<<< Parte AnteriorNunca antes tinham me falado de uma forma tão decidida e safada como ele fazia. Fiquei meio surpreso por um momento... mas minha vontade cresceu exponencialmente e eu só queria dar pra esse cara e deixá-lo tão aberto e satisfeito que ele iria querer me ver de novo e de novo.
Peguei sua cabeça e começamos a nos beijar intensamente, eu estava tão ansioso para fazê-lo meu que senti algo que nunca tinham me feito sentir antes. Foi tanta a intensidade que eu estava dando mordidas nos lábios dele sem nem perceber. Fui beijando-o mais e mais e o empurrei contra a janela... deixei ele recostado nela e me afastei um pouco. Olhei para ele com muito desejo e vontade de encher ele todinho de porra. E tirei minha calça sem tirar o olho dele. Fiquei um tempo tocando meu volume por cima da cueca. Nesse tempo ele me olhava ofegante e sem tirar os olhos do meu pacote. Me aproximei um pouco, mas em vez de ir até ele, fui para os bancos de trás, sentei com as pernas abertas e tirei a cueca. Meu pau pôde ficar livremente duro e no segundo seguinte já tinha o cu do meu professor de matemática devorando meu pau, enquanto nossas bocas faziam as delas. Não sei como chegamos nessa posição, perdi completamente a noção do tempo. Só lembro do rosto dele e dos seus gemidos.
- Ah... isso, assim, que delícia... que pau gostoso, que pau gostoso, me dá mais pau - ele me dizia
- É todo seu, professor, come ele, come ele todinho, assim assim siiiim... mais rápido, mais rápido
Ao que ele começou a subir e descer como um louco e gemer cada vez mais e mais alto... O prazer foi tão grande que na mesma hora minha porra começou a derramar por todo o seu cu
- Ahhhhhhhhhh..... gemi enquanto sentia minha porra escorrer do cu dele pelas minhas pernas e na mesma hora senti a dele respingar no meu abdômen.
- Ahhhh.... ahhhh.... ahhhhh.... - foi a última coisa que ouvi dele antes de ele gozar....
Eu estava exausto, nunca antes tinha me sentido tão sexualmente satisfeito.
O professor sentou ao meu lado cansado também, dizendo no seu cansaço: Ai, que delícia caralho, ah ah.... Ele sorriu pra mim, eu devolvi o sorriso. Ele abriu as pernas e me mostrou o cabelo ruivo dele com minha porra escorrendo... enfiou os dedos e começou a passar no peito... depois se aproximou de mim e começou a lamber todo meu abdômen, deixando sem uma única gota da porra dele.
Me olhou de novo com aquele rosto de desejo e tesão que me excitava tanto, chegou perto do meu pescoço... beijou... subiu com a língua até meu ouvido e sussurrou: Quero mais porra no meu cu.
Dessa vez não pensei nem um segundo. Imediatamente devorei sua boca e o empurrei até ele ficar deitado nos bancos. Levantei suas pernas e empurrei em direção ao abdômen... tendo assim uma vista perfeita daquele lindo cu cheio de porra. Sem pensar, já tinha enfiado o pau e começamos novamente um concerto de gemidos. Eu tinha o controle dessa vez e podia aumentar e diminuir a velocidade ao meu gosto. Enquanto fodia ele brutalmente, fazia pequenas massagens nos mamilos. Dessa vez, ele dizia mais coisas do que antes. Me fode, me fode... siiiii me dá todo seu pau... mais forte... ahhh ahhh sim,,, assim... abre o cu do seu professor.. sim... sim... ayy.... que gostoso... ayyyy... ahhhh..... mmmm..... me fode forte... assim.... sim... ahhh... enfia tudo... sim... come esse cu, é todo seu... ahhh... sim... ahhhhhh... tô gozando... ahhh... espera espera... ahhh ahhhhhhhhhhhhhh............. ahhhhhhhh
Sem nem se tocar, o professor encheu todo o peito de porra.... isso me deixou a mil e depois de algumas enfiadas... gozei.... Toda minha porra escorrendo de novo do buraco do professor...
O professor enfiou os dedos no cu de novo, mas dessa vez estava engolindo minha porra.
- Ai, que gostoso, Gonzales - ele dizia gemendo e exausto - que gostoso, seu cachorro. Meu cu é seu... pra fazer o que quiser... me fode, Gonzales, me dá mais porra, me enche de porra, me engravida, me dá pau... dá pau pra puta do seu professor... sou seu...
Não entendia como ele conseguia me deixar mais excitado a cada vez... não sabia que horas eram... mas tinha certeza de que não íamos sair daquele lugar antes do sol nascer...
Me aproximei dele... passei minha mão pela sua rachada e enfiei dois dedos no seu cu. Ele soltou um pequeno gemido, aproximei-os da boca dele e ele os chupou até não deixar uma única gota de porra.
