LEIA DA PONTA A PONTA !!!!Relato erótico: Nae: travesti, colegial e bebedora de sêmen
Às três da tarde, alguém bateu na porta do meu quarto no hotel onde eu estava hospedado em Bangkok. Meio atordoado, abri pra ver quem era. Era um funcionário da empresa com quem eu tinha acabado de fechar um contrato bem importante. Agora que minha missão financeira tinha terminado, queria ficar um mês ali pra descansar e recarregar antes de voltar pro meu país de origem, onde uma baita correria me esperava. O funcionário me sorria e falava um inglês enrolado, dizendo que tinha trazido um presente da empresa pra eu começar a me divertir nas férias.
Foi aí que a vi pela primeira vez. Era uma garotinha com uniforme de colegial, com um sorriso entre nervoso e cúmplice. Ela até carregava uma espécie de mochila com os livros de estudo, que abraçava como se fosse um ursinho de pelúcia gigante.
O funcionário me apresentou a Nae — era assim que a menina se chamava — e me puxou um pouco pra dentro do quarto, onde murmurou que eu podia fazer com ela o que realmente quisesse. O que realmente quisesse, ele enfatizou.
Não me deu tempo de responder nada e começou a se afastar, andando de costas. Ao chegar na porta, falou algo pra garotinha no idioma deles, que eu não entendi. Mas, pelas expressões, percebi que o funcionário da empresa a estava deixando no posto de trabalho dela.
Ali estava meu presente: uma colegial de treze anos pra eu detonar. Eu não tinha pedido nada! Sabia como conseguir esse tipo de companhia numa cidade como Bangkok. Mas, de qualquer forma, não me desagradava nem um pouco ter uma garota tão gostosa na minha frente, sabendo que podia fazer o que quisesse com ela. Claro que faria, mas no devido tempo. Ninguém me apressava.
Nae se sentou num sofá, deixando as pernas totalmente à mostra, já que a saia curta que usava subiu até quase revelar a calcinha.
Ela tinha umas Meias de lã bem fina que iam até os joelhos e uns lindos sapatos de colégio.
Uma camisa bem apertada e branca mostrava por baixo uns peitos pequenos, mas bem durinhos e turgidos.
O cabelo curto dela passava um pouco abaixo das orelhas e ela usava uma boina vermelha levemente inclinada para a esquerda, com uma franja bem sensual caindo na testa, cobrindo parte dos seus grandes olhos orientais.
A boca pequena dela começou a falar comigo, dizendo que ficaria comigo durante o mês de férias. Exceto algumas tardes em que ela teria que ir para as aulas, mas à noite voltaria para o quarto para dormir. A gerência do hotel nunca perguntaria nada sobre o que vissem ou ouvissem ali. Claro, o hotel era da empresa com a qual eu tinha fechado o acordo.
Quando perguntei maliciosamente pra Nae o que eu poderia fazer com ela do meu jeito, ela respondeu rindo que seria minha escravinha e que eu poderia submetê-la a todos os meus desejos sexuais, desde que não machucasse ela... demais. Foi aí que me joguei em cima dela e enfiei minha língua na boca dela até não aguentar mais. Nae fez o mesmo e a gente não parou de se beijar por uns dois minutos. Essa pequena realmente me deixou excitado.
Enquanto segurava a cinturinha dela, passava a língua por todo o rosto dela. Não acho que tenha dado prazer nenhum pra ela, mas eram meus primeiros ensaios naquilo de fazer as coisas que eu realmente queria.
Ela soltava uns gemidinhos que me esquentavam pra caralho, falava umas coisas no meu ouvido que eu não entendia enquanto enfiava a língua na minha orelha. Enfiei a mão por baixo da saia curtíssima dela e agarrei com força a bunda dela, que era linda pela firmeza de menina que tinha.
Depois quis tocar a virilha dela, procurando uma buceta já molhada, mas grande foi a surpresa que encontrei. Era um pau duro saindo pela parte de cima da calcinha da Nae, enquanto pelos lados daquela peça minúscula e colorida... Rosa, seus testículos brilhantes apareciam. Ela continuou como se nada tivesse acontecido, mas eu parei na hora. Nae não se assustou com minha atitude. Então entendi que ela achava que eu sabia que era uma travesti, um daqueles famosos ladyboys que tanto tem na Tailândia. Mas é que o funcionário sempre me falava de uma menina, de uma garota. No entanto, ali estava essa jovenzinha com os cabelos bagunçados no rosto molhado pela minha saliva e pelo suor, com a saia levantada sobre a barriga e com um pau bem duro entre as pernas. Eu não sabia se olhava pra expressão dela ou pra aquela rola dura que apontava pra mim com a cabeça rosada.
