LEIA DE PONTA A PONTA!!!!Relato erótico: Nae: travesti, colegial e bebedora de sêmen
Às três da tarde, alguém bateu na porta do meu quarto no hotel em que eu estava hospedado na cidade de Bangkok. Meio atordoado, abri pra ver quem era. Era um funcionário da empresa com quem eu tinha acabado de fechar um contrato bem importante. Agora que minha missão financeira tinha terminado, queria ficar um mês ali pra descansar e retomar no meu país de origem a grande atividade que me esperaria pela frente. Esse funcionário me sorria e falava um inglês enrolado, dizendo que me trazia um presente da empresa pra eu começar a me divertir na minha estadia de férias.
Foi ali que eu a vi pela primeira vez. Era uma garotinha com roupa de colegial, com um sorriso entre nervoso e cúmplice. Trazia até uma espécie de mochila com os livros de estudo, que abraçava como se fosse um ursinho de pelúcia gigante.
O funcionário me apresentou então a Nae, assim que a menina se chamava, e me puxou um pouco pra dentro do quarto, onde murmurou que eu podia fazer com ela o que realmente quisesse. O que realmente quisesse, ele enfatizou.
Não me deu tempo de responder nada e começou a se afastar, andando de costas. Ao chegar na porta, disse algo pra garotinha no idioma dela, que eu não entendi. De qualquer forma, eu percebia pelas expressões que o funcionário da empresa a estava deixando no posto de trabalho dela.
Ali estava meu presente: uma colegial de treze anos pra eu massacrar. Eu não tinha pedido nada! Sabia como conseguir esse tipo de companhia numa cidade como Bangkok. Mas, de qualquer forma, não me desagradava nem um pouco ter uma gostosa daquelas na minha frente, sabendo que podia fazer o que quisesse com ela. Claro que eu faria, mas no devido tempo. Ninguém me apressava.
Nae se sentou num sofá, deixando as pernas totalmente à mostra, já que a saia curta que usava subiu até quase deixar a calcinha de fora.
Ela tinha umas Meias de lã bem fina que iam até os joelhos e uns lindos sapatos de colégio.
Uma camisa bem apertada e branca mostrava por baixo uns peitos pequenos, mas bem durinhos e turgidos.
O cabelo curto dela passava um pouco abaixo das orelhas e ela usava uma boina vermelha levemente inclinada para a esquerda, com uma franja bem sensual caindo na testa, cobrindo parte dos seus grandes olhos orientais.
A boca pequena dela começou a falar comigo, dizendo que ficaria comigo durante o mês de férias. Exceto algumas tardes em que teria que ir para as aulas, mas à noite voltaria para o quarto para dormir. A gerência do hotel nunca perguntaria nada sobre o que vissem ou ouvissem ali. Claro, o hotel era da empresa com a qual eu tinha fechado o acordo.
Quando perguntei maliciosamente para a Nae o que eu poderia fazer com ela do jeito que quisesse, ela respondeu rindo que eu seria sua garota escrava e que poderia submetê-la a todos os meus desejos sexuais, desde que não a machucasse... demais. Foi aí que me joguei sobre ela e enfiei minha língua na boca dela até não aguentar mais. Nae fez o mesmo e não paramos de nos beijar por uns dois minutos. Essa pequena realmente me deixou excitado.
Enquanto segurava sua cinturinha, passava a língua por todo o rosto dela. Não acho que tenha dado prazer algum a ela, mas eram meus primeiros ensaios em fazer as coisas que eu realmente queria.
Ela soltava uns gemidinhos que me esquentavam pra caralho, sussurrava coisas no meu ouvido que eu não entendia enquanto enfiava a língua na minha orelha. Enfiei a mão por baixo da saia curtíssima dela e agarrei com força a bunda dela, que era linda pela firmeza de menina que tinha.
Depois quis tocar a virilha dela em busca de uma buceta já molhada, mas grande foi a surpresa que encontrei. Era um pau duro saindo pela parte de cima da calcinha da Nae, enquanto pelas laterais daquela peça minúscula e colorida... Rosa, seus testículos brilhantes apareciam. Ela continuou como se nada tivesse acontecido, mas eu parei na hora. Nae não se assustou com minha atitude. Então entendi que ela achava que eu sabia que era uma travesti, um daqueles famosos ladyboys que tanto têm na Tailândia. Mas é que o funcionário sempre me falava de uma menina, de uma garota. No entanto, ali estava essa jovenzinha com os cabelos bagunçados no rosto molhado pela minha saliva e suor, com a saia levantada sobre a barriga e com um pau bem duro entre as pernas. Eu não sabia se olhava para a expressão dela ou para aquele pau ereto que me apontava com a cabeça rosada.
