Olá, aqui trago um novo relato meu e do Juan, se divertindo pra caralho hahahaha
Já fazia um tempo que a gente tava transando e ele sempre deixava claro que eu era o putinho que ele comia e pronto, que nunca ia ser namorado dele porque ele tinha namorada e tal, até que um fim de semana ele me fala que em 15 dias seria o aniversário dele e que queria fazer uma festa boa e que parte dessa festa seria eu. Fiquei bem surpreso e perguntei o que ele tava pensando, e ele respondeu:
J. Você já vai saber e vai curtir pra caralho também hahahaha
Eu. Mas me conta, vai, por favor.
J. Não se preocupa, você vai se divertir, só não me decepciona e vem.
Eu. Depende se meus pais vierem, se eles vierem pra cá, eu vou estar.
J. Não, você tem que vir, eu dou um jeito.
Ele continuou trabalhando e eu fui pra casa, voltamos pra cidade e uns 10 dias depois, mais ou menos, meu pai vem e me fala que naquele fim de semana iam trabalhar com a fazenda no campo e como ele não podia ir, ia me mandar no lugar, que já tinha falado com o Juan. Fiquei meio sem reação, não entendia direito, mas aceitei.
Chegou o sábado e fui pro campo. Quando cheguei, o Juan tava a cavalo. Fui pra casa dos meus pais e daí a pouco o Juan veio e falou:
J. Oi, como cê tá? Você vai ficar na minha casa, melhor do que aqui.
Eu. Oi, beleza, então vou pra lá.
J. Sim, vamos, pra você se sentir à vontade.
No caminho, não aguentei e perguntei sobre a festa. Quando chegamos na casa, ele disse:
J. Entra, putinho, e vê a festa que eu preparei.
Quando entrei, fiquei parado perto da porta, não acreditava no que via. Senti uma mistura de vergonha e surpresa. Dentro da casa tinha dois caras, na hora não sabia quem eram, e enquanto eu ficava parado olhando, o Juan entrou, deu um tapa na minha bunda e falou:
J. Viu, putinho, a festinha que a gente vai ter? Você vai ser o putinho dos meus amigos e meu, a gente vai te comer os 4 hoje e amanhã, comemorando meu aniversário.
Eu não conseguia nem falar, só eu e ele sabíamos que eu era o putinho, e não queria que ninguém mais soubesse, então quando ele riu e falou pros amigos que eu tava surpreso na hora, mas que quando passasse ia mostrar o quão promíscuo comedor ele é.
Eu continuei ali parado, sem saber o que fazer, e nisso os amigos vieram se apresentar. Era o Lucas, um cara branquelo, olhos claros castanhos, corpo definido durinho, não de academia, uns 1,75 mais ou menos, muito gostoso, que apertou minha mão e rindo falou que tava esperando pra ver o quão promíscuo eu era. E o Gustavo, um cara um pouco mais baixo, 1,60, magrinho, moreno, olhos castanhos e com uma cara de safado do caralho, que me deu um tapa na bunda e disse que ia comer as três picas com muita vontade.
Pra eu quebrar o gelo e relaxar, o Juan começou a preparar um mate e puxou papo, contando pros amigos o que eu gostava na cama e como gostava de ser tratado. Eu, todo envergonhado, continuei calado, mas aos poucos fui conversando e respondendo as perguntas que os amigos faziam. Ficamos assim um tempão até que o Juan se levantou na minha frente, puxou a pica pra fora e falou:
J. — Então, promíscuo, vai mostrar pra eles como você gosta de chupar pica.
Eu olhei pra ele e, naquela situação, não tinha outra escolha senão me acalmar e aproveitar o que vinha. Me ajoelhei, peguei na pica do Juan e comecei a lamber e chupar cada vez com mais vontade. Eles riam e falavam coisas tipo: “Vai, promíscuo, continua assim, do jeito que você gosta de pica, a gente vai se divertir pra caralho, você vai ver.” Quando me dei conta, o Gustavo e o Lucas tinham se levantado ao lado do Juan e, com a pica na mão, me ofereciam. Nisso, ouvi o Juan dizer:
