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(la imagen es illustrativa)
Dentro da minha atividade como biólogo, encontrei um nicho de mercado pra trabalhar. É a consultoria. No começo foi difícil, mas aos poucos fui conquistando meus clientes. Costumam me chamar pra acompanhar na compra das plantas que vão pros pátios e jardins deles.
Faz uma semana que a Luísa me liga, uma senhora na casa dos quarenta e poucos anos. A Luísa tem um cabelo corte chanel loiro cinza imbatível. Fala de um jeito sofisticado, mas tenho que admitir que ela tem uma maneira bem pragmática de se dirigir. Nunca, jamais, discutiu preço comigo e é muito consciente do lugar dela na sociedade, "a senhora de" que gasta dinheiro pra ser feliz. Mora num condomínio fechado em Pilas (Buenos Aires) e há duas semanas me liga:
- Juanito.
- Oi Luísa, como vai?
- Muito bem, querido. O que você tá fazendo?
- Tô voltando de acampamento, chegando em Córdoba.
- Larga tudo que eu preciso de você.
- Me conta.
- Acontece que o Aldito (o marido) ficou com a chácara de Pilar, onde os pais dele moravam, e quero que você vá dar uma olhada e uma volta pra ver o que deixar e o que tirar. Quero tirar a energia da velha e preciso de você (tava falando da sogra).
- Bom, deixa eu ver como organizar meus horários pra saber quando ir.
- (mudando o tom pra professora e um pouco mimada) Quem é a melhor cliente que você tem?
- A senhora.
- Quem tem que ter os desejos realizados?
- A senhora.
- Por quê, querido?
- Porque a senhora é muito generosa.
- Gosto que a gente se entenda. Te ligo daqui a duas horas pra gente se organizar.
- Tá bom.
Liguei pra minha companheira pra avisar da oportunidade que tava surgindo. Depois de um pouco de ciúme por falta de tempo, ela disse que ia preparar minha roupa e pra não me preocupar, que de qualquer jeito o dinheiro ia cair bem.
Cheguei em casa e a Luísa me ligou.
- Essa noite você tem voo às 5 da manhã, chega em Ezeiza, a gente toma café e o Oscar te leva pra Pilar. Lá tem lugar pra ficar e você tem tudo, os caseiros tão te esperando, aproveita pra ir vendo, que eu vou Dois dias e compramos tudo que for preciso.
- Bom, agradeço pela confiança.
- Por favor, meu querido, você merece.
Tomei um banho, vesti uma roupa confortável pra viajar e pedi pra um amigo me levar ao aeroporto. Fiel ao que a Luisa já me acostumou, tudo estava reservado e do jeito que se pede. Deixei um clima bem frio em casa, mas sinceramente, o dinheiro é bom.
Cheguei em Ezeiza, ela e o Oscar (o "assistente" dela) estavam me esperando. Tomamos café da manhã, ela me explicou um pouco de tudo e disse que não podia ir comigo porque tinha que resolver uns problemas com o "Pipito" (Pipo), o filho dela. Falou pra eu me sentir em casa e que os caseiros "Cholito, Elena" e o filho deles "Cachi" iam me tratar como um rei.
Oscar me levou até Pilar, e ainda somamos umas horinhas a mais de viagem. Quando chegamos, me deparei com uma casa colonial, longe de vizinhos. Um espaço incrível, a sede da fazenda tinha galinhas poedeiras, um pequeno estábulo e uma horta enorme. Uma casa com janelas altas, piso de parquet, torneiras de prata — parecia que eu tinha entrado em 1810.
Quando cheguei na casa, o Cholito e a Elena estavam esperando na porta. Elena, uma senhora meio baixinha e submissa. Me cumprimentaram com a mão e o Cholito falou:
- Bom dia, senhor, estávamos esperando o senhor.
- Bom dia, você é o Cholo?
- Cholito, senhor. Estamos esperando o senhor se instalar na casa e nos dizer do que precisa.
- Não muita coisa, não quero incomodar.
- (De um jeito bem simpático, ele diz) Estamos esperando chegar gente, então não incomoda.
- Tô um pouco cansado, queria deitar um pouquinho.
- Elena, minha esposa, tá preparando comida pra você, milanesa. O senhor gosta?
- Sim, claro. Daqui a vinte minutos posso comer, se quiser.
- Bom, muito obrigado.
