Essa mina é de lascar. Eu via ele toda vez que saía de casa pra ir trabalhar, a gente se cumprimentava todo dia. Verdade que eu gostei muito dele desde a primeira vez que vi. Deve ter uns 24 anos, é fortão, cabelo curto, sempre de roupa de trabalho, com uma bunda linda, braços fortes e rosto normal.
Na quarta-feira, 2 de setembro, encontrei ele lá fora. Tava agachado arrumando uns materiais na porta da casa do meu vizinho. A gente se cumprimentou e eu fiquei um tempinho batendo papo com ele, besteiras. Foi aí que percebi que a calça dele tava rasgada entre as pernas. Dava pra ver a cueca vermelha e parte da perna peluda. Me deu tanto tesão que a pica ficou dura. Fiquei olhando e sem querer falei que a calça dele tava descosturada. Ele riu, disse que sim, que era verdade. A única preocupação dele era quando teria que ir embora, já que não tinha outra calça e precisava pegar dois ônibus pra chegar em casa. Sem perder um segundo, falei: se quiser, vem na minha casa, que eu te empresto agulha e linha pra você arrumar. Ele topou na hora. Além disso, me perguntou se podia fazer naquele momento, porque tava com medo de rasgar mais. Claro! Pode vir. Larguei tudo e ele me seguiu. Entramos e ele perguntou se eu morava sozinho. Falei que sim. Convidei ele pra sentar e tirar a calça enquanto eu pegava as coisas pra costurar.
Minha cabeça tava a mil, a pica tinha subido, eu tava babando. De nervoso, nem sabia o que tava procurando. O cara que me dava tanto tesão tava na minha casa, e ainda ia ver ele quase pelado. Quando voltei, ele já tinha tirado a calça e colocado ela em cima da pica. Vi as pernas fortes e peludas dele, quase perfeitas. Não dava pra ver mais nada. Então propus que eu mesmo costuraria a calça, como desculpa pra olhar mais um pouco. Fala sério! Ele disse: "Pode ser, porque eu não entendo nada disso."
"Quanto vai me custar isso?", ele perguntou. "Deixa eu pensar... Vou ver quanto posso te cobrar", falei, e a gente riu. Ele me jogou a calça, eu peguei e, quase sem me controlar, dei uma olhada no volume fantástico dele, nas pernas dele. Peludas me deixaram a mil, tava usando uma cueca vermelha que marcava tudo, uma forma cilíndrica, grossa, deitada pro lado direito com uma ponta que aparecia, que cabeção esse bicho deve ter!, pensei. Tentei enfiar a agulha, mas minhas mãos tremiam, ele passou a mão na pica, por cima da cueca, como se ajeitasse, menos conseguia me concentrar, na hora que ele insistia quanto eu ia cobrar. Me dá o que você quiser, falei, você diz, eu aceito, respondeu. Não podia acreditar, ou era zoeira, ou tava sonhando ou não sei o que tava rolando, me sentia confuso. Fui buscar linha e voltei, ele continuava se tocando, segurava na lateral da cueca e se ajeitava, agora o volume era muito maior, comecei o conserto, enquanto de olho nele ficava olhando, ele tava em silêncio, de repente levantou e pediu pra ir no banheiro, indiquei onde era, aí pude ver ele bem, passou do meu lado, deu vontade de deixar ele pelado e chupar o cu dele ali mesmo, mas será que ele deixaria? Enquanto isso, pensava em como falar o que eu realmente queria, mesmo ele tendo dado várias aberturas, não sabia mesmo, mas por sorte não precisei, porque de repente, vi algo vermelho passar e cair na cadeira onde eu tava sentado, era a cueca dele! Me virei e vi ele parado atrás de mim, tava pelado, e por deus! que pica linda, grossa, comprida, cabeçuda, peludíssimo! Tava segurando ela, bem descabeçada, aí mesmo mandei tudo pro caralho, fiquei do lado dele e olhei bem pra ela, que pica linda! que bolas! gostou?, ele disse, sim, você tem uma pica muito boa, me ajoelhei e enfiei o nariz nas bolas dele, um aroma adocicado encheu meus pulmões, passei a língua nas bolas, segui pro tronco da pica, continuei até chegar na cabeça brilhante dela, cheirei bastante, o cheiro da pica dele me enlouqueceu, meti na boca e chupei devagar primeiro, mais forte depois, ele gemia e me empurrava pela nuca, impossível enfiar toda aquela barra dura e quente, deixei ela toda cheia de saliva e aos poucos fui pra trás dele, antes de abrir o cu dele pedi pra ela lavar aquela bunda, hein! acha que fui no banheiro à toa! já deixei tudo pronto, ela disse, nem terminou de falar, já abri as nádegas dela e minha língua voou direto pro buraquinho dela, quente, gostoso e peludo, nem preciso dizer que chupei com vontade, me despi, e fomos pra minha cama, coloquei ela de quatro e continuei com o que mais amo, chupar cu, até aquele momento, ela não tinha feito nada, me posicionei de um jeito que ela pudesse pegar, peguei a mão dela e levei até meu pau, ela segurou, as mãos calejadas dela me fizeram pirar de tesão, ela batia uma suave, chupa aqui, vai! falei, sem hesitar, ela deitou na direção dos meus pés e me chupou, dava pra ver que tinha experiência, fazia muito bem, continuamos assim por um bom tempo, 69 incluso, até me chupou o cu, me deitou de barriga pra baixo, se ajoelhou atrás de mim, abriu minha bunda e enfiou a língua, me fazia torcer de prazer, se jogou em cima de mim, aquele pedaço enorme dela roçando no meu cu e nas minhas costas, mordiscava minha nuca e minhas orelhas, alternando uma e outra, até que o que ela pediu me surpreendeu de verdade, você mete em mim? quero agora! sim, meu amor, vou meter tudo, falei surpreso, e ela me deu um beijo violento, a língua dela fazia maravilhas na minha boca, assim como tinha feito no meu cu pouco antes.
