Um relato explosivo. Me passou um "mano" bem parceiro, kkkkk.Uma academia particular recebe os candidatos. Um deles é selecionado como passivo e vai provar rolas e porra até ficar saciado e quase inconsciente.
CHAMADA PARA O PRÓXIMO EXAME DE ADMISSÃO
A "Academia de Prostituição Gay" anuncia que estão abertas as inscrições para o próximo exame de admissão.
Requisitos para se candidatar:
Ter entre 18 e 25 anos. Gostar muito de sexo. Ter um bom físico. Ser muito ambicioso.
Programas oferecidos: Programa de Ativos: Com ênfase em cursos e workshops onde são ensinadas as melhores técnicas para foder, dar prazer com a rola e dominar sexualmente. Programa de Passivos: Com ênfase em cursos e workshops onde serão ensinadas as melhores técnicas para ser comido, dar prazer com a boca e o cu e ser submetido sexualmente.
Os alunos de ambos os programas receberão cursos sobre tipos de clientes; relações entre sexo, dinheiro e poder; técnicas de controle de orgasmos e como promover e vender seus corpos no mercado da prostituição e pornografia.
Projeção para o Futuro. Todos os formandos sairão com um emprego garantido em Bordéis ou Agências de países do primeiro mundo, pois como parte da "XXX" Adult Network Inc., uma poderosa corporação internacional dedicada ao negócio do entretenimento adulto, a Academia de Prostituição Gay está em uma posição privilegiada para oferecer a seus alunos todos os vistos e autorizações necessários para trabalhar nos mercados mais competitivos.
Duração dos estudos: Três meses em tempo integral (internato).
Os interessados podem escrever para a Academia solicitando um folheto com informações detalhadas.
Primeiro Capítulo - Mexam-se, seus putos! - gritou o Doberman. Quero todos pelados em menos de um minuto!
Quinhentos homens se despiam, enfiando atabalhoadamente suas roupas e pertences no saco de juta que tinham recebido. Miguel nunca tinha visto tanta Homens nus juntos. Tinham chegado, como ele, de todos os cantos da América Latina para se submeter ao exame de admissão da 'Academia de Prostituição Gay'. Alguns tinham viajado até quinze dias de países e cidades distantes para conseguir chegar a tempo. Muito poucos tinham tido a chance de tomar um banho ou se barbear antes de se apresentarem cedo naquela manhã. Miguel não conseguiu evitar inspirar profundamente e se sentir intoxicado. Cheirava a homem, a animal, a uma mistura de suor, com sêmen, com esmegma, com urina. Cheirava a sexo. A sexo de homem.
Um argentino loiro e de olhos azuis abaixava as calças. *Que cu gostoso pra arrebentar!*, pensou Miguel. Um cubano parecidíssimo com o Ricky Martin, que tirava os sapatos ao lado dele, sorriu pra ele como se tivesse lido seus pensamentos.
*E essa boca tá pedindo um boquete do século!*, disse Miguel pra si mesmo enquanto devolvia o sorriso. Um pouco mais adiante, um índio boliviano coçava as bolas. *Que bolas enormes! Parecem de touro!* Miguel sentiu a piroca endurecer. Não era o único. A visão de tanta piroca e tanto cu tinha deixado a maioria com tesão. Um mulato porto-riquenho se punhetava descaradamente. *Porra! Essa piroca é de homem ou de cavalo?*, se perguntou Miguel, espantado.
*Andem logo, caralho!* Gritou de novo o Doberman. *Não parecem viados, parecem mocinhas!*
Miguel terminou de enfiar a roupa no saco e deu um nó. Olhou ao redor. *Que bando de macho gostoso!*, disse pra si mesmo. *Mercadoria de primeira pro negócio do sexo!*
Logo todos estavam completamente nus. Todos menos o Doberman e seus assistentes. O Doberman vestia completamente couro preto. Usava a jaqueta aberta, mostrando o peito musculoso coberto de pelos e as calças justas marcando um pacote descomunal. Os assistentes só usavam umas pequenas tangas triangulares que quase não conseguiam cobrir as bolas e as pirocas enormes.
*Ativos pra direita!* Esquerdos e passivos pra direita!" — gritou o Doberman. Os candidatos se espalharam desordenadamente pelo recinto. Miguel abriu caminho por entre os corpos nus, movendo-se pra esquerda.
O clima tava tenso pra caralho. Todo mundo sabia que a vaga era só pra cinquenta ativos e cinquenta passivos, e ficavam se olhando, tentando medir as chances. Alguns faziam exercícios pra destacar melhor os músculos do corpo.
O Doberman ia de candidato em candidato. Cheira como um bicho, pensou Miguel quando ele se aproximou. Sentiu as mãos puxarem seus ombros pra trás. Um dos assistentes desenhou o número 34 no peito dele com um marcador de tinta indelével. Outro assistente levou o saco de juta com suas coisas. — O próximo! — gritou o Doberman.
Dois corpos enormes se plantaram na frente dele. Eram dois irmãos gêmeos, idênticos como duas gotas d'água. Tinham umas musculaturas do caralho. Os peitorais, bíceps, tríceps, abdominais, glúteos, coxas e panturrilhas se destacavam de forma foda a cada movimento que faziam. Tinham as costas largas pra cacete e os quadris estreitos. As pernas pareciam colunas capazes de sustentar prédios inteiros. Miguel calculou que deviam ter uns um metro e noventa.
Os pelos que cobriam as pernas e o peito deles eram tão pretos e abundantes que o Doberman teve que desenhar os números nas costas. Tinham a pele morena e os olhos verdes. A expressão dos rostos era bruta, até agressiva. Falavam com um sotaque caribenho forte entre si e, enquanto conversavam, se tocavam e acariciavam um ao outro com a maior naturalidade.
Tinham uns paus espetaculares, enormes, idênticos. Mesmo moles, pareciam imensos, longos, grossos, com umas cabeças brilhantes e poderosas. Os sacos também pendiam de um jeito descomunal, formando um conjunto que era uma verdadeira ostentação de poder e de... Beleza. E ainda por cima em dose dupla.
Miguel estava hipnotizado com a imagem. Não conseguia tirar os olhos delas. Os gêmeos perceberam o jeito que estavam sendo observados e começaram a olhar para Miguel também. Um deles sussurrou algo no ouvido do outro. Miguel notou que estavam olhando pra bunda dele. Se sentiu desconfortável e instintivamente procurou algo pra se cobrir. Não achou. Decidiu se afastar deles. Caminhou até o fundo do salão. Os gêmeos continuavam olhando pra bunda dele.
— Número 34! — gritou um assistente da porta. O sangue de Miguel gelou. Era a vez dele. Ajeitou o cabelo e umedeceu os lábios com a língua. — Número 34! — chamaram de novo. — Já vou! — respondeu.
Saiu correndo. O assistente o guiou por um corredor comprido que dava num hall enorme. Numa das paredes, emoldurada por uma estrutura imponente, tinha uma grande porta de aço. Miguel sentiu arrepios. Sabia que do outro lado daquela porta estava o júri que ia avaliar ele.
— Espera aqui — disse o assistente enquanto sumia por uma porta lateral.
Miguel deu uma olhada nervosa ao redor. Em duas das paredes tinha inscrições em relevo no concreto. Uma dizia: "Juventude + Beleza + Profissionalismo + Técnica = SUCESSO". E a outra: "A prostituição é um trabalho, não um crime".
— Vamos. Tão te esperando — ouviu o assistente dizer.
O estômago de Miguel deu um nó. Respirou fundo e viu as duas folhas da porta imponente se abrirem.
O espaço que apareceu na frente dele estava completamente escuro. Enquanto avançava, guiado pelo assistente, Miguel sentiu os pés afundando num carpete macio. Alguém estalou os dedos e um refletor acendeu. O corpo de Miguel se iluminou com a luz potente. O assistente se retirou, deixando ele completamente sozinho. Miguel fez um esforço pra tentar enxergar alguma coisa, mas não conseguiu — o refletor cegava ele por completo.
— Abre mais. as pernas e cruza os braços atrás das costas — ouço uma voz grave dizer, e Miguel fez o que mandaram.
Levanta um pouco mais o queixo. Queremos ver bem a sua cara.
Era a mesma voz. Uma voz que parecia acostumada a dar ordens e ser obedecida na hora.
Miguel levantou o queixo como mandaram. Ficaram uns minutos em silêncio total. Miguel sentiu que vários pares de olhos avaliavam com cuidado cada um dos seus atributos.
Medidas! — ordenou a mesma voz.
Na hora, dois assistentes correram até Miguel. Levavam uma fita de medir.
Altura: "Um metro e oitenta centímetros" — disse um dos assistentes. Ombros: "Sessenta centímetros" — disse o primeiro. Braços: "Trinta e sete centímetros". Coxas: "Cinquenta e seis".
Miguel ouviu alguém digitando os dados dele num computador. Ficou surpreso que não deixaram um único lugar do corpo sem medir: o peito, o pescoço, o quadril, as palmas das mãos, o comprimento dos dedos, os tornozelos, o peito do pé, as orelhas... De repente, sentiu um dos assistentes colocar a mão entre as pernas dele e pegar nos ovos.
Tamanho dos testículos: "B-1" — disse o assistente.
Depois, esfregou eles por uns segundos e completou:
Textura: "A-3".
Logo em seguida, o outro assistente pegou na pica dele e começou a masturbar. Miguel ficou duro quase na hora.
Capacidade de reação do pau ao estímulo tátil: "A-3" — disse o assistente.
Depois, apertou a pica dele com a mão.