O papo foi bem mais longo. Perguntaram se eu tomava chimarrão, se queria que me acordassem, se dirigia e um monte de outras perguntas que eu não entendia de onde vinham. Tenho que admitir que é muito gostoso ser tratado assim. Já estavam por dentro do que eu ia fazer, de como ia ser. fazer, tudo. Só precisava pedir.
Levantei da sesta e tinha na sala uma mesa com uma cesta, mate numa cuia de prata e pão caseiro. Me disseram que tinha um carro à disposição (um Ford Falcon impecável), tomei uns mates e arranquei. Me apresentaram o Cachi, que tava à disposição pra me guiar e até me levar. Expliquei que queria dar uma olhada à tarde, mas que na manhã seguinte ia explorar mais. Cachi, um moleque de uns 19 anos, muito bonito e calado, se ofereceu com um pouco de receio pra me acompanhar.
Tentei puxar conversa o caminho inteiro, ele só respondia com monossílabos e marcava uns pontos de referência pra eu saber onde tava. Num momento, vejo um Molle de uns cem anos e pedi pra ele parar, por favor. Desci, fiquei fascinado olhando, e tirei umas fotos. Aí Cachi quebrou o monossílabo.
- Cê ganha dinheiro pra tirar foto de árvore?
- Sim, na real eu faço uma análise de tudo pra saber o que colocar e o que tirar. Tem que ver que bichos vivem, o que precisam... essas coisas.
- Ah, eu também podia fazer isso, entendo pra caramba disso. Principalmente de bicho.
- Com certeza, mas não rouba meu trampo não. (com esse comentário, deixei claro que não era um inimigo)
- Não, de qualquer forma é melhor pra mim.
- Por quê?
- Porque trabalho menos no estábulo.
- (nessa hora, eu caio e bato o ombro)
- Tá bem?
- Tô.
Voltamos pra casa, e fiel à vida no campo, às 8 da noite a comida já tava pronta. Na casa só tava eu, eles moravam numa casa ao lado e só entravam na cozinha e de lá pra casa se precisasse. Me perguntaram se queria comer e tive que aceitar, não queria incomodar. Perguntei onde eles comiam e me disseram que na cozinha quando tinha visita, senão na casa deles. Falei que não gostava de comer sozinho, perguntei se podia acompanhar eles na cozinha, e eles aceitaram meio desconfiados.
A comida foi em silêncio, eles pareciam bem desconfortáveis e quietos. E aí percebi uma coisa: não tinha tomado banho.
- Eu - Como faço pra tomar banho? - Cholito - Como é que não tomou banho?
- Eu - Tava pensando em tomar depois de comer.
- Cholito - A Cachi não te avisou?
- Eu - Não, o quê? (eles se olharam bem sem graça e a Cachi baixou a cabeça)
- Cachi - Me desculpa, esqueci. Vou ligar a caldeira de novo agora.
- Eu - Se for muito problema, não precisa se preocupar.
- Cachi - Sem problema.
- Eu - Onde é que vocês dormem?
- Cholito - Na casa ao lado.
- Eu - E eu tenho que dormir sozinho aqui?
- Cachi, desafiando - Não tá com medo, tá?
- Pode apostar que sim. Fica aqui, Cachi.
- Cholito - Não, a gente nunca dorme aqui, pra isso tem a nossa casa.
- Eu - Beleza, qualquer coisa eu grito. Mais uma coisa: não tem alguma coisa pra dor?
- Tenho um creme de cavalo que a gente usa.
- Tipo um anti-inflamatório?
- Aquele laranja, ah, show.
Todo mundo riu, a Elena levantou a mesa, o Cholito se despediu perguntando os horários de amanhã e a Cachi foi ligar a caldeira. Fui pro quarto, me troquei e resolvi tomar banho. A água tava gelada, então gritei pra Cachi, que abriu a porta achando que tinha acontecido alguma coisa e falou:
- O que foi?
- Quanto tempo demora pra sair a água quente?
- Espera um pouco, é meio lenta.
- Ah, pensei que já tivesse.
- A caldeira é grande, demora mais que o normal.
- Ué.
- Quer que eu avise?
- Beleza (tenho que admitir que a curiosidade tava me pegando), mas não vai embora. Você se ofende se eu cortar umas calças que não uso mais?
- (Bem tímido) Não, fica à vontade.
- É que vi que você já tomou banho, mas tá com a mesma roupa de hoje...
- Tenho duas pro trabalho e uma pra festa, mas uso uma por dia porque minha mãe lava no mesmo dia pra usar no outro.
- Espera, não vai não.
