este relato é meu e 100% real, também publiquei em outro site com o nome de ginna15, espero que vocês gostem-Olá a todos, hoje vou contar como minha vida de TV foi mudando até eu me meter em situações perigosas.
Tudo começou bem cedo, eu tinha 6 anos, era um menino bem normal, o caçula de 5 irmãos, todos mais velhos que eu, e entre eles uma irmã com doença mental. Hoje sou magro, 74kg com 1,78m de altura, pele branca, me depilo pra sair de menina e a parte que mais gosto do meu corpo são minhas nádegas.
Quando criança, tinha cabelo ruivo na altura dos ombros e sempre fui muito magro. Passávamos os dias como qualquer garoto da minha cidade natal, nadávamos no rio, jogávamos bola, etc. Meus irmãos mais velhos conseguiram uma revista erótica que, junto com os amigos deles, todos mais velhos que eu, viam e se masturbavam no rio. Eles me contaram em detalhes como os filhos eram feitos e como o sexo era lindo, embora eles também não soubessem direito, pois só tinham 13 anos e eu 6. Bom, o que mais me impactou ao ver a revista foi o corpo daquelas mulheres loiras de lingerie e, mais ainda, a cara de dor e prazer que faziam ao serem penetradas.. Isso me deixou sem conseguir dormir direito por uns dias.
Um dia no rio, eu caminhava pelas margens rio acima e, sem querer, encontrei um casal transando. Eu me escondi atrás de uma árvore e não entendia nada do que estava vendo, mas fiquei ali até eles irem embora. Eu me aproximei do lugar e encontrei um sutiã rasgado junto com umas meias-calças bem macias. Continuei andando e ainda não entendo por que encontrei muitas calcinhas de mulher, todas manchadas de sangue e algumas meio rasgadas, como se tivesse sido com violência. Bom, aqui algo marcou minha vida: eram umas calcinhas cor de osso muito lindas, de um tecido bem liso, macio e com renda. Algo tomou conta de mim e me fez pegá-las e cheirá-las. Por algum motivo, não conseguia largá-las e decidi levá-las pra casa comigo pra esconder. Fiz isso. Quando finalmente fiquei sozinho em casa, lavei elas, mas antes resolvi experimentá-las e uau, eram tão confortáveis que não queria tirá-las.
Bom, continuei crescendo. Tudo normal, eu adorava minhas colegas do colégio, ainda mais as que eram loiras e tinham pernas bonitas. Eu era um garoto de 14 anos, alto, magro, brincalhão, e ainda por cima um dos melhores da turma... Ou seja, era bem normal ainda.
TUDO MUDA E TODOS NÓS MUDAMOS
Conforme fui crescendo, meu corpo foi se desenvolvendo, mas tinha uma coisa que perturbava minha mãe... Ela dizia que eu estava formando quadris e corpo de mulher, e não de homem (isso se referindo da cintura pra baixo, porque na parte de cima eu era bem normal e magro). Coisa que eu gostava, porque era assim que tinham as bundas daquelas mulheres das revistas pornô, e eu me masturbava olhando minha bunda no espelho. Também percebi isso pelos meus irmãos, já que dormíamos dois em cada cama, e muitas vezes eu acordava com eles encostando o pau duro na minha bunda e empurrando pra frente e pra trás. Coisa que mais de uma vez fez a gente ir para a porrada.
Bom, continuei crescendo e aos 19 anos fui morar nos EUA, aprendi inglês, fui morar sozinho. Aos 21 anos, só tinha tido uma namorada, com quem ia me casar, mas ela me traiu e eu não procurei mais mulheres. Mas sentia que algo me faltava, algo que me preenchesse. Fui a um sexshop e comprei uma vagina de silicone pra me masturbar, coisa que não gostei, e no final acabei tocando minhas nádegas muito bem formadas, que tinham se desenvolvido muito bem, e pensei em roupa de mulher. No mesmo dia, saí como um louco pra comprar lingerie: meias com ligas, sutiãs, tangas e babydolls. Me depilei inteiro e nem consegui vestir direito as duas peças (uma tanga rosa e um sutiã da mesma cor) quando gozei sem me tocar. Naquele dia, fiquei experimentando as roupas e amei tanto, a tal ponto que fui buscar mais roupas: minissaias, vestidos, sapatos, batons, maquiagem e uma peruca. Era impressionante como eu ficava, e dava vontade de sair na rua porque, do jeito que eu estava, tenho certeza de que ninguém notaria a diferença entre uma loira ou ruiva adolescente e eu. Mas nunca fiz isso, tive medo e vergonha.
