Fala galera, tudo bem? Essa é minha primeira história e vou tentar contar uma parte da minha vida que me marcou pra caralho. Isso aconteceu uns 17 anos atrás, quando eu ainda era estudante. Eu sou alto, branco, na época era magro, olhos castanhos, enfim, normalzinho, do montão.
Nunca fui muito de sair e com as mulheres sempre fui bem sem jeito. Minhas únicas experiências sexuais tinham sido com algumas putas e umas duas vezes chupei um travesti, porque tava começando a despertar uma curiosidade danada em mim. No prédio onde eu morava, um andar abaixo, viviam dois irmãos de Entre Rios, uns caras muito bonitos e, acima de tudo, muito legais. Eram da minha idade, sempre andavam com uma mina diferente, ambos eram magros com o corpo bem definido, realmente muito gostosos. Por essas coisas de morar no mesmo prédio, começamos a conversar e, por acaso, o Valentín (o mais velho) e eu gostávamos de jogos de Fórmula 1 no PC, então começamos a nos encontrar pra jogar um pouco. Eles eram muito extrovertidos e abertos, era normal chegar no apartamento deles e estarem só de cueca, como se nada fosse. Lembro que em algum momento me perguntaram se eu tinha namorada e, finalmente, a pergunta direta... com quem eu transava? Eu inventei que quando viajava pra cidade tinha uma namorada e que, enquanto isso, me virava sozinho (essa última parte era verdade, kkkk).
Já na confiança, um dia cheguei no apê e só o Valentín estava lá, e me chamou a atenção a cueca dele do Mickey Mouse, e parecia que ele percebia, porque a cada instante meu olhar escapava. Valen começou a me zoar, perguntando o que eu tanto olhava, se eu queria acariciar o rato. A gente continuou assim por um tempo, mas a cabeça dos dois já tinha pirado, tanto que num momento ele se arriscou, pegou minha mão e levou até o volume dele... e eu, apesar do medo e do susto, não tirei, pelo contrário, comecei a acariciar. Sentia como ele ia ficando duro, puta que pariu, uma sensação única... num instante ele se levantou do meu lado e, na hora, eu baixei a cueca dele. escorregou e apareceu o pau dele bem duro, não era gigante mas tinha um tamanho bom, bem maior que o meu, embora isso não seja grande mérito, se mede 13 cm já me ganha. Eu acariciei um pouco e ele colocou a mão na minha nuca e foi me guiando até ele. Abri a boca e fiz ele entrar, comecei a chupar e passar a língua, acariciava as bolas dele, era incrível, mesmo já tendo chupado antes, não é a mesma coisa que um travesti pago do que um cara por vontade própria. Não demorou muito pra ele encher minha boca e meu rosto de porra, essa sim foi minha primeira vez, e eu gostei, amarga e quentinha. Terminei de chupar até deixar ele limpinho. Naquele dia ficou por isso, eu me limpei e fui embora, e por uns dias só nos cruzávamos e cumprimentávamos sem tocar no assunto.
Três dias depois já sentia saudade daquela mamada gostosa e tinha batido umas mil punhetas imaginando todo tipo de situação onde ele fazia de tudo comigo. Finalmente criei coragem e fui na casa dele. Octavio não estava, então conversamos, ele deixou claro que tinha sido a primeira vez dele, que tinha gostado muito, que gostaria de repetir mas que nunca ia chupar o meu, que se eu quisesse ele seria só ativo e que era sem compromisso, que ele continuaria comendo as amigas dele sempre que pudesse. Eu contei o meu lado, que concordava em ser só ativo e que não tinha problema em ser a putinha dele quando ele quisesse. Não deu nem tempo de terminar a conversa e ele já estava abrindo a calça. Comecei a chupar ele com toda a luxúria, chupava as bolas dele, passava a língua, batia uma punheta, uma delícia... num momento ele manda eu parar, que não queria gozar porque queria tomar posse do meu rabo, virgem até então. Com todo o medo e a tesão do momento, me despi e fiquei de quatro no sofá, ele passou os dedos no óleo de cozinha e começou a brincar com meu buraquinho até conseguir enfiar dois dedos e girar perfeitamente. Não vou dizer que não doía, mas o prazer e o tesão superavam tudo. Quando viu que eu já estava pronto, passou o pau aproximou a cabeça na minha bunda... quando encostou, quase gozei só com o tesão que tava. De pouquinho foi empurrando e o pau dele foi entrando até as bolas baterem nas minhas nádegas... Tava inteiro dentro de mim!!!! Doía, eu gostava, me excitava e doía de novo. Enquanto isso, ele falava bem devagar, porque entre os apartamentos dava pra ouvir tudo, então eu também mordia os lábios pra não gritar alto. Aos poucos ele começou a se mexer e falava: "tô te comendo, cê gosta? agora você é minha puta, sua bunda é minha e vou comer ela sempre que eu quiser." Eu pedia pra ele me comer, que eu era dele, que era a puta dele, que arrebentasse meu cu todo. Assim ele foi me comendo de quatro até encher meu cu de porra quentinha. Quando tirou, sentia minha bunda pulsando e a porra escorrendo do meu cu pelas minhas pernas. A gente se lavou e ele me convidou pro quarto dele, ficamos um tempinho conversando na cama, comecei a chupar ele pra endurecer de novo e ele me comeu outra vez, depois disso fui pro meu apartamento feliz, dolorido e com o cu arrombado e com dono.