Com a toalha amarrada, coloquei a mochila na cama, abri e tirei as calças que uso pra trampar (sempre levo várias porque fico no barro e na terra o dia todo).
- Experimenta, vê qual te serve. Se servir, escolhe duas.
- Muito obrigado, tão show.
- Fala sério, vê se fica boa.
- Agora?
- Fala sério. Cachi, você não vai lá na outra casa pra experimentar... Vai logo, experimenta aí.
- (hesito, quase com medo) Tá bom.
Ele pegou as peças e começou a olhar meio desconfiado, não por segundas intenções... era mais pra não me deixar desconfortável do que outra coisa.
- Se quiser, eu não olho.
- Não é isso, é que sei lá...
- Qualé, não seja otário.
Ele desabotoou a calça e foi baixando timidamente, e aí o tesão aumentou de vez. Tava usando umas cuecas surradas, com o elástico frouxo e um volume do caralho. Experimentou uma, ficou boa. Falei pra ele testar outra e ele topou. Cada vez que abaixava a calça dava pra ver a pele branca onde o elástico esticado aparecia. A segunda também serviu. Um corpo de dar inveja e eu já todo excitado.
- A gente usa o mesmo tamanho, tenho umas calças jeans que vão servir pra você sair ou ir numa festa.
- O que é calça jeans?
- Essas aqui, ó. Experimenta.
- Não, tá de boa... Com essas já tô bem.
- Qualé, experimenta. São um pouco mais justas, vão ficar boas em você.
Ele experimentou, e ficaram sensacionais, uma bundinha linda mas um volume incrível. Quando ele baixou a calça pra trocar pelas dele, o tecido elástico pregou uma peça: desceu metade da cueca e eu consegui ver um pouco do que ele escondia.
- Espera, experimenta essas cuecas aqui, não dá pra andar com essas calcinhas véias.
- Não, tá bom, já é demais assim.
- Qualé, não seja tímido.
- Não é por timidez, é que não sei como vou explicar pra minha mãe que o senhor me deu isso.
- Qual o problema?
- Se ela souber que aceitei, vai ficar brava. E nem vou contar se descobrir que experimentei.
- Fica tranquilo, experimenta tudo, se servir a gente deixa num saco aqui e amanhã eu entrego pra ela pra você.
- Tô com muita vergonha...
- Coloca por cima dessas aí.
- Não é isso, é vergonha de ganhar roupa do senhor.
- Qualé, relaxa de verdade. Até porque essas são as roupas que sempre gostei, só que ela compra quando vai pra Pilar.
- Você tem cuecas?
- Não, eu uso essas porque ela compra de menino e tenho vergonha de falar. Ela compra as mesmas desde que eu era... quinze anos.
- Agora entendo, você nem imagina que cresceu tudo, né? (e eu caí na risada)
- (ele ficou super sem graça) tô morrendo de vergonha…
- Vai, tira esses e experimenta estes.
Ele tirou a cueca e colocou na cama, fiz uma jogada de mestre…
- Não, espera, melhor experimentar estes aqui que eu tenho (e comecei a procurar outros devagar) nessa hora ele puxou meu braço com força. Tava meio dolorido.
Aí vejo que ele se inclina como se fosse se esconder e me pergunta como tava o braço, e eu sabia que tinha que chegar no toque de qualquer jeito, era meu passaporte. Ele vestiu os leggings e ficaram geniais. Falei que tava meio incomodado do braço e pra quebrar o silêncio…
- Posso te falar uma coisa?
- O quê?
- Não quis olhar, mas quero te fazer uma pergunta…
- Fala… (desconfiado, mas tinha que ir com calma, claramente não tinha muita experiência com nudez, mas continuava tímido)
- Você se depila de vez em quando?
- Os pelos?
- Os daí (e apontei pro volume)
- Depila?
- Claro, não sempre, mas dá pra aparar pra deixar bonito, pras minas não se assustarem, tipo quando a gente faz a barba.
- (ele começou a se vestir rápido e eu descobri o calcanhar de Aquiles) Já sei, você nunca ficou com minas.
- A caldeira já deve estar apitando.
- Vai, me conta se quiser, sem problema.
- Não, nunca fiquei.
Peguei minha máquina de cortar pelo, que uso pra fazer a barba, e ofereci pra ele.
- Não, tá de boa, sério.
- Vai, me obedece.
- Mas o que eu faço?
- Apare. Num instante fica legal e depois é só manter com uma tesoura.
- Não, tá suave.
- Vai, sua mãe não vai aparecer e nem sabe o que você tem aí, confia em mim. Fica mais bonito.