J. — Vai, promíscuo, chupa a dos meus amigos também, eles tão a fim.
Eu peguei na pica do Gustavo e comecei a lamber e chupar igual o Juan tinha me ensinado. Era muito parecida com a do Juan, quase do mesmo tamanho, só mais peluda. Enquanto eu chupava, o Gustavo segurou minha nuca e me fazia engolir cada vez mais pica, enquanto falava:
G. — Isso, promíscuo, vai, chupa ela toda, come ela que você gosta, promíscuo. Já mais relaxado e passada a surpresa, comecei a curtir e me excitar com a situação de estar com mais de um cara, de saber que mais de uma pica ia me comer. Nisso, sinto que me pegam pelos cabelos e viram minha cabeça pro outro lado, era o Lucas me levando pra pica dele pra eu chupar. Eu não resisti, mas quando vi, fiquei surpreso: era uma pica branca com a cabeça rosada, pouco pelo, curvadinha pra direita e maior que a do Juan. Eu sei quanto media, mas na hora me pareceu enormeeee. Peguei ela e comecei a chupar enquanto o Lucas me dizia:
L. Huuu, putinha, como você mama, a gente vai te comer gostoso e você vai tirar muito leite da gente, hahahaha.
Eu continuei chupando pica sem parar, me levavam pelos cabelos de pica em pica, quando sinto que puxam minha calça. Era o Juan me despindo enquanto eu chupava a pica dos amigos dele. Já peladão, o Juan diz:
J. Por ser o aniversariante e o treinador dessa putinha, eu começo, mas não se preocupem que a gente vai comer ele os três, hehehehe.
L. É, manda ver que eu quero comer ele e sentir como eu encho ele de leite por ser viadinho.
G. Isso, a gente vai comer ele bem gostoso os três, hahahahaha.
Eu de quatro no chão da cozinha, tentei relaxar minha bunda quando sinto a pica do Juan entrando. Gemi ao sentir a cabeça dele penetrando minha bunda e nisso sinto que ele me agarra pela cintura e com um empurrão só manda ela inteira. Eu soltei a pica do Gustavo e gritei de dor ao sentir ela entrando toda. Ele continuou me comendo sem se importar muito, e eu aos poucos comecei a sentir prazer com a pica toda dentro de mim, enquanto o Lucas e o Gustavo se masturbavam e me diziam como eu gosto de pica, viadinho, e coisas assim. Eu continuava de quatro e senti o Juan tirar a pica e falar pros amigos pra entrar o próximo. O Lucas se ajoelhou atrás de mim e disse:
L. Relaxa que essa vai abrir bem teu cu, viadinho.
Ele apoiou a pica na minha bunda e começou a pressionar. Eu gemi forte ao sentir ela entrando e sem... sem se importar muito, ele enfiou inteiro na minha bunda. Eu me contorcia de dor e prazer no chão, e nisso Gustavo se ajoelhou na minha frente, me pegou pelos cabelos e meteu o pau na minha boca. Eu sentia eles enfiando o pau na minha bunda e na minha boca ao mesmo tempo, enquanto continuavam comendo minha boca e minha bunda. Depois de um tempo, Lucas tirou e falou pro Gustavo me comer com força. Ele se ajoelhou atrás de mim, apoiou o pau na minha bunda, me pegou pelos cabelos e disse:
G. — Agora você vai sentir como é foder um viado.
Ele meteu o pau de uma vez e começou a me comer com força e gosto, enquanto Juan e Lucas batiam punheta, riam e incentivavam ele a meter mais forte. Depois de um tempo, ele tirou o pau, me fez ajoelhar e mandou eu abrir a boca, que ia gozar. Nisso, Lucas e Juan se aproximaram e, depois de baterem uma punhetinha, começaram a gozar na minha boca e no meu rosto, me fazendo tomar todo o leite deles e limpando os paus com a minha língua. No final, mandaram eu ir me lavar e descansar, porque à noite a festa continuava.