Aos 24 anos, tive que Voltar pro México por questões familiares, tendo que jogar toda minha roupa de menina no lixo. Depois de 1 ano no México, já com trampo e morando sozinho, comecei a ir na academia e, mesmo malhando pra ficar forte, meu corpo foi ficando mais de mulher... A bunda mais empinada, grande e redonda, umas pernas bem sexys de gata e uma cinturinha. Tanto que meus colegas de trabalho notaram, um dia um deles tocou uma das minhas nádegas e falou "nossa, que rabo você tem, é melhor que o da minha namorada". Eu fingi estar bravo, sabendo que ele tinha razão e, na real, me senti muito elogiado. Outro disse: "você é pobre porque quer, com essa bunda, melhor virar travesti, que sempre vai ter cliente". O outro completou: "não fica puto com o que vou falar, mas se você fosse mulher, seria um bombom, tipo as modelos ou edecans mais gostosas que já vi". Isso ficou martelando na minha cabeça a tarde inteira.
Assim passou mais uma semana antes de sair de férias em dezembro, coisa que era perfeita pra testar o quanto eles tinham razão. Comprei de novo minhas roupinhas de menina, 3 perucas: uma loira lisa, uma preta ondulada e uma ruiva na altura dos ombros (as outras eram longas até a cintura). Lingerie, maquiagem, loções e cremes. Agora sim, começaria minha festa de gata. Comprei cerveja e muito álcool pra ficar sempre relaxada e porque queria sair assim na rua pra ver se me confundiam com uma mulher gostosa.
Me maquiei, curvei os cílios, passei sombra, delineador e pintei os lábios de rosa metálico. Com uma pequena mangueira, lavei o cu por dentro bem direitinho. Provei primeiro só com uma tanga vermelha e um sutiã branco de renda, coloquei umas tetas de silicone, um vestido curto branco, meus saltos altos e a peruca loira. Uffff, não acreditei, no espelho era uma putinha bem gostosa, tanto que deu vontade de bater uma punheta (que eu tinha escondido e colado com fita pra trás pra não aparecer). Eu morava no terceiro andar de um... apartamentos e, pra ser sincero, não tive coragem de sair, fiquei com vergonha e voltei. Me troquei, coloquei uma legging rosa, um tênis esportivo e uma jaqueta de moletom com uma blusa branca por baixo, agora com a peruca preta cacheada.
Toda uma gostosa esportista, hahaha, e foi assim que saí na rua às 5 da manhã, o que não parecia tão estranho porque tinha mulheres que desde cedo saíam pra correr. Andei como uma menina, porque tinha visto uns vídeos de como fazer isso natural, e lá estava eu na rua quando passou o primeiro homem e só me olhou. Assim foram saindo alguns para o trabalho e era incrível como eu me confundia com mulher, e não só isso, eles olhavam bobos pra minha bunda. Fiquei dando voltas a não mais de 100 metros de onde moro, pelas ruas já com gente, e ao ver que me tratavam como mulher, puxei as tiras da tanga pra cima da legging pra eles verem.
Nisso, um cara passou bem colado em mim, andando muito perto, e me disse: "que cheirosa você é, boneca". Eu só sorri pra ele. Depois, um taxista parou pra perguntar se eu queria uma corrida, falei que não e ele respondeu: "até mais, mamacita linda, cuida dessa raba", hahaha. Foi muito divertido e excitante, mas já tinha que voltar pra minha toca.
Assim, aos poucos, fui saindo, mas queria que vissem minhas pernas nuas e não queria parecer muito puta, então escolhi algo normal: uma minissaia jeans, uma blusa de manga comprida que deixava ver um pouco da minha cintura e uma jaquetinha bem curta, minhas sapatilhas de salto médio e já maquiada leve, com um perfume gostoso. Saí na rua às 2 da manhã, como se tivesse voltando de ver meu namorado ou de uma festa. Começaram a passar carros com caras meio bêbados que diziam que eu era bonita e gostosa, outros faziam sinais pra eu ir com eles, mas não fui com ninguém. Só gostava de deixar eles com tesão, hehehe. Assim, nos dias seguintes, ia com meus amigos a algum bar e aproveitava pra ver como as mulheres que eu considerava mais gostosas se vestiam e combinavam as roupas.
Percebi que nos fins de semana era mais comum encontrar mulheres com vestidos curtos e minissaias, então no outro dia era sábado e dava pra justificar uma menina de vestido curto na rua. Fui pra minha casinha meio bebada e, enquanto tomava banho, continuei bebendo mais, o que tirou toda a vergonha que eu tinha de sair muito provocante. Assim, me maquiei, agora sim bem foxy, coloquei meu sutiã vermelho de renda e uma tanga branca, vestido vermelho que, por ser de tecido fino, transparentava e dava pra ver minha tanga e meu sutiã. As tetas de silicone tinham uns bicos bem durinhos e parecia que eu era uma menina excitada. Bom, no final, umas sapatilhas vermelhas de salto alto e assim saí às 11:30 da noite. Por causa do álcool, não sentia vergonha, mesmo tendo muita gente na rua.