Ela se levantou e começou a se vestir de novo enquanto chorava de um jeito que me deu uma pena danada. Abracei ela e falei para não se sentir mal, que era um mal-entendido da empresa e que eles deviam ter pensado que essa situação diferente para mim me agradaria. Nae fez um gesto de sim com a cabeça e se levantou para ir embora. E foi nesse momento, ao se levantar, que o corpo dela se arqueou de um jeito que nunca vou esquecer. Ela ajeitou a calcinha, enfiando na racha do cu a tirinha de pano que eu vi aparecendo por baixo da saia. Não aguentei.
Joguei ela de novo no sofá onde a gente estava se beijando, virei ela de modo que aquele cu lindo ficasse apontando para o meu pau, que estava prestes a explodir. Avancei no buraco dela, enfiando meus dedos e enchendo de saliva. Tirei meu pau, que estava totalmente duro, e encostei nas pernas dela, mas de repente ela se virou e enfiou na boca. Vai ver como eu engulo ele todo, ela disse, mas eu não acreditei. Meu pau estava tão duro que não ia caber inteiro na boca tão pequenininha dela, mas aos poucos, ela foi abrindo cada vez mais até enfiar tudo. Me senti no céu quando meu pau inteiro sumiu até a garganta dela. Dos olhos orientais dela saíam lágrimas por causa do esforço. esforço que estava fazendo. Tirei meu pau da boca dela e ela se virou, me oferecendo o cu já dilatado. Não pensei em me cuidar de nada, só queria partir ela ao meio. E foi o que fiz, penetrei ela de um jeito que senti seus gemidos que mais de prazer eram de dor verdadeira.
De novo meu pau enorme tinha se perdido dentro do corpo da Nae.
Agora eu a tinha na minha mercê com todo o meu pau dentro do cu dela. Não me importava que ela se masturbasse ao mesmo tempo com o pau dela. Nada me importava, só queria penetrar ela mais e mais até que meu gozo explodisse nos intestinos dela. Mas quando tirei um momento para enfiar de novo, não aguentei mais e gozei na bunda redonda dela.
Ela passou a mão onde estava meu sêmen e espalhou por aquela pele de colegial, encheu a mão e levou à boca. Enquanto lambia os dedos cheios do meu esperma pegajoso, eu gozei no sofá onde ela ainda estava com a bunda bem levantada apontando pra mim.
Ficamos o mês inteiro quase trancados naquele quarto de hotel fazendo coisas maravilhosas. Às vezes a Nae me deixava sozinho quando ia ter aulas particulares numa academia onde preparava os exames, mas ao voltar com a roupa de colegial, sorria pra mim da porta e se jogava nos meus braços pra me beijar na boca como da primeira vez.
Durante um mês fiz de tudo com ela. Amarrei e castiguei várias vezes, obrigando ela a se masturbar com o pau dela; batia forte nas nádegas dela, obrigando ela a dizer que me amava e que eu era o macho dos sonhos dela. Pegava com minhas mãos com força os testículos dela e os colocava na minha boca, apertando com meus lábios. Nae chorava com essas minhas ações, mas depois tudo voltava ao normal e o rosto dela se transformava no de uma menina doce e delicada.
Nunca perguntei quanto pagavam pra ela aguentar essas sacanagens todas, mas imagino que era bastante porque ela nunca negou nada.
Aprendi a chupar o pau dela e a curtir ele dentro da minha boca. Não deixava ela gozar nos meus lábios, mas Adorava sentir seus gemidos antes do momento em que ele soltava o esperma na minha mão, e isso me excitava. Tinha tardes em que passava uma ou duas horas apalpando o pau dele, que não era muito grande, por sinal, e beijava e enchia de saliva de um jeito que sabia que ele adorava.
Pelo cu dele passaram infinitos objetos que eu enfiava uma e outra vez. Minhas preferidas eram as garrafas de cerveja. Entravam quase até a metade. O rosto dele ficava muito sofrido e a expressão era de dor terrível, mas ele não reclamava e fazia, e isso me aquecia de um jeito que nunca tinha sentido antes.
