Noite de churrasco na oficina

Oi, pessoal, vou deixar um conto novo com o mecânico pra vocês ficarem bem excitados. Beijos pra todo mundo.



Continuando com o Miguelito, o mecânico do bairro (ele era uns 20 anos mais velho que eu), antes de tudo quero dizer que isso aconteceu lá pelos anos 80, mais ou menos. Depois eu me mudei e nunca mais o vi. Acho que ele também se mudou, e além disso era casado. Bom, sem mais delongas, numa sexta-feira passei na porta da oficina e ele me disse que a esposa ia pra casa da sogra e ele ia ficar sozinho, mas ia fazer um churrasco com os caras e perguntou se eu queria ir. Eu falei que não prometia nada, mas ele disse que precisava de uma cozinheira (exatamente assim). Beleza, respondi. "Vem umas 8 da noite, porque os caras vêm mais tarde." Avisei em casa que ia dormir na casa de uns amigos (sem problemas) e fui pra oficina. A oficina ficava um pouco longe de casa, mas não muito (umas 15 quadras). Cheguei antes, não muito, e ele já estava com o Oscar, se lembram? O ajudante dele. Depois dos cumprimentos de praxe, ele falou: "Coloca um avental pra não se sujar, mas tira a roupa." Como assim? perguntei. E ele: "Você imagina, com a graxa você se mancha toda." Coloquei aquele avental com alça no pescoço e fiquei só de cueca. Como tava calor, sem problemas. Começaram a chegar os caras, mais 4, entre eles um tal de Mário. "Tenho um rapaz que vai servir o churrasco e as bebidas", ele disse. Então me chamou e falou: "Começa a servir." Entrei com uma bandeja de lingüiças e morcelas. Quando vi a cara de todos (surpresa em alguns e safadeza em todos), "o que esse guri mais gosta são as morcelas", ele disse, passando a mão na minha bunda enquanto eu passava pela mesa. Eu ia comendo na churrasqueira de passagem. Quando já tinham comido, foram ver um filme pornô na TV. Miguel, como dono da casa, falou: "Vai pro quarto e fica à vontade. Nós, os caras, vamos ver o filme aqui. Se precisar de algo, te chamo." OK, fui pro quarto (primeiro andar) e me enfiei na cama de casal. Tava meio sonolento quando sinto o Miguel falando: "Tá dormindo?" Mais ou menos, o que foi? "O filme me deixou no osso, olha como ela tá dura", e ele tira o pau pra fora, bem duro. "Chupa um pouco. Quer? Claro que não recusei, sabia que fui pra ser fodido (que não é a mesma coisa). Em poucos segundos, Miguel começou a se despir e a querer me comer. Nisso, entra Oscar, que imaginou que a ausência de Miguel era porque ele estava comigo. Oscar viu a cena de Miguel metendo no meu cu e se despiu pra me oferecer a pica dele. Agora eu também chupava a pica do Oscar, mas ninguém mais subia, ou seja, estavam entretidos lá embaixo. Mudaram de posição, e agora era o Oscar me comendo pra caralho, enquanto eu chupava a pica do Miguel, quando ouvi barulhos e todo mundo apareceu e viu o espetáculo. Acho que entre o vinho que tomaram e o filme que viram, estavam mais excitados do que nunca. Miguel disse: "Essa é a sobremesa, um cu divino. Olha como eu arrebento esse cu", falava enquanto metia com tudo. "É um putinho lindo e tem um cu divino". Aos poucos, um por um foi se despindo, e eu, meio ajoelhado na cama, era penetrado no cu enquanto chupava a pica de cada um. A pica que mais me impressionou foi a do Mario: ele tinha uma pica de uns 28 cm, mas em formato de ponta (tipo lança), a cabeça era pequena, mas o tronco bem grosso. O resto era normal, entre 17 e 18 cm. Mario meteu de uma vez. Não sei quanto tempo ficamos assim, um por um se revezando. Num momento, Miguel disse: "Olha que dilatado que tá o cu desse putinho?" E continuaram me comendo em várias posições (acho que experimentei todas). Às vezes eu sentava em cima de um e o resto esfregava as picas no meu rosto ou pedia pra eu chupar, até que todos gozaram em mim. Só um gozou rápido no meu cu, lubrificando com o esperma dele e permitindo a penetração dos outros, e eu me senti a maior puta de todas. Não sei quando dormimos, mas de madrugada levantei pra ir ao banheiro com o cu dolorido e vi todos pelados espalhados pela cama e pelo chão. Depois desci pra cozinha pra beber água e encontrei o Mario, de surpresa, vendo um filme pornô. Começamos a conversar de boa, ele me disse que era separado e que era a primeira O que eu tava fazendo nisso? Eu, meio dormindo e cansado por toda a bagunça que tinha passado, falei pra ele que fazia tempo que não me comiam daquele jeito e que tinha gozado pra caralho. Mario já tava com o pau meio duro por causa do filme, e eu peguei nele e comecei a bater uma sem falar nada. Mario segurou minha cabeça e me deu um beijo na boca (coisa que eu não esperava). Eu falei que nunca tinha beijado um homem. "Eu também não", ele disse, "mas você me excita", e começou a me beijar na boca (na verdade, nossas línguas estavam entrelaçadas). A gente tava só com a luz da TV, sem som. Da boca, ele passou pros meus mamilos, beijando e mordendo. Eu tava um forno, então sentei em cima dele, que tava no sofá, enfiando aquela barra de carne de 28 centímetros até o talo, enquanto Mario beijava meu peito e minha boca, e a língua dele me engasgava enquanto me comia com tudo. Depois, ele colocou minhas pernas no ombro e enfiou de novo, quando ouvi barulhos e vi o Miguel, que, vendo a cena, me ofereceu o pau dele de novo. Tava com dois caras a todo vapor. Mario deixou o lugar pro Miguel me comer. Eu me ajoelhei no sofá, deixando o Miguel, de pé, enfiar o pau grosso dele inteiro em mim, e comecei a chupar o do Mario. Ficamos um tempão até ele gozar na minha boca, e depois o Miguel fez o mesmo, me enchendo de porra. Conclusão: no dia seguinte, cheguei em casa mais cansado do que nunca, e meus pais falaram que eu devia ter ficado acordado à toa.

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