Grau de dureza: "A-4".
O primeiro assistente colocou um dedo na cabeça do pau e empurrou para baixo. A pica de Miguel subiu de novo.
Ângulo de ereção: "A-3" — disse o outro assistente. Miguel viu eles colocarem uma ponta da fita na base do pau e medirem com cuidado o comprimento até a cabeça da glande.
Comprimento do pau: "Dezesseis centímetros e meio". Pronto, Miguel sentiu um silêncio absoluto cair na sala. Os dois assistentes ficaram paralisados, se olhando sem saber o que fazer. Dava pra cortar a tensão com uma faca.
"Não qualifica!" — disse de forma autoritária a voz grave com sotaque alemão. "Co... como? Por quê?" — gaguejou Miguel.
"É necessário um mínimo de dezoito centímetros de comprimento de pênis para ser aceito no Programa de Ativos" — disse outra das vozes do júri.
Miguel estava completamente atordoado. Tinha que ter um erro! Não podia ser que fosse rejeitado só pelo tamanho da sua rola.
"Que entre o próximo" — disse uma terceira voz.
Os dois assistentes o empurraram em direção à porta. Miguel viu tudo escurecer de novo ao seu redor.
"Um momento!" — disse a voz com sotaque alemão.
Imediatamente os assistentes pararam.
"Coloquem ele de novo sob o refletor."
Os assistentes voltaram e colocaram Miguel novamente no centro da sala. O corpo dele se iluminou de novo. Miguel viu os membros do júri cochichando entre si. Parecia que estavam discutindo. Passaram-se vários segundos que para Miguel pareceram uma eternidade.
"Vire-se" — disse a voz com sotaque alemão. "Virar?" — hesitou Miguel. "Sim. Mostra a bunda pra gente."
Lentamente, Miguel se virou, mostrando a bunda. Um murmúrio de admiração surgiu. Miguel ouviu o som de um corpo se levantando, arrastando uma cadeira. "Eu mesmo vou medir" — disse a mesma voz. "É o Sven! Ele vem pra cá!" — disse um dos assistentes ao outro. Os dois recuaram assustados.
Miguel pôde sentir aquela presença imponente se aproximando. Pôde sentir o respeito que ela inspirava nos outros. Pôde sentir a segurança com que ela andava. Pôde sentir o cheiro dela. O cheiro que emanava daquela pele. Sven entrou no campo de visão de Miguel, e o refletor o iluminou também. Por um segundo, eles se encararam. Um ao outro. Miguel ficou sem palavras. O que tinha diante de si era um homem extremamente bonito e elegante. Um homem de tanta distinção como só tinha visto no cinema ou na televisão.
Um daqueles homens que apareciam pilotando seus próprios iates, aviões ou carros esportivos. Um daqueles homens que se bronzeavam nas mais lindas praias do Caribe, jantavam nos restaurantes mais exclusivos e jogavam golfe nos lugares mais exóticos do planeta. Devia ter uns trinta e cinco anos e uma altura de um metro e oitenta e seis. Era esbelto e se movia devagar, com os lentos e elegantes movimentos de um felino. Vestia um terno finíssimo, um design exclusivo feito especialmente para se ajustar perfeitamente ao seu corpo bem proporcionado. Miguel observou a gravata de seda, o relógio de platina, os sapatos, o cinto, a camisa e calculou que precisaria de três anos de salário no armazém onde tinha trabalhado até pouco tempo para comprar o que aquele homem vestia. Era loiro; e sob aquelas sobrancelhas douradas, uns penetrantes olhos azuis, frios como aço, o encaravam fixamente. Miguel não resistiu à força daquele olhar e baixou os olhos. Ao fazer isso, percebeu que a mão direita de Sven estava coberta por uma luva de couro preto. Sven caminhou lentamente ao redor de Miguel, como uma fera cercando sua presa.
De repente, Miguel sentiu as enormes mãos de Sven pousarem sobre suas nádegas. As pernas bambearam e um arrepio subiu pela sua espinha. Sven deslizou as mãos suavemente seguindo as curvas proeminentes da sua bunda e Miguel pôde sentir, ao mesmo tempo, a maciez da palma da mão esquerda e a aspereza da luva preta que cobria a mão direita.
— Você não se qualifica para o programa de ativos — sussurrou Sven no seu ouvido. — Mas, dadas as características excepcionais dessa bunda, o júri da "Academia" estaria disposto a te considerar para o programa de passivos. — Aceita?
Miguel não soube o que dizer. Nunca tinha se imaginado como um puta passivo. Mais ainda, ninguém nunca tinha comido ele. E se ele não gostasse? Mas também não tinha muitas opções. Já não tinha mais dinheiro, tinha gastado todas as economias pra viajar até a Academia. Só restavam duas alternativas: aceitar se candidatar ao programa de passivos ou sair pra mendigar pelas ruas da cidade.
— Aceito — disse ele.
— Bem — disse Sven, sorrindo.
Miguel sentiu a mão esquerda de Sven parar de acariciar a bunda dele e pousar nos lábios.
— Abre a boca — ordenou.
Miguel obedeceu e sentiu Sven enfiar dois dedos, examinando os dentes e as bochechas. Ao ser examinado como se fosse um animal, ficou com muito tesão. A rola endureceu de novo. Sven percebeu e sorriu. Miguel lambeu os dedos dele.
— Estado da cavidade bucal: "A-1" — disse Sven.
Alguém digitou de novo no computador.
Sven tirou os dedos da boca de Miguel e os esfregou no queixo e nas bochechas dele pra limpar a saliva. A rola de Miguel ficou ainda mais dura. Sven colocou a mão de volta na bunda dele e deslizou até a racha. Procurou com um dos dedos até achar o buraquinho. Apertou um pouco, tentando penetrar.
— Grau de estreitamento do orifício anal: "A-1" — disse de novo.
Empurrou o dedo um pouco mais pra dentro. Miguel deu um pulo. A rola pulou igual mola. Sven sorriu de novo.
— Capacidade de reação do pênis ao estímulo anal: "A-1".
Sven enfiou o dedo um pouco mais. Miguel sentiu todas as veias e artérias do corpo bombando sangue pra rola. Sven envolveu ela com a mão enluvada e apertou de leve.
— Grau de dureza do pênis diante do estímulo anal: "A-1" — repetiu Sven.
Os assistentes soltaram um assobio de admiração.
— Silêncio! — rugiu Sven.
Fez-se um silêncio absoluto. Sven colocou o dedo indicador da mão... Enfiada sobre a glande. Miguel sentiu a textura do couro e a pressão do dedo de Sven empurrando o pau dele pra baixo e, ao mesmo tempo, o dedo que ele tinha enfiado no cu girando cento e oitenta graus. De repente, Sven tirou os dois dedos ao mesmo tempo e o pau de Miguel saltou, batendo com força contra a própria barriga.
Ângulo de ereção do pênis diante do estímulo anal: "A-1". Disse Sven.
O pau de Miguel estava vazando líquido pré-seminal. Sven estalou os dedos e imediatamente um assistente se aproximou com uma toalhinha. Limpou cuidadosamente a glande dele.
Você passou bem no Teste de Presença - disse Sven. Vamos ver agora como você se sai na Entrevista Pessoal.
Miguel respirou fundo e tentou relaxar. Sven voltou a andar ao redor dele, examinando-o com o olhar.
Agora quero que você se imagine sendo um puto trabalhando num puteiro de uma cidade grande - ele disse. Quero que seu jeito de andar e seus movimentos digam pra todos esses clientes em potencial que estão examinando a mercadoria que você é um puto passivo e que tá morrendo de vontade de ter um pau enfiado no seu cu.
Miguel ficou paralisado. Nunca tinha feito aquilo antes.
Anda! Quero ver como você se vende!
Devagar, Miguel começou a andar. O refletor o seguia.
Assim você não convence ninguém - disse Sven. Você tem que ser o primeiro a sentir que precisa de um macho te comendo. Só quando você sentir isso é que vai conseguir que seus clientes também sintam. Ele se aproximou de novo e enfiou a mão na fenda do cu dele. Você tem que colocar toda sua concentração aqui, ele disse. Vamos, me mostra que você é uma putinha!
De repente, Miguel notou que o olhar de Sven estava carregado de desejo. Isso o excitou, se sentir desejado por um homem tão bonito e poderoso. Mas ao mesmo tempo percebeu que, ao ser desejado daquele jeito, ele também ganhava um certo poder sobre Sven.
Gostou da sensação e quis mais. Provocá-lo ainda mais. Quis que Sven não conseguisse resistir à tentação de montá-lo naquela mesma hora e lugar. Começou a andar devagar, deixando as nádegas balançarem rítmica e provocativamente. Acariciou a barriga com uma mão e a bunda com a outra. Olhou Sven direto nos olhos e passou a língua nos lábios. Aproximou-se um pouco mais, e dessa vez foi Miguel quem andou ao redor de Sven. Podia sentir a respiração ofegante dele e o enorme controle que estava exercendo sobre o corpo para não pular em cima dele como um macho no cio. Miguel sorriu.
Estava adorando o poder que começava a sentir. Levou um dedo à boca, enfiou-o, molhou com a língua e depois acariciou os próprios mamilos com ele. Sven esfregou nervosamente a palma da mão esquerda sobre o punho enluvado da mão direita. Miguel fechou os olhos e tentou imaginar como seria sentir a pica de Sven arrombando o cu dele. Inclinou-se e procurou o próprio buraco com o dedo ainda molhado de saliva. Aos poucos, começou a enfiar. Gostou do que sentiu. Enfiou outro dedo. Doeu, mas não ligou, porque o prazer de saber que Sven o olhava queimando de desejo era maior. Miguel também estava queimando de desejo. Nunca antes tinha se sentido assim. Precisava desesperadamente sentir a pica de Sven arrombando o cu dele. Enfiou um terceiro dedo e soltou um grito de dor. Imaginou que seus dedos eram a pica de Sven.