Ela se levantou e começou a se vestir de novo enquanto chorava de um jeito que me deu uma pena danada. Abracei ela e falei pra não se sentir mal, que era um mal-entendido da empresa e que eles deviam ter pensado que essa situação diferente ia me agradar. Nae balançou a cabeça concordando e se levantou pra ir embora. E foi nesse momento, ao se levantar, que o corpo dela se arqueou de um jeito que nunca vou esquecer. Ela ajeitou a calcinha enfiando na racha do cu a tirinha de pano que eu vi aparecendo por baixo da saia. Não resisti.
Puxei ela de volta pro sofá onde a gente tava se beijando, virei ela de um jeito que a bunda linda dela ficasse apontando pro meu pau que tava prestes a explodir. Avancei no buraco dela enfiando meus dedos e enchendo de saliva. Tirei meu pau que tava totalmente duro e encostei nas pernas dela, mas de repente ela se virou e enfiou na boca dela. Vai ver como eu engulo ele inteiro, ela disse, mas não acreditei. Meu pau tava tão duro que não ia caber inteiro na boquinha dela, mas aos poucos, ela foi abrindo cada vez mais até enfiar tudo. Me senti no céu quando meu pau inteiro sumiu até a garganta dela.
Dos olhos orientais dela saíam lágrimas por causa do esforço que estava fazendo. Tirei meu pau da boca dela e ela se virou, me oferecendo o cu já dilatado. Não pensei em me cuidar de nada, só queria partir ela ao meio. E foi o que fiz, meti nela de um jeito que senti os gemidos dela, que mais que prazer, eram de dor verdadeira.
De novo, meu pau enorme tinha se perdido dentro do corpo da Nae.
Agora eu a tinha na minha mercê com todo o meu pau dentro do cu dela. Não me importava que ela se masturbasse ao mesmo tempo com o próprio pau. Nada me importava, só queria meter nela mais e mais até explodir meu gozo nos intestinos dela. Mas quando tirei um momento pra enfiar de novo, não aguentei mais e gozei na bunda redonda dela.
Ela passou a mão onde estava meu sêmen e espalhou por aquela pele de colegial, encheu a mão e levou à boca. Enquanto lambia os dedos cheios do meu esperma pegajoso, ela gozou no sofá onde estava, ainda com o cu bem empinado apontando pra mim.
Ficamos o mês inteiro quase trancados naquele quarto de hotel fazendo coisas maravilhosas. Às vezes a Nae me deixava sozinho quando ia pra aulas particulares numa academia onde preparava os exames, mas quando voltava com a roupa de colegial, sorria pra mim da porta e se jogava nos meus braços pra me beijar na boca como da primeira vez.
Durante um mês, fiz de tudo com ela. Amarrei e castiguei várias vezes, obrigando ela a se masturbar com o pau; batia forte nas nádegas dela, forçando ela a dizer que me amava e que eu era o macho dos sonhos dela. Pegava com minhas mãos com força os testículos dela e os colocava na minha boca, apertando com meus lábios. Nae chorava com essas minhas ações, mas depois tudo voltava ao normal e o rosto dela se transformava no de uma menina doce e delicada.
Nunca perguntei quanto pagavam pra ela aguentar tanta sacanagem, mas imagino que era bastante, porque ela nunca negou nada.
Aprendi a chupar o pau dela e a curtir ele dentro da minha boca. Não deixava ela gozar nos meus lábios, mas eu Adorava sentir seus gemidos antes do momento em que ele soltava o esperma na minha mão, e isso me excitava. Tinha tardes em que passava uma ou duas horas apalpando o pau dele, que não era muito grande, por sinal, e ficava beijando e enchendo de saliva de um jeito que sabia que ele adorava.
Pelo cu dele passaram infinitos objetos que eu enfiava uma e outra vez. Meus preferidos eram as garrafas de cerveja. Entravam quase até a metade. O rosto dele ficava muito sofrido e a expressão era de uma dor terrível, mas ele não reclamava e fazia, e isso me esquentava de um jeito que nunca tinha sentido antes.