A primeira coisa que aconteceu foi que um taxista parou e, quando vi ele saindo atrás de mim, corri pra minha casa, e ele ficou na entrada do prédio esperando eu sair por uns 10 minutos. Quase me deu um infarto. Um susto danado, não acreditei que excitava tanto eles me ver assim. Bom, saí de novo com cuidado, levei duas latas de cerveja pra tirar meus medos. Já na rua, andei uns 50 metros e encontrei uns bêbados caminhando, mal aguentavam de pé, e isso me fez sentir segura. Eles me cumprimentaram bem respeitosos, perguntaram onde eu morava e eu só disse que era perto. Me ofereceram uma cerveja e aceitei. Sentamos pra conversar e eles foram muito legais, sempre me trataram com respeito e ficaram me elogiando o tempo todo sobre como eu era gostosa, até que eu confessei que não era mulher, que me vesti assim porque me excita me ver desse jeito. Surpresos, me disseram que eu tinha um corpo de dar inveja e que eu parecia muito feminina, o que me fez relaxar com eles. Dei meu número de telefone e me apresentei como Gina.
Os carros passavam e ficavam olhando, alguns me diziam coisas e outros perguntavam se aqueles bêbados estavam me incomodando, aí eu abracei um deles dizendo que era meu namorado. Ele não hesitou e me deu um beijo que, pra mim, foi o primeiro com um homem. Não sei se gostei ou não, mas aguentei. porque eles foram muito bons comigo. Naquele dia não aconteceu nada, porque eles se comportaram muito bem e, mesmo que eu não gostasse de homens, se tivessem insistido, poderiam ter feito algo comigo. Eles foram embora e eu fiquei sozinha, subi pro meu apê e me vesti de colegial agora, com meias brancas acima do joelho e minha peruca loira. Assim que saí, lá pelas 4h da manhã, na rua — putz — uma caminhonete preta, tipo de narcotraficante, me seguiu, mais de um taxista também, e o pior foram uns caras que, quando me viram, correram atrás de mim. Tive que fugir na direção oposta da minha casa e me enfiar debaixo de um carro num estacionamento. Que susto!! Bom, voltei toda assustada e, de manhã, a senhora que cuidava dos apartamentos me disse pra não levar minhas putas pra lá, porque dava má imagem pros vizinhos — hahaha — sem saber que essas putas eram todas eu.
Bom, não cumpri minha promessa e continuei fazendo, porque, no fim das contas, se não gostassem, eu podia me mudar pra outro lugar e pronto. Como vi que era muito perigoso, só saía de legging ou jeans pra não quererem me estuprar, mas já estava indo mais longe de casa. Uma vez, caminhei mais de um quilômetro, de dia, com roupa esportiva, e recebi muitos olhares no meu booty. Muitas senhoras já maduras cochichavam entre si: "Olha, por isso essas jovens depois reclamam que são tocadas e querem ser estupradas, saem com roupa que marca tudo". Eu só sorri e continuei andando. Gostava de me exibir e, de dia, era seguro. Mas aí, no fim de semana seguinte, os caras bêbados gostosos que eu tinha encontrado naquela noite me ligaram e me convidaram pra casa deles, perto de onde eu moro.
Eles me passavam confiança, e eu me vesti bem putinha com um vestido azul celeste que eu amava como ficava em mim. Tinha as costas quase todas de fora e pedrarias muito lindas. Mas, pra conseguir chegar na casa deles em segurança, coloquei uma saia bem comprida por cima do meu vestido e cheguei assim. Só estavam os dois que conheci naquela noite, e isso me tranquilizou muito.
Sentamos pra conversar e eles reclamaram que eu estava usando uma Saia. Falaram que era de vovó, então tirei pra eles verem minhas pernas lindas. Assim, conversando mais à vontade, falei que nunca tinha transado com um homem e que não sabia se gostava daquilo, que o meu negócio era o tesão e a adrenalina de me confundirem com uma mulher gostosa. Eles comentaram a mesma coisa, que nunca tinham tido contato com alguém que se vestisse de menina e que os gays não chamavam a atenção deles, e que, bom, me convidaram pra me conhecer melhor e pra saber se eles gostavam de tv. Falaram que eu tava muito bem, que se eu fosse mulher seria a garota dos sonhos deles, o que me fez corar pra caralho.
Um se chama Gera, é alto e bonito, e o Luis é mais baixinho e gordinho, mas os dois são um amor. Acariciaram minhas pernas e eu não recusei, mas me senti estranha. Nisso, o mais alto tentou me beijar, mas não deixei. Eles falaram: "Bom, pra você também não é fácil, ou igual você diz, 'não curte homens'". Não insistiram mais.