Começou a movê-los ritmicamente e se sentiu uma verdadeira puta. Começou a gemer. Acelerou os movimentos, e seus gritos de dor se misturaram com seus gemidos de prazer. Estava desesperado para saber como seria ser fodido por uma pica de verdade. Tentou enfiar um quarto dedo.
— Chega! — urrou Sven.
Estava coberto de suor e respirava ofegante. Tirou um lenço do bolso e passou no rosto. Miguel tirou lentamente a mão do cu e endireitou o corpo. Ouviu o som dos outros membros do júri. acomodando-se em seus assentos. Sven respirou fundo.
Já chega - disse ele, agora mais calmo.
Miguel sentiu que alguns dos presentes levavam as mãos aos pacotes, tentando ajustar suas ereções. Sven olhou diretamente nos olhos dele. Tinha recuperado o controle e seu olhar, frio e calculista, era o reflexo do poder que voltava a emanar de todo o seu corpo. Miguel tentou sustentar o olhar, mas não conseguiu. Baixou os olhos com submissão, mas imediatamente sentiu a mão enluvada de Sven pegar seu queixo e levantar sua cabeça, forçando-o a olhar novamente nos olhos dele.
O número 34 foi aceito! - disse Sven em voz alta. A partir deste momento, é mais um aluno da Academia de Prostituição Gay!
Miguel ouviu murmúrios de aprovação ao seu redor.
Preparem-no para a Festa do Batismo! - ordenou Sven.
Miguel sentiu vários braços o levantarem e o tirarem da sala. Enquanto o guiavam para os camarins, ele se perguntou como seria a Festa do Batismo. Ia ter sexo? Claro, seu burrão, respondeu para si mesmo. É claro que tem que ter sexo, você acabou de ser aceito numa Academia de putos onde absolutamente tudo tem a ver com sexo. Entrou nos camarins. Lá, os sortudos que já tinham sido aceitos começavam a se reunir. Alguns tomavam banho. Outros se barbeavam. Outros simplesmente conversavam relaxados.
De repente, Miguel empalideceu. Acabara de notar o tamanho descomunal que muitos dos paus dos garotos ao seu redor tinham. E se algum deles tentasse comê-lo na Festa do Batismo? Miguel lembrou da dor que sentiu só por ter três dedos enfiados no cu. Essas pirocas poderiam me partir ao meio, pensou.
Uma hora depois, Miguel e todos os outros garotos estavam reunidos no "Salão das Orgias". De repente, um murmúrio geral se elevou. Miguel virou para ver o que estava acontecendo. Era Sven entrando, seguido pelo Doberman e um sequido de vários homens também jovens e bem apessoados. Eram os professores da Academia. Abriram caminho respeitosamente. O grupo atravessou o salão e subiu num palco que dominava todo o recinto.
Sven virou-se para a manada de homens nus, que os observavam de baixo. Fez um gesto com o braço e um silêncio geral se instalou. Cem pares de olhos se cravaram nele. Sven estalou os dedos da mão esquerda e a intensidade das luzes diminuiu até virar uma semi penumbra.
— Que comece a Festa do Batismo! — gritou o Doberman.
Num primeiro momento, fez-se um silêncio carregado de tensão. Só se ouvia a respiração ofegante de cem homens imóveis. Depois, uma música bem suave começou a tocar nos alto-falantes. O ambiente relaxou e alguns dos caras se mexeram nos seus lugares. Lentamente, os corpos começaram a se procurar. Esticavam as mãos, se apalpavam, sussurravam palavras no ouvido. Tímidos no começo; com mais ousadia a cada segundo. De repente, Miguel viu um garoto da Costa Rica se ajoelhar e enfiar a cara numa pica chilena. Uns gemidos fracos começaram a chegar de vários lugares do recinto.
Uns metros adiante, um garoto peruano se esticou no chão de corpo inteiro, levantou a bunda e começou a mexer provocativamente, convidando pra ser comido. O dominicano que estava do lado cobriu ele na hora. Os dois corpos se encaixaram e começaram a se mover ritmicamente.
A maioria dos caras do Programa de Ativos começou a se deslocar pelo salão à procura dos passivos que mais lhes agradavam. As mãos de Miguel começaram a suar.
— Por que tão nervoso? — sussurrou no ouvido dele uma voz com sotaque uruguaio.
Miguel virou e se deparou com um cara branco, muito gostoso, de corpo fibroso e esbelto.
— É que nunca fui comido antes — confessou Miguel, mordendo o lábio.
O uruguaio Ele pegou ele suavemente pela cintura e o puxou pra perto, beijando ele docemente nos lábios.
Não se preocupa – falou pra ele. Tudo vai dar certo.
Miguel olhou pra pica dele. Felizmente não media mais de vinte centímetros. O uruguaio beijou ele de novo, mas dessa vez metendo a língua na boca dele e explorando cada cantinho. Miguel gostou do sabor. As mãos do uruguaio desceram um pouco e acariciaram as nádegas dele.
Você tem a melhor bunda que já vi na vida – sussurrou no ouvido dele.
Miguel deixou as mãos dele se deliciarem acariciando suas nádegas. A pica do uruguaio ficou dura que nem ferro em brasa. A respiração dele acelerou. Tá pronto pra me foder, pensou Miguel. Melhor a gente fazer logo de uma vez. Devagar, ele foi deslizando até o chão. Se colocou de quatro, igual tinha visto a maioria dos passivos por ali fazer.
Assim não – falou o uruguaio. Assim fodem os bichos. Eu quero foder que nem ser humano, cara a cara.
Ajudou ele a virar e se deitar de costas. Miguel sorriu pra ele. Duas covinhas se formaram nas bochechas dele.
Como você é lindo – falou o uruguaio. Parece um anjo.
Eles se beijaram de novo. Do lado, um mestiço mexicano tava fodendo um branquinho venezuelano. Tinham colocado um pote com creme lubrificante perto deles. O uruguaio esticou o braço e pegou um pouco. Passou na pica dele. Depois, com cuidado, levantou as pernas de Miguel e colocou nos ombros dele. Miguel sentiu a cabeça da pica do uruguaio procurando o buraco da bunda dele.
Relaxa – falou, beijando ele de novo. Pensa que vou fazer com muito carinho.
Miguel fechou os olhos e tentou relaxar. O uruguaio empurrou um pouco a pica e a cabeça enterrou uns dois centímetros no cu de Miguel.
Me avisa se doer – falou pra ele.
Miguel concordou com a cabeça. Tinha sentido uma dorzinha, mas era suportável. Com todo cuidado, o uruguaio meteu a pica um centímetro, mas...
Vamos deixar ele assim por um tempinho pra você ir se acostumando aos poucos — disse ele.
Miguel sorriu agradecido. Fechou os olhos e o uruguaio se inclinou pra beijá-lo. De repente, Miguel sentiu o uruguaio voar pelos ares. Abriu os olhos e viu ele cair em cima do mexicano e do venezuelano que estavam trepando ao lado, virando os corpos deles numa massa amorfa de braços, pernas e torsos.
Ouviu gritos de dor e o estalo de alguns ossos. Um pé enorme chutou a vasilha de creme lubrificante, que saiu voando e caiu sobre os três corpos moídos. Duas sombras imensas cobriram o corpo de Miguel. Eram os gêmeos caribenhos. O uruguaio se levantou pronto pra revidar, mas quando viu o tamanho dos gêmeos e a atitude ameaçadora com que olhavam pra ele, recuou assustado.
Miguel sentiu as mãos enormes de um dos gêmeos levantarem ele no ar e virarem ele de lado. O outro abriu suas pernas e ergueu seus quadris. De repente, ele estava de quatro de novo, apoiado nas mãos e nos joelhos, com a bunda pro alto. Um dos gêmeos enfiou o nariz no cu dele e aspirou fundo. O outro gêmeo também enfiou a cara. Umas mãos enormes separaram suas nádegas e uma língua molhada e quente lambeu a racha do cu dele de baixo pra cima. O outro gêmeo se inclinou e também meteu a língua. As bochechas dos dois gêmeos pressionaram com força entre as nádegas de Miguel, arranhando elas com a aspereza das barbas que começavam a crescer de novo.
Por um momento, Miguel sentiu as duas línguas tentando abrir caminho ao mesmo tempo até o buraco do cu dele. O roçar das bochechas ásperas dos gêmeos ficou ainda mais bruto. Miguel sentiu um violento empurrão. Um dos gêmeos tinha colocado a palma da mão na cara do irmão e empurrava com força pra poder aproveitar sozinho o cu de Miguel. O outro gêmeo deu um Empurrão e gritou algo que parecia um insulto. O primeiro gêmeo deu um tapa nele. O irmão respondeu com um chute que o fez tropeçar.
Em menos de um segundo, os dois gêmeos já estavam se engalfinhando. Miguel ficou preso entre as pernas deles. Estava apavorado. Cobriu o rosto tentando se proteger. Um dos gêmeos acertou um soco no meio da cara do irmão. O outro reagiu dando uma joelhada nos bagos que o dobrou no meio.