Espero que vocês tenham gostado desse relato e me avisem, assim sei se devo postar os próximos hahahaha beijões
Já fazia um tempo que a gente tava transando e ele sempre deixava claro que eu era o putinho que ele comia e pronto, que nunca ia ser namorado dele porque ele tinha namorada e tal, até que um fim de semana ele me fala que em 15 dias seria o aniversário dele e que queria fazer uma festa boa e que parte dessa festa seria eu. Fiquei bem surpreso e perguntei o que ele tava pensando, e ele respondeu:
J. Você já vai saber e vai curtir pra caralho também hahahaha
Eu. Mas me conta, vai, por favor.
J. Não se preocupa, você vai se divertir, só não me decepciona e vem.
Eu. Depende se meus pais vierem, se eles vierem pra cá, eu vou estar.
J. Não, você tem que vir, eu dou um jeito.
Ele continuou trabalhando e eu fui pra casa, voltamos pra cidade e uns 10 dias depois, mais ou menos, meu pai vem e me fala que naquele fim de semana iam trabalhar com a fazenda no campo e como ele não podia ir, ia me mandar no lugar, que já tinha falado com o Juan. Fiquei meio sem reação, não entendia direito, mas aceitei.
Chegou o sábado e fui pro campo. Quando cheguei, o Juan tava a cavalo. Fui pra casa dos meus pais e daí a pouco o Juan veio e falou:
J. Oi, como cê tá? Você vai ficar na minha casa, melhor do que aqui.
Eu. Oi, beleza, então vou pra lá.
J. Sim, vamos, pra você se sentir à vontade.
No caminho, não aguentei e perguntei sobre a festa. Quando chegamos na casa, ele disse:
J. Entra, putinho, e vê a festa que eu preparei.
Quando entrei, fiquei parado perto da porta, não acreditava no que via. Senti uma mistura de vergonha e surpresa. Dentro da casa tinha dois caras, na hora não sabia quem eram, e enquanto eu ficava parado olhando, o Juan entrou, deu um tapa na minha bunda e falou:
J. Viu, putinho, a festinha que a gente vai ter? Você vai ser o putinho dos meus amigos e meu, a gente vai te comer os 4 hoje e amanhã, comemorando meu aniversário.
Eu não conseguia nem falar, só eu e ele sabíamos que eu era o putinho, e não queria que ninguém mais soubesse, então quando ele riu e falou pros amigos que eu tava surpreso na hora, mas que quando passasse ia mostrar o quão promíscuo comedor ele é.
Eu continuei ali parado, sem saber o que fazer, e nisso os amigos vieram se apresentar. Era o Lucas, um cara branquelo, olhos claros castanhos, corpo definido durinho, não de academia, uns 1,75 mais ou menos, muito gostoso, que apertou minha mão e rindo falou que tava esperando pra ver o quão promíscuo eu era. E o Gustavo, um cara um pouco mais baixo, 1,60, magrinho, moreno, olhos castanhos e com uma cara de safado do caralho, que me deu um tapa na bunda e disse que ia comer as três picas com muita vontade.
Pra eu quebrar o gelo e relaxar, o Juan começou a preparar um mate e puxou papo, contando pros amigos o que eu gostava na cama e como gostava de ser tratado. Eu, todo envergonhado, continuei calado, mas aos poucos fui conversando e respondendo as perguntas que os amigos faziam. Ficamos assim um tempão até que o Juan se levantou na minha frente, puxou a pica pra fora e falou:
J. — Então, promíscuo, vai mostrar pra eles como você gosta de chupar pica.
Eu olhei pra ele e, naquela situação, não tinha outra escolha senão me acalmar e aproveitar o que vinha. Me ajoelhei, peguei na pica do Juan e comecei a lamber e chupar cada vez com mais vontade. Eles riam e falavam coisas tipo: “Vai, promíscuo, continua assim, do jeito que você gosta de pica, a gente vai se divertir pra caralho, você vai ver.” Quando me dei conta, o Gustavo e o Lucas tinham se levantado ao lado do Juan e, com a pica na mão, me ofereciam. Nisso, ouvi o Juan dizer:
J. — Vai, promíscuo, chupa a dos meus amigos também, eles tão a fim.
Eu peguei na pica do Gustavo e comecei a lamber e chupar igual o Juan tinha me ensinado. Era muito parecida com a do Juan, quase do mesmo tamanho, só mais peluda. Enquanto eu chupava, o Gustavo segurou minha nuca e me fazia engolir cada vez mais pica, enquanto falava:
G. — Isso, promíscuo, vai, chupa ela toda, come ela que você gosta, promíscuo. Já mais relaxado e passada a surpresa, comecei a curtir e me excitar com a situação de estar com mais de um cara, de saber que mais de uma pica ia me comer. Nisso, sinto que me pegam pelos cabelos e viram minha cabeça pro outro lado, era o Lucas me levando pra pica dele pra eu chupar. Eu não resisti, mas quando vi, fiquei surpreso: era uma pica branca com a cabeça rosada, pouco pelo, curvadinha pra direita e maior que a do Juan. Eu sei quanto media, mas na hora me pareceu enormeeee. Peguei ela e comecei a chupar enquanto o Lucas me dizia:
L. Huuu, putinha, como você mama, a gente vai te comer gostoso e você vai tirar muito leite da gente, hahahaha.
Eu continuei chupando pica sem parar, me levavam pelos cabelos de pica em pica, quando sinto que puxam minha calça. Era o Juan me despindo enquanto eu chupava a pica dos amigos dele. Já peladão, o Juan diz:
J. Por ser o aniversariante e o treinador dessa putinha, eu começo, mas não se preocupem que a gente vai comer ele os três, hehehehe.
L. É, manda ver que eu quero comer ele e sentir como eu encho ele de leite por ser viadinho.
G. Isso, a gente vai comer ele bem gostoso os três, hahahahaha.
Eu de quatro no chão da cozinha, tentei relaxar minha bunda quando sinto a pica do Juan entrando. Gemi ao sentir a cabeça dele penetrando minha bunda e nisso sinto que ele me agarra pela cintura e com um empurrão só manda ela inteira. Eu soltei a pica do Gustavo e gritei de dor ao sentir ela entrando toda. Ele continuou me comendo sem se importar muito, e eu aos poucos comecei a sentir prazer com a pica toda dentro de mim, enquanto o Lucas e o Gustavo se masturbavam e me diziam como eu gosto de pica, viadinho, e coisas assim. Eu continuava de quatro e senti o Juan tirar a pica e falar pros amigos pra entrar o próximo. O Lucas se ajoelhou atrás de mim e disse:
L. Relaxa que essa vai abrir bem teu cu, viadinho.
Ele apoiou a pica na minha bunda e começou a pressionar. Eu gemi forte ao sentir ela entrando e sem... sem se importar muito, ele enfiou inteiro na minha bunda. Eu me contorcia de dor e prazer no chão, e nisso Gustavo se ajoelhou na minha frente, me pegou pelos cabelos e meteu o pau na minha boca. Eu sentia eles enfiando o pau na minha bunda e na minha boca ao mesmo tempo, enquanto continuavam comendo minha boca e minha bunda. Depois de um tempo, Lucas tirou e falou pro Gustavo me comer com força. Ele se ajoelhou atrás de mim, apoiou o pau na minha bunda, me pegou pelos cabelos e disse:
G. — Agora você vai sentir como é foder um viado.
Ele meteu o pau de uma vez e começou a me comer com força e gosto, enquanto Juan e Lucas batiam punheta, riam e incentivavam ele a meter mais forte. Depois de um tempo, ele tirou o pau, me fez ajoelhar e mandou eu abrir a boca, que ia gozar. Nisso, Lucas e Juan se aproximaram e, depois de baterem uma punhetinha, começaram a gozar na minha boca e no meu rosto, me fazendo tomar todo o leite deles e limpando os paus com a minha língua. No final, mandaram eu ir me lavar e descansar, porque à noite a festa continuava.
Espero que vocês tenham gostado desse relato e me avisem, assim sei se devo postar os próximos hahahaha beijões
6 comentários - Empregado da Fazenda III