Que delícia é foder uma gostosa promíscua (parte 2)

A noite prometia ser bem agitada e prazerosa, então tomei um viagra para prolongá-la além do natural. Ale voltou do banheiro usando só uma cueca que parecia mais uma calcinha de menina, com listras coloridas que marcavam perfeitamente sua bunda pequena mas redondinha. Sua caminhada me seduziu, felina, balançando os quadris curtos e com um sorriso que combinava com seus olhos escuros brilhantes. Recebi-o na cama, com as taças cheias. Ele pegou uma e bateu na minha, deu um gole do champanhe com Speed, e depois comeu um canapé com creme de roquefort.

Por alguns minutos conversamos sobre assuntos que não vêm ao caso, a maioria relacionados ao lugar onde estávamos e ao sabor do aperitivo. Depois ele perguntou se eu tinha gostado do boquete e respondi que foi maravilhoso. Foi então que espetei uma cereja e dei na boca dele, que aceitou de maneira bem sensual, me olhando com pálpebras semicerradas enquanto apertava a fruta com os lábios, mastigando-a lentamente. Espetei outra e levei ao mamilo esquerdo dele, que esfreguei até deixá-lo brilhando pela calda. Pude ver sua pele arrepiando e todo seu corpo estremeceu.

— Está frio — murmurou — e grudento.

— Mas também deve estar muito gostoso — arrisquei.

Inclinei-me até minha boca cobrir aquele mamilo e chupei, batendo nele com a língua e apertando com os lábios. Enxaguei com minha saliva até remover toda a calda.

— Ufff... que tasty... — disse, acariciando meu cabelo.

— Agora o outro.

Ale se ajeitou para que eu pudesse cobrir seu outro mamilo com calda, pequeno, marrom escuro, lindo, delicioso.

— Você gostaria que eu tivesse tetas?

— Não — assegurei. — Se quisesse uma big breast teria procurado uma mulher ou uma travesti. Gosto que você seja assim, lisinho, mamilo de promiscuous tasty — e chupei como fiz com o outro.

Ale apertou minha cabeça contra seu peito.

— Você é um homem safado... gosta de se amarrar em putinhos... é um degenerado.

Ele me dizia isso com a tesão transbordando em cada sílaba. Quando terminei de limpar sua glândula, subi beijando o pescoço, os ombros, o rosto e, quando estive cara a cara, olhando-o com paixão intensa, levei outra cereja à boca, bem carregada de calda, e ele abriu os lábios para nos fundirmos em um beijo profundo, forte, misturando o licor doce com nossas salivas e entrelaçando nossas línguas quase até tocar nossas campainhas. Nos abraçamos forte, esfregando-nos. Minhas mãos massagearam com força suas nádegas e ele começou a esfregar meu pau por cima da cueca. A respiração de ambos era profunda e ofegante, sinal do nível de tesão que estávamos atingindo.

— Quer que eu chupe de novo?

— É minha vez de chupar — respondi.

Deitei-o de bruços e puxei sua calcinha até os joelhos, para então acariciar aquelas nádegas lindas e macias. Apertei-as, levantei-as e também as separei, então me maravilhei com o buraco. Seu ânus era marrom escuro, pequenino e não tinha um pelo sequer. Lindo. Dediquei um tempo a morder suas nádegas com suavidade e foi aí que notei que não tinha cheiro ruim. Confirmei que momentos antes ele tinha se sentado no bidê e se limpado bem com água e sabão. Um promíscuo limpinho, lindo.

— Papai safado vai chupar meu buraquinho?

Peguei outra cereja e a levei até sua fenda, pintando com calda desde o fim das costas até seu ânus, onde me diverti um bom tempo esfregando a fruta contra as dobras da bunda.

— Você é um filho da puta — murmurou, suspirando, sinal de que aquilo o fascinou.

Embaquei bem seu buraquinho com calda e até enfiei um pouco a cereja, para depois tirá-la e devorá-la. Como um pro, soprei com muita suavidade as partes que ficaram úmidas, provocando o arrepiar de sua pele.

— Encheria seu cu de cerejas para que depois você as cuspa na minha boca.

— Safado! Você é um porco tarado.