Os caras ao redor se afastaram, formando um círculo em volta deles. Os outros casais pararam de foder e se aproximaram pra ver o que tava rolando. Num instante, todo mundo ali já tinha se agrupado ao redor. Vários assistentes chegaram com a intenção de separar os dois.
— Não separem eles! — gritou uma voz autoritária.
Os assistentes ficaram paralisados. Era o Sven.
— É normal dois machos brigarem por uma mulher — completou, olhando diretamente pra Miguel.
Miguel entendeu que o que Sven disse era verdade. Os dois irmãos estavam brigando como animais pra decidir qual dos dois ia comer ele primeiro. Sentiu a pica ficar duríssima. De repente, um dos gêmeos pulou como um tigre em cima do outro e deu uma cabeçada no peito dele. Os dois rolaram no chão. Um deles tava com um olho roxo e o outro sangrava pelo nariz. O do olho roxo conseguiu montar no irmão e deu um soco selvagem na cara dele. Rachou o lábio.
Miguel sentiu várias gotas de sangue respingarem no torso e no rosto. O gêmeo que levou o golpe caiu no chão desmaiado. Ao ver que tinha vencido a briga, o irmão levantou os braços poderosos em sinal de vitória e soltou um urro selvagem. Miguel estremeceu. Não parecia um ser humano, mas sim uma fera.
O gêmeo virou pra olhar Miguel. Fixou o olhar nele e, com a respiração ainda ofegante da briga, começou a avançar. Enquanto andava, a pica dele foi ficando dura. endurecendo, quanto mais ele se aproximava, mais crescia. O grupo todo acompanhava atentamente cada um dos seus movimentos. O silêncio era absoluto.
O gêmeo continuou avançando até ficar a poucos centímetros de Miguel. Miguel pôde ver com toda clareza como umas veias inchadas percorriam sua pica, fazendo ela pulsar como se fosse um animal vivo. Era uma das picas maiores que ele já tinha visto na vida e sabia que quando ela entrasse, ia partir ele ao meio de dor. Mas isso já não importava mais. O gêmeo tinha ganhado o privilégio de ser o primeiro a arrombar o cu dele, e isso o tinha deixado muito tarado. Miguel queria se entregar a ele. Queria fazer ele saber que aceitava ser seu prêmio pela ferocidade com que tinha lutado. Queria dar prazer pra ele! Se levantou devagar e, sem parar de andar de quatro, se virou oferecendo o cu.
O gêmeo sorriu. Se aproximou ainda mais, separou as nádegas dele com as duas mãos e cuspiu direto no buraco. Miguel sentiu a saliva escorrendo pela fenda, molhando os testículos e caindo no chão. O gêmeo cuspiu de novo. Miguel sabia que ele tava fazendo aquilo pra lubrificar. Sentiu a pica ficar tão dura que por um momento pareceu que ia gozar. O gêmeo colocou a cabeça da pica direto no cu de Miguel. Segurou ele pelos quadris com as duas mãos. Miguel respirou fundo. O gêmeo tomou impulso e, com um movimento só, investiu selvagemente, enfiando de uma vez seus vinte e sete centímetros de pica. O grito de prazer dele se misturou com o berro de dor de Miguel.
Por uns instantes, a dor foi tão forte que Miguel perdeu completamente a percepção de qualquer outra coisa que não fosse aquela pica perfurando ele como uma furadeira. A visão ficou turva, os ouvidos taparam, o olfato entupiu, e a única coisa que ele conseguiu sentir foi aquela dor atravessando ele como uma locomotora passando por cima.
Foi por isso que ele não percebeu que seu uivo tinha acordado o gêmeo que tava desmaiado. Ele olhava a cena do chão, na posição fetal, com o pau todo encolhido entre as pernas, aceitando a derrota. Quando percebeu que o irmão tinha voltado a si, o gêmeo que tava comendo o Miguel parou as metidas.
Chega aqui - ele falou.
O irmão dele ignorou e continuou deitado no chão. O gêmeo que tava comendo o Miguel falou de novo, suavizando o tom de voz.
Vem comer ele comigo.
O irmão dele continuou ignorando. O gêmeo vencedor insistiu. A voz dele ficou mais carinhosa.
Por favor - ele falou.
Fez um gesto pra ele se aproximar. Devagar, o gêmeo derrotado se levantou. O irmão dele sorriu pra encorajar. O gêmeo perdedor caminhou até eles. Miguel sentiu o gêmeo que tava comendo ele pegar ele violentamente pelo cabelo, levantar a cabeça dele e colocar na altura do pau do irmão.
Chupa ele! - ordenou.
Miguel abriu a boca. O outro gêmeo deu um passo e enfiou. Como ainda tava mole, ele conseguiu engolir quase inteiro, mas em poucos segundos cresceu e Miguel sentiu que tava se afogando. Teve que tirar mais da metade pra respirar. O gêmeo vencedor começou a meter no cu dele de novo. Miguel sentiu os dois paus enormes dos irmãos comendo ele ao mesmo tempo. A dor atravessava ele, mas a sensação de estar sendo usado daquele jeito deixou ele com um tesão do caralho. Começou a rebolar a bunda e a boca, tentando dar o máximo de prazer possível.
Quem você acha que vai gozar primeiro? - perguntou o Sven.
De repente, Miguel percebeu que ninguém tinha saído do lugar desde que a briga entre os gêmeos começou.
Eu acho que a putinha - respondeu o Doberman.
Todos os novos alunos, os assistentes e os professores tinham ficado ali, observando eles sem perder nenhum detalhe durante todos aqueles minutos.
Eu acho que o gêmeo que tá Tá dando pela boca" — disse um dos professores.
A maioria dos garotos exibia umas ereções descomunais e alguns se masturbavam descaradamente.
"Não" — disse Sven. "Acho que ele tá dando pelo cu."
Os presentes também estavam com as roças duras, formando uns pacotes enormes que seus minúsculos taparrabos tentavam inutilmente segurar.
"Vamos apostar?" — perguntou Sven.
"Vamos apostar!" — responderam os outros dois.
Os dois gêmeos aceleraram as investidas. Miguel começou a se mover freneticamente. Sabia que ia gozar a qualquer momento. Os dois gêmeos enterravam as picas sem misericórdia. O gêmeo que tava fodendo ele pela boca agarrou suas orelhas e atacou com mais força. Miguel tentava respirar desesperadamente entre uma investida e outra. O outro gêmeo segurou ele pela cintura e enterrou a roça até a base dos colhões. A dor fez os olhos de Miguel se encherem de lágrimas.
"Vai, putinha" — disse o Doberman. "Goza de uma vez!"
Os três corpos se moviam freneticamente, completamente cobertos de suor.
"Vai, gêmeo! Enche a boca dele de porra!" — gritou o professor.
Miguel sentiu que seus colhões se preparavam para gozar quando ouviu um grito animal e sentiu o cu sendo preenchido com jato após jato de sêmen. O outro gêmeo também soltou um berro que sacudiu a sala e encheu a boca dele com um líquido grosso e salgado que não parava de sair.
Miguel engolia o mais rápido que podia, mas a pica enorme disparava mais e mais rápido. Ele tirou a boca e os jatos de porra do gêmeo se estamparam no rosto dele, cobrindo-o quase por completo. Miguel sentiu um arrepio subindo pelas pernas e, de repente, ele também gozou, disparando vários jatos de porra branca e grossa.
"Ganhei!" — ele ouviu Sven dizer.
"Puta de merda!" — disse o Doberman.
Os dois gêmeos desabaram sobre ele. costas de Miguel. Depois, aos poucos, eles se levantaram, deixando ele estirado no chão. Se abraçaram e caminharam até um dos cantos da sala. Sentaram juntos, encostados na parede. Conversavam com carinho, se acariciavam, lambiam as feridas um do outro. Se beijaram na boca, com ternura no começo, com verdadeira paixão depois. Tinham esquecido de Miguel, do uruguaio, do Sven e de todos os outros.
Miguel estava quase inconsciente, com uma dor que atravessava o corpo de lado a lado. Ele jazia sobre uma poça do próprio esperma. O grupo que se formara ao redor dele estava se desfazendo. Tentou se levantar, mas sentiu uns braços muito fortes empurrando ele de volta contra o chão. Um negro panamenho com um corpo muito musculoso o cobriu.
É minha vez — disse ele, enquanto procurava o buraco do cu de Miguel com uma rola dura e quente.
Miguel tentou resistir, mas não conseguiu. O negro era mais forte, e ele já não tinha mais forças. Virou e notou que uma longa fila de bundões se formara atrás dele. Estavam esperando pra foder ele.
Foderam ele por horas. Miguel nunca soube quantos foram, porque a dor fez ele desmaiar várias vezes. Mas pela quantidade de esperma que ficou saindo do buraco do cu, cobrindo as nádegas, os testículos, as coxas, as costas e formando uma poça enorme debaixo do corpo, ele sabia que tinham sido muitos.
Alguns foderam ele com ternura, outros como bestas. Alguns com jeito, outros com muita maestria. Alguns sussurravam frases longas, outros só soltavam gemidos. A variedade de rolas que penetraram ele naquela noite foi enorme; rolas de todos os tamanhos, formas e cores. Rolas que a única coisa que tinham em comum era ter experimentado o enorme prazer que o cu de Miguel proporcionou.
Enquanto os caras se divertiam, Sven e o resto dos professores passeavam pela sala observando os jogos sexuais deles. Em nenhum momento tentaram tocar nele ou intimidar com eles. Simplesmente se limitaram a comentar, casual e despreocupadamente, as habilidades sexuais ou características físicas dos seus novos alunos.