- É que não sei, aprendi a me barbear sozinho porque meu pai mandou, isso aí não sei usar. Não é porque ela vem, já tão dormindo…
- Eu te ensino. Tira a roupa, vai.
Procurei uma tomada e sentei na cama. Perto do criado-mudo.
- Vem, fica aqui.
- E o que eu faço?
Abaixei a calça dele e, num reflexo, ele se cobriu. Tinha uma rola grossa e comprida. Ovos pequenos e muito pelo.
- Senta aí, deixa eu ver.
- Tô com muita vergonha, sério.
- Não tem problema, é só um pouquinho. Vamos ver…
Ele tirou as mãos, e eu comecei.
- Isso não corta?
- Só dá a sensação, mas não faz nada (e apertei contra meu braço pra ele ver).
Comecei a cortar de cima até embaixo.
- Vira a buceta pro lado.
- Assim?
- Estica pra eu cortar direito.
- (com a voz meio trêmula) Não sei como.
Peguei a buceta dele e comecei a mexer pra cortar bem. Ele tava muito nervoso. Mas não tinha sinal de que ia continuar. Só que naquele momento percebi que tava batendo bem devagar, não endurecia, mas bem lentamente tinha uma mudança.
- Já foi?
- Não, agora vai se lavar. Será que o aquecedor já tá pronto?
- Não, senhor…
- Nada de senhor agora, me chama de Juani.
- Vai lá, (e empurrei ele pro banheiro com carinho).
Ele foi e voltou rápido…
- Já foi?
- Sim, já me lavei.
- Vamos lá, com sabão pra não coçar.
Liguei o chuveiro e quando olhei já tava mais molinha, mandei ele entrar e percebi que eram ordens, não opções. Então, já debaixo do chuveiro, falei pra ele se ensaboar e ele disse que gostou do resultado, que agradecia e pedia desculpas.
- Nada de desculpas, campeão (estendi a mão como pra fechar o trato e ele apertou).
- Entra debaixo da água quente, vai te fazer bem.
- Pega o creme laranja que tá no criado-mudo.
Sentei na banheira com as pernas abertas (ainda não tava duro), desabotoei a toalha e me apoiei nos joelhos. Ele entrou e eu disse que tava muito irritado.
- Por favor, passa forte no meu ombro pra esquentar?
- Sim (passou creme nas mãos) e começou a esfregar.
Ele em pé, eu sentado e inclinado, e a situação da massagem forte começou a me deixar de pau duro. Me fiz de besta, apoiando devagar o rosto na barriga-pau bem leve e cuidadoso.
- Espera que vou me lavar antes que acabe a água.
- Tem água, mas entra na quente que vai te fazer bem.
Levantei com o pau duro sem falar nada. Ele olhou. Surpreso, mas não disse nada.
— Me ajuda, põe shampoo na minha mão.
— (sem dizer nada, ele fez)
— (mais ordens) passa um pouco de sabão nas minhas costas pra eu sair.
— (sem falar nada, ele fez)
— (me virei no chuveiro, tirei o sabão dos olhos e olhei pra ele, tava endurecendo. Peguei na dela e perguntei) Você se ensaboou direito?
— (ele confirmou com a cabeça, sem nem falar)
— (como ele não tirou minha mão, segurei e coloquei mais debaixo d’água) Tá ficando dura, campeão.
— (continuava sem dizer nem fazer nada)
— (comecei a mexer bem devagar, nunca vi uma pica tão dura na minha vida. Levantei minha buceta, apertei as pernas, coloquei a pica dele entre elas, passei a mão nas costas dele e apertei ele contra mim) Vai, bombeia.
Senti a pica indo e vindo entre minhas pernas, que eu apertava cada vez mais. Ele, rígido. Me abaixei, engoli ela inteira e ele gozou na minha boca. Pensando que ele ia sair correndo, mais uma vez ele me surpreendeu: sem falar, se abaixou e me chupou. Tava tão quente que eu enfiava até o fundo, ele engasgava e eu continuava. Tirei a pica, puxei ele pelo cabelo pra trás e enchi a cara dele de porra. A gente se enxaguou.
— Valeu pela roupa.
— Vai embora?
— É, amanhã cedo te espero.
Ele foi embora e eu dormi sem medo e sem dor. Ele ficou só nos monossílabos até eu ir. Daqui um mês eu volto.