E comecei a passar minha língua por toda a fenda, recolhendo naquele vai e vem a calda e deixando um rastro de saliva, até transformar meus lábios em uma ventosa pra chupar a bunda dele. O corpo inteiro do Ale ficou tenso ao sentir a primeira sucção e ouvi claramente o gemido dele quando enfiei a ponta da língua. Sei que ele ficou muito excitado porque levantou a raba pra facilitar meu trabalho e poder se masturbar enquanto eu chupava seu cu.
- Filho da puta, você vai fazer eu soltar merda! - ele murmurou num momento. Achei que ele estava quase gozando, então parei e, pegando sua mão, convidei a gente a ficar de pé. Ele tirou a calcinha, que já escorregava abaixo dos joelhos, e também puxou minha cueca, agachando e me dando umas chupadas gostosas, até que o fiz levantar e fomos até uma pequena cômoda com um grande espelho, em frente ao qual o posicionei, para abraçá-lo por trás.
- Olha nos seus olhos e me conta o que vê. Se descreva pra mim - ordenei, enquanto enfiava a pica em uma das camisinhas que havia sobre o móvel.
- Vejo um puto que adora pica e que está se divertindo muito com você.
Abracei-o por trás e nossos olhos se encontraram no reflexo.
- Eu vejo muito mais. Vejo um promíscuo precioso, lindo, sensual... não imagino nenhum homem, por mais homofóbico que seja, que não morra de vontade de te ter como estou te tendo esta noite... tá sentindo?
A pergunta era focada na ponta da minha pica, que havia encontrado seu cu e estava ali, entrando devagarzinho, com muita suavidade.
- Siii... claro que sinto você... dura, quente... o papai safado gosta de enfiar o pau no cu dos putinhos?
- É onde mais gosto de enfiar o pau - respondi, empurrando-... relaxa, bebezão, relaxa o cuzinho.
Sem parar de nos olhar através do espelho, fui enfiando com extrema lentidão, me excitando terrivelmente com a cara de prazer, dor e ansiedade que o Ale fazia, que começou a babar um pouco quando o tronco inteiro abriu caminho e o prendi bem. Abracei-o bem forte e o apalpei por toda parte enquanto começava a meter, movimento ao qual ele se juntou, jogando a raba pra trás e pra frente.
- E você... e você... o que você vê quando se olha? - ele quis saber.
- Vejo um cara que tá de pau duro por você, que desde que te viu morria de vontade de te ter assim, grudado, curtindo como você aperta o pau com o cu, como você é quente por dentro, como você cheira bem, como você é macio, como é feliz estar fodendo um viado tão gostoso como você.

É que não tenho dúvidas de que as palavras que canalizam a paixão são um tempero a mais que acompanha a tesão numa transa. E não menti em nada, porque meter num viado que adora se entregar... estar colado numa bunda gulosa... sentir o tremor do puto... ouvir seus gemidos, seus suspiros, suas frases excitadas... é um conjunto de sensações que te levam pra outro plano, um universo paralelo onde o prazer é o oxigênio e a fantasia é o que é real. É melhor que qualquer droga, mais viciante que qualquer vício. Isso e muito mais é o prazer de foder um promíscuo.

De novo, estávamos os dois quase explodindo quando me soltei. Fui até onde tinha deixado minha taça e dei um bom gole, esvaziando o conteúdo fresco na minha boca. Fui até o Ale, que estava ofegante e massageando o pau dele, peguei seu pescoço e dei um beijo na boca, durante o qual passei todo o champanque com Speed pra ele, que recebeu sentindo, agradecendo com uma carícia luxuriosa da língua dele na minha.