O que os novos alunos da "Academia de Prostituição Gay" ainda não sabiam, é que para Sven e para o resto dos professores, a verdadeira diversão só começaria no dia seguinte.
CHAMADA PARA O PRÓXIMO EXAME DE ADMISSÃO
A "Academia de Prostituição Gay" anuncia que estão abertas as inscrições para o próximo exame de admissão.
Requisitos para se candidatar:
Ter entre 18 e 25 anos. Gostar muito de sexo. Ter um bom físico. Ser muito ambicioso.
Programas oferecidos: Programa de Ativos: Com ênfase em cursos e workshops onde são ensinadas as melhores técnicas para foder, dar prazer com a rola e dominar sexualmente. Programa de Passivos: Com ênfase em cursos e workshops onde serão ensinadas as melhores técnicas para ser comido, dar prazer com a boca e o cu e ser submetido sexualmente.
Os alunos de ambos os programas receberão cursos sobre tipos de clientes; relações entre sexo, dinheiro e poder; técnicas de controle de orgasmos e como promover e vender seus corpos no mercado da prostituição e pornografia.
Projeção para o Futuro. Todos os formandos sairão com um emprego garantido em Bordéis ou Agências de países do primeiro mundo, pois como parte da "XXX" Adult Network Inc., uma poderosa corporação internacional dedicada ao negócio do entretenimento adulto, a Academia de Prostituição Gay está em uma posição privilegiada para oferecer a seus alunos todos os vistos e autorizações necessários para trabalhar nos mercados mais competitivos.
Duração dos estudos: Três meses em tempo integral (internato).
Os interessados podem escrever para a Academia solicitando um folheto com informações detalhadas.
Primeiro Capítulo - Mexam-se, seus putos! - gritou o Doberman. Quero todos pelados em menos de um minuto!
Quinhentos homens se despiam, enfiando atabalhoadamente suas roupas e pertences no saco de juta que tinham recebido. Miguel nunca tinha visto tanta Homens nus juntos. Tinham chegado, como ele, de todos os cantos da América Latina para se submeter ao exame de admissão da 'Academia de Prostituição Gay'. Alguns tinham viajado até quinze dias de países e cidades distantes para conseguir chegar a tempo. Muito poucos tinham tido a chance de tomar um banho ou se barbear antes de se apresentarem cedo naquela manhã. Miguel não conseguiu evitar inspirar profundamente e se sentir intoxicado. Cheirava a homem, a animal, a uma mistura de suor, com sêmen, com esmegma, com urina. Cheirava a sexo. A sexo de homem.
Um argentino loiro e de olhos azuis abaixava as calças. *Que cu gostoso pra arrebentar!*, pensou Miguel. Um cubano parecidíssimo com o Ricky Martin, que tirava os sapatos ao lado dele, sorriu pra ele como se tivesse lido seus pensamentos.
*E essa boca tá pedindo um boquete do século!*, disse Miguel pra si mesmo enquanto devolvia o sorriso. Um pouco mais adiante, um índio boliviano coçava as bolas. *Que bolas enormes! Parecem de touro!* Miguel sentiu a piroca endurecer. Não era o único. A visão de tanta piroca e tanto cu tinha deixado a maioria com tesão. Um mulato porto-riquenho se punhetava descaradamente. *Porra! Essa piroca é de homem ou de cavalo?*, se perguntou Miguel, espantado.
*Andem logo, caralho!* Gritou de novo o Doberman. *Não parecem viados, parecem mocinhas!*
Miguel terminou de enfiar a roupa no saco e deu um nó. Olhou ao redor. *Que bando de macho gostoso!*, disse pra si mesmo. *Mercadoria de primeira pro negócio do sexo!*
Logo todos estavam completamente nus. Todos menos o Doberman e seus assistentes. O Doberman vestia completamente couro preto. Usava a jaqueta aberta, mostrando o peito musculoso coberto de pelos e as calças justas marcando um pacote descomunal. Os assistentes só usavam umas pequenas tangas triangulares que quase não conseguiam cobrir as bolas e as pirocas enormes.
*Ativos pra direita!* Esquerdos e passivos pra direita!" — gritou o Doberman. Os candidatos se espalharam desordenadamente pelo recinto. Miguel abriu caminho por entre os corpos nus, movendo-se pra esquerda.
O clima tava tenso pra caralho. Todo mundo sabia que a vaga era só pra cinquenta ativos e cinquenta passivos, e ficavam se olhando, tentando medir as chances. Alguns faziam exercícios pra destacar melhor os músculos do corpo.
O Doberman ia de candidato em candidato. Cheira como um bicho, pensou Miguel quando ele se aproximou. Sentiu as mãos puxarem seus ombros pra trás. Um dos assistentes desenhou o número 34 no peito dele com um marcador de tinta indelével. Outro assistente levou o saco de juta com suas coisas. — O próximo! — gritou o Doberman.
Dois corpos enormes se plantaram na frente dele. Eram dois irmãos gêmeos, idênticos como duas gotas d'água. Tinham umas musculaturas do caralho. Os peitorais, bíceps, tríceps, abdominais, glúteos, coxas e panturrilhas se destacavam de forma foda a cada movimento que faziam. Tinham as costas largas pra cacete e os quadris estreitos. As pernas pareciam colunas capazes de sustentar prédios inteiros. Miguel calculou que deviam ter uns um metro e noventa.
Os pelos que cobriam as pernas e o peito deles eram tão pretos e abundantes que o Doberman teve que desenhar os números nas costas. Tinham a pele morena e os olhos verdes. A expressão dos rostos era bruta, até agressiva. Falavam com um sotaque caribenho forte entre si e, enquanto conversavam, se tocavam e acariciavam um ao outro com a maior naturalidade.
Tinham uns paus espetaculares, enormes, idênticos. Mesmo moles, pareciam imensos, longos, grossos, com umas cabeças brilhantes e poderosas. Os sacos também pendiam de um jeito descomunal, formando um conjunto que era uma verdadeira ostentação de poder e de... Beleza. E ainda por cima em dose dupla.
Miguel estava hipnotizado com a imagem. Não conseguia tirar os olhos delas. Os gêmeos perceberam o jeito que estavam sendo observados e começaram a olhar para Miguel também. Um deles sussurrou algo no ouvido do outro. Miguel notou que estavam olhando pra bunda dele. Se sentiu desconfortável e instintivamente procurou algo pra se cobrir. Não achou. Decidiu se afastar deles. Caminhou até o fundo do salão. Os gêmeos continuavam olhando pra bunda dele.
— Número 34! — gritou um assistente da porta. O sangue de Miguel gelou. Era a vez dele. Ajeitou o cabelo e umedeceu os lábios com a língua. — Número 34! — chamaram de novo. — Já vou! — respondeu.
Saiu correndo. O assistente o guiou por um corredor comprido que dava num hall enorme. Numa das paredes, emoldurada por uma estrutura imponente, tinha uma grande porta de aço. Miguel sentiu arrepios. Sabia que do outro lado daquela porta estava o júri que ia avaliar ele.
— Espera aqui — disse o assistente enquanto sumia por uma porta lateral.
Miguel deu uma olhada nervosa ao redor. Em duas das paredes tinha inscrições em relevo no concreto. Uma dizia: "Juventude + Beleza + Profissionalismo + Técnica = SUCESSO". E a outra: "A prostituição é um trabalho, não um crime".
— Vamos. Tão te esperando — ouviu o assistente dizer.
O estômago de Miguel deu um nó. Respirou fundo e viu as duas folhas da porta imponente se abrirem.
O espaço que apareceu na frente dele estava completamente escuro. Enquanto avançava, guiado pelo assistente, Miguel sentiu os pés afundando num carpete macio. Alguém estalou os dedos e um refletor acendeu. O corpo de Miguel se iluminou com a luz potente. O assistente se retirou, deixando ele completamente sozinho. Miguel fez um esforço pra tentar enxergar alguma coisa, mas não conseguiu — o refletor cegava ele por completo.
— Abre mais. as pernas e cruza os braços atrás das costas — ouço uma voz grave dizer, e Miguel fez o que mandaram.
Levanta um pouco mais o queixo. Queremos ver bem a sua cara.
Era a mesma voz. Uma voz que parecia acostumada a dar ordens e ser obedecida na hora.
Miguel levantou o queixo como mandaram. Ficaram uns minutos em silêncio total. Miguel sentiu que vários pares de olhos avaliavam com cuidado cada um dos seus atributos.
Medidas! — ordenou a mesma voz.
Na hora, dois assistentes correram até Miguel. Levavam uma fita de medir.
Altura: "Um metro e oitenta centímetros" — disse um dos assistentes. Ombros: "Sessenta centímetros" — disse o primeiro. Braços: "Trinta e sete centímetros". Coxas: "Cinquenta e seis".
Miguel ouviu alguém digitando os dados dele num computador. Ficou surpreso que não deixaram um único lugar do corpo sem medir: o peito, o pescoço, o quadril, as palmas das mãos, o comprimento dos dedos, os tornozelos, o peito do pé, as orelhas... De repente, sentiu um dos assistentes colocar a mão entre as pernas dele e pegar nos ovos.
Tamanho dos testículos: "B-1" — disse o assistente.
Depois, esfregou eles por uns segundos e completou:
Textura: "A-3".
Logo em seguida, o outro assistente pegou na pica dele e começou a masturbar. Miguel ficou duro quase na hora.
Capacidade de reação do pau ao estímulo tátil: "A-3" — disse o assistente.
Depois, apertou a pica dele com a mão.
Grau de dureza: "A-4".
O primeiro assistente colocou um dedo na cabeça do pau e empurrou para baixo. A pica de Miguel subiu de novo.