Acabaram as cervejas e fomos no carro deles pra uma loja 24 horas. Eles já sabiam que eu gostava de ser olhada. Quando chegamos na casa deles, pedi pra ficarmos na rua pra todo mundo que passasse me ver, e foi o que fizemos. Mas eles propuseram caminhar comigo pra ninguém me encher o saco, e também tavam afim de ver as reações de quem me olhava toda produzida naquela hora da noite, com dois homens. Tivemos resultados muito bons: muitos caras falavam coisas pra me elogiar, e perguntavam pra eles se eu era a namorada deles. Eles respondiam: "Não, é minha amiga". E assim o pessoal passava, mas era só papo, ninguém mais tentava me estuprar. Nisso, tive uma ideia e falei: "Espera aí, ou vamos os três pro meu apê, quero trocar de roupa". Mas eles não sacaram o que eu queria dizer. Fomos, e me vesti com uma microsaia de lycra que só cobria minha bunda, um corset com liga e meia, tudo branco, e meus sapatos de salto agulha. Saí e, quando me viram, não acreditaram. Falei: "Vamos pra esquina, e eu vou fazer de puta". E vocês cuidam de mim, ideia que achei muito boa.
Passou o primeiro cliente e me perguntou se eu dava serviço, e eu respondi que sim, mas que era TV e que estava esperando um cliente que já tinha reservado. Passou outro e me perguntou os preços, e eu falei 200 o oral e 350 o anal. Eles disseram: "Obrigado, queríamos saber pra vir preparados com dinheiro", e eu: "É, quando quiserem, eu trabalho aqui sempre kkkkk". Era muito excitante, e quando diziam que queriam, eu inventava que tinham que esperar a vez. Bom, voltamos pra minha casa umas 5 da manhã e continuamos bebendo. Eu já tava com tesão por tudo que vivi naquela noite e falei pra eles se queriam que eu tentasse, se queria que eu chupasse eles, e se não gostasse, a gente parava. E eles aceitaram.
Bom, tirei o pau do Luis da calça, ele ficou duro, comecei a beijar com um gosto estranho de mijo e aquela baba que sai quando a gente tá com tesão. Falei: "Beleza, aqui vou eu". Abri a boca e fui chupando, tentando engolir tudo, mas muito atrapalhada, até que aos poucos fui melhorando. Nisso, o Gera também tirou o dele, que era um pouco maior, uns 17cm, e eu tentei também. Ao ver as caras deles, eu ficava mais com tesão. Me senti uma puta de filme com dois caras. Naquela altura, já tava pouco me fodendo o que fizessem comigo, e eles começaram a pegar nas minhas nádegas e puxar minha calcinha branca. Depois, o Luis foi brincar com meu cu e nádegas enquanto eu chupava o Gera, e nisso ele se posicionou atrás de mim.
Ele me segurou pelos quadris e começou a brincar com o pau na minha racha e no cu. Tava quentinho e macio. Vendo que eu não impedia, ele falou: "Se prepara que vou meter". Eu fechei os olhos quando ele foi empurrando devagar. Eu morria de dor, mas aguentei até ele meter tudo. Ele começou a se mexer devagar por uns minutos, e depois eu sozinha comecei a cravar o pau duro dele na minha bunda, já como uma mulher de verdade, gritava e gemia. Nisso, o Gera senta e pede pra eu montar nele. Fui sentando devagar naquele pau maior até ele entrar todo. Eu tava amando meu papel de putinha de dois caras) montei nele como uma louca, depois o Luis me colocou numa bancada que tem entre a cozinha e a sala e me comeu de pé, eu já tava toda suada e o cabelo grudando na cara e nas costas, isso só me fazia querer mais, então eu me mexia sozinha pra enfiar uma rola na boca e outra no cu, era a melhor coisa que eu já tinha sentido na vida. Nisso, o Luis me puxou pelos pulsos pra trás e me levantou, deixando meu corpo voando (como se eu tivesse de quatro, mas só nas duas patas traseiras) e me deu uma sequência de porradas impressionante, o que fez eu ter meu primeiro orgasmo sem me tocar. Eles disseram que queriam gozar os dois juntos, e eu respondi...
Sim, termina dentro do meu cu e a gera eu vou chupar pra depois engolir, continuei sendo comida e chupando com a boca até o gera gozar primeiro e encher minha boca, limpei a rola dele e ele ficou só olhando enquanto o Luis continuava me comendo gostoso até encher minha bunda, assim terminou minha primeira suruba gravada e depois rolou muita coisa entre nós três, até cheguei a me prostituir por gosto e eles cuidavam de mim, teve até uma história quando uma viatura quase me prendeu por estar de puta na rua, coisa que se vocês quiserem eu conto depois. Beijos e obrigada por ler.