Era meu, um objeto, um menininho vestido de mocinha que colocava o cu à minha disposição pra eu fazer o que minha imaginação quisesse.
À noite, costumava mandar ele se vestir como uma verdadeira dama, e aí saíamos pra jantar juntos e passávamos noites maravilhosas. Todo mundo me olhava por estar acompanhado de uma mocinha tão gostosa, sem saber o que tinha entre as pernas. Gostava de sentar ele perto de mim em mesas afastadas dos outros clientes e então pedia pra ele levantar o vestido e me deixar ver o pau dele, todo depilado.
Ele fazia e ainda se masturbava bem devagar, chegando a gozar algumas vezes. Era lindo ver ele apertar os lábios pra não gemer de prazer na frente dos outros!
Uma noite, obriguei ele a me masturbar por baixo da mesa. Foi uma sensação inesquecível ver os olhos puxados dele me olhando com uma perversão de menina. A mão dele ficou cheia do meu gozo, e aí ele misturou com a comida dele, uma espécie de molho branco que foi comendo devagar enquanto molhava uns pãezinhos que acompanhavam o jantar.
Nessa mesma noite, ele me propôs deixar ele escolher a perversão do dia. Me levou a um bar muito chique que tinha nos fundos um quarto com uma entrada vigiada por um tailandês enorme que já o conhecia. Ao entrar no lugar, vi uma longa fila de homens seminus, bem sorridentes e até alguns meio bêbados. Ele me disse: que eu entrasse na fila e que logo veria o que tinha que fazer. Nae falou com uma travesti gostosa que fumava delicadamente um cigarrão, sentada num sofá vermelho. De repente, Nae sentou do lado dela e aí começou o show.
Cada um dos homens que estavam na fila parava na frente delas e colocava um camisinha, e logo depois as duas travestis batiam uma punheta e metiam as picas já duras na boca delas.
Quando cada um gozava, tiravam a camisinha cheia de porra e despejavam todo o sêmen numa taça bem chique. Aos poucos, a taça ia enchendo com cada uma das participações. Quando chegou minha vez, foi muito excitante ver as duas travestis me chupando a pica e me masturbando, se revezando entre uma e outra. No meio da bagunça, as safadas ainda se beijavam, e isso me deixava louco, e também os outros que estavam atrás de mim.
A taça finalmente encheu, e as duas anunciaram isso. Nae então sentou no sofá com as pernas bem abertas enquanto a outra travesti apalpou a pica dela até deixar ela bem dura. Nae gemia e pedia por favor para beber, e foi aí que a parceira pegou a taça e, enquanto Nae abria a boca e se masturbava furiosamente, ela foi derramando o conteúdo da taça direto entre a língua e o céu da boca dela. Nae engoliu a taça cheia da porra de uns vinte homens, e gritava por mais. Todo mundo ali ficou de pau duro, e alguns começaram a bater punheta de novo.
Todo o conteúdo da taça foi engolido por Nae, e quando não sobrou nada para derramar, ela enfiou a língua para pegar até as últimas gotas grudadas no vidro. Depois, teve uma gozada forte que foi parar direto no rosto da outra travesti, que também estava se masturbando.
Foi inesquecível para mim aquela experiência.
O mês de férias estava acabando, e aí eu propus para Nae convidar a amiga dela para ter sexo entre nós três. Naquela noite, já quase na hora de Voltar pro meu país, forcei a Nae a deixar a amiga enfiar o punho inteiro no cu dela. Puta merda! Como ela se abria e como Nae gritava! Foi incrível ver a cara de safada que a amiga dela fazia enquanto enfiava o punho cada vez mais fundo. Depois, enquanto Nae chorava de verdade de dor, nós dois gozamos tudo na cara dela.
Isso aconteceu há um ano e, inacreditavelmente, depois de fazer essas putarias todas com a Nae, recebi duas cartas dela e um vídeo onde ela me mostrava outra sessão dela tomando porra de um copo, dessa vez maior e com mais gozo do que na vez que eu participei.
Vou voltar pra Tailândia daqui a alguns meses. Ela disse pra eu esperar e que a gente vai fazer as mesmas coisas que fez daquela vez. Não sei se isso vai ser possível, tô ainda mais pervertido do que naquela época. Será que ela vai deixar fazer as coisas que minha imaginação pedir?