Ângulo de ereção: "A-3" — disse o outro assistente. Miguel viu eles colocarem uma ponta da fita na base do pau e medirem com cuidado o comprimento até a cabeça da glande.
Comprimento do pau: "Dezesseis centímetros e meio". Pronto, Miguel sentiu um silêncio absoluto cair na sala. Os dois assistentes ficaram paralisados, se olhando sem saber o que fazer. Dava pra cortar a tensão com uma faca.
"Não qualifica!" — disse de forma autoritária a voz grave com sotaque alemão. "Co... como? Por quê?" — gaguejou Miguel.
"É necessário um mínimo de dezoito centímetros de comprimento de pênis para ser aceito no Programa de Ativos" — disse outra das vozes do júri.
Miguel estava completamente atordoado. Tinha que ter um erro! Não podia ser que fosse rejeitado só pelo tamanho da sua rola.
"Que entre o próximo" — disse uma terceira voz.
Os dois assistentes o empurraram em direção à porta. Miguel viu tudo escurecer de novo ao seu redor.
"Um momento!" — disse a voz com sotaque alemão.
Imediatamente os assistentes pararam.
"Coloquem ele de novo sob o refletor."
Os assistentes voltaram e colocaram Miguel novamente no centro da sala. O corpo dele se iluminou de novo. Miguel viu os membros do júri cochichando entre si. Parecia que estavam discutindo. Passaram-se vários segundos que para Miguel pareceram uma eternidade.
"Vire-se" — disse a voz com sotaque alemão. "Virar?" — hesitou Miguel. "Sim. Mostra a bunda pra gente."
Lentamente, Miguel se virou, mostrando a bunda. Um murmúrio de admiração surgiu. Miguel ouviu o som de um corpo se levantando, arrastando uma cadeira. "Eu mesmo vou medir" — disse a mesma voz. "É o Sven! Ele vem pra cá!" — disse um dos assistentes ao outro. Os dois recuaram assustados.
Miguel pôde sentir aquela presença imponente se aproximando. Pôde sentir o respeito que ela inspirava nos outros. Pôde sentir a segurança com que ela andava. Pôde sentir o cheiro dela. O cheiro que emanava daquela pele. Sven entrou no campo de visão de Miguel, e o refletor o iluminou também. Por um segundo, eles se encararam. Um ao outro. Miguel ficou sem palavras. O que tinha diante de si era um homem extremamente bonito e elegante. Um homem de tanta distinção como só tinha visto no cinema ou na televisão.
Um daqueles homens que apareciam pilotando seus próprios iates, aviões ou carros esportivos. Um daqueles homens que se bronzeavam nas mais lindas praias do Caribe, jantavam nos restaurantes mais exclusivos e jogavam golfe nos lugares mais exóticos do planeta. Devia ter uns trinta e cinco anos e uma altura de um metro e oitenta e seis. Era esbelto e se movia devagar, com os lentos e elegantes movimentos de um felino. Vestia um terno finíssimo, um design exclusivo feito especialmente para se ajustar perfeitamente ao seu corpo bem proporcionado. Miguel observou a gravata de seda, o relógio de platina, os sapatos, o cinto, a camisa e calculou que precisaria de três anos de salário no armazém onde tinha trabalhado até pouco tempo para comprar o que aquele homem vestia. Era loiro; e sob aquelas sobrancelhas douradas, uns penetrantes olhos azuis, frios como aço, o encaravam fixamente. Miguel não resistiu à força daquele olhar e baixou os olhos. Ao fazer isso, percebeu que a mão direita de Sven estava coberta por uma luva de couro preto. Sven caminhou lentamente ao redor de Miguel, como uma fera cercando sua presa.
De repente, Miguel sentiu as enormes mãos de Sven pousarem sobre suas nádegas. As pernas bambearam e um arrepio subiu pela sua espinha. Sven deslizou as mãos suavemente seguindo as curvas proeminentes da sua bunda e Miguel pôde sentir, ao mesmo tempo, a maciez da palma da mão esquerda e a aspereza da luva preta que cobria a mão direita.
— Você não se qualifica para o programa de ativos — sussurrou Sven no seu ouvido. — Mas, dadas as características excepcionais dessa bunda, o júri da "Academia" estaria disposto a te considerar para o programa de passivos. — Aceita?
Miguel não soube o que dizer. Nunca tinha se imaginado como um puta passivo. Mais ainda, ninguém nunca tinha comido ele. E se ele não gostasse? Mas também não tinha muitas opções. Já não tinha mais dinheiro, tinha gastado todas as economias pra viajar até a Academia. Só restavam duas alternativas: aceitar se candidatar ao programa de passivos ou sair pra mendigar pelas ruas da cidade.
— Aceito — disse ele.
— Bem — disse Sven, sorrindo.
Miguel sentiu a mão esquerda de Sven parar de acariciar a bunda dele e pousar nos lábios.
— Abre a boca — ordenou.
Miguel obedeceu e sentiu Sven enfiar dois dedos, examinando os dentes e as bochechas. Ao ser examinado como se fosse um animal, ficou com muito tesão. A rola endureceu de novo. Sven percebeu e sorriu. Miguel lambeu os dedos dele.
— Estado da cavidade bucal: "A-1" — disse Sven.
Alguém digitou de novo no computador.
Sven tirou os dedos da boca de Miguel e os esfregou no queixo e nas bochechas dele pra limpar a saliva. A rola de Miguel ficou ainda mais dura. Sven colocou a mão de volta na bunda dele e deslizou até a racha. Procurou com um dos dedos até achar o buraquinho. Apertou um pouco, tentando penetrar.
— Grau de estreitamento do orifício anal: "A-1" — disse de novo.
Empurrou o dedo um pouco mais pra dentro. Miguel deu um pulo. A rola pulou igual mola. Sven sorriu de novo.
— Capacidade de reação do pênis ao estímulo anal: "A-1".
Sven enfiou o dedo um pouco mais. Miguel sentiu todas as veias e artérias do corpo bombando sangue pra rola. Sven envolveu ela com a mão enluvada e apertou de leve.
— Grau de dureza do pênis diante do estímulo anal: "A-1" — repetiu Sven.
Os assistentes soltaram um assobio de admiração.
— Silêncio! — rugiu Sven.
Fez-se um silêncio absoluto. Sven colocou o dedo indicador da mão... Enfiada sobre a glande. Miguel sentiu a textura do couro e a pressão do dedo de Sven empurrando o pau dele pra baixo e, ao mesmo tempo, o dedo que ele tinha enfiado no cu girando cento e oitenta graus. De repente, Sven tirou os dois dedos ao mesmo tempo e o pau de Miguel saltou, batendo com força contra a própria barriga.
Ângulo de ereção do pênis diante do estímulo anal: "A-1". Disse Sven.
O pau de Miguel estava vazando líquido pré-seminal. Sven estalou os dedos e imediatamente um assistente se aproximou com uma toalhinha. Limpou cuidadosamente a glande dele.
Você passou bem no Teste de Presença - disse Sven. Vamos ver agora como você se sai na Entrevista Pessoal.
Miguel respirou fundo e tentou relaxar. Sven voltou a andar ao redor dele, examinando-o com o olhar.
Agora quero que você se imagine sendo um puto trabalhando num puteiro de uma cidade grande - ele disse. Quero que seu jeito de andar e seus movimentos digam pra todos esses clientes em potencial que estão examinando a mercadoria que você é um puto passivo e que tá morrendo de vontade de ter um pau enfiado no seu cu.
Miguel ficou paralisado. Nunca tinha feito aquilo antes.
Anda! Quero ver como você se vende!
Devagar, Miguel começou a andar. O refletor o seguia.
Assim você não convence ninguém - disse Sven. Você tem que ser o primeiro a sentir que precisa de um macho te comendo. Só quando você sentir isso é que vai conseguir que seus clientes também sintam. Ele se aproximou de novo e enfiou a mão na fenda do cu dele. Você tem que colocar toda sua concentração aqui, ele disse. Vamos, me mostra que você é uma putinha!
De repente, Miguel notou que o olhar de Sven estava carregado de desejo. Isso o excitou, se sentir desejado por um homem tão bonito e poderoso. Mas ao mesmo tempo percebeu que, ao ser desejado daquele jeito, ele também ganhava um certo poder sobre Sven.
Gostou da sensação e quis mais. Provocá-lo ainda mais. Quis que Sven não conseguisse resistir à tentação de montá-lo naquela mesma hora e lugar. Começou a andar devagar, deixando as nádegas balançarem rítmica e provocativamente. Acariciou a barriga com uma mão e a bunda com a outra. Olhou Sven direto nos olhos e passou a língua nos lábios. Aproximou-se um pouco mais, e dessa vez foi Miguel quem andou ao redor de Sven. Podia sentir a respiração ofegante dele e o enorme controle que estava exercendo sobre o corpo para não pular em cima dele como um macho no cio. Miguel sorriu.
Estava adorando o poder que começava a sentir. Levou um dedo à boca, enfiou-o, molhou com a língua e depois acariciou os próprios mamilos com ele. Sven esfregou nervosamente a palma da mão esquerda sobre o punho enluvado da mão direita. Miguel fechou os olhos e tentou imaginar como seria sentir a pica de Sven arrombando o cu dele. Inclinou-se e procurou o próprio buraco com o dedo ainda molhado de saliva. Aos poucos, começou a enfiar. Gostou do que sentiu. Enfiou outro dedo. Doeu, mas não ligou, porque o prazer de saber que Sven o olhava queimando de desejo era maior. Miguel também estava queimando de desejo. Nunca antes tinha se sentido assim. Precisava desesperadamente sentir a pica de Sven arrombando o cu dele. Enfiou um terceiro dedo e soltou um grito de dor. Imaginou que seus dedos eram a pica de Sven.
