Pra não encher mais o saco com a história do Mario, tenho que dizer que ele encontrou uma mina cordobesa chamada Nancy, de uns 21 ou 22 anos (ele tinha uns 20 a mais que ela), trouxe ela pra Buenos Aires, ela morava com os tios e ele, com a lábia de apaixonado, conquistou ela. Além disso, o Mario era um cara gente boa, trabalhador, sabia fazer de tudo, e tratava ela bem em todos os sentidos, cuidava dela e comia ela pra caralho. A mina, quando chegou em Buenos Aires, mostrou que não era mais puta porque o dia só tinha 24 horas. Ela era baixinha, no máximo 1,65m, mas segundo ela tinha 120 de peito, comprováveis porque estouravam, e uma bunda bonita (dava pra melhorar), mas se ela se abaixava, caía de cara por causa dos peitos impressionantes que tinha (acho que era isso que deixava o Mario louco). De roupa, nunca via ela de calça, a não ser no inverno, e também sem calcinha, porque o Mario gostava de exibir ela na rua. Ela tava sempre arrumadinha, mas com roupa de puta (entendeu?). Bom, indo pra história em si, um sábado eles vieram aqui em casa me chamar pra jantar. Eu na época não tava saindo com ninguém e, como não tinha programado nada, aceitei. Combinamos que eles passavam pra me pegar (eu não conhecia ela pessoalmente). Quando cheguei na casa, ele me apresentou formalmente. Ela tava semi nua, uma regatinha top sem sutiã, uma minissaia e sandálias. Eu e o Mario começamos a conversar sobre o passado e que agora ele tava feliz com ela. O Mario, quando ficava sentimental, era chato pra caralho. Enquanto ela servia uma tábua de frios pra gente, ele me pergunta: "Percebeu alguma coisa?" "Sim", eu digo, "ela não tem sutiã". Ele riu e falou: "Já sei, mas também não tem calcinha". E quando ela veio sentar na mesa, ele disse: "Mostra pro meu amigo que você não tem nada". Ela levantou aquela minissaia e deixou uma buceta no ar. "Você é um safado", eu falei. "Melhor assim, porque não preciso tirar a roupa dela quando tô com tesão, como ela na hora." Depois que sentamos os três na mesa, ela me perguntou: "Você é aquele que o Mario me contou que fazia sexo?" "Como assim???" eu falei, morrendo de vergonha na hora. "Sim, o Mario me disse que você saiu com um cara e comeu ele. cogía, é você? Então o Mario diz que é ele, sim. Aí eu não sabia o que fazer, mas ela pergunta pro Mario: "e quem é melhor, ele ou eu?" Eu fiquei petrificado, pensava: "essa é a cordobesinha que veio pra Buenos Aires, se ligou de repente, e que tal depois a gente ver quem é o melhor?" Ela diz, ou seja, tava me propondo um ménage a garota, ou queria comer dois. Depois de comer, levantou a mesa, foi pro sofá e disse: "vem, pussy, que sua nena vai te dar tudo" (eles se tratavam assim, papi, nena). O Mario senta do lado e ela, tirando a cock dele, chupa na minha frente. Eu via aquela cock crescer, que tantas vezes eu tinha chupado, e em dois segundos ela tava dura como um pau de amassar. O Mario me manda: "tira a roupa", enquanto ele também tirava. Ela se despiu num instante, não tinha muita coisa. Ela se ajoelha no sofá com a cabeça apoiada no encosto, enquanto o Mario, por trás, mete de uma vez na pussy. Ele fala pra ela: "já tava molhadinha, né?" E depois: "chupa pro meu amiguinho, slut". Eu ofereci minha cock, não muito grande, mas tenho 18 cm, ela saboreava tudo com dedicação, mas o Mario partia ela ao meio, comendo freneticamente (ele enlouquecia quando ficava excitado). De repente, ele tira e começa a chupar toda a pussy e a booty dela. Aí ele fala: "agora vou fazer a tiny ass, bebê". Vi ele colocar a cabeça, e no primeiro movimento já enfiou, no segundo já tava até os ovos. Ela chorava de dor, o que acontecia é que a cock do Mario era como uma lança: entrava um pouco e depois era tarefa fácil, porque te partia sem piedade. Quando a gente tava assim por mais de meia hora, fomos pro quarto. Aí ele me disse: "deita de barriga pra cima na cama que ela monta em você". Eu era submisso, dizia sim pra tudo. Então a gente fez o que o Mario mandava, ele orquestrava todas as cenas. Eu aproveitei pra morder os bicos e lamber os peitos dela, ela me dava chupões de língua sem se importar com nada, quando de repente o Mario se coloca atrás dela e enfia a cock no cu dela. Agora ela tinha duas picas. Mário falava comigo e me perguntava se eu gostava das tetas dela, eu só falei que sim, mas chupava elas igual um louco, e ela começou a pedir que queria mais, ficamos assim até que ela disse: "papai, quero que você coma ele". Mário não tinha problema, pra ele éramos dois amantes, então ele me manda: "me dá essa bundinha". Fico de bruços na cama e ele começa a lamber minha bunda toda, eu via ela delirando. Aí ela fala: "então você é um putinho". Num momento ela diz: "deixa eu chupar a bunda dele". Eu (ah, tá bom) levantei um pouco e ela dedicou todo o tempo necessário na minha bunda e me batendo uma punheta, eu gozava de todos os lados. Quando Mário falou: "já chega, deixa comigo", ele me fez levantar a bunda o suficiente pra ele, de joelhos na cama, me enfiar com tudo. Ela dizia: "come tudo, promíscuo, não chora, hein. Dá-lhe, papai, mais forte, arrebenta o cu do putinho que gosta". Ela gozava só de olhar. Fiquei assim umas meia hora e depois ela deita de barriga pra cima, Mário fala: "come ela assim". Quando tô metendo nela, Mário vem por trás e me enfia de novo. Ficamos um tempo assim até que eu queria gozar. Dei meu gozo pra Nancy e Mário, com todo o gozo que tinha, espalhou entre nós dois dizendo: "pra não brigarem". Fui embora no outro dia. Nancy e Mário têm dois filhos, mas ela sempre foi muito puta com ele e com outros, depois fiquei sabendo.
3 comentários - Otra vez con Mario