Às três da tarde, alguém bateu na porta do meu quarto no hotel onde eu estava hospedado em Bangkok. Meio atordoado, abri pra ver quem era. Era um funcionário da empresa com quem eu tinha acabado de fechar um contrato bem importante. Agora que minha missão financeira tinha terminado, queria ficar um mês ali pra descansar e recarregar antes de voltar pro meu país de origem, onde uma baita correria me esperava. O funcionário me sorria e falava um inglês enrolado, dizendo que tinha trazido um presente da empresa pra eu começar a me divertir nas férias.
Foi aí que a vi pela primeira vez. Era uma garotinha com uniforme de colegial, com um sorriso entre nervoso e cúmplice. Ela até carregava uma espécie de mochila com os livros de estudo, que abraçava como se fosse um ursinho de pelúcia gigante.
O funcionário me apresentou a Nae — era assim que a menina se chamava — e me puxou um pouco pra dentro do quarto, onde murmurou que eu podia fazer com ela o que realmente quisesse. O que realmente quisesse, ele enfatizou.
Não me deu tempo de responder nada e começou a se afastar, andando de costas. Ao chegar na porta, falou algo pra garotinha no idioma deles, que eu não entendi. Mas, pelas expressões, percebi que o funcionário da empresa a estava deixando no posto de trabalho dela.
Ali estava meu presente: uma colegial de treze anos pra eu detonar. Eu não tinha pedido nada! Sabia como conseguir esse tipo de companhia numa cidade como Bangkok. Mas, de qualquer forma, não me desagradava nem um pouco ter uma garota tão gostosa na minha frente, sabendo que podia fazer o que quisesse com ela. Claro que faria, mas no devido tempo. Ninguém me apressava.
Nae se sentou num sofá, deixando as pernas totalmente à mostra, já que a saia curta que usava subiu até quase revelar a calcinha.
Ela tinha umas Meias de lã bem fina que iam até os joelhos e uns lindos sapatos de colégio.
Uma camisa bem apertada e branca mostrava por baixo uns peitos pequenos, mas bem durinhos e turgidos.
O cabelo curto dela passava um pouco abaixo das orelhas e ela usava uma boina vermelha levemente inclinada para a esquerda, com uma franja bem sensual caindo na testa, cobrindo parte dos seus grandes olhos orientais.
A boca pequena dela começou a falar comigo, dizendo que ficaria comigo durante o mês de férias. Exceto algumas tardes em que ela teria que ir para as aulas, mas à noite voltaria para o quarto para dormir. A gerência do hotel nunca perguntaria nada sobre o que vissem ou ouvissem ali. Claro, o hotel era da empresa com a qual eu tinha fechado o acordo.
Quando perguntei maliciosamente pra Nae o que eu poderia fazer com ela do meu jeito, ela respondeu rindo que seria minha escravinha e que eu poderia submetê-la a todos os meus desejos sexuais, desde que não machucasse ela... demais. Foi aí que me joguei em cima dela e enfiei minha língua na boca dela até não aguentar mais. Nae fez o mesmo e a gente não parou de se beijar por uns dois minutos. Essa pequena realmente me deixou excitado.
Enquanto segurava a cinturinha dela, passava a língua por todo o rosto dela. Não acho que tenha dado prazer nenhum pra ela, mas eram meus primeiros ensaios naquilo de fazer as coisas que eu realmente queria.
Ela soltava uns gemidinhos que me esquentavam pra caralho, falava umas coisas no meu ouvido que eu não entendia enquanto enfiava a língua na minha orelha. Enfiei a mão por baixo da saia curtíssima dela e agarrei com força a bunda dela, que era linda pela firmeza de menina que tinha.
Depois quis tocar a virilha dela, procurando uma buceta já molhada, mas grande foi a surpresa que encontrei. Era um pau duro saindo pela parte de cima da calcinha da Nae, enquanto pelos lados daquela peça minúscula e colorida... Rosa, seus testículos brilhantes apareciam. Ela continuou como se nada tivesse acontecido, mas eu parei na hora. Nae não se assustou com minha atitude. Então entendi que ela achava que eu sabia que era uma travesti, um daqueles famosos ladyboys que tanto tem na Tailândia. Mas é que o funcionário sempre me falava de uma menina, de uma garota. No entanto, ali estava essa jovenzinha com os cabelos bagunçados no rosto molhado pela minha saliva e pelo suor, com a saia levantada sobre a barriga e com um pau bem duro entre as pernas. Eu não sabia se olhava pra expressão dela ou pra aquela rola dura que apontava pra mim com a cabeça rosada.