Começou a movê-los ritmicamente e se sentiu uma verdadeira puta. Começou a gemer. Acelerou os movimentos, e seus gritos de dor se misturaram com seus gemidos de prazer. Estava desesperado para saber como seria ser fodido por uma pica de verdade. Tentou enfiar um quarto dedo.
— Chega! — urrou Sven.
Estava coberto de suor e respirava ofegante. Tirou um lenço do bolso e passou no rosto. Miguel tirou lentamente a mão do cu e endireitou o corpo. Ouviu o som dos outros membros do júri. acomodando-se em seus assentos. Sven respirou fundo.
Já chega - disse ele, agora mais calmo.
Miguel sentiu que alguns dos presentes levavam as mãos aos pacotes, tentando ajustar suas ereções. Sven olhou diretamente nos olhos dele. Tinha recuperado o controle e seu olhar, frio e calculista, era o reflexo do poder que voltava a emanar de todo o seu corpo. Miguel tentou sustentar o olhar, mas não conseguiu. Baixou os olhos com submissão, mas imediatamente sentiu a mão enluvada de Sven pegar seu queixo e levantar sua cabeça, forçando-o a olhar novamente nos olhos dele.
O número 34 foi aceito! - disse Sven em voz alta. A partir deste momento, é mais um aluno da Academia de Prostituição Gay!
Miguel ouviu murmúrios de aprovação ao seu redor.
Preparem-no para a Festa do Batismo! - ordenou Sven.
Miguel sentiu vários braços o levantarem e o tirarem da sala. Enquanto o guiavam para os camarins, ele se perguntou como seria a Festa do Batismo. Ia ter sexo? Claro, seu burrão, respondeu para si mesmo. É claro que tem que ter sexo, você acabou de ser aceito numa Academia de putos onde absolutamente tudo tem a ver com sexo. Entrou nos camarins. Lá, os sortudos que já tinham sido aceitos começavam a se reunir. Alguns tomavam banho. Outros se barbeavam. Outros simplesmente conversavam relaxados.
De repente, Miguel empalideceu. Acabara de notar o tamanho descomunal que muitos dos paus dos garotos ao seu redor tinham. E se algum deles tentasse comê-lo na Festa do Batismo? Miguel lembrou da dor que sentiu só por ter três dedos enfiados no cu. Essas pirocas poderiam me partir ao meio, pensou.
Uma hora depois, Miguel e todos os outros garotos estavam reunidos no "Salão das Orgias". De repente, um murmúrio geral se elevou. Miguel virou para ver o que estava acontecendo. Era Sven entrando, seguido pelo Doberman e um sequido de vários homens também jovens e bem apessoados. Eram os professores da Academia. Abriram caminho respeitosamente. O grupo atravessou o salão e subiu num palco que dominava todo o recinto.
Sven virou-se para a manada de homens nus, que os observavam de baixo. Fez um gesto com o braço e um silêncio geral se instalou. Cem pares de olhos se cravaram nele. Sven estalou os dedos da mão esquerda e a intensidade das luzes diminuiu até virar uma semi penumbra.
— Que comece a Festa do Batismo! — gritou o Doberman.
Num primeiro momento, fez-se um silêncio carregado de tensão. Só se ouvia a respiração ofegante de cem homens imóveis. Depois, uma música bem suave começou a tocar nos alto-falantes. O ambiente relaxou e alguns dos caras se mexeram nos seus lugares. Lentamente, os corpos começaram a se procurar. Esticavam as mãos, se apalpavam, sussurravam palavras no ouvido. Tímidos no começo; com mais ousadia a cada segundo. De repente, Miguel viu um garoto da Costa Rica se ajoelhar e enfiar a cara numa pica chilena. Uns gemidos fracos começaram a chegar de vários lugares do recinto.
Uns metros adiante, um garoto peruano se esticou no chão de corpo inteiro, levantou a bunda e começou a mexer provocativamente, convidando pra ser comido. O dominicano que estava do lado cobriu ele na hora. Os dois corpos se encaixaram e começaram a se mover ritmicamente.
A maioria dos caras do Programa de Ativos começou a se deslocar pelo salão à procura dos passivos que mais lhes agradavam. As mãos de Miguel começaram a suar.
— Por que tão nervoso? — sussurrou no ouvido dele uma voz com sotaque uruguaio.
Miguel virou e se deparou com um cara branco, muito gostoso, de corpo fibroso e esbelto.
— É que nunca fui comido antes — confessou Miguel, mordendo o lábio.
O uruguaio Ele pegou ele suavemente pela cintura e o puxou pra perto, beijando ele docemente nos lábios.
Não se preocupa – falou pra ele. Tudo vai dar certo.
Miguel olhou pra pica dele. Felizmente não media mais de vinte centímetros. O uruguaio beijou ele de novo, mas dessa vez metendo a língua na boca dele e explorando cada cantinho. Miguel gostou do sabor. As mãos do uruguaio desceram um pouco e acariciaram as nádegas dele.
Você tem a melhor bunda que já vi na vida – sussurrou no ouvido dele.
Miguel deixou as mãos dele se deliciarem acariciando suas nádegas. A pica do uruguaio ficou dura que nem ferro em brasa. A respiração dele acelerou. Tá pronto pra me foder, pensou Miguel. Melhor a gente fazer logo de uma vez. Devagar, ele foi deslizando até o chão. Se colocou de quatro, igual tinha visto a maioria dos passivos por ali fazer.
Assim não – falou o uruguaio. Assim fodem os bichos. Eu quero foder que nem ser humano, cara a cara.
Ajudou ele a virar e se deitar de costas. Miguel sorriu pra ele. Duas covinhas se formaram nas bochechas dele.
Como você é lindo – falou o uruguaio. Parece um anjo.
Eles se beijaram de novo. Do lado, um mestiço mexicano tava fodendo um branquinho venezuelano. Tinham colocado um pote com creme lubrificante perto deles. O uruguaio esticou o braço e pegou um pouco. Passou na pica dele. Depois, com cuidado, levantou as pernas de Miguel e colocou nos ombros dele. Miguel sentiu a cabeça da pica do uruguaio procurando o buraco da bunda dele.
Relaxa – falou, beijando ele de novo. Pensa que vou fazer com muito carinho.
Miguel fechou os olhos e tentou relaxar. O uruguaio empurrou um pouco a pica e a cabeça enterrou uns dois centímetros no cu de Miguel.
Me avisa se doer – falou pra ele.
Miguel concordou com a cabeça. Tinha sentido uma dorzinha, mas era suportável. Com todo cuidado, o uruguaio meteu a pica um centímetro, mas...
Vamos deixar ele assim por um tempinho pra você ir se acostumando aos poucos — disse ele.
Miguel sorriu agradecido. Fechou os olhos e o uruguaio se inclinou pra beijá-lo. De repente, Miguel sentiu o uruguaio voar pelos ares. Abriu os olhos e viu ele cair em cima do mexicano e do venezuelano que estavam trepando ao lado, virando os corpos deles numa massa amorfa de braços, pernas e torsos.
Ouviu gritos de dor e o estalo de alguns ossos. Um pé enorme chutou a vasilha de creme lubrificante, que saiu voando e caiu sobre os três corpos moídos. Duas sombras imensas cobriram o corpo de Miguel. Eram os gêmeos caribenhos. O uruguaio se levantou pronto pra revidar, mas quando viu o tamanho dos gêmeos e a atitude ameaçadora com que olhavam pra ele, recuou assustado.
Miguel sentiu as mãos enormes de um dos gêmeos levantarem ele no ar e virarem ele de lado. O outro abriu suas pernas e ergueu seus quadris. De repente, ele estava de quatro de novo, apoiado nas mãos e nos joelhos, com a bunda pro alto. Um dos gêmeos enfiou o nariz no cu dele e aspirou fundo. O outro gêmeo também enfiou a cara. Umas mãos enormes separaram suas nádegas e uma língua molhada e quente lambeu a racha do cu dele de baixo pra cima. O outro gêmeo se inclinou e também meteu a língua. As bochechas dos dois gêmeos pressionaram com força entre as nádegas de Miguel, arranhando elas com a aspereza das barbas que começavam a crescer de novo.
Por um momento, Miguel sentiu as duas línguas tentando abrir caminho ao mesmo tempo até o buraco do cu dele. O roçar das bochechas ásperas dos gêmeos ficou ainda mais bruto. Miguel sentiu um violento empurrão. Um dos gêmeos tinha colocado a palma da mão na cara do irmão e empurrava com força pra poder aproveitar sozinho o cu de Miguel. O outro gêmeo deu um Empurrão e gritou algo que parecia um insulto. O primeiro gêmeo deu um tapa nele. O irmão respondeu com um chute que o fez tropeçar.
Em menos de um segundo, os dois gêmeos já estavam se engalfinhando. Miguel ficou preso entre as pernas deles. Estava apavorado. Cobriu o rosto tentando se proteger. Um dos gêmeos acertou um soco no meio da cara do irmão. O outro reagiu dando uma joelhada nos bagos que o dobrou no meio.
Os caras ao redor se afastaram, formando um círculo em volta deles. Os outros casais pararam de foder e se aproximaram pra ver o que tava rolando. Num instante, todo mundo ali já tinha se agrupado ao redor. Vários assistentes chegaram com a intenção de separar os dois.