Tudo começou bem cedo, eu tinha 6 anos, era um menino bem normal, o caçula de 5 irmãos, todos mais velhos que eu, e entre eles uma irmã com doença mental. Hoje sou magro, 74kg com 1,78m de altura, pele branca, me depilo pra sair de menina e a parte que mais gosto do meu corpo são minhas nádegas.
Quando criança, tinha cabelo ruivo na altura dos ombros e sempre fui muito magro. Passávamos os dias como qualquer garoto da minha cidade natal, nadávamos no rio, jogávamos bola, etc. Meus irmãos mais velhos conseguiram uma revista erótica que, junto com os amigos deles, todos mais velhos que eu, viam e se masturbavam no rio. Eles me contaram em detalhes como os filhos eram feitos e como o sexo era lindo, embora eles também não soubessem direito, pois só tinham 13 anos e eu 6. Bom, o que mais me impactou ao ver a revista foi o corpo daquelas mulheres loiras de lingerie e, mais ainda, a cara de dor e prazer que faziam ao serem penetradas.. Isso me deixou sem conseguir dormir direito por uns dias.
Um dia no rio, eu caminhava pelas margens rio acima e, sem querer, encontrei um casal transando. Eu me escondi atrás de uma árvore e não entendia nada do que estava vendo, mas fiquei ali até eles irem embora. Eu me aproximei do lugar e encontrei um sutiã rasgado junto com umas meias-calças bem macias. Continuei andando e ainda não entendo por que encontrei muitas calcinhas de mulher, todas manchadas de sangue e algumas meio rasgadas, como se tivesse sido com violência. Bom, aqui algo marcou minha vida: eram umas calcinhas cor de osso muito lindas, de um tecido bem liso, macio e com renda. Algo tomou conta de mim e me fez pegá-las e cheirá-las. Por algum motivo, não conseguia largá-las e decidi levá-las pra casa comigo pra esconder. Fiz isso. Quando finalmente fiquei sozinho em casa, lavei elas, mas antes resolvi experimentá-las e uau, eram tão confortáveis que não queria tirá-las.
Bom, continuei crescendo. Tudo normal, eu adorava minhas colegas do colégio, ainda mais as que eram loiras e tinham pernas bonitas. Eu era um garoto de 14 anos, alto, magro, brincalhão, e ainda por cima um dos melhores da turma... Ou seja, era bem normal ainda.
TUDO MUDA E TODOS NÓS MUDAMOS
Conforme fui crescendo, meu corpo foi se desenvolvendo, mas tinha uma coisa que perturbava minha mãe... Ela dizia que eu estava formando quadris e corpo de mulher, e não de homem (isso se referindo da cintura pra baixo, porque na parte de cima eu era bem normal e magro). Coisa que eu gostava, porque era assim que tinham as bundas daquelas mulheres das revistas pornô, e eu me masturbava olhando minha bunda no espelho. Também percebi isso pelos meus irmãos, já que dormíamos dois em cada cama, e muitas vezes eu acordava com eles encostando o pau duro na minha bunda e empurrando pra frente e pra trás. Coisa que mais de uma vez fez a gente ir para a porrada.
Bom, continuei crescendo e aos 19 anos fui morar nos EUA, aprendi inglês, fui morar sozinho. Aos 21 anos, só tinha tido uma namorada, com quem ia me casar, mas ela me traiu e eu não procurei mais mulheres. Mas sentia que algo me faltava, algo que me preenchesse. Fui a um sexshop e comprei uma vagina de silicone pra me masturbar, coisa que não gostei, e no final acabei tocando minhas nádegas muito bem formadas, que tinham se desenvolvido muito bem, e pensei em roupa de mulher. No mesmo dia, saí como um louco pra comprar lingerie: meias com ligas, sutiãs, tangas e babydolls. Me depilei inteiro e nem consegui vestir direito as duas peças (uma tanga rosa e um sutiã da mesma cor) quando gozei sem me tocar. Naquele dia, fiquei experimentando as roupas e amei tanto, a tal ponto que fui buscar mais roupas: minissaias, vestidos, sapatos, batons, maquiagem e uma peruca. Era impressionante como eu ficava, e dava vontade de sair na rua porque, do jeito que eu estava, tenho certeza de que ninguém notaria a diferença entre uma loira ou ruiva adolescente e eu. Mas nunca fiz isso, tive medo e vergonha.
