e não soltou mais. Enfiei uma mão na virilha dele e rocei o pau dele, continuei tocando, tava muito duro e era bem grosso e comprido, a cabeça dele tava bem molhada. Peguei ele pela nuca e baixei até meu pau, ele não resistiu, abriu a boca e enfiou. Pedi pra ele chupar o mais suave possível, ele obedecia. A gente se ajeitou e eu também chupei o pau dele, tinha um cheiro de macho, de pau limpo e lubrificado. Ele se contorcia de prazer, chupava cada vez mais, enchia meu pau de saliva, que escorria pelas minhas bolas. Virei ele e coloquei de quatro. "Não, não bota em mim", ele disse. "Não, idiota, não vou botar, vou chupar seu buraco de novo", e enfiei a língua de uma vez. Ele tava recém-banhado, limpo, peludo como eu gosto, o buraco bem fechadinho, ele não tinha mentido. Vamos pro quarto. Cama, ele disse e fomos. Fizemos um 69 bem gostoso, eu chupava a bunda dele e tentava enfiar minha língua, enquanto ele continuava no meu pau. "Gozo na sua boca?", perguntei. "Não, avisa antes", ele respondeu.
Com o tesão que eu tava, sentia que já vinha, meu corpo tremia, minhas bolas doíam, minha língua continuava tentando penetrar aquele buraquinho virgem e doce. Tava em outro mundo, nem percebi e gozei na boca dele. Não pareceu incomodar, ele tirou até a última gota, levantou e saiu correndo pra cuspir no banheiro. Quando voltou, me recriminou por não ter avisado. "Nem percebi, juro", falei, e era verdade. "Recebi na boca pra não sujar nada", ele disse, "imagina se minha mulher descobre". No fim, ele tinha razão.
Fomos pra sala, eu tinha que gozar ele. Tava durasso e cheio de tesão. Em pé, eu chupava a bunda dele enquanto batia uma pra ele. De repente, ele jogou a bunda mais pra trás, tirou minha mão do pau dele, segurou e bateu uma forte. Gemeu e, ao mesmo tempo, soltou um jorro potente que caiu no chão, depois mais um pouco. Era uma porra grossa, branca e abundante. Ele trouxe um pano de chão e água, limpou tudo. Lavamos rápido, trocamos de roupa e saímos. Andamos duas quadras, nos despedimos e cada um foi pro seu lado. Tudo tão rápido que ele nem disse o nome, nem me deu, nem trocamos telefone. Ele atravessou a avenida e sumiu no meio da gente. Fiquei com a imagem daquela bunda linda que pude chupar. Talvez eu veja ele de novo, tomara, porque, sinceramente, adorei.
Boa vida, foda-se e se cuida muito.
Nessa terça-feira, 20 de outubro passado, tava na cidade de Campana, a manhã tava quente, úmida, tão úmida quanto minha pica que tava morrendo de vontade de foder, tava babando. Deixei o carro a várias quadras e fui andando pela avenida principal, matando tempo e olhando roupa. Entrei numa loja e comprei duas calças jeans, experimentei, o vendedor era muito gostoso, mas não rolou nada, era muito machinho. Paguei e saí, continuei andando, olhando pra todo lado, minha tesão só aumentava, não podia ser que eu voltasse sem ter comido alguém, ainda mais que tava muito leitoso. Não tava rolando nada, e daí! Falei pra mim mesmo, vai ser bronha quando chegar em casa. Então já tava indo, tava caminhando até o estacionamento pra pegar o carro, cheguei numa esquina, de frente vinha andando um macho lindo, cabelo curto, moreninho, braços muito bons e pernas grossas. Olhei pra ele e ele fez o mesmo, nunca desviou o olhar. Passou do meu lado, me virei pra olhar a bunda dele, redonda, empinada, uma delícia. Nem preciso dizer que a pica já tava endurecendo rápido. Atravessei a esquina e parei na frente de uma loja, com a desculpa de olhar ele de novo. Vi ele, tava parado também numa vitrine. De repente, ele se virou e olhou pro meu lado, e começou a andar na minha direção. Minha respiração acelerou muito mais, via ele chegando cada vez mais perto, até que passou do meu lado, me olhou meio distraído e continuou. Aí decidi atacar, e fui atrás dele, olhando pra bunda linda que ele tinha, as pernas e as costas, sentia o perfume delicioso dele, era Acqua di Gio, e esse perfume me enlouquece. Chegamos na outra esquina e ele parou, tinha muito trânsito. Parei do lado dele, ele me olhou, a gente se olhou, me animei e perguntei: "Qual é a boa?" Sem perder tempo, ele respondeu: "Procurando, você também, né? Como você percebeu?" Perguntei e ele sorriu.