Não esperei nem mais um segundo, trouxe lubrificante e camisinhas, chupei mais um pouco o cu dela, estava lindamente dilatado, passei gel, mandei ela ficar de cócoras enquanto chupava um pouco mais o pau dela, enfiava um dedo no cu dela, no começo foi um pouco difícil, mas depois consegui enfiar dois!! o pau dela estava duríssimo, babava, e estava maravilhosamente gostoso!
Coloquei ela de quatro, com dois travesseiros na barriga, brinquei mais um pouco com meus dedos, ela gemia, se mexia e abria cada vez mais o buraquinho, não perdi mais tempo, e enfiei a cabeça, entrou bem fácil, ela empurrou a bunda pra trás e de uma só vez meti tudo, senti como se algo tivesse rompido, mas entrou tudo finalmente, ela gritou, gemeu e suspirou fundo, pediu pra eu ficar parado um pouco, agarrei ela forte pela Cintura, agora se mexe e enche minha bunda de porra. Ela mandou, eu me mexi pouco e gozei pra caralho. Deixei dentro por um tempo. A gente tava suado, cheiro de sexo, de cu recém-comido, de pau, de porra, um cheiro delicioso de macho quente. Tirei a camisinha e enfiei na boca dela. Tava borrachuda. Ela chupou e meu pau subiu de novo. Bati uma punheta, veio rápido. Um jato amarelado, grosso e abundante encheu a barriga e os pelos dela. Ela cheirou, tinha um aroma forte, meio adocicado. Brinquei com aquele pau cabeçudo, chupei um pouco a cabeça, tava uma delícia!
"Olha como a gente terminou por causa de um rasgo na calça", ela disse. Aí eu confessei que tava afim dela, que me dava muito tesão, mas que não tinha coragem. "Se eu te contar uma coisa, você não me dedura?", ela perguntou. "Não, de jeito nenhum!" Então ela me contou que tava comendo o filho do meu vizinho, onde ele tava trabalhando. Que ficava pelada na obra e, entre os materiais, engolia o pau inteiro dele depois de um boquete. Foi aí, numa dessas fodas, que ela pediu pra ele me convidar. Queria ter uma buceta na boca enquanto comia ele, e se possível, tomar toda a porra dele! Por isso ele se animou e veio falar comigo. Agora com a certeza, ele vai marcar um dia desses. Meu vizinho tem 28 anos, é gostoso, então vou arrebentar o cu dele bem em breve.
Ela olhou a hora e saiu feito um foguete pro banheiro. Tomou um banho rapidão, vestiu a calcinha e a calça como tava, tão rasgada quanto o buraco dela. "Vou nessa, meu patrão tá pra chegar, e se não me encontrar, vai dar uma puta confusão", ela disse. Foi embora. Combinamos de nos ver à tarde. Tomei banho, liguei pro trabalho falando que ia mais tarde.
No fim, não fui trabalhar. Deitei e lembrei de tudo que a gente fez, e imaginei como seria o menage a três com eles. Nunca imaginei que meu vizinho fosse gay, de jeito nenhum! Meu pau subiu e, pra acalmar, bati uma boa punheta pensando na buceta que eu comi e na que vou comer muito em breve!
Depois conto se rolar. E pelo que aconteceu comigo, é só se jogar. Quantos tão afim de chupar e ter o cu arrebentado por um pau bom! Se cuidar, foder e renovar o cum constantemente, quanto mais se come, mais cum se tem!!!!!