Aos 24 anos, tive que Voltar pro México por questões familiares, tendo que jogar toda minha roupa de menina no lixo. Depois de 1 ano no México, já com trampo e morando sozinho, comecei a ir na academia e, mesmo malhando pra ficar forte, meu corpo foi ficando mais de mulher... A bunda mais empinada, grande e redonda, umas pernas bem sexys de gata e uma cinturinha. Tanto que meus colegas de trabalho notaram, um dia um deles tocou uma das minhas nádegas e falou "nossa, que rabo você tem, é melhor que o da minha namorada". Eu fingi estar bravo, sabendo que ele tinha razão e, na real, me senti muito elogiado. Outro disse: "você é pobre porque quer, com essa bunda, melhor virar travesti, que sempre vai ter cliente". O outro completou: "não fica puto com o que vou falar, mas se você fosse mulher, seria um bombom, tipo as modelos ou edecans mais gostosas que já vi". Isso ficou martelando na minha cabeça a tarde inteira.
Assim passou mais uma semana antes de sair de férias em dezembro, coisa que era perfeita pra testar o quanto eles tinham razão. Comprei de novo minhas roupinhas de menina, 3 perucas: uma loira lisa, uma preta ondulada e uma ruiva na altura dos ombros (as outras eram longas até a cintura). Lingerie, maquiagem, loções e cremes. Agora sim, começaria minha festa de gata. Comprei cerveja e muito álcool pra ficar sempre relaxada e porque queria sair assim na rua pra ver se me confundiam com uma mulher gostosa.
Me maquiei, curvei os cílios, passei sombra, delineador e pintei os lábios de rosa metálico. Com uma pequena mangueira, lavei o cu por dentro bem direitinho. Provei primeiro só com uma tanga vermelha e um sutiã branco de renda, coloquei umas tetas de silicone, um vestido curto branco, meus saltos altos e a peruca loira. Uffff, não acreditei, no espelho era uma putinha bem gostosa, tanto que deu vontade de bater uma punheta (que eu tinha escondido e colado com fita pra trás pra não aparecer). Eu morava no terceiro andar de um... apartamentos e, pra ser sincero, não tive coragem de sair, fiquei com vergonha e voltei. Me troquei, coloquei uma legging rosa, um tênis esportivo e uma jaqueta de moletom com uma blusa branca por baixo, agora com a peruca preta cacheada.
Toda uma gostosa esportista, hahaha, e foi assim que saí na rua às 5 da manhã, o que não parecia tão estranho porque tinha mulheres que desde cedo saíam pra correr. Andei como uma menina, porque tinha visto uns vídeos de como fazer isso natural, e lá estava eu na rua quando passou o primeiro homem e só me olhou. Assim foram saindo alguns para o trabalho e era incrível como eu me confundia com mulher, e não só isso, eles olhavam bobos pra minha bunda. Fiquei dando voltas a não mais de 100 metros de onde moro, pelas ruas já com gente, e ao ver que me tratavam como mulher, puxei as tiras da tanga pra cima da legging pra eles verem.
Nisso, um cara passou bem colado em mim, andando muito perto, e me disse: "que cheirosa você é, boneca". Eu só sorri pra ele. Depois, um taxista parou pra perguntar se eu queria uma corrida, falei que não e ele respondeu: "até mais, mamacita linda, cuida dessa raba", hahaha. Foi muito divertido e excitante, mas já tinha que voltar pra minha toca.
Assim, aos poucos, fui saindo, mas queria que vissem minhas pernas nuas e não queria parecer muito puta, então escolhi algo normal: uma minissaia jeans, uma blusa de manga comprida que deixava ver um pouco da minha cintura e uma jaquetinha bem curta, minhas sapatilhas de salto médio e já maquiada leve, com um perfume gostoso. Saí na rua às 2 da manhã, como se tivesse voltando de ver meu namorado ou de uma festa. Começaram a passar carros com caras meio bêbados que diziam que eu era bonita e gostosa, outros faziam sinais pra eu ir com eles, mas não fui com ninguém. Só gostava de deixar eles com tesão, hehehe. Assim, nos dias seguintes, ia com meus amigos a algum bar e aproveitava pra ver como as mulheres que eu considerava mais gostosas se vestiam e combinavam as roupas.
Percebi que nos fins de semana era mais comum encontrar mulheres com vestidos curtos e minissaias, então no outro dia era sábado e dava pra justificar uma menina de vestido curto na rua. Fui pra minha casinha meio bebada e, enquanto tomava banho, continuei bebendo mais, o que tirou toda a vergonha que eu tinha de sair muito provocante. Assim, me maquiei, agora sim bem foxy, coloquei meu sutiã vermelho de renda e uma tanga branca, vestido vermelho que, por ser de tecido fino, transparentava e dava pra ver minha tanga e meu sutiã. As tetas de silicone tinham uns bicos bem durinhos e parecia que eu era uma menina excitada. Bom, no final, umas sapatilhas vermelhas de salto alto e assim saí às 11:30 da noite. Por causa do álcool, não sentia vergonha, mesmo tendo muita gente na rua.