(la imagen es illustrativa)
Dentro da minha atividade como biólogo, encontrei um nicho de mercado pra trabalhar. É a consultoria. No começo foi difícil, mas aos poucos fui conquistando meus clientes. Costumam me chamar pra acompanhar na compra das plantas que vão pros pátios e jardins deles.
Faz uma semana que a Luísa me liga, uma senhora na casa dos quarenta e poucos anos. A Luísa tem um cabelo corte chanel loiro cinza imbatível. Fala de um jeito sofisticado, mas tenho que admitir que ela tem uma maneira bem pragmática de se dirigir. Nunca, jamais, discutiu preço comigo e é muito consciente do lugar dela na sociedade, "a senhora de" que gasta dinheiro pra ser feliz. Mora num condomínio fechado em Pilas (Buenos Aires) e há duas semanas me liga:
- Juanito.
- Oi Luísa, como vai?
- Muito bem, querido. O que você tá fazendo?
- Tô voltando de acampamento, chegando em Córdoba.
- Larga tudo que eu preciso de você.
- Me conta.
- Acontece que o Aldito (o marido) ficou com a chácara de Pilar, onde os pais dele moravam, e quero que você vá dar uma olhada e uma volta pra ver o que deixar e o que tirar. Quero tirar a energia da velha e preciso de você (tava falando da sogra).
- Bom, deixa eu ver como organizar meus horários pra saber quando ir.
- (mudando o tom pra professora e um pouco mimada) Quem é a melhor cliente que você tem?
- A senhora.
- Quem tem que ter os desejos realizados?
- A senhora.
- Por quê, querido?
- Porque a senhora é muito generosa.
- Gosto que a gente se entenda. Te ligo daqui a duas horas pra gente se organizar.
- Tá bom.
Liguei pra minha companheira pra avisar da oportunidade que tava surgindo. Depois de um pouco de ciúme por falta de tempo, ela disse que ia preparar minha roupa e pra não me preocupar, que de qualquer jeito o dinheiro ia cair bem.
Cheguei em casa e a Luísa me ligou.
- Essa noite você tem voo às 5 da manhã, chega em Ezeiza, a gente toma café e o Oscar te leva pra Pilar. Lá tem lugar pra ficar e você tem tudo, os caseiros tão te esperando, aproveita pra ir vendo, que eu vou Dois dias e compramos tudo que for preciso.
- Bom, agradeço pela confiança.
- Por favor, meu querido, você merece.
Tomei um banho, vesti uma roupa confortável pra viajar e pedi pra um amigo me levar ao aeroporto. Fiel ao que a Luisa já me acostumou, tudo estava reservado e do jeito que se pede. Deixei um clima bem frio em casa, mas sinceramente, o dinheiro é bom.
Cheguei em Ezeiza, ela e o Oscar (o "assistente" dela) estavam me esperando. Tomamos café da manhã, ela me explicou um pouco de tudo e disse que não podia ir comigo porque tinha que resolver uns problemas com o "Pipito" (Pipo), o filho dela. Falou pra eu me sentir em casa e que os caseiros "Cholito, Elena" e o filho deles "Cachi" iam me tratar como um rei.
Oscar me levou até Pilar, e ainda somamos umas horinhas a mais de viagem. Quando chegamos, me deparei com uma casa colonial, longe de vizinhos. Um espaço incrível, a sede da fazenda tinha galinhas poedeiras, um pequeno estábulo e uma horta enorme. Uma casa com janelas altas, piso de parquet, torneiras de prata — parecia que eu tinha entrado em 1810.
Quando cheguei na casa, o Cholito e a Elena estavam esperando na porta. Elena, uma senhora meio baixinha e submissa. Me cumprimentaram com a mão e o Cholito falou:
- Bom dia, senhor, estávamos esperando o senhor.
- Bom dia, você é o Cholo?
- Cholito, senhor. Estamos esperando o senhor se instalar na casa e nos dizer do que precisa.
- Não muita coisa, não quero incomodar.
- (De um jeito bem simpático, ele diz) Estamos esperando chegar gente, então não incomoda.
- Tô um pouco cansado, queria deitar um pouquinho.
- Elena, minha esposa, tá preparando comida pra você, milanesa. O senhor gosta?
- Sim, claro. Daqui a vinte minutos posso comer, se quiser.
- Bom, muito obrigado.
O papo foi bem mais longo. Perguntaram se eu tomava chimarrão, se queria que me acordassem, se dirigia e um monte de outras perguntas que eu não entendia de onde vinham. Tenho que admitir que é muito gostoso ser tratado assim. Já estavam por dentro do que eu ia fazer, de como ia ser. fazer, tudo. Só precisava pedir.