"Só tenho um problema", ele disse. "Zás!" pensei, "não deve ter lugar!" "Fala qual é?" eu disse.
"Tenho pouco tempo, entro no trabalho às 14h, tenho uns 40 minutos, mais ou menos", ele falou. "Sim!! Dale, dá e sobra? Você mora longe?
Aqui a duas quadras, agora tô sozinho, vamos!
Enquanto caminhávamos pra casa dele, ele me disse que não queria ser penetrado, queria boquete, punheta e, se eu topasse, uma boa chupada de cu, porque isso deixava ele muito tesudo. Além disso, falou que a mulher dele chegava às 17h, e que tava com vontade de foder, então saiu um pouco mais cedo pra ver se encontrava alguém, e finalmente a gente se encontrou. Chegamos, ele abriu a porta e me fez entrar. Era um corredor, ele morava num apartamento no fundo, pequeno, muito bonito e bem arrumado, dava pra ver a mão de uma mulher ali, porque tava tudo organizado e delicadamente decorado. Sentamos num sofá e tiramos a roupa, ficamos pelados completamente, na penumbra porque ele baixou a persiana da sala, enquanto me contava que era virgem de homens, que era a primeira vez dele, que há tempos tava procurando a oportunidade e que agora tinha aparecido, mais fácil do que imaginava, segundo ele. Fiquei com mais tesão ainda, perguntei se ele já tinha visto algum cara pelado, se quando jogava futebol e tomava banho, só isso, ele respondeu.
Me aproximei dele e toquei, comecei a chupar os peitos dele, duros, empinados, ele gemia e me agarrava pelas orelhas. Peguei a mão dele e levei até meu pau, duríssimo e grosso, cabeçudo, ele segurou sem jeito, e não soltou mais. Enfiei uma mão na virilha dele e rocei o pau dele, continuei tocando, tava muito duro e era bem grosso e comprido, a cabeça dele tava bem molhada. Peguei ele pela nuca e baixei até meu pau, ele não resistiu, abriu a boca e enfiou. Pedi pra ele chupar o mais suave possível, ele obedecia. A gente se ajeitou e eu também chupei o pau dele, tinha um cheiro de macho, de pau limpo e lubrificado. Ele se contorcia de prazer, chupava cada vez mais, enchia meu pau de saliva, que escorria pelas minhas bolas. Virei ele e coloquei de quatro. "Não, não bota em mim", ele disse. "Não, idiota, não vou botar, vou chupar seu buraco de novo", e enfiei a língua de uma vez. Ele tava recém-banhado, limpo, peludo como eu gosto, o buraco bem fechadinho, ele não tinha mentido. Vamos pro quarto. Cama, ele disse e fomos. Fizemos um 69 bem gostoso, eu chupava a bunda dele e tentava enfiar minha língua, enquanto ele continuava no meu pau. "Gozo na sua boca?", perguntei. "Não, avisa antes", ele respondeu.
Com o tesão que eu tava, sentia que já vinha, meu corpo tremia, minhas bolas doíam, minha língua continuava tentando penetrar aquele buraquinho virgem e doce. Tava em outro mundo, nem percebi e gozei na boca dele. Não pareceu incomodar, ele tirou até a última gota, levantou e saiu correndo pra cuspir no banheiro. Quando voltou, me recriminou por não ter avisado. "Nem percebi, juro", falei, e era verdade. "Recebi na boca pra não sujar nada", ele disse, "imagina se minha mulher descobre". No fim, ele tinha razão.
Fomos pra sala, eu tinha que gozar ele. Tava durasso e cheio de tesão. Em pé, eu chupava a bunda dele enquanto batia uma pra ele. De repente, ele jogou a bunda mais pra trás, tirou minha mão do pau dele, segurou e bateu uma forte. Gemeu e, ao mesmo tempo, soltou um jorro potente que caiu no chão, depois mais um pouco. Era uma porra grossa, branca e abundante. Ele trouxe um pano de chão e água, limpou tudo. Lavamos rápido, trocamos de roupa e saímos. Andamos duas quadras, nos despedimos e cada um foi pro seu lado. Tudo tão rápido que ele nem disse o nome, nem me deu, nem trocamos telefone. Ele atravessou a avenida e sumiu no meio da gente. Fiquei com a imagem daquela bunda linda que pude chupar. Talvez eu veja ele de novo, tomara, porque, sinceramente, adorei.
Boa vida, foda-se e se cuida muito.
5 comentários - Dia de calor e de tesão