A primeira coisa que aconteceu foi que um taxista parou e, quando vi ele saindo atrás de mim, corri pra minha casa, e ele ficou na entrada do prédio esperando eu sair por uns 10 minutos. Quase me deu um infarto. Um susto danado, não acreditei que excitava tanto eles me ver assim. Bom, saí de novo com cuidado, levei duas latas de cerveja pra tirar meus medos. Já na rua, andei uns 50 metros e encontrei uns bêbados caminhando, mal aguentavam de pé, e isso me fez sentir segura. Eles me cumprimentaram bem respeitosos, perguntaram onde eu morava e eu só disse que era perto. Me ofereceram uma cerveja e aceitei. Sentamos pra conversar e eles foram muito legais, sempre me trataram com respeito e ficaram me elogiando o tempo todo sobre como eu era gostosa, até que eu confessei que não era mulher, que me vesti assim porque me excita me ver desse jeito. Surpresos, me disseram que eu tinha um corpo de dar inveja e que eu parecia muito feminina, o que me fez relaxar com eles. Dei meu número de telefone e me apresentei como Gina.
Os carros passavam e ficavam olhando, alguns me diziam coisas e outros perguntavam se aqueles bêbados estavam me incomodando, aí eu abracei um deles dizendo que era meu namorado. Ele não hesitou e me deu um beijo que, pra mim, foi o primeiro com um homem. Não sei se gostei ou não, mas aguentei. porque eles foram muito bons comigo. Naquele dia não aconteceu nada, porque eles se comportaram muito bem e, mesmo que eu não gostasse de homens, se tivessem insistido, poderiam ter feito algo comigo. Eles foram embora e eu fiquei sozinha, subi pro meu apê e me vesti de colegial agora, com meias brancas acima do joelho e minha peruca loira. Assim que saí, lá pelas 4h da manhã, na rua — putz — uma caminhonete preta, tipo de narcotraficante, me seguiu, mais de um taxista também, e o pior foram uns caras que, quando me viram, correram atrás de mim. Tive que fugir na direção oposta da minha casa e me enfiar debaixo de um carro num estacionamento. Que susto!! Bom, voltei toda assustada e, de manhã, a senhora que cuidava dos apartamentos me disse pra não levar minhas putas pra lá, porque dava má imagem pros vizinhos — hahaha — sem saber que essas putas eram todas eu.
Bom, não cumpri minha promessa e continuei fazendo, porque, no fim das contas, se não gostassem, eu podia me mudar pra outro lugar e pronto. Como vi que era muito perigoso, só saía de legging ou jeans pra não quererem me estuprar, mas já estava indo mais longe de casa. Uma vez, caminhei mais de um quilômetro, de dia, com roupa esportiva, e recebi muitos olhares no meu booty. Muitas senhoras já maduras cochichavam entre si: "Olha, por isso essas jovens depois reclamam que são tocadas e querem ser estupradas, saem com roupa que marca tudo". Eu só sorri e continuei andando. Gostava de me exibir e, de dia, era seguro. Mas aí, no fim de semana seguinte, os caras bêbados gostosos que eu tinha encontrado naquela noite me ligaram e me convidaram pra casa deles, perto de onde eu moro.
Eles me passavam confiança, e eu me vesti bem putinha com um vestido azul celeste que eu amava como ficava em mim. Tinha as costas quase todas de fora e pedrarias muito lindas. Mas, pra conseguir chegar na casa deles em segurança, coloquei uma saia bem comprida por cima do meu vestido e cheguei assim. Só estavam os dois que conheci naquela noite, e isso me tranquilizou muito.
Sentamos pra conversar e eles reclamaram que eu estava usando uma Saia. Falaram que era de vovó, então tirei pra eles verem minhas pernas lindas. Assim, conversando mais à vontade, falei que nunca tinha transado com um homem e que não sabia se gostava daquilo, que o meu negócio era o tesão e a adrenalina de me confundirem com uma mulher gostosa. Eles comentaram a mesma coisa, que nunca tinham tido contato com alguém que se vestisse de menina e que os gays não chamavam a atenção deles, e que, bom, me convidaram pra me conhecer melhor e pra saber se eles gostavam de tv. Falaram que eu tava muito bem, que se eu fosse mulher seria a garota dos sonhos deles, o que me fez corar pra caralho.
Um se chama Gera, é alto e bonito, e o Luis é mais baixinho e gordinho, mas os dois são um amor. Acariciaram minhas pernas e eu não recusei, mas me senti estranha. Nisso, o mais alto tentou me beijar, mas não deixei. Eles falaram: "Bom, pra você também não é fácil, ou igual você diz, 'não curte homens'". Não insistiram mais.