Era meu, um objeto, um menininho vestido de mocinha que colocava o cu à minha disposição pra eu fazer o que minha imaginação quisesse.
À noite, costumava mandar ele se vestir como uma verdadeira dama, e então saíamos pra jantar juntos e passávamos noites maravilhosas. Todo mundo me olhava por estar acompanhado de uma mocinha tão gostosa, sem saber o que tinha entre as pernas. Gostava de sentar ele perto de mim em mesas afastadas dos outros clientes e então pedia pra ele levantar o vestido e me deixar ver o pau dele, todo depilado.
Ele fazia e ainda se masturbava bem devagar, chegando a gozar algumas vezes. Era lindo ver ele apertar os lábios pra não gemer de prazer na frente dos outros!
Uma noite, obriguei ele a me masturbar por baixo da mesa. Foi uma sensação inesquecível ver os olhos puxados dele me olhando com perversão de menina. A mão dele ficou cheia do meu gozo, e então ele misturou com a comida, uma espécie de molho branco que foi comendo devagar enquanto molhava uns pãezinhos que acompanhavam o jantar.
Naquela mesma noite, ele me propôs deixar ele escolher a perversão do dia. Me levou a um bar muito chique que tinha nos fundos um quarto com entrada vigiada por um tailandês enorme que já o conhecia. Ao entrar no lugar, vi uma longa fila de homens seminus, muito sorridentes e até alguns meio bêbados. Ele me disse: que eu entrasse na fila e que logo veria o que tinha que fazer. Nae falou com uma travesti gostosa que fumava delicadamente um cigarrão comprido, sentada num sofá vermelho. De repente, Nae ocupou um lugar ao lado dela e então começou a função.
Cada um dos homens que estavam formando a fila parava na frente delas e colocava um camisinha pra que, instantes depois, as duas travestis masturbassem eles e metessem as picas já duras na boca delas.
Quando cada participante gozava, tiravam a camisinha cheia de porra e despejavam todo o sêmen numa taça bem elegante. Aos poucos, ela ia enchendo com cada uma das intervenções. Quando chegou minha vez, foi muito excitante ver como as duas travestis chupavam minha rola e me masturbavam, se revezando entre uma e outra. No meio da bagunça, as malditas ainda se beijavam entre si, e isso me deixava louco, e também os outros que estavam atrás de mim.
A taça finalmente encheu, e então as duas anunciaram isso. Nae então sentou no sofá com as pernas bem abertas enquanto a outra travesti apalpou a pica dela até deixar ela bem dura. Nae gemia e pedia por favor que dessem de beber pra ela, então foi nesse momento que a companheira pegou a taça e, enquanto Nae abria a boca e se masturbava furiosamente, ela foi derramando o conteúdo da taça direto entre a língua e o céu da boca dela. Nae engoliu a taça cheia da porra de uns vinte homens, e gritava por mais. Todos ali tivemos uma ereção, e alguns começaram a se masturbar de novo.
Todo o conteúdo da taça foi engolido por Nae, e quando não sobrou nada pra derramar, ela meteu a língua procurando até as últimas gotas grudadas no vidro. Depois, teve uma gozada forte que foi parar direto no rosto da outra travesti, que também se masturbava.
Foi inesquecível pra mim aquela experiência.
O mês de férias estava acabando, e então propus pra Nae que convidasse a amiga dela pra ter sexo entre nós três. Naquela noite, já prestes a Voltar pro meu país, forcei a Nae a deixar a parceira enfiar o punho inteiro no cu dela. Puta merda! Como ela se abria e como Nae gritava! Foi uma delícia ver a cara de safada que a parceira dela fazia enquanto enfiava o punho cada vez mais fundo. Depois, enquanto Nae chorava de verdade de dor, nós dois gozamos tudo na cara dela.
Isso aconteceu há um ano e, inacreditavelmente, depois de fazer essas putarias todas com a Nae, recebi duas cartas dela e um vídeo onde ela me mostrava outra sessão dela tomando esperma de um copo, dessa vez maior e com mais porra do que na vez que eu participei.
Vou voltar pra Tailândia em alguns meses. Ela disse pra eu esperar e que a gente vai fazer as mesmas coisas que fez naquela vez. Não sei se isso vai ser possível, tô ainda mais pervertido do que naquela ocasião. Será que ela vai deixar fazer as coisas que minha imaginação pedir?