Ela se levantou e começou a se vestir de novo enquanto chorava de um jeito que me deu uma pena danada. Abracei ela e falei pra não se sentir mal, que era um mal-entendido da empresa e que eles deviam ter pensado que essa situação diferente ia me agradar. Nae balançou a cabeça concordando e se levantou pra ir embora. E foi nesse momento, ao se levantar, que o corpo dela se arqueou de um jeito que nunca vou esquecer. Ela ajeitou a calcinha enfiando na racha do cu a tirinha de pano que eu vi aparecendo por baixo da saia. Não resisti.
Puxei ela de volta pro sofá onde a gente tava se beijando, virei ela de um jeito que a bunda linda dela ficasse apontando pro meu pau que tava prestes a explodir. Avancei no buraco dela enfiando meus dedos e enchendo de saliva. Tirei meu pau que tava totalmente duro e encostei nas pernas dela, mas de repente ela se virou e enfiou na boca dela. Vai ver como eu engulo ele inteiro, ela disse, mas não acreditei. Meu pau tava tão duro que não ia caber inteiro na boquinha dela, mas aos poucos, ela foi abrindo cada vez mais até enfiar tudo. Me senti no céu quando meu pau inteiro sumiu até a garganta dela.
Dos olhos orientais dela saíam lágrimas por causa do esforço que estava fazendo. Tirei meu pau da boca dela e ela se virou, me oferecendo o cu já dilatado. Não pensei em me cuidar de nada, só queria partir ela ao meio. E foi o que fiz, meti nela de um jeito que senti os gemidos dela, que mais que prazer, eram de dor verdadeira.
De novo, meu pau enorme tinha se perdido dentro do corpo da Nae.
Agora eu a tinha na minha mercê com todo o meu pau dentro do cu dela. Não me importava que ela se masturbasse ao mesmo tempo com o próprio pau. Nada me importava, só queria meter nela mais e mais até explodir meu gozo nos intestinos dela. Mas quando tirei um momento pra enfiar de novo, não aguentei mais e gozei na bunda redonda dela.
Ela passou a mão onde estava meu sêmen e espalhou por aquela pele de colegial, encheu a mão e levou à boca. Enquanto lambia os dedos cheios do meu esperma pegajoso, ela gozou no sofá onde estava, ainda com o cu bem empinado apontando pra mim.
Ficamos o mês inteiro quase trancados naquele quarto de hotel fazendo coisas maravilhosas. Às vezes a Nae me deixava sozinho quando ia pra aulas particulares numa academia onde preparava os exames, mas quando voltava com a roupa de colegial, sorria pra mim da porta e se jogava nos meus braços pra me beijar na boca como da primeira vez.
Durante um mês, fiz de tudo com ela. Amarrei e castiguei várias vezes, obrigando ela a se masturbar com o pau; batia forte nas nádegas dela, forçando ela a dizer que me amava e que eu era o macho dos sonhos dela. Pegava com minhas mãos com força os testículos dela e os colocava na minha boca, apertando com meus lábios. Nae chorava com essas minhas ações, mas depois tudo voltava ao normal e o rosto dela se transformava no de uma menina doce e delicada.
Nunca perguntei quanto pagavam pra ela aguentar tanta sacanagem, mas imagino que era bastante, porque ela nunca negou nada.
Aprendi a chupar o pau dela e a curtir ele dentro da minha boca. Não deixava ela gozar nos meus lábios, mas eu Adorava sentir seus gemidos antes do momento em que ele soltava o esperma na minha mão, e isso me excitava. Tinha tardes em que passava uma ou duas horas apalpando o pau dele, que não era muito grande, por sinal, e ficava beijando e enchendo de saliva de um jeito que sabia que ele adorava.
Pelo cu dele passaram infinitos objetos que eu enfiava uma e outra vez. Meus preferidos eram as garrafas de cerveja. Entravam quase até a metade. O rosto dele ficava muito sofrido e a expressão era de uma dor terrível, mas ele não reclamava e fazia, e isso me esquentava de um jeito que nunca tinha sentido antes.