Levantei da sesta e tinha na sala uma mesa com uma cesta, mate numa cuia de prata e pão caseiro. Me disseram que tinha um carro à disposição (um Ford Falcon impecável), tomei uns mates e arranquei. Me apresentaram o Cachi, que tava à disposição pra me guiar e até me levar. Expliquei que queria dar uma olhada à tarde, mas que na manhã seguinte ia explorar mais. Cachi, um moleque de uns 19 anos, muito bonito e calado, se ofereceu com um pouco de receio pra me acompanhar.
Tentei puxar conversa o caminho inteiro, ele só respondia com monossílabos e marcava uns pontos de referência pra eu saber onde tava. Num momento, vejo um Molle de uns cem anos e pedi pra ele parar, por favor. Desci, fiquei fascinado olhando, e tirei umas fotos. Aí Cachi quebrou o monossílabo.
- Cê ganha dinheiro pra tirar foto de árvore?
- Sim, na real eu faço uma análise de tudo pra saber o que colocar e o que tirar. Tem que ver que bichos vivem, o que precisam... essas coisas.
- Ah, eu também podia fazer isso, entendo pra caramba disso. Principalmente de bicho.
- Com certeza, mas não rouba meu trampo não. (com esse comentário, deixei claro que não era um inimigo)
- Não, de qualquer forma é melhor pra mim.
- Por quê?
- Porque trabalho menos no estábulo.
- (nessa hora, eu caio e bato o ombro)
- Tá bem?
- Tô.
Voltamos pra casa, e fiel à vida no campo, às 8 da noite a comida já tava pronta. Na casa só tava eu, eles moravam numa casa ao lado e só entravam na cozinha e de lá pra casa se precisasse. Me perguntaram se queria comer e tive que aceitar, não queria incomodar. Perguntei onde eles comiam e me disseram que na cozinha quando tinha visita, senão na casa deles. Falei que não gostava de comer sozinho, perguntei se podia acompanhar eles na cozinha, e eles aceitaram meio desconfiados.
A comida foi em silêncio, eles pareciam bem desconfortáveis e quietos. E aí percebi uma coisa: não tinha tomado banho.
- Eu - Como faço pra tomar banho? - Cholito - Como é que não tomou banho?
- Eu - Tava pensando em tomar depois de comer.
- Cholito - A Cachi não te avisou?
- Eu - Não, o quê? (eles se olharam bem sem graça e a Cachi baixou a cabeça)
- Cachi - Me desculpa, esqueci. Vou ligar a caldeira de novo agora.
- Eu - Se for muito problema, não precisa se preocupar.
- Cachi - Sem problema.
- Eu - Onde é que vocês dormem?
- Cholito - Na casa ao lado.
- Eu - E eu tenho que dormir sozinho aqui?
- Cachi, desafiando - Não tá com medo, tá?
- Pode apostar que sim. Fica aqui, Cachi.
- Cholito - Não, a gente nunca dorme aqui, pra isso tem a nossa casa.
- Eu - Beleza, qualquer coisa eu grito. Mais uma coisa: não tem alguma coisa pra dor?
- Tenho um creme de cavalo que a gente usa.
- Tipo um anti-inflamatório?
- Aquele laranja, ah, show.
Todo mundo riu, a Elena levantou a mesa, o Cholito se despediu perguntando os horários de amanhã e a Cachi foi ligar a caldeira. Fui pro quarto, me troquei e resolvi tomar banho. A água tava gelada, então gritei pra Cachi, que abriu a porta achando que tinha acontecido alguma coisa e falou:
- O que foi?
- Quanto tempo demora pra sair a água quente?
- Espera um pouco, é meio lenta.
- Ah, pensei que já tivesse.
- A caldeira é grande, demora mais que o normal.
- Ué.
- Quer que eu avise?
- Beleza (tenho que admitir que a curiosidade tava me pegando), mas não vai embora. Você se ofende se eu cortar umas calças que não uso mais?
- (Bem tímido) Não, fica à vontade.
- É que vi que você já tomou banho, mas tá com a mesma roupa de hoje...
- Tenho duas pro trabalho e uma pra festa, mas uso uma por dia porque minha mãe lava no mesmo dia pra usar no outro.
- Espera, não vai não.
Com a toalha amarrada, coloquei a mochila na cama, abri e tirei as calças que uso pra trampar (sempre levo várias porque fico no barro e na terra o dia todo).
- Experimenta, vê qual te serve. Se servir, escolhe duas.