Às três da tarde, alguém bateu na porta do meu quarto no hotel em que eu estava hospedado na cidade de Bangkok. Meio atordoado, abri pra ver quem era. Era um funcionário da empresa com quem eu tinha acabado de fechar um contrato bem importante. Agora que minha missão financeira tinha terminado, queria ficar um mês ali pra descansar e retomar no meu país de origem a grande atividade que me esperaria pela frente. Esse funcionário me sorria e falava um inglês enrolado, dizendo que me trazia um presente da empresa pra eu começar a me divertir na minha estadia de férias.
Foi ali que eu a vi pela primeira vez. Era uma garotinha com roupa de colegial, com um sorriso entre nervoso e cúmplice. Trazia até uma espécie de mochila com os livros de estudo, que abraçava como se fosse um ursinho de pelúcia gigante.
O funcionário me apresentou então a Nae, assim que a menina se chamava, e me puxou um pouco pra dentro do quarto, onde murmurou que eu podia fazer com ela o que realmente quisesse. O que realmente quisesse, ele enfatizou.
Não me deu tempo de responder nada e começou a se afastar, andando de costas. Ao chegar na porta, disse algo pra garotinha no idioma dela, que eu não entendi. De qualquer forma, eu percebia pelas expressões que o funcionário da empresa a estava deixando no posto de trabalho dela.
Ali estava meu presente: uma colegial de treze anos pra eu massacrar. Eu não tinha pedido nada! Sabia como conseguir esse tipo de companhia numa cidade como Bangkok. Mas, de qualquer forma, não me desagradava nem um pouco ter uma gostosa daquelas na minha frente, sabendo que podia fazer o que quisesse com ela. Claro que eu faria, mas no devido tempo. Ninguém me apressava.
Nae se sentou num sofá, deixando as pernas totalmente à mostra, já que a saia curta que usava subiu até quase deixar a calcinha de fora.
Ela tinha umas Meias de lã bem fina que iam até os joelhos e uns lindos sapatos de colégio.
Uma camisa bem apertada e branca mostrava por baixo uns peitos pequenos, mas bem durinhos e turgidos.
O cabelo curto dela passava um pouco abaixo das orelhas e ela usava uma boina vermelha levemente inclinada para a esquerda, com uma franja bem sensual caindo na testa, cobrindo parte dos seus grandes olhos orientais.
A boca pequena dela começou a falar comigo, dizendo que ficaria comigo durante o mês de férias. Exceto algumas tardes em que teria que ir para as aulas, mas à noite voltaria para o quarto para dormir. A gerência do hotel nunca perguntaria nada sobre o que vissem ou ouvissem ali. Claro, o hotel era da empresa com a qual eu tinha fechado o acordo.
Quando perguntei maliciosamente para a Nae o que eu poderia fazer com ela do jeito que quisesse, ela respondeu rindo que eu seria sua garota escrava e que poderia submetê-la a todos os meus desejos sexuais, desde que não a machucasse... demais. Foi aí que me joguei sobre ela e enfiei minha língua na boca dela até não aguentar mais. Nae fez o mesmo e não paramos de nos beijar por uns dois minutos. Essa pequena realmente me deixou excitado.
Enquanto segurava sua cinturinha, passava a língua por todo o rosto dela. Não acho que tenha dado prazer algum a ela, mas eram meus primeiros ensaios em fazer as coisas que eu realmente queria.
Ela soltava uns gemidinhos que me esquentavam pra caralho, sussurrava coisas no meu ouvido que eu não entendia enquanto enfiava a língua na minha orelha. Enfiei a mão por baixo da saia curtíssima dela e agarrei com força a bunda dela, que era linda pela firmeza de menina que tinha.
Depois quis tocar a virilha dela em busca de uma buceta já molhada, mas grande foi a surpresa que encontrei. Era um pau duro saindo pela parte de cima da calcinha da Nae, enquanto pelas laterais daquela peça minúscula e colorida... Rosa, seus testículos brilhantes apareciam. Ela continuou como se nada tivesse acontecido, mas eu parei na hora. Nae não se assustou com minha atitude. Então entendi que ela achava que eu sabia que era uma travesti, um daqueles famosos ladyboys que tanto têm na Tailândia. Mas é que o funcionário sempre me falava de uma menina, de uma garota. No entanto, ali estava essa jovenzinha com os cabelos bagunçados no rosto molhado pela minha saliva e suor, com a saia levantada sobre a barriga e com um pau bem duro entre as pernas. Eu não sabia se olhava para a expressão dela ou para aquele pau ereto que me apontava com a cabeça rosada.
