Na sexta passada, viajando de metrô depois de muitos anos, notei como é difícil fazer isso nos horários de pico, tipo 8 da manhã. Tinha que resolver um negócio no convênio médico, minhas duas mãos pra cima segurando no corrimão e torcendo pra chegar logo ou pra alguém descer e eu poder baixar os braços. Nisso, sinto um baita volume nas minhas nádegas, se ajeitando pra ficar bem no meio. Não dava nem pra ver quem era, de tão lotado que tava, mas comecei a gostar. Aquela fantasia que sempre aparece depois de ter tido uma experiência boa e ter passado tantos anos sem repetir. Aí pensei: por que não me deixar levar um pouco e ver qual é? Sentia no meu ouvido o suspiro suave de um garoto que, quando consegui ver, não tinha mais de 20 anos. Tava claramente endemoniado de tesão, fechava os olhos e suspirava. Depois de um tempo, ele passou a mão na minha cintura e foi direto pro meu zíper. Já tava me abraçando, encontrou meu pau, que também tava pegando fogo, e começou a apalpar por fora com frenesi. Me disse no ouvido que tava muito excitado, pra irmos pra algum lugar. Eu deslizei minha mão como pude até a calça dele e senti o pedaço enorme que ele tinha, parecia um ferro quente. Me perguntou onde eu descia, e eu falei "em Pedras". Ele propôs descermos em Congresso, porque disse que por ali tinha muitos hotéis pra ficarmos juntos um tempo. Eu disse que sim, instintivamente, e ficou combinado. Ele continuou encostando o pedaço dele no meu rabo, bem no meio, se excitando cada vez mais. Descemos em Congresso e fomos pra um hotel perto dali. Nem perguntaram nada. Fiquei com vergonha de pensar que o porteiro percebesse que íamos foder. Assim que entramos no quarto, ele tirou tudo e tirou tudo de mim, e começou a chupar meu pau desesperadamente. Fizemos um 69 que quase me matou, com aquele pedaço enorme na minha boca. Não cabia. Falei que ele era muito grosso, que fazia mais de 10 anos que não transava com alguém com um pau daquele. Ele riu e disse que ia ter paciência comigo. Passou shampoo e, com água, ficou bem lubrificado, e começou a meter aquele pedaço. que a verdade tava me rasgando, não que fosse muito grande, é que eu sou muito apertado, ele devia ter uns 17 ou 18 por 4, me fez gritar de dor, rachou toda minha bunda, saía sangue misturado com o leite dele que queimou minhas entranhas quando saiu, mas ele era um garanhão e queria mais e mais, a gente comeu desde as 8h30 da manhã até quase 3h da tarde, terminamos acabados, depois tomamos banho juntos e ele perguntou se eu queria que ele mijasse no meu corpo, disse que ele gostava e que se eu mijasse nele, o pau dele subia de novo e a gente fazia a despedida, então, beleza, mijamos um no outro e fodemos mais duas vezes, fiquei exausto e mole, com a bunda toda arrebentada, até hoje quando vou ao banheiro doi, mas foi o melhor dia da minha vida e combinamos de nos ver de novo no metrô pra fazer a prévia, prometi postar isso aqui, obrigado, Roberto, por me deixar tão satisfeito. até logo.
14 comentários - Sexo no metrô linha A
subte me dieron ganas
Qué buena aventura !!!
Me encanta la gente que va derecho a los bifes, como debe ser.
Hay que darle una pequeña ayuda a la suerte y siempre se liga en el subte en las horas pico.
No uses champú ni jabón para lubricar porque te hace pelota el culito, si no hay gel, lo mejor es la saliva.
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los mios.