Fala, aqui venho com um relato de uma experiência que tive uns três anos atrás, foi rápida mas eu curti pra caralho.
Um dia tava em La Plata e me falaram que no banheiro do subsolo da faculdade de humanidades rolava umas paradas boas, era uma teteira, saca? Todo mundo falava até que um dia resolvi ir.
Desci pro subsolo e entrei, era um banheiro pequeno, três mictórios e na frente três privadas com porta. Quando entrei, vi um cara mijando no último mictório, mas como ele nem olhou, me enfiei na porta do meio e sentei na privada pra esperar. Umas paradas depois, sinto alguém entrar no banheiro. Fiquei ouvindo em silêncio e, como não ouvia barulho, entreabri a porta pra espiar e vejo o cara parado no último mictório com a pica na mão. Era uma pica bonita, cabeçuda, rosada, uns 17 ou 18 centímetros mais ou menos, e quando levantei o olhar pra ver o cara, ele tinha uns 22 anos, baixinho, magro mas durinho, parecia de academia, moreninho. Ele tava me olhando e sorriu, virou pra mim e começou a se masturbar me encarando. Eu abri um pouco mais a porta e me joguei pra trás, como quem convida ele a entrar. Na hora, o cara entrou, fechou a porta e falou:
Ele: Gostou?
Eu: Sim, muito bonita. Dá pra provar?
Ele: Pode vir, vagabundo, come ela toda.
Na hora ele me pegou pela nuca e começou a me fazer chupar a pica dele, que tinha um cheirinho e um gostinho de macho do caralho. Eu não conseguia parar de chupar, e ele me segurava pela nuca me fazendo engolir, enquanto falava:
Ele: Isso, vagabundo, come ela toda, vai que tem prêmio, viado.
Eu continuei chupando com muito tesão até que num momento senti ele me segurar firme pela nuca e, sem deixar eu tirar a pica da boca, só falou: "Engole, viado", e começou a gozar. O leite dele descia quase direto pela minha garganta. Quando ele terminou de gozar, eu lambi e limpei a pica dele, ele guardou e falou:
Ele: Você chupa muito bem, viado. Com a bunda você come igual?
Eu: Dizem que sim, mas isso você teria que conferir.
Ele: Agora tô com pressa, mas me passa seu celular que quando tô livre, foda-se
Passei meu celular, ele se despediu e foi embora. Fiquei no banheiro e tive a sorte de chupar mais duas picas e depois de um tempo foder com ele, mas isso é história pra outra hora, né?
Espero os comentários de vocês e, se gostaram, me digam pra eu continuar postando minhas experiências, ok? Um beijo pra todo mundo.
Um dia tava em La Plata e me falaram que no banheiro do subsolo da faculdade de humanidades rolava umas paradas boas, era uma teteira, saca? Todo mundo falava até que um dia resolvi ir.
Desci pro subsolo e entrei, era um banheiro pequeno, três mictórios e na frente três privadas com porta. Quando entrei, vi um cara mijando no último mictório, mas como ele nem olhou, me enfiei na porta do meio e sentei na privada pra esperar. Umas paradas depois, sinto alguém entrar no banheiro. Fiquei ouvindo em silêncio e, como não ouvia barulho, entreabri a porta pra espiar e vejo o cara parado no último mictório com a pica na mão. Era uma pica bonita, cabeçuda, rosada, uns 17 ou 18 centímetros mais ou menos, e quando levantei o olhar pra ver o cara, ele tinha uns 22 anos, baixinho, magro mas durinho, parecia de academia, moreninho. Ele tava me olhando e sorriu, virou pra mim e começou a se masturbar me encarando. Eu abri um pouco mais a porta e me joguei pra trás, como quem convida ele a entrar. Na hora, o cara entrou, fechou a porta e falou:
Ele: Gostou?
Eu: Sim, muito bonita. Dá pra provar?
Ele: Pode vir, vagabundo, come ela toda.
Na hora ele me pegou pela nuca e começou a me fazer chupar a pica dele, que tinha um cheirinho e um gostinho de macho do caralho. Eu não conseguia parar de chupar, e ele me segurava pela nuca me fazendo engolir, enquanto falava:
Ele: Isso, vagabundo, come ela toda, vai que tem prêmio, viado.
Eu continuei chupando com muito tesão até que num momento senti ele me segurar firme pela nuca e, sem deixar eu tirar a pica da boca, só falou: "Engole, viado", e começou a gozar. O leite dele descia quase direto pela minha garganta. Quando ele terminou de gozar, eu lambi e limpei a pica dele, ele guardou e falou:
Ele: Você chupa muito bem, viado. Com a bunda você come igual?
Eu: Dizem que sim, mas isso você teria que conferir.
Ele: Agora tô com pressa, mas me passa seu celular que quando tô livre, foda-se
Passei meu celular, ele se despediu e foi embora. Fiquei no banheiro e tive a sorte de chupar mais duas picas e depois de um tempo foder com ele, mas isso é história pra outra hora, né?
Espero os comentários de vocês e, se gostaram, me digam pra eu continuar postando minhas experiências, ok? Um beijo pra todo mundo.
6 comentários - Mamada rápida (relato)