Ela se levantou e começou a se vestir de novo enquanto chorava de um jeito que me deu uma pena danada. Abracei ela e falei para não se sentir mal, que era um mal-entendido da empresa e que eles deviam ter pensado que essa situação diferente para mim me agradaria. Nae fez um gesto de sim com a cabeça e se levantou para ir embora. E foi nesse momento, ao se levantar, que o corpo dela se arqueou de um jeito que nunca vou esquecer. Ela ajeitou a calcinha, enfiando na racha do cu a tirinha de pano que eu vi aparecendo por baixo da saia. Não aguentei.
Joguei ela de novo no sofá onde a gente estava se beijando, virei ela de modo que aquele cu lindo ficasse apontando para o meu pau, que estava prestes a explodir. Avancei no buraco dela, enfiando meus dedos e enchendo de saliva. Tirei meu pau, que estava totalmente duro, e encostei nas pernas dela, mas de repente ela se virou e enfiou na boca. Vai ver como eu engulo ele todo, ela disse, mas eu não acreditei. Meu pau estava tão duro que não ia caber inteiro na boca tão pequenininha dela, mas aos poucos, ela foi abrindo cada vez mais até enfiar tudo. Me senti no céu quando meu pau inteiro sumiu até a garganta dela. Dos olhos orientais dela saíam lágrimas por causa do esforço. esforço que estava fazendo. Tirei meu pau da boca dela e ela se virou, me oferecendo o cu já dilatado. Não pensei em me cuidar de nada, só queria partir ela ao meio. E foi o que fiz, penetrei ela de um jeito que senti seus gemidos que mais de prazer eram de dor verdadeira.
De novo meu pau enorme tinha se perdido dentro do corpo da Nae.
Agora eu a tinha na minha mercê com todo o meu pau dentro do cu dela. Não me importava que ela se masturbasse ao mesmo tempo com o pau dela. Nada me importava, só queria penetrar ela mais e mais até que meu gozo explodisse nos intestinos dela. Mas quando tirei um momento para enfiar de novo, não aguentei mais e gozei na bunda redonda dela.
Ela passou a mão onde estava meu sêmen e espalhou por aquela pele de colegial, encheu a mão e levou à boca. Enquanto lambia os dedos cheios do meu esperma pegajoso, eu gozei no sofá onde ela ainda estava com a bunda bem levantada apontando pra mim.
Ficamos o mês inteiro quase trancados naquele quarto de hotel fazendo coisas maravilhosas. Às vezes a Nae me deixava sozinho quando ia ter aulas particulares numa academia onde preparava os exames, mas ao voltar com a roupa de colegial, sorria pra mim da porta e se jogava nos meus braços pra me beijar na boca como da primeira vez.
Durante um mês fiz de tudo com ela. Amarrei e castiguei várias vezes, obrigando ela a se masturbar com o pau dela; batia forte nas nádegas dela, obrigando ela a dizer que me amava e que eu era o macho dos sonhos dela. Pegava com minhas mãos com força os testículos dela e os colocava na minha boca, apertando com meus lábios. Nae chorava com essas minhas ações, mas depois tudo voltava ao normal e o rosto dela se transformava no de uma menina doce e delicada.
Nunca perguntei quanto pagavam pra ela aguentar essas sacanagens todas, mas imagino que era bastante porque ela nunca negou nada.
Aprendi a chupar o pau dela e a curtir ele dentro da minha boca. Não deixava ela gozar nos meus lábios, mas Adorava sentir seus gemidos antes do momento em que ele soltava o esperma na minha mão, e isso me excitava. Tinha tardes em que passava uma ou duas horas apalpando o pau dele, que não era muito grande, por sinal, e beijava e enchia de saliva de um jeito que sabia que ele adorava.
Pelo cu dele passaram infinitos objetos que eu enfiava uma e outra vez. Minhas preferidas eram as garrafas de cerveja. Entravam quase até a metade. O rosto dele ficava muito sofrido e a expressão era de dor terrível, mas ele não reclamava e fazia, e isso me aquecia de um jeito que nunca tinha sentido antes.