Abraços e boa vida pra todos!
Na quarta-feira, 2 de setembro, encontrei ele lá fora. Tava agachado arrumando uns materiais na porta da casa do meu vizinho. A gente se cumprimentou e eu fiquei um tempinho batendo papo com ele, besteiras. Foi aí que percebi que a calça dele tava rasgada entre as pernas. Dava pra ver a cueca vermelha e parte da perna peluda. Me deu tanto tesão que a pica ficou dura. Fiquei olhando e sem querer falei que a calça dele tava descosturada. Ele riu, disse que sim, que era verdade. A única preocupação dele era quando teria que ir embora, já que não tinha outra calça e precisava pegar dois ônibus pra chegar em casa. Sem perder um segundo, falei: se quiser, vem na minha casa, que eu te empresto agulha e linha pra você arrumar. Ele topou na hora. Além disso, me perguntou se podia fazer naquele momento, porque tava com medo de rasgar mais. Claro! Pode vir. Larguei tudo e ele me seguiu. Entramos e ele perguntou se eu morava sozinho. Falei que sim. Convidei ele pra sentar e tirar a calça enquanto eu pegava as coisas pra costurar.
Minha cabeça tava a mil, a pica tinha subido, eu tava babando. De nervoso, nem sabia o que tava procurando. O cara que me dava tanto tesão tava na minha casa, e ainda ia ver ele quase pelado. Quando voltei, ele já tinha tirado a calça e colocado ela em cima da pica. Vi as pernas fortes e peludas dele, quase perfeitas. Não dava pra ver mais nada. Então propus que eu mesmo costuraria a calça, como desculpa pra olhar mais um pouco. Fala sério! Ele disse: "Pode ser, porque eu não entendo nada disso."
"Quanto vai me custar isso?", ele perguntou. "Deixa eu pensar... Vou ver quanto posso te cobrar", falei, e a gente riu. Ele me jogou a calça, eu peguei e, quase sem me controlar, dei uma olhada no volume fantástico dele, nas pernas dele. Peludas me deixaram a mil, tava usando uma cueca vermelha que marcava tudo, uma forma cilíndrica, grossa, deitada pro lado direito com uma ponta que aparecia, que cabeção esse bicho deve ter!, pensei. Tentei enfiar a agulha, mas minhas mãos tremiam, ele passou a mão na pica, por cima da cueca, como se ajeitasse, menos conseguia me concentrar, na hora que ele insistia quanto eu ia cobrar. Me dá o que você quiser, falei, você diz, eu aceito, respondeu. Não podia acreditar, ou era zoeira, ou tava sonhando ou não sei o que tava rolando, me sentia confuso. Fui buscar linha e voltei, ele continuava se tocando, segurava na lateral da cueca e se ajeitava, agora o volume era muito maior, comecei o conserto, enquanto de olho nele ficava olhando, ele tava em silêncio, de repente levantou e pediu pra ir no banheiro, indiquei onde era, aí pude ver ele bem, passou do meu lado, deu vontade de deixar ele pelado e chupar o cu dele ali mesmo, mas será que ele deixaria? Enquanto isso, pensava em como falar o que eu realmente queria, mesmo ele tendo dado várias aberturas, não sabia mesmo, mas por sorte não precisei, porque de repente, vi algo vermelho passar e cair na cadeira onde eu tava sentado, era a cueca dele! Me virei e vi ele parado atrás de mim, tava pelado, e por deus! que pica linda, grossa, comprida, cabeçuda, peludíssimo! Tava segurando ela, bem descabeçada, aí mesmo mandei tudo pro caralho, fiquei do lado dele e olhei bem pra ela, que pica linda! que bolas! gostou?, ele disse, sim, você tem uma pica muito boa, me ajoelhei e enfiei o nariz nas bolas dele, um aroma adocicado encheu meus pulmões, passei a língua nas bolas, segui pro tronco da pica, continuei até chegar na cabeça brilhante dela, cheirei bastante, o cheiro da pica dele me enlouqueceu, meti na boca e chupei devagar primeiro, mais forte depois, ele gemia e me empurrava pela nuca, impossível enfiar toda aquela barra dura e quente, deixei ela toda cheia de saliva e aos poucos fui pra trás dele, antes de abrir o cu dele pedi pra ela lavar aquela bunda, hein! acha que fui no banheiro à toa! já deixei tudo pronto, ela disse, nem terminou de falar, já abri as nádegas dela e minha língua voou direto pro buraquinho dela, quente, gostoso e peludo, nem preciso dizer que chupei com vontade, me despi, e fomos pra minha cama, coloquei ela de quatro e continuei com o que mais amo, chupar cu, até aquele momento, ela não tinha feito nada, me posicionei de um jeito que ela pudesse pegar, peguei a mão dela e levei até meu pau, ela segurou, as mãos calejadas dela me fizeram pirar de tesão, ela batia uma suave, chupa aqui, vai! falei, sem hesitar, ela deitou na direção dos meus pés e me chupou, dava pra ver que tinha experiência, fazia muito bem, continuamos assim por um bom tempo, 69 incluso, até me chupou o cu, me deitou de barriga pra baixo, se ajoelhou atrás de mim, abriu minha bunda e enfiou a língua, me fazia torcer de prazer, se jogou em cima de mim, aquele pedaço enorme dela roçando no meu cu e nas minhas costas, mordiscava minha nuca e minhas orelhas, alternando uma e outra, até que o que ela pediu me surpreendeu de verdade, você mete em mim? quero agora! sim, meu amor, vou meter tudo, falei surpreso, e ela me deu um beijo violento, a língua dela fazia maravilhas na minha boca, assim como tinha feito no meu cu pouco antes.