Ficamos assim, me comendo uma, duas e até três vezes por semana, por um tempo. Um dia, quando chego no apê dele, começo a chupar ele, ele tava sentado no sofá e eu de joelhos no chão. Ele começa a falar, que eu era a puta dele e que queria me compartilhar, que ia me compartilhar!!! Eu parei de chupar e olhei assustado, ele me pegou pela nuca e levou de volta pro pau dele. Disse que eu era muito puto pra um pau só e que ele e o irmão dividiam tudo e que eu não seria exceção. Nessa hora, aparece do quarto o Octavio já pelado, com um pau bem grande e grosso pendurado. Ele ficou do meu lado e o Valentin segurou minha cabeça e aproximou daquela pica. Obediente, comecei a chupar, mesmo com dificuldade de enfiar tudo na boca. Num momento, os dois estavam de pé na minha frente e eu chupava as duas picas ao mesmo tempo, era um sonho. Aí me mandaram subir no sofá, Octávio ficou atrás de mim, com o pau dele na altura do meu rosto, e Valén passou pra trás pra me comer. Era uma delícia, um pau no cu e outro na boca!!!! Ficamos assim por um bom tempo até que Octávio disse que era a vez dele de arrebentar minha bunda. No começo foi uma tortura, mas eu me consolava chupando o pau do Valentín. Depois de algumas estocadas já tinha me acostumado e tava gozando igual uma louca. Ficaram nessa até os dois gozarem, um no meu rabo e o outro na minha cara. Naquele dia ainda fui comida mais duas vezes. Teve uma hora que o Octávio me pediu se eu deixava ele realizar uma fantasia dele, de mijar em mim, e eu topei na hora. Entrei no chuveiro de joelhos e os dois mijaram em mim da cabeça aos pés. A gente manteve essa amizade com sexo por uns meses, eu sempre sendo a putinha deles, mas sempre com muito respeito.
Por hoje é só, outro dia conto quando eles me dividiram com mais três caras e quando o Valén me apresentou uma amiga dele que acabou virando minha namorada... e nós duas viramos as putas do Valén e do Octávio.
Espero que tenham gostado e, principalmente, que tenha deixado vocês com tesão. Eu ficaria muito feliz se vocês baterem uma pensando em mim...
Nunca fui muito de sair e com as mulheres sempre fui bem sem jeito. Minhas únicas experiências sexuais tinham sido com algumas putas e umas duas vezes chupei um travesti, porque tava começando a despertar uma curiosidade danada em mim. No prédio onde eu morava, um andar abaixo, viviam dois irmãos de Entre Rios, uns caras muito bonitos e, acima de tudo, muito legais. Eram da minha idade, sempre andavam com uma mina diferente, ambos eram magros com o corpo bem definido, realmente muito gostosos. Por essas coisas de morar no mesmo prédio, começamos a conversar e, por acaso, o Valentín (o mais velho) e eu gostávamos de jogos de Fórmula 1 no PC, então começamos a nos encontrar pra jogar um pouco. Eles eram muito extrovertidos e abertos, era normal chegar no apartamento deles e estarem só de cueca, como se nada fosse. Lembro que em algum momento me perguntaram se eu tinha namorada e, finalmente, a pergunta direta... com quem eu transava? Eu inventei que quando viajava pra cidade tinha uma namorada e que, enquanto isso, me virava sozinho (essa última parte era verdade, kkkk).
Já na confiança, um dia cheguei no apê e só o Valentín estava lá, e me chamou a atenção a cueca dele do Mickey Mouse, e parecia que ele percebia, porque a cada instante meu olhar escapava. Valen começou a me zoar, perguntando o que eu tanto olhava, se eu queria acariciar o rato. A gente continuou assim por um tempo, mas a cabeça dos dois já tinha pirado, tanto que num momento ele se arriscou, pegou minha mão e levou até o volume dele... e eu, apesar do medo e do susto, não tirei, pelo contrário, comecei a acariciar. Sentia como ele ia ficando duro, puta que pariu, uma sensação única... num instante ele se levantou do meu lado e, na hora, eu baixei a cueca dele. escorregou e apareceu o pau dele bem duro, não era gigante mas tinha um tamanho bom, bem maior que o meu, embora isso não seja grande mérito, se mede 13 cm já me ganha. Eu acariciei um pouco e ele colocou a mão na minha nuca e foi me guiando até ele. Abri a boca e fiz ele entrar, comecei a chupar e passar a língua, acariciava as bolas dele, era incrível, mesmo já tendo chupado antes, não é a mesma coisa que um travesti pago do que um cara por vontade própria. Não demorou muito pra ele encher minha boca e meu rosto de porra, essa sim foi minha primeira vez, e eu gostei, amarga e quentinha. Terminei de chupar até deixar ele limpinho. Naquele dia ficou por isso, eu me limpei e fui embora, e por uns dias só nos cruzávamos e cumprimentávamos sem tocar no assunto.