- Muito obrigado, tão show.
- Fala sério, vê se fica boa.
- Agora?
- Fala sério. Cachi, você não vai lá na outra casa pra experimentar... Vai logo, experimenta aí.
- (hesito, quase com medo) Tá bom.
Ele pegou as peças e começou a olhar meio desconfiado, não por segundas intenções... era mais pra não me deixar desconfortável do que outra coisa.
- Se quiser, eu não olho.
- Não é isso, é que sei lá...
- Qualé, não seja otário.
Ele desabotoou a calça e foi baixando timidamente, e aí o tesão aumentou de vez. Tava usando umas cuecas surradas, com o elástico frouxo e um volume do caralho. Experimentou uma, ficou boa. Falei pra ele testar outra e ele topou. Cada vez que abaixava a calça dava pra ver a pele branca onde o elástico esticado aparecia. A segunda também serviu. Um corpo de dar inveja e eu já todo excitado.
- A gente usa o mesmo tamanho, tenho umas calças jeans que vão servir pra você sair ou ir numa festa.
- O que é calça jeans?
- Essas aqui, ó. Experimenta.
- Não, tá de boa... Com essas já tô bem.
- Qualé, experimenta. São um pouco mais justas, vão ficar boas em você.
Ele experimentou, e ficaram sensacionais, uma bundinha linda mas um volume incrível. Quando ele baixou a calça pra trocar pelas dele, o tecido elástico pregou uma peça: desceu metade da cueca e eu consegui ver um pouco do que ele escondia.
- Espera, experimenta essas cuecas aqui, não dá pra andar com essas calcinhas véias.
- Não, tá bom, já é demais assim.
- Qualé, não seja tímido.
- Não é por timidez, é que não sei como vou explicar pra minha mãe que o senhor me deu isso.
- Qual o problema?
- Se ela souber que aceitei, vai ficar brava. E nem vou contar se descobrir que experimentei.
- Fica tranquilo, experimenta tudo, se servir a gente deixa num saco aqui e amanhã eu entrego pra ela pra você.
- Tô com muita vergonha...
- Coloca por cima dessas aí.
- Não é isso, é vergonha de ganhar roupa do senhor.
- Qualé, relaxa de verdade. Até porque essas são as roupas que sempre gostei, só que ela compra quando vai pra Pilar.
- Você tem cuecas?
- Não, eu uso essas porque ela compra de menino e tenho vergonha de falar. Ela compra as mesmas desde que eu era... quinze anos.
- Agora entendo, você nem imagina que cresceu tudo, né? (e eu caí na risada)
- (ele ficou super sem graça) tô morrendo de vergonha…
- Vai, tira esses e experimenta estes.
Ele tirou a cueca e colocou na cama, fiz uma jogada de mestre…
- Não, espera, melhor experimentar estes aqui que eu tenho (e comecei a procurar outros devagar) nessa hora ele puxou meu braço com força. Tava meio dolorido.
Aí vejo que ele se inclina como se fosse se esconder e me pergunta como tava o braço, e eu sabia que tinha que chegar no toque de qualquer jeito, era meu passaporte. Ele vestiu os leggings e ficaram geniais. Falei que tava meio incomodado do braço e pra quebrar o silêncio…
- Posso te falar uma coisa?
- O quê?
- Não quis olhar, mas quero te fazer uma pergunta…
- Fala… (desconfiado, mas tinha que ir com calma, claramente não tinha muita experiência com nudez, mas continuava tímido)
- Você se depila de vez em quando?
- Os pelos?
- Os daí (e apontei pro volume)
- Depila?
- Claro, não sempre, mas dá pra aparar pra deixar bonito, pras minas não se assustarem, tipo quando a gente faz a barba.
- (ele começou a se vestir rápido e eu descobri o calcanhar de Aquiles) Já sei, você nunca ficou com minas.
- A caldeira já deve estar apitando.
- Vai, me conta se quiser, sem problema.
- Não, nunca fiquei.
Peguei minha máquina de cortar pelo, que uso pra fazer a barba, e ofereci pra ele.
- Não, tá de boa, sério.
- Vai, me obedece.
- Mas o que eu faço?
- Apare. Num instante fica legal e depois é só manter com uma tesoura.
- Não, tá suave.
- Vai, sua mãe não vai aparecer e nem sabe o que você tem aí, confia em mim. Fica mais bonito.
- É que não sei, aprendi a me barbear sozinho porque meu pai mandou, isso aí não sei usar. Não é porque ela vem, já tão dormindo…
- Eu te ensino. Tira a roupa, vai.
