Depois de tanto tempo, quero compartilhar outras histórias da minha adolescência e juventude. Só espero que vocês gostem, e pra quem quiser saber como conheci ele, manda mensagem no privado. Beijos pra todos.
Miguel, quando o conheci, tinha uns trinta e poucos anos, mas isso é papo pra privado. Só que aqui ele já passava dos quarenta, e eu tinha entre 18 e 19 anos. Já tinha experiência em sexo com os irmãozinhos. Bom, Miguel era um cara tarado, daquele estilo cabra macho. Era baixinho, pele morena, com barba e cabelo comprido. Como já conhecíamos ele e já tínhamos transado, ele sempre falava que me esperava. Um dia, tava entediada e fui na oficina "dar um oi", mas ele disse que tava cheio de serviço e pra eu ir à noite. Tavam ele e um ajudante, o Oscar.
Fui umas 8 da noite. Os dois estavam suados e cansados. Aí Miguel fala pro Oscar fechar, que já tinham terminado o trampo. Era hora de gozar. Oscar baixou a cortina da oficina, e começamos a conversar. Nunca tinha tido nada com o Oscar, mas parecia que o Miguel contava tudo sobre a gente pra ele. Miguel era casado, mas a mulher negava a buceta porque dizia que doía muito. O problema é que ele tinha uma piroca muito grossa, entre 9 e 10 cm. Em mim também doía, mas o prazer era maior que a dor.
Depois de um tempinho descansando, ele me pergunta: "Você veio por isso?" e se toca por cima da calça jeans, com a piroca já dura. Oscar me olhava ansioso, queria participar e eu sabia. Miguel disse: "Que tal você chupar ela?" e puxou aquele pedaço de piroca pra fora. Comecei a chupar com dedicação, do jeito que eu gosto. E conforme endurecia, ele enfiava mais fundo na minha boca. "Abre bem a boca", ele dizia, "e engole tudo". O Oscar tava com a piroca dura e começou a acariciar minha buceta por cima da calça. Afrouxei o cinto pra ajudar, e ele se encarregou de puxar minha calça pra baixo. Em poucos segundos, eu tava chupando uma piroca e tendo meu cu chupado por outro. Em outras palavras, tava no delírio.
Ficamos assim um tempo, o suficiente pra minha bunda pequena ficar bem lubrificada. Aí senti a estocada do Oscar: a pica dele entrou de uma vez no meu cu e ficou parada, sem se mexer. Agora eu tava com uma piroca no cu e outra entalada na garganta. Até que o Miguel sugeriu ir pro escritório, onde tinha um sofá pra ficar mais confortável. Lá, eu tava... Nu e ajoelhado no sofá, então Miguel abre minhas nádegas e encosta a cabeça do pau dele, em duas metidas enfia tudo, me fazendo gritar de dor. Aí o Oscar me fez chupar o pau dele, enquanto Miguel tirava e enfiava mais forte. Eu chorava de dor, mas com o pau do Oscar na minha boca. Ficamos assim por um bom tempo, Miguel não era dos fracos. Foi quando o Oscar gozou um litro de porra na minha boca, engoli até a última gota e limpei o pau dele com a língua. Miguel tava muito excitado, então se jogou de costas no sofá e me fez montar em cima. Aí enfiei de novo até as bolas e ele começou a me dar umas sacudidas violentas com aquele pau grosso, até que quis gozar na minha boca. Me encheu de porra também, ele tinha um monte. Terminamos todos exaustos, e depois fui dormir em casa com porra na barriga e o cu arrombado.
Miguel, quando o conheci, tinha uns trinta e poucos anos, mas isso é papo pra privado. Só que aqui ele já passava dos quarenta, e eu tinha entre 18 e 19 anos. Já tinha experiência em sexo com os irmãozinhos. Bom, Miguel era um cara tarado, daquele estilo cabra macho. Era baixinho, pele morena, com barba e cabelo comprido. Como já conhecíamos ele e já tínhamos transado, ele sempre falava que me esperava. Um dia, tava entediada e fui na oficina "dar um oi", mas ele disse que tava cheio de serviço e pra eu ir à noite. Tavam ele e um ajudante, o Oscar.
Fui umas 8 da noite. Os dois estavam suados e cansados. Aí Miguel fala pro Oscar fechar, que já tinham terminado o trampo. Era hora de gozar. Oscar baixou a cortina da oficina, e começamos a conversar. Nunca tinha tido nada com o Oscar, mas parecia que o Miguel contava tudo sobre a gente pra ele. Miguel era casado, mas a mulher negava a buceta porque dizia que doía muito. O problema é que ele tinha uma piroca muito grossa, entre 9 e 10 cm. Em mim também doía, mas o prazer era maior que a dor.
Depois de um tempinho descansando, ele me pergunta: "Você veio por isso?" e se toca por cima da calça jeans, com a piroca já dura. Oscar me olhava ansioso, queria participar e eu sabia. Miguel disse: "Que tal você chupar ela?" e puxou aquele pedaço de piroca pra fora. Comecei a chupar com dedicação, do jeito que eu gosto. E conforme endurecia, ele enfiava mais fundo na minha boca. "Abre bem a boca", ele dizia, "e engole tudo". O Oscar tava com a piroca dura e começou a acariciar minha buceta por cima da calça. Afrouxei o cinto pra ajudar, e ele se encarregou de puxar minha calça pra baixo. Em poucos segundos, eu tava chupando uma piroca e tendo meu cu chupado por outro. Em outras palavras, tava no delírio.
Ficamos assim um tempo, o suficiente pra minha bunda pequena ficar bem lubrificada. Aí senti a estocada do Oscar: a pica dele entrou de uma vez no meu cu e ficou parada, sem se mexer. Agora eu tava com uma piroca no cu e outra entalada na garganta. Até que o Miguel sugeriu ir pro escritório, onde tinha um sofá pra ficar mais confortável. Lá, eu tava... Nu e ajoelhado no sofá, então Miguel abre minhas nádegas e encosta a cabeça do pau dele, em duas metidas enfia tudo, me fazendo gritar de dor. Aí o Oscar me fez chupar o pau dele, enquanto Miguel tirava e enfiava mais forte. Eu chorava de dor, mas com o pau do Oscar na minha boca. Ficamos assim por um bom tempo, Miguel não era dos fracos. Foi quando o Oscar gozou um litro de porra na minha boca, engoli até a última gota e limpei o pau dele com a língua. Miguel tava muito excitado, então se jogou de costas no sofá e me fez montar em cima. Aí enfiei de novo até as bolas e ele começou a me dar umas sacudidas violentas com aquele pau grosso, até que quis gozar na minha boca. Me encheu de porra também, ele tinha um monte. Terminamos todos exaustos, e depois fui dormir em casa com porra na barriga e o cu arrombado.
4 comentários - El mecanico del barrio