Era meu, um objeto, um menininho vestido de mocinha que colocava o cu à minha disposição pra eu fazer o que minha imaginação quisesse.
À noite, costumava mandar ele se vestir como uma verdadeira dama, e então saíamos pra jantar juntos e passávamos noites maravilhosas. Todo mundo me olhava por estar acompanhado de uma mocinha tão gostosa, sem saber o que tinha entre as pernas. Gostava de sentar ele perto de mim em mesas afastadas dos outros clientes e então pedia pra ele levantar o vestido e me deixar ver o pau dele, todo depilado.
Ele fazia e ainda se masturbava bem devagar, chegando a gozar algumas vezes. Era lindo ver ele apertar os lábios pra não gemer de prazer na frente dos outros!
Uma noite, obriguei ele a me masturbar por baixo da mesa. Foi uma sensação inesquecível ver os olhos puxados dele me olhando com perversão de menina. A mão dele ficou cheia do meu gozo, e então ele misturou com a comida, uma espécie de molho branco que foi comendo devagar enquanto molhava uns pãezinhos que acompanhavam o jantar.
Naquela mesma noite, ele me propôs deixar ele escolher a perversão do dia. Me levou a um bar muito chique que tinha nos fundos um quarto com entrada vigiada por um tailandês enorme que já o conhecia. Ao entrar no lugar, vi uma longa fila de homens seminus, muito sorridentes e até alguns meio bêbados. Ele me disse: que eu entrasse na fila e que logo veria o que tinha que fazer. Nae falou com uma travesti gostosa que fumava delicadamente um cigarrão comprido, sentada num sofá vermelho. De repente, Nae ocupou um lugar ao lado dela e então começou a função.
Cada um dos homens que estavam formando a fila parava na frente delas e colocava um camisinha pra que, instantes depois, as duas travestis masturbassem eles e metessem as picas já duras na boca delas.
Quando cada participante gozava, tiravam a camisinha cheia de porra e despejavam todo o sêmen numa taça bem elegante. Aos poucos, ela ia enchendo com cada uma das intervenções. Quando chegou minha vez, foi muito excitante ver como as duas travestis chupavam minha rola e me masturbavam, se revezando entre uma e outra. No meio da bagunça, as malditas ainda se beijavam entre si, e isso me deixava louco, e também os outros que estavam atrás de mim.
A taça finalmente encheu, e então as duas anunciaram isso. Nae então sentou no sofá com as pernas bem abertas enquanto a outra travesti apalpou a pica dela até deixar ela bem dura. Nae gemia e pedia por favor que dessem de beber pra ela, então foi nesse momento que a companheira pegou a taça e, enquanto Nae abria a boca e se masturbava furiosamente, ela foi derramando o conteúdo da taça direto entre a língua e o céu da boca dela. Nae engoliu a taça cheia da porra de uns vinte homens, e gritava por mais. Todos ali tivemos uma ereção, e alguns começaram a se masturbar de novo.
Todo o conteúdo da taça foi engolido por Nae, e quando não sobrou nada pra derramar, ela meteu a língua procurando até as últimas gotas grudadas no vidro. Depois, teve uma gozada forte que foi parar direto no rosto da outra travesti, que também se masturbava.
Foi inesquecível pra mim aquela experiência.
O mês de férias estava acabando, e então propus pra Nae que convidasse a amiga dela pra ter sexo entre nós três. Naquela noite, já prestes a Voltar pro meu país, forcei a Nae a deixar a parceira enfiar o punho inteiro no cu dela. Puta merda! Como ela se abria e como Nae gritava! Foi uma delícia ver a cara de safada que a parceira dela fazia enquanto enfiava o punho cada vez mais fundo. Depois, enquanto Nae chorava de verdade de dor, nós dois gozamos tudo na cara dela.
Isso aconteceu há um ano e, inacreditavelmente, depois de fazer essas putarias todas com a Nae, recebi duas cartas dela e um vídeo onde ela me mostrava outra sessão dela tomando esperma de um copo, dessa vez maior e com mais porra do que na vez que eu participei.
Vou voltar pra Tailândia em alguns meses. Ela disse pra eu esperar e que a gente vai fazer as mesmas coisas que fez naquela vez. Não sei se isso vai ser possível, tô ainda mais pervertido do que naquela ocasião. Será que ela vai deixar fazer as coisas que minha imaginação pedir?
4 comentários - Nae, a pequena travesti tailandesa! (Bebendo porra)