Histórias Sexuais 3

Oi.
Lembram do que aconteceu com meu irmão?Histórias Sexuais 3E aí, e aquele negócio do garoto da escola?vadiaIsso também terminou mal. Um professor se fez de esperto: esperei um pouco e entrei nos banheiros da escola bem na hora que eu tava fazendo um boquete. Deu uma puta confusão. Chamaram minha mãe e os pais do outro garoto, que disse que "se sentiu violado" — o filho da puta. E a culpa foi toda minha. Pobre da cara da minha mãe.

Chegaram as férias de inverno e ela quase não falava comigo. Um dia, do nada, me acordou com uma mala e uma mochila e falou: — Você vai passar as férias com sua tia Laurita.

Laura é irmã da minha mãe, mora numa cidadezinha na costa e era professora na época, a rebelde da família. Devia ter uns 30 anos, mais ou menos, solteira e sem filhos.

Quero deixar claro que nunca forcei ninguém a fazer nada, nem me senti forçado. Desde pequeno eu pensava em sexo e gostava. Só fui perceber muito tempo depois que tudo já estava combinado, mas na hora, não.

Cheguei na casa da tia Laurita ao meio-dia de um sábado frio e chuvoso. Era uma cidade pequena, ainda é. Só tinha uma cama de casal e na primeira noite dormi de calça de moletom e camiseta.

No dia seguinte, Lauri começou com piadas e comentários pesados, depois cócegas e apalpadas. Eu respondia, mas achava meio estranho. No fim, anoiteceu e ela me perguntou: — Já ficou com alguma garota?

Assim, na lata. Claro que eu disse que não.BundaEla tirou a camiseta, o short e a calcinha, e me perguntou: "Quer brincar?"
Ela se aproximou e me beijou, parecia que eu tinha uma mola no pau, e ela percebeu.
Foi me despindo, abriu as pernas, deitou de costas e disse: "Vem!"
Foram os 15 segundos mais gostosos que eu já tinha vivido.tiaMas eu tinha outras fantasias.
Perguntei se ia rolar de novo e ela disse que sim, enquanto você estiver aqui. Eu vou te curar!gayMuito tempo depois, por essa frase, percebi que tudo estava armado, mas não reclamo, me diverti.
A Laurita lia e fumava um cigarro, pelada na cama, enquanto eu já estava de pau duro de novo.
Comecei a acariciar os peitos dela, desci até a buceta e ela nada, descobri ela e me aproximei pra olhar. Acariciei e beijei, e ela continuava distraída, então me ajeitei e enfiei. Ela largou o livro e talvez tenha pensado que iam ser mais 15 segundos de fricção, mas não. Naquele dia percebi que conseguia aguentar muito, e meti até ela gozar, e eu também. Ela ficou em silêncio por um bom tempo.Histórias Sexuais 3Eu dormi.
Ela me acordou com um boquete e eu gozei na boca dela. Ela sorriu pra mim e falou: "Bom dia, já não tá chovendo mais."
Saímos pra dar um rolê e ficamos falando de coisas bestas.
A noite chegou e ia ter putaria de novo.vadiaEla se ajoelhou entre minhas pernas, começou a me chupar e eu pedi um beijo na buceta, ela me beijou. Pedi um dedinho na buceta, ela enfiou, e ficou louca.
Sentou no meu pau de costas pra mim enquanto enfiava dois dedos na minha buceta, gozamos juntos.
Aí ela se confessou, também gostava de mulheres, e eu contei minhas experiências também.
Ela me mostrou a coleção de consolos dela, e a gente se divertiu junto.
A tia adorava foder mais do que respirar, por isso era a ovelha negra da família! Pedia a bunda dela, ela dava. Pedia um boquete, ela fazia, e se eu quisesse vestir a roupa dela e abrir a buceta pra ela, ela amava.
A gente saía abraçado e se beijava na rua, e o povo olhava, porque ela era bem mais velha que eu. E voltávamos pra casa dela super tarados pra foder!
Acho que não saiu como a mãe dela planejou.

3 comentários - Histórias Sexuais 3

kokiCD +1
Linda historia, y bien ilustrada
Dejo puntos
jajjaja me encantó la parte cuando tu tía se descubre y comparten casi que los mismos gustos, petes, consoladores, dedos en el ortensio y así.