Não esperei nem mais um segundo, trouxe lubrificante e camisinhas, chupei mais um pouco o cu dela, estava lindamente dilatado, passei gel, mandei ela ficar de cócoras enquanto chupava um pouco mais o pau dela, enfiava um dedo no cu dela, no começo foi um pouco difícil, mas depois consegui enfiar dois!! o pau dela estava duríssimo, babava, e estava maravilhosamente gostoso!
Coloquei ela de quatro, com dois travesseiros na barriga, brinquei mais um pouco com meus dedos, ela gemia, se mexia e abria cada vez mais o buraquinho, não perdi mais tempo, e enfiei a cabeça, entrou bem fácil, ela empurrou a bunda pra trás e de uma só vez meti tudo, senti como se algo tivesse rompido, mas entrou tudo finalmente, ela gritou, gemeu e suspirou fundo, pediu pra eu ficar parado um pouco, agarrei ela forte pela Cintura, agora se mexe e enche minha bunda de porra. Ela mandou, eu me mexi pouco e gozei pra caralho. Deixei dentro por um tempo. A gente tava suado, cheiro de sexo, de cu recém-comido, de pau, de porra, um cheiro delicioso de macho quente. Tirei a camisinha e enfiei na boca dela. Tava borrachuda. Ela chupou e meu pau subiu de novo. Bati uma punheta, veio rápido. Um jato amarelado, grosso e abundante encheu a barriga e os pelos dela. Ela cheirou, tinha um aroma forte, meio adocicado. Brinquei com aquele pau cabeçudo, chupei um pouco a cabeça, tava uma delícia!
"Olha como a gente terminou por causa de um rasgo na calça", ela disse. Aí eu confessei que tava afim dela, que me dava muito tesão, mas que não tinha coragem. "Se eu te contar uma coisa, você não me dedura?", ela perguntou. "Não, de jeito nenhum!" Então ela me contou que tava comendo o filho do meu vizinho, onde ele tava trabalhando. Que ficava pelada na obra e, entre os materiais, engolia o pau inteiro dele depois de um boquete. Foi aí, numa dessas fodas, que ela pediu pra ele me convidar. Queria ter uma buceta na boca enquanto comia ele, e se possível, tomar toda a porra dele! Por isso ele se animou e veio falar comigo. Agora com a certeza, ele vai marcar um dia desses. Meu vizinho tem 28 anos, é gostoso, então vou arrebentar o cu dele bem em breve.
Ela olhou a hora e saiu feito um foguete pro banheiro. Tomou um banho rapidão, vestiu a calcinha e a calça como tava, tão rasgada quanto o buraco dela. "Vou nessa, meu patrão tá pra chegar, e se não me encontrar, vai dar uma puta confusão", ela disse. Foi embora. Combinamos de nos ver à tarde. Tomei banho, liguei pro trabalho falando que ia mais tarde.
No fim, não fui trabalhar. Deitei e lembrei de tudo que a gente fez, e imaginei como seria o menage a três com eles. Nunca imaginei que meu vizinho fosse gay, de jeito nenhum! Meu pau subiu e, pra acalmar, bati uma boa punheta pensando na buceta que eu comi e na que vou comer muito em breve!
Depois conto se rolar. E pelo que aconteceu comigo, é só se jogar. Quantos tão afim de chupar e ter o cu arrebentado por um pau bom! Se cuidar, foder e renovar o cum constantemente, quanto mais se come, mais cum se tem!!!!!
Abraços e boa vida pra todos!
14 comentários - O pedreiro gostoso do meu vizinho
Besos en la chota!!
Buenísimo, excelente, me recalientan los albañiles !!!
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...