Procurei uma tomada e sentei na cama. Perto do criado-mudo.
- Vem, fica aqui.
- E o que eu faço?
Abaixei a calça dele e, num reflexo, ele se cobriu. Tinha uma rola grossa e comprida. Ovos pequenos e muito pelo.
- Senta aí, deixa eu ver.
- Tô com muita vergonha, sério.
- Não tem problema, é só um pouquinho. Vamos ver…
Ele tirou as mãos, e eu comecei.
- Isso não corta?
- Só dá a sensação, mas não faz nada (e apertei contra meu braço pra ele ver).
Comecei a cortar de cima até embaixo.
- Vira a buceta pro lado.
- Assim?
- Estica pra eu cortar direito.
- (com a voz meio trêmula) Não sei como.
Peguei a buceta dele e comecei a mexer pra cortar bem. Ele tava muito nervoso. Mas não tinha sinal de que ia continuar. Só que naquele momento percebi que tava batendo bem devagar, não endurecia, mas bem lentamente tinha uma mudança.
- Já foi?
- Não, agora vai se lavar. Será que o aquecedor já tá pronto?
- Não, senhor…
- Nada de senhor agora, me chama de Juani.
- Vai lá, (e empurrei ele pro banheiro com carinho).
Ele foi e voltou rápido…
- Já foi?
- Sim, já me lavei.
- Vamos lá, com sabão pra não coçar.
Liguei o chuveiro e quando olhei já tava mais molinha, mandei ele entrar e percebi que eram ordens, não opções. Então, já debaixo do chuveiro, falei pra ele se ensaboar e ele disse que gostou do resultado, que agradecia e pedia desculpas.
- Nada de desculpas, campeão (estendi a mão como pra fechar o trato e ele apertou).
- Entra debaixo da água quente, vai te fazer bem.
- Pega o creme laranja que tá no criado-mudo.
Sentei na banheira com as pernas abertas (ainda não tava duro), desabotoei a toalha e me apoiei nos joelhos. Ele entrou e eu disse que tava muito irritado.
- Por favor, passa forte no meu ombro pra esquentar?
- Sim (passou creme nas mãos) e começou a esfregar.
Ele em pé, eu sentado e inclinado, e a situação da massagem forte começou a me deixar de pau duro. Me fiz de besta, apoiando devagar o rosto na barriga-pau bem leve e cuidadoso.
- Espera que vou me lavar antes que acabe a água.
- Tem água, mas entra na quente que vai te fazer bem.
Levantei com o pau duro sem falar nada. Ele olhou. Surpreso, mas não disse nada.
— Me ajuda, põe shampoo na minha mão.
— (sem dizer nada, ele fez)
— (mais ordens) passa um pouco de sabão nas minhas costas pra eu sair.
— (sem falar nada, ele fez)
— (me virei no chuveiro, tirei o sabão dos olhos e olhei pra ele, tava endurecendo. Peguei na dela e perguntei) Você se ensaboou direito?
— (ele confirmou com a cabeça, sem nem falar)
— (como ele não tirou minha mão, segurei e coloquei mais debaixo d’água) Tá ficando dura, campeão.
— (continuava sem dizer nem fazer nada)
— (comecei a mexer bem devagar, nunca vi uma pica tão dura na minha vida. Levantei minha buceta, apertei as pernas, coloquei a pica dele entre elas, passei a mão nas costas dele e apertei ele contra mim) Vai, bombeia.
Senti a pica indo e vindo entre minhas pernas, que eu apertava cada vez mais. Ele, rígido. Me abaixei, engoli ela inteira e ele gozou na minha boca. Pensando que ele ia sair correndo, mais uma vez ele me surpreendeu: sem falar, se abaixou e me chupou. Tava tão quente que eu enfiava até o fundo, ele engasgava e eu continuava. Tirei a pica, puxei ele pelo cabelo pra trás e enchi a cara dele de porra. A gente se enxaguou.
— Valeu pela roupa.
— Vai embora?
— É, amanhã cedo te espero.
Ele foi embora e eu dormi sem medo e sem dor. Ele ficou só nos monossílabos até eu ir. Daqui um mês eu volto.
23 comentários - Pampa
magistralmente relatado, muy sexy y erótico
van 10
Tremenda historia nene!!!
El relato una maravilla
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
Re bien contado, me tocaba desde que Cachi entró a la habitación . Porfa seguí contando, te sale muy bien