Sentei numa cadeira e não precisei explicar nada. A bichinha se posicionou de frente pra mim, pegou meu pau pra encaixar na bunda dele, e depois se deixou cair pra que entrasse todo de novo. Envolvi sua cintura com meus braços e o puxei mais perto, então ele me beijou com uma fome de verdade. Beijos gostosos, beijos de língua; beijos molhados e lascivos. Beijos imorais, beijos incríveis enquanto meu pau parecia inchar mais e mais dentro do cu ardente dele. Também beijei seu pescoço, chupei seus mamilos com fúria, até irritá-los, e depois olhei pra ele. O Ale parecia não estar comigo, dava a sensação de que ele estava num Sorte de viagem astral, como um transe, a mente fugindo para abandonar o corpo a um estado de absoluta excitação. O promíscuo parecia estar sob o efeito de um alucinógeno muito forte, mas era assim sua natureza para viver e curtir o sexo. Fiquei de pé, sem me separar dele. Ele envolveu minha cintura com as pernas e assim, grudados, voltamos para a cama, onde caí de joelhos, me equilibrando segurando seus tornozelos, estendendo e abrindo suas pernas enquanto começava a mover com violência o pau, enfiando bem fundo enquanto ele se masturbava desesperado. Essa é a imagem cuja lembrança me dá tanto tesão, ter assim agarrado um cara tão puto e delicioso, preso num tesão enorme; ambos suados, agitados, com o universo girando em torno do nosso prazer. De repente, os olhos do Ale, que estavam revirados, voltaram à sua cor escura e cravaram nos meus. Brilhavam, como se estivesse prestes a chorar, como se tivessem luz própria, até que ele os fechou, apertando as pálpebras com força. Então seu pênis começou a cuspir porra, muita porra que caiu sobre sua barriga. Quando saíam as últimas gotas, senti que ia gozar, algo que ele percebeu.

- Goza na minha barriga, manda a porra aí.

Eu teria adorado gozar como estava, e pensando no ideal, teria querido mandar toda a esperma lá dentro das entranhas, mas aceitei e tirei rápido meu pau, que estava prestes a explodir. Tirei apressado a camisinha e ele me agarrou pelo tronco e me masturbou por vários segundos, até que eu também explodi, mandando vários jatos de sêmen grosso que cobriram seu umbigo. Quando terminei, ele puxou gentilmente meu pau, fazendo com que eu escorregasse até seu rosto e então ele o engoliu e chupou e lambeu até beber todo o resto. Finalmente me deitei ao lado dele, extremamente satisfeito, enquanto Ale misturava seu sêmen com o meu e o espalhava por todo seu peito, pernas e genitais.

- Que foda gostosa você me deu, papi... juro que me o buraquinho está pulsando... gostou?
- Gostei tanto que já estou ansioso para te ver de novo.
Ele me beijou nos lábios e se levantou.
- Você é um papai safado... será que tenho tempo de tomar um banho?
Nesse momento o telefone tocou para avisar que nosso tempo havia acabado. Olhei o relógio, que marcava três da manhã.
- Vamos ficar para pernoitar - falei, antes de desligar o telefone e olhar para o Ale. - Se quiser, tem tempo até de encher a banheira.
- Só se tomarmos banho juntos.
Fomos os dois para o quarto, e enquanto o Ale abria a água, me preparei para mijar.
- Não - interveio o promíscuo -, dá pra mim, pra tirar nossa porra.
Ele se ajoelhou e então, de pé na frente dele, mijei no peito, na barriguinha e nas pernas dele, e até se levantou e se virou para receber um pouco de chuva dourada nas suas nádegas. Quando terminei, ele foi encher a banheira. Eu lavei meu pau, que ainda estava meio duro, e fui preparar mais champanhe com Speed, voltando também com outra camisinha, pois imaginei que, brincando com meu mariconzinho na água quente e borbulhante da banheira, certamente iríamos querer foder de novo antes de nos deitarmos para dormir algumas horas.

15 comentários - Que delícia é foder uma gostosa promíscua (parte 2)

Que delícia é foder uma gostosa promíscua (parte 2)


Espectacular 👏 👏 👏

Que hermoso macho sos, que bien que describir el placer de coger putitos y como lo hiciste gozar gozando a full.

Me encantó.

Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
Tsukuru +1
naaahh, no se puede creer!

excelente relato

van 10 porque no puedo darte más!
LES PUEDO PREGUNTAR Q LES PARECE MI COLA ????????

http://www.poringa.net/posts/gay/2817896/Terrible-culo-gay.html
es mi sueño dorado, me encanto tu relato me encataria tener asi un lindo putito
, y darle un hermoso viaje de placer
GIEGUI
Espero que algún día me coja un macho como vos