Três dias depois já sentia saudade daquela mamada gostosa e tinha batido umas mil punhetas imaginando todo tipo de situação onde ele fazia de tudo comigo. Finalmente criei coragem e fui na casa dele. Octavio não estava, então conversamos, ele deixou claro que tinha sido a primeira vez dele, que tinha gostado muito, que gostaria de repetir mas que nunca ia chupar o meu, que se eu quisesse ele seria só ativo e que era sem compromisso, que ele continuaria comendo as amigas dele sempre que pudesse. Eu contei o meu lado, que concordava em ser só ativo e que não tinha problema em ser a putinha dele quando ele quisesse. Não deu nem tempo de terminar a conversa e ele já estava abrindo a calça. Comecei a chupar ele com toda a luxúria, chupava as bolas dele, passava a língua, batia uma punheta, uma delícia... num momento ele manda eu parar, que não queria gozar porque queria tomar posse do meu rabo, virgem até então. Com todo o medo e a tesão do momento, me despi e fiquei de quatro no sofá, ele passou os dedos no óleo de cozinha e começou a brincar com meu buraquinho até conseguir enfiar dois dedos e girar perfeitamente. Não vou dizer que não doía, mas o prazer e o tesão superavam tudo. Quando viu que eu já estava pronto, passou o pau aproximou a cabeça na minha bunda... quando encostou, quase gozei só com o tesão que tava. De pouquinho foi empurrando e o pau dele foi entrando até as bolas baterem nas minhas nádegas... Tava inteiro dentro de mim!!!! Doía, eu gostava, me excitava e doía de novo. Enquanto isso, ele falava bem devagar, porque entre os apartamentos dava pra ouvir tudo, então eu também mordia os lábios pra não gritar alto. Aos poucos ele começou a se mexer e falava: "tô te comendo, cê gosta? agora você é minha puta, sua bunda é minha e vou comer ela sempre que eu quiser." Eu pedia pra ele me comer, que eu era dele, que era a puta dele, que arrebentasse meu cu todo. Assim ele foi me comendo de quatro até encher meu cu de porra quentinha. Quando tirou, sentia minha bunda pulsando e a porra escorrendo do meu cu pelas minhas pernas. A gente se lavou e ele me convidou pro quarto dele, ficamos um tempinho conversando na cama, comecei a chupar ele pra endurecer de novo e ele me comeu outra vez, depois disso fui pro meu apartamento feliz, dolorido e com o cu arrombado e com dono.
Ficamos assim, me comendo uma, duas e até três vezes por semana, por um tempo. Um dia, quando chego no apê dele, começo a chupar ele, ele tava sentado no sofá e eu de joelhos no chão. Ele começa a falar, que eu era a puta dele e que queria me compartilhar, que ia me compartilhar!!! Eu parei de chupar e olhei assustado, ele me pegou pela nuca e levou de volta pro pau dele. Disse que eu era muito puto pra um pau só e que ele e o irmão dividiam tudo e que eu não seria exceção. Nessa hora, aparece do quarto o Octavio já pelado, com um pau bem grande e grosso pendurado. Ele ficou do meu lado e o Valentin segurou minha cabeça e aproximou daquela pica. Obediente, comecei a chupar, mesmo com dificuldade de enfiar tudo na boca. Num momento, os dois estavam de pé na minha frente e eu chupava as duas picas ao mesmo tempo, era um sonho. Aí me mandaram subir no sofá, Octávio ficou atrás de mim, com o pau dele na altura do meu rosto, e Valén passou pra trás pra me comer. Era uma delícia, um pau no cu e outro na boca!!!! Ficamos assim por um bom tempo até que Octávio disse que era a vez dele de arrebentar minha bunda. No começo foi uma tortura, mas eu me consolava chupando o pau do Valentín. Depois de algumas estocadas já tinha me acostumado e tava gozando igual uma louca. Ficaram nessa até os dois gozarem, um no meu rabo e o outro na minha cara. Naquele dia ainda fui comida mais duas vezes. Teve uma hora que o Octávio me pediu se eu deixava ele realizar uma fantasia dele, de mijar em mim, e eu topei na hora. Entrei no chuveiro de joelhos e os dois mijaram em mim da cabeça aos pés. A gente manteve essa amizade com sexo por uns meses, eu sempre sendo a putinha deles, mas sempre com muito respeito.
Por hoje é só, outro dia conto quando eles me dividiram com mais três caras e quando o Valén me apresentou uma amiga dele que acabou virando minha namorada... e nós duas viramos as putas do Valén e do Octávio.
Espero que tenham gostado e, principalmente, que tenha deixado vocês com tesão. Eu ficaria muito feliz se vocês baterem uma pensando em mim...
15 comentários - Mi epoca de facultad (primer relato)
van p
Si, si, tremenda historia y muy bien contada.
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...