Me aproximei do ouvido dele... chupei por alguns segundos e disse: quero te comer de quatro.Continuação >>>>
Peguei sua cabeça e começamos a nos beijar intensamente, eu estava tão ansioso para fazê-lo meu que senti algo que nunca tinham me feito sentir antes. Foi tanta a intensidade que eu estava dando mordidas nos lábios dele sem nem perceber. Fui beijando-o mais e mais e o empurrei contra a janela... deixei ele recostado nela e me afastei um pouco. Olhei para ele com muito desejo e vontade de encher ele todinho de porra. E tirei minha calça sem tirar o olho dele. Fiquei um tempo tocando meu volume por cima da cueca. Nesse tempo ele me olhava ofegante e sem tirar os olhos do meu pacote. Me aproximei um pouco, mas em vez de ir até ele, fui para os bancos de trás, sentei com as pernas abertas e tirei a cueca. Meu pau pôde ficar livremente duro e no segundo seguinte já tinha o cu do meu professor de matemática devorando meu pau, enquanto nossas bocas faziam as delas. Não sei como chegamos nessa posição, perdi completamente a noção do tempo. Só lembro do rosto dele e dos seus gemidos.
- Ah... isso, assim, que delícia... que pau gostoso, que pau gostoso, me dá mais pau - ele me dizia
- É todo seu, professor, come ele, come ele todinho, assim assim siiiim... mais rápido, mais rápido
Ao que ele começou a subir e descer como um louco e gemer cada vez mais e mais alto... O prazer foi tão grande que na mesma hora minha porra começou a derramar por todo o seu cu
- Ahhhhhhhhhh..... gemi enquanto sentia minha porra escorrer do cu dele pelas minhas pernas e na mesma hora senti a dele respingar no meu abdômen.
- Ahhhh.... ahhhh.... ahhhhh.... - foi a última coisa que ouvi dele antes de ele gozar....
Eu estava exausto, nunca antes tinha me sentido tão sexualmente satisfeito.
O professor sentou ao meu lado cansado também, dizendo no seu cansaço: Ai, que delícia caralho, ah ah.... Ele sorriu pra mim, eu devolvi o sorriso. Ele abriu as pernas e me mostrou o cabelo ruivo dele com minha porra escorrendo... enfiou os dedos e começou a passar no peito... depois se aproximou de mim e começou a lamber todo meu abdômen, deixando sem uma única gota da porra dele.
Me olhou de novo com aquele rosto de desejo e tesão que me excitava tanto, chegou perto do meu pescoço... beijou... subiu com a língua até meu ouvido e sussurrou: Quero mais porra no meu cu.
Dessa vez não pensei nem um segundo. Imediatamente devorei sua boca e o empurrei até ele ficar deitado nos bancos. Levantei suas pernas e empurrei em direção ao abdômen... tendo assim uma vista perfeita daquele lindo cu cheio de porra. Sem pensar, já tinha enfiado o pau e começamos novamente um concerto de gemidos. Eu tinha o controle dessa vez e podia aumentar e diminuir a velocidade ao meu gosto. Enquanto fodia ele brutalmente, fazia pequenas massagens nos mamilos. Dessa vez, ele dizia mais coisas do que antes. Me fode, me fode... siiiii me dá todo seu pau... mais forte... ahhh ahhh sim,,, assim... abre o cu do seu professor.. sim... sim... ayy.... que gostoso... ayyyy... ahhhh..... mmmm..... me fode forte... assim.... sim... ahhh... enfia tudo... sim... come esse cu, é todo seu... ahhh... sim... ahhhhhh... tô gozando... ahhh... espera espera... ahhh ahhhhhhhhhhhhhh............. ahhhhhhhh
Sem nem se tocar, o professor encheu todo o peito de porra.... isso me deixou a mil e depois de algumas enfiadas... gozei.... Toda minha porra escorrendo de novo do buraco do professor...
O professor enfiou os dedos no cu de novo, mas dessa vez estava engolindo minha porra.
- Ai, que gostoso, Gonzales - ele dizia gemendo e exausto - que gostoso, seu cachorro. Meu cu é seu... pra fazer o que quiser... me fode, Gonzales, me dá mais porra, me enche de porra, me engravida, me dá pau... dá pau pra puta do seu professor... sou seu...
Não entendia como ele conseguia me deixar mais excitado a cada vez... não sabia que horas eram... mas tinha certeza de que não íamos sair daquele lugar antes do sol nascer...
Me aproximei dele... passei minha mão pela sua rachada e enfiei dois dedos no seu cu. Ele soltou um pequeno gemido, aproximei-os da boca dele e ele os chupou até não deixar uma única gota de porra.
Me aproximei do ouvido dele... chupei por alguns segundos e disse: quero te comer de quatro.Continuação >>>>
5 comentários - Matías F. (03): Polvos del Desierto (Parte I)