Era meu, um objeto, um menininho vestido de mocinha que colocava o cu à minha disposição pra eu fazer o que minha imaginação quisesse.
À noite, costumava mandar ele se vestir como uma verdadeira dama, e aí saíamos pra jantar juntos e passávamos noites maravilhosas. Todo mundo me olhava por estar acompanhado de uma mocinha tão gostosa, sem saber o que tinha entre as pernas. Gostava de sentar ele perto de mim em mesas afastadas dos outros clientes e então pedia pra ele levantar o vestido e me deixar ver o pau dele, todo depilado.
Ele fazia e ainda se masturbava bem devagar, chegando a gozar algumas vezes. Era lindo ver ele apertar os lábios pra não gemer de prazer na frente dos outros!
Uma noite, obriguei ele a me masturbar por baixo da mesa. Foi uma sensação inesquecível ver os olhos puxados dele me olhando com uma perversão de menina. A mão dele ficou cheia do meu gozo, e aí ele misturou com a comida dele, uma espécie de molho branco que foi comendo devagar enquanto molhava uns pãezinhos que acompanhavam o jantar.
Nessa mesma noite, ele me propôs deixar ele escolher a perversão do dia. Me levou a um bar muito chique que tinha nos fundos um quarto com uma entrada vigiada por um tailandês enorme que já o conhecia. Ao entrar no lugar, vi uma longa fila de homens seminus, bem sorridentes e até alguns meio bêbados. Ele me disse: que eu entrasse na fila e que logo veria o que tinha que fazer. Nae falou com uma travesti gostosa que fumava delicadamente um cigarrão, sentada num sofá vermelho. De repente, Nae sentou do lado dela e aí começou o show.
Cada um dos homens que estavam na fila parava na frente delas e colocava um camisinha, e logo depois as duas travestis batiam uma punheta e metiam as picas já duras na boca delas.
Quando cada um gozava, tiravam a camisinha cheia de porra e despejavam todo o sêmen numa taça bem chique. Aos poucos, a taça ia enchendo com cada uma das participações. Quando chegou minha vez, foi muito excitante ver as duas travestis me chupando a pica e me masturbando, se revezando entre uma e outra. No meio da bagunça, as safadas ainda se beijavam, e isso me deixava louco, e também os outros que estavam atrás de mim.
A taça finalmente encheu, e as duas anunciaram isso. Nae então sentou no sofá com as pernas bem abertas enquanto a outra travesti apalpou a pica dela até deixar ela bem dura. Nae gemia e pedia por favor para beber, e foi aí que a parceira pegou a taça e, enquanto Nae abria a boca e se masturbava furiosamente, ela foi derramando o conteúdo da taça direto entre a língua e o céu da boca dela. Nae engoliu a taça cheia da porra de uns vinte homens, e gritava por mais. Todo mundo ali ficou de pau duro, e alguns começaram a bater punheta de novo.
Todo o conteúdo da taça foi engolido por Nae, e quando não sobrou nada para derramar, ela enfiou a língua para pegar até as últimas gotas grudadas no vidro. Depois, teve uma gozada forte que foi parar direto no rosto da outra travesti, que também estava se masturbando.
Foi inesquecível para mim aquela experiência.
O mês de férias estava acabando, e aí eu propus para Nae convidar a amiga dela para ter sexo entre nós três. Naquela noite, já quase na hora de Voltar pro meu país, forcei a Nae a deixar a amiga enfiar o punho inteiro no cu dela. Puta merda! Como ela se abria e como Nae gritava! Foi incrível ver a cara de safada que a amiga dela fazia enquanto enfiava o punho cada vez mais fundo. Depois, enquanto Nae chorava de verdade de dor, nós dois gozamos tudo na cara dela.
Isso aconteceu há um ano e, inacreditavelmente, depois de fazer essas putarias todas com a Nae, recebi duas cartas dela e um vídeo onde ela me mostrava outra sessão dela tomando porra de um copo, dessa vez maior e com mais gozo do que na vez que eu participei.
Vou voltar pra Tailândia daqui a alguns meses. Ela disse pra eu esperar e que a gente vai fazer as mesmas coisas que fez daquela vez. Não sei se isso vai ser possível, tô ainda mais pervertido do que naquela época. Será que ela vai deixar fazer as coisas que minha imaginação pedir?
4 comentários - Nae, a pequena travesti tailandesa! (Bebedora de porra)