— Não separem eles! — gritou uma voz autoritária.
Os assistentes ficaram paralisados. Era o Sven.
— É normal dois machos brigarem por uma mulher — completou, olhando diretamente pra Miguel.
Miguel entendeu que o que Sven disse era verdade. Os dois irmãos estavam brigando como animais pra decidir qual dos dois ia comer ele primeiro. Sentiu a pica ficar duríssima. De repente, um dos gêmeos pulou como um tigre em cima do outro e deu uma cabeçada no peito dele. Os dois rolaram no chão. Um deles tava com um olho roxo e o outro sangrava pelo nariz. O do olho roxo conseguiu montar no irmão e deu um soco selvagem na cara dele. Rachou o lábio.
Miguel sentiu várias gotas de sangue respingarem no torso e no rosto. O gêmeo que levou o golpe caiu no chão desmaiado. Ao ver que tinha vencido a briga, o irmão levantou os braços poderosos em sinal de vitória e soltou um urro selvagem. Miguel estremeceu. Não parecia um ser humano, mas sim uma fera.
O gêmeo virou pra olhar Miguel. Fixou o olhar nele e, com a respiração ainda ofegante da briga, começou a avançar. Enquanto andava, a pica dele foi ficando dura. endurecendo, quanto mais ele se aproximava, mais crescia. O grupo todo acompanhava atentamente cada um dos seus movimentos. O silêncio era absoluto.
O gêmeo continuou avançando até ficar a poucos centímetros de Miguel. Miguel pôde ver com toda clareza como umas veias inchadas percorriam sua pica, fazendo ela pulsar como se fosse um animal vivo. Era uma das picas maiores que ele já tinha visto na vida e sabia que quando ela entrasse, ia partir ele ao meio de dor. Mas isso já não importava mais. O gêmeo tinha ganhado o privilégio de ser o primeiro a arrombar o cu dele, e isso o tinha deixado muito tarado. Miguel queria se entregar a ele. Queria fazer ele saber que aceitava ser seu prêmio pela ferocidade com que tinha lutado. Queria dar prazer pra ele! Se levantou devagar e, sem parar de andar de quatro, se virou oferecendo o cu.
O gêmeo sorriu. Se aproximou ainda mais, separou as nádegas dele com as duas mãos e cuspiu direto no buraco. Miguel sentiu a saliva escorrendo pela fenda, molhando os testículos e caindo no chão. O gêmeo cuspiu de novo. Miguel sabia que ele tava fazendo aquilo pra lubrificar. Sentiu a pica ficar tão dura que por um momento pareceu que ia gozar. O gêmeo colocou a cabeça da pica direto no cu de Miguel. Segurou ele pelos quadris com as duas mãos. Miguel respirou fundo. O gêmeo tomou impulso e, com um movimento só, investiu selvagemente, enfiando de uma vez seus vinte e sete centímetros de pica. O grito de prazer dele se misturou com o berro de dor de Miguel.
Por uns instantes, a dor foi tão forte que Miguel perdeu completamente a percepção de qualquer outra coisa que não fosse aquela pica perfurando ele como uma furadeira. A visão ficou turva, os ouvidos taparam, o olfato entupiu, e a única coisa que ele conseguiu sentir foi aquela dor atravessando ele como uma locomotora passando por cima.
Foi por isso que ele não percebeu que seu uivo tinha acordado o gêmeo que tava desmaiado. Ele olhava a cena do chão, na posição fetal, com o pau todo encolhido entre as pernas, aceitando a derrota. Quando percebeu que o irmão tinha voltado a si, o gêmeo que tava comendo o Miguel parou as metidas.
Chega aqui - ele falou.
O irmão dele ignorou e continuou deitado no chão. O gêmeo que tava comendo o Miguel falou de novo, suavizando o tom de voz.
Vem comer ele comigo.
O irmão dele continuou ignorando. O gêmeo vencedor insistiu. A voz dele ficou mais carinhosa.
Por favor - ele falou.
Fez um gesto pra ele se aproximar. Devagar, o gêmeo derrotado se levantou. O irmão dele sorriu pra encorajar. O gêmeo perdedor caminhou até eles. Miguel sentiu o gêmeo que tava comendo ele pegar ele violentamente pelo cabelo, levantar a cabeça dele e colocar na altura do pau do irmão.
Chupa ele! - ordenou.
Miguel abriu a boca. O outro gêmeo deu um passo e enfiou. Como ainda tava mole, ele conseguiu engolir quase inteiro, mas em poucos segundos cresceu e Miguel sentiu que tava se afogando. Teve que tirar mais da metade pra respirar. O gêmeo vencedor começou a meter no cu dele de novo. Miguel sentiu os dois paus enormes dos irmãos comendo ele ao mesmo tempo. A dor atravessava ele, mas a sensação de estar sendo usado daquele jeito deixou ele com um tesão do caralho. Começou a rebolar a bunda e a boca, tentando dar o máximo de prazer possível.
Quem você acha que vai gozar primeiro? - perguntou o Sven.
De repente, Miguel percebeu que ninguém tinha saído do lugar desde que a briga entre os gêmeos começou.
Eu acho que a putinha - respondeu o Doberman.
Todos os novos alunos, os assistentes e os professores tinham ficado ali, observando eles sem perder nenhum detalhe durante todos aqueles minutos.
Eu acho que o gêmeo que tá Tá dando pela boca" — disse um dos professores.
A maioria dos garotos exibia umas ereções descomunais e alguns se masturbavam descaradamente.
"Não" — disse Sven. "Acho que ele tá dando pelo cu."
Os presentes também estavam com as roças duras, formando uns pacotes enormes que seus minúsculos taparrabos tentavam inutilmente segurar.
"Vamos apostar?" — perguntou Sven.
"Vamos apostar!" — responderam os outros dois.
Os dois gêmeos aceleraram as investidas. Miguel começou a se mover freneticamente. Sabia que ia gozar a qualquer momento. Os dois gêmeos enterravam as picas sem misericórdia. O gêmeo que tava fodendo ele pela boca agarrou suas orelhas e atacou com mais força. Miguel tentava respirar desesperadamente entre uma investida e outra. O outro gêmeo segurou ele pela cintura e enterrou a roça até a base dos colhões. A dor fez os olhos de Miguel se encherem de lágrimas.
"Vai, putinha" — disse o Doberman. "Goza de uma vez!"
Os três corpos se moviam freneticamente, completamente cobertos de suor.
"Vai, gêmeo! Enche a boca dele de porra!" — gritou o professor.
Miguel sentiu que seus colhões se preparavam para gozar quando ouviu um grito animal e sentiu o cu sendo preenchido com jato após jato de sêmen. O outro gêmeo também soltou um berro que sacudiu a sala e encheu a boca dele com um líquido grosso e salgado que não parava de sair.
Miguel engolia o mais rápido que podia, mas a pica enorme disparava mais e mais rápido. Ele tirou a boca e os jatos de porra do gêmeo se estamparam no rosto dele, cobrindo-o quase por completo. Miguel sentiu um arrepio subindo pelas pernas e, de repente, ele também gozou, disparando vários jatos de porra branca e grossa.
"Ganhei!" — ele ouviu Sven dizer.
"Puta de merda!" — disse o Doberman.
Os dois gêmeos desabaram sobre ele. costas de Miguel. Depois, aos poucos, eles se levantaram, deixando ele estirado no chão. Se abraçaram e caminharam até um dos cantos da sala. Sentaram juntos, encostados na parede. Conversavam com carinho, se acariciavam, lambiam as feridas um do outro. Se beijaram na boca, com ternura no começo, com verdadeira paixão depois. Tinham esquecido de Miguel, do uruguaio, do Sven e de todos os outros.
Miguel estava quase inconsciente, com uma dor que atravessava o corpo de lado a lado. Ele jazia sobre uma poça do próprio esperma. O grupo que se formara ao redor dele estava se desfazendo. Tentou se levantar, mas sentiu uns braços muito fortes empurrando ele de volta contra o chão. Um negro panamenho com um corpo muito musculoso o cobriu.
É minha vez — disse ele, enquanto procurava o buraco do cu de Miguel com uma rola dura e quente.
Miguel tentou resistir, mas não conseguiu. O negro era mais forte, e ele já não tinha mais forças. Virou e notou que uma longa fila de bundões se formara atrás dele. Estavam esperando pra foder ele.
Foderam ele por horas. Miguel nunca soube quantos foram, porque a dor fez ele desmaiar várias vezes. Mas pela quantidade de esperma que ficou saindo do buraco do cu, cobrindo as nádegas, os testículos, as coxas, as costas e formando uma poça enorme debaixo do corpo, ele sabia que tinham sido muitos.
Alguns foderam ele com ternura, outros como bestas. Alguns com jeito, outros com muita maestria. Alguns sussurravam frases longas, outros só soltavam gemidos. A variedade de rolas que penetraram ele naquela noite foi enorme; rolas de todos os tamanhos, formas e cores. Rolas que a única coisa que tinham em comum era ter experimentado o enorme prazer que o cu de Miguel proporcionou.
Enquanto os caras se divertiam, Sven e o resto dos professores passeavam pela sala observando os jogos sexuais deles. Em nenhum momento tentaram tocar nele ou intimidar com eles. Simplesmente se limitaram a comentar, casual e despreocupadamente, as habilidades sexuais ou características físicas dos seus novos alunos.
O que os novos alunos da "Academia de Prostituição Gay" ainda não sabiam, é que para Sven e para o resto dos professores, a verdadeira diversão só começaria no dia seguinte.
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