Acabaram as cervejas e fomos no carro deles pra uma loja 24 horas. Eles já sabiam que eu gostava de ser olhada. Quando chegamos na casa deles, pedi pra ficarmos na rua pra todo mundo que passasse me ver, e foi o que fizemos. Mas eles propuseram caminhar comigo pra ninguém me encher o saco, e também tavam afim de ver as reações de quem me olhava toda produzida naquela hora da noite, com dois homens. Tivemos resultados muito bons: muitos caras falavam coisas pra me elogiar, e perguntavam pra eles se eu era a namorada deles. Eles respondiam: "Não, é minha amiga". E assim o pessoal passava, mas era só papo, ninguém mais tentava me estuprar. Nisso, tive uma ideia e falei: "Espera aí, ou vamos os três pro meu apê, quero trocar de roupa". Mas eles não sacaram o que eu queria dizer. Fomos, e me vesti com uma microsaia de lycra que só cobria minha bunda, um corset com liga e meia, tudo branco, e meus sapatos de salto agulha. Saí e, quando me viram, não acreditaram. Falei: "Vamos pra esquina, e eu vou fazer de puta". E vocês cuidam de mim, ideia que achei muito boa.
Passou o primeiro cliente e me perguntou se eu dava serviço, e eu respondi que sim, mas que era TV e que estava esperando um cliente que já tinha reservado. Passou outro e me perguntou os preços, e eu falei 200 o oral e 350 o anal. Eles disseram: "Obrigado, queríamos saber pra vir preparados com dinheiro", e eu: "É, quando quiserem, eu trabalho aqui sempre kkkkk". Era muito excitante, e quando diziam que queriam, eu inventava que tinham que esperar a vez. Bom, voltamos pra minha casa umas 5 da manhã e continuamos bebendo. Eu já tava com tesão por tudo que vivi naquela noite e falei pra eles se queriam que eu tentasse, se queria que eu chupasse eles, e se não gostasse, a gente parava. E eles aceitaram.
Bom, tirei o pau do Luis da calça, ele ficou duro, comecei a beijar com um gosto estranho de mijo e aquela baba que sai quando a gente tá com tesão. Falei: "Beleza, aqui vou eu". Abri a boca e fui chupando, tentando engolir tudo, mas muito atrapalhada, até que aos poucos fui melhorando. Nisso, o Gera também tirou o dele, que era um pouco maior, uns 17cm, e eu tentei também. Ao ver as caras deles, eu ficava mais com tesão. Me senti uma puta de filme com dois caras. Naquela altura, já tava pouco me fodendo o que fizessem comigo, e eles começaram a pegar nas minhas nádegas e puxar minha calcinha branca. Depois, o Luis foi brincar com meu cu e nádegas enquanto eu chupava o Gera, e nisso ele se posicionou atrás de mim.
Ele me segurou pelos quadris e começou a brincar com o pau na minha racha e no cu. Tava quentinho e macio. Vendo que eu não impedia, ele falou: "Se prepara que vou meter". Eu fechei os olhos quando ele foi empurrando devagar. Eu morria de dor, mas aguentei até ele meter tudo. Ele começou a se mexer devagar por uns minutos, e depois eu sozinha comecei a cravar o pau duro dele na minha bunda, já como uma mulher de verdade, gritava e gemia. Nisso, o Gera senta e pede pra eu montar nele. Fui sentando devagar naquele pau maior até ele entrar todo. Eu tava amando meu papel de putinha de dois caras) montei nele como uma louca, depois o Luis me colocou numa bancada que tem entre a cozinha e a sala e me comeu de pé, eu já tava toda suada e o cabelo grudando na cara e nas costas, isso só me fazia querer mais, então eu me mexia sozinha pra enfiar uma rola na boca e outra no cu, era a melhor coisa que eu já tinha sentido na vida. Nisso, o Luis me puxou pelos pulsos pra trás e me levantou, deixando meu corpo voando (como se eu tivesse de quatro, mas só nas duas patas traseiras) e me deu uma sequência de porradas impressionante, o que fez eu ter meu primeiro orgasmo sem me tocar. Eles disseram que queriam gozar os dois juntos, e eu respondi...
Sim, termina dentro do meu cu e a gera eu vou chupar pra depois engolir, continuei sendo comida e chupando com a boca até o gera gozar primeiro e encher minha boca, limpei a rola dele e ele ficou só olhando enquanto o Luis continuava me comendo gostoso até encher minha bunda, assim terminou minha primeira suruba gravada e depois rolou muita coisa entre nós três, até cheguei a me prostituir por gosto e eles cuidavam de mim, teve até uma história quando uma viatura quase me prendeu por estar de puta na rua, coisa que se vocês quiserem eu conto depois. Beijos e obrigada por ler.
3 comentários - Saí na rua vestida de novinha (relato)