Este é meu primeiro post. É um relato como os que eu gosto. Tem sexo, mas tudo incluído numa história. Espero que gostem.
É uma história real. Vou mudar os nomes e lugares pra não ter problema depois.
Vou me apresentar: sou Matias, tenho 24 anos e sou engenheiro agrônomo. Tenho 1,90m, sou moreno, cabelo castanho claro. Meu corpo é definido, malho e vou à academia todo dia. Minha família é rica na região e somos 5 irmãos. Todos somos muito atletas, e 3 dos 5 praticam esporte profissionalmente na Europa. Meu outro irmão também mora na Europa, mas estuda. Eu sou o único que mora em Salta e trabalho na empresa da família.
Agora vou contar o contexto onde essa situação acontece. Eu não tenho uma namorada fixa, mas quase sempre saí com minas muito gostosas. Tenho várias admiradoras, mas deixo claro que na cidade onde moro a grande maioria trabalha nas nossas empresas. Então, as admiradoras, não sei se é por um simples fetiche de ficar com o chefe ou não sei. A única coisa que sei é que, quando saio com meus amigos pra balada, sou o primeiro a chegar ou a procurar um grupo de minas. Meus amigos sempre me zoam porque dizem que sou o puto gostoso dos filmes americanos e que todos comem minhas sobras. Mas acho que não é bem assim...
Este ano, aconteceram muitas mudanças na vinícola, lugar onde sou dono e presidente da sociedade familiar. Tivemos que contratar pessoal, e chamamos o setor de recursos humanos pra cuidar disso. Depois de algumas semanas, me chamaram pra entrevista final dos candidatos. Um dos cargos oferecidos era secretário da presidência, ou seja, meu. Quando cheguei, tinha 4 homens. Ricardo, um cara mais velho, uns 45 anos, mas o perfil dele não era o que buscávamos; a mesma coisa com mais dois, até que chegou Juliano. Um cara de 25 anos, estudante de administração. Era um cara de uns 1,85m, cabelo loiro, pele clara. Azeitona, aquele tom de pele que parece bronzeado o ano inteiro. Tinha um corpo bem atlético, muito bem definido. O perfil dele era o ideal, então ele começou a trabalhar comigo.
Depois de alguns meses, ele já não era só o secretário, era meu assistente de campo, de adega e de presidência.. A gente passava o dia inteiro junto, todos os dias da semana, ele era minha sombra e meu companheiro fiel.. Sabia de todas as minhas aventuras com outras minas. Até organizava meus encontros e cuidava dos meus compromissos de trabalho.
A real é que minha vida sexual era muito boa, mas sempre hétero. Até que o Julian me convida pro aniversário dele. A essa altura, a gente já era praticamente amigo. Ele ia comemorar o aniversário na cidade natal dele, a uns 400 km da cidade onde a gente mora. Decidi ir, o Julian tinha me convidado pra ficar na casa dos pais dele. Ele é filho único, mora num povoado rural, numa casa simples. Falei pro Julian que ia e que ficaria na casa dele como ele tinha planejado, e que a gente passaria o fim de semana inteiro lá. Mas depois teria que voltar por causa dos nossos compromissos, ele topou e a gente organizou a viagem. Na noite anterior, ele foi dormir na minha casa, porque a gente ia sair de madrugada pra cidade dele. Umas quatro da manhã e eu já estava acordado. Então entrei no quarto de hóspedes pra acordar o Julian. Quando entrei no quarto, levei um susto enorme: ele estava completamente pelado, todo espalhado na cama. Tinha um corpo incrível, nunca tinha me atraído por homens, e já tinha dividido vestiário com vários caras pelados e nunca tinha sentido nada. Mas com ele era diferente, lembro que ele tinha uma bunda totalmente depilada e um formato redondo que era uma loucura. Quando desci pra tomar café, desci todo envergonhado pela situação anterior. Ele desceu pedindo desculpa por eu ter que ver ele pelado, eu não entendia qual era o problema. Então falei pra ele não fazer drama, somos homens, não tem nada demais. Você tem que se desculpar. Acabamos saindo um pouco atrasados porque passei no depósito pra pegar uns vinhos e uns presentes pra Juli e pra família dela. No caminho, Julian não tava muito tranquilo, então perguntei se tava acontecendo alguma coisa. Julian me disse que tava nervoso com como eu ia reagir na casa dele. Deixei ele bem sossegado, não me incomodava nada com a ideia dele. Depois dessa conversa, ele ficou mais calmo e a viagem foi normal. Já depois de várias horas de estrada, perguntei se ele tinha alguma mina na cidade dele, e ele respondeu com um sonoro não. Ele me contou que nunca faltaram admiradoras, mas também nunca teve um relacionamento sério. Falando já de uns assuntos mais picantes, perguntei se ele já tinha pego alguma das minas do depósito, que por sinal são umas gostosas, e ele também respondeu com um sonoro não. Achei muito estranho, porque eu tinha ouvido que ele tinha várias admiradoras e apaixonadas no depósito. Me deixou com uma baita dúvida, mas não passou disso. Ao chegar na fazenda dele, conheci a família e a casa. Eram pessoas excelentes e, sinceramente, me acolheram super bem. Quando nos instalamos, Julian e eu dormíamos no mesmo quarto. À noite, era a festa de aniversário do Juli. Então começaram a chegar parentes e uns poucos amigos dele. Na reunião de família, começaram a tomar vinho, fernet e outras bebidas. E o clima era totalmente festivo e bem agradável. Já eram umas cinco da manhã quando chegaram mais amigos e amigas. Vieram com uma alegria especial, produto do álcool. Julian nos apresentou, e, sinceramente, uma das amigas me deixou maluco. Já de manhãzinha, por acaso, fiquei conversando com ela. Mas foi só isso, ela deixou bem claro que tava namorando. Mas combinamos de nos encontrar no outro dia pra ver a fazenda dela. Eles já estavam indo embora da festa, e só ficaram os amigos do Julian e Ei. Achei estranho que o Julian não estava. Quando perguntei pros amigos, eles cobriram ele com uma desculpa idiota. Eu pensei que ele tinha ido embora acompanhado de alguma mina, mas no fim, não achei nada demais.
Umas 40 minutos depois, o Julian aparece bem bêbado, apoiado no amigo dele, o Hector. Os caras ficaram um tempinho e foram embora. Ficamos só eu e o Julian. Ajeitamos umas coisas e fomos deitar — o Julian mal conseguia ficar em pé.
Quando já estávamos os dois deitados, ouço o Julian começando a vomitar. Levantei pra ajudar ele e levar pro banheiro. Os dois de cueca e fora de casa. O banheiro é do lado de fora. O Julian vomitou várias vezes e eu ajudava ele. Ele falava mil vezes que me queria, que me amava, que tava apaixonado por mim. Queria me dar um beijo, pegava na minha cara, até passou a mão no meu pacote uma vez. No fim, eu só ria daquilo. Ele tava muito bêbado.
Já tava amanhecendo quando voltamos pra cama.
De dia, o pai do Julian acorda a gente e fala que a família toda ia pra casa da tia dele e que a gente esperasse lá pra almoçar.
Eu e o Julian continuamos dormindo. Umas 12h do meio-dia eu acordo, mas fico deitado. O Julian acorda umas 12h30, mas ainda tava de porre. Ele propõe a gente ir pra casa da tia. Aí eu queria tomar banho, e ele também. Ele disse que a gente tinha que acender o aquecedor e, quando esquentasse, a gente tomava banho. Eu me troquei e fui acender o aquecedor. Lá chegou o Julian, ainda de cueca, pra me ajudar. Acendemos e voltamos pra casa pegar a roupa.
Já no quarto, o Julian me pergunta se eu achava ruim a gente tomar banho junto. Respondi que não tinha problema nenhum. Passaram 15 minutos e a gente foi pro banheiro. Lá, a gente se despiu e começou a tomar banho. Sinceramente, eu nem tava prestando atenção no Julian. Mas ele não tava fazendo o mesmo.
Vi quando ele ficou olhando pro meu pau. Falei: "Não tem nada de estranho, é igual ao seu. a sua
Julian: Não é igual à minha, você é circuncidado? E é bem maior?
Eu: Sim, sou circuncidado desde moleque e talvez tenha um pouco maior só.
Julian: Quanto que mede?
Eu: Depende do quanto tá duro. Mas uns 27 cm e a sua?
Julian: É grande pra caralho, a minha tem 17 cm.
Eu: Mesmo grande ou pequena tem que saber meter e pronto, as minas ficam todas satisfeitas. Mas você pega mais que eu, ontem as gurias tavam te seguindo.
Julian: Nada, nem tanto. E você não fica atrás, deixou a Belém doida.
Eu: Nada. Só conversamos, mas ela não é nada mal. A gente tinha que marcar algo.
Julian: É, à tarde vamos pras corridas da cidade e a gente organiza.
Já no quarto, os dois quase trocados.
Julian: Você me deixou pensando.
Eu: Sobre o quê?
Julian: Você tem uma pica enorme, como faz pra meter? Enfia até o fundo e arrebenta as gatinhas?
Eu: Ha ha ha. Você ficou traumatizado. Não rola nada.
Julian: Traumatizado não, mas nunca vi uma tão grande assim.
Eu: Também não é uma loucura... Bom, vamos pra sua tia que a gente vai chegar mó tarde.
Depois do almoço, os parentes começaram a oferecer vinho pro Julian. O fígado dele tava zuado, no quarto copo já tava bêbado de novo. Então levei ele pra casa dele pra deitar. Ele não tava acostumado a beber. Já na casa dele, levei ele pra cama, deitei e ele vomitou inteiro. Aí esquentei água e levei ele pro banheiro pra lavar. Já no banheiro, tirei a roupa dele, mas deixei de cueca, coloquei ele debaixo do chuveiro, mas ele não mexia nem um fio de cabelo. Então me despi e comecei a lavar ele. Parece que ao ensaboar, ele se excitou e ficou duro, ele ainda tava bêbado. Óbvio que não ensaboei as partes íntimas dele, então passei o sabão pra ele. Julian ensaboou as partes íntimas dele. E não parou por aí, começou a me ensaboar também. E foi direto na minha cueca, num primeiro momento me afastei pra ele não me tocar. Ele me agarrou pela cintura e voltou a apalpar minha pica. Tava com muito mais força. Então, dessa vez ele conseguiu o que queria. Eu já tava meio excitado, mas minha cabeça tava confusa. Nunca tinha rolado com um homem, muito menos deixado alguém me apalpar daquele jeito. Mas tava gostando, ele ensaboou meu pau e ele subiu. Quando não tinha mais sabão no meu cock e ele tinha terminado o serviço, eu tava meio irritado, mas ele continuava bêbado, nem se sentia culpado pelo que eu falava, só ria. Tirei ele da banheira e entrei sozinho. Aproveitei pra passar shampoo no cabelo já que tava só, mas Juliano também aproveitou que eu tava de olhos fechados. E começou a chupar meu pau, era uma sensação muito estranha, era o melhor boquete que já tinham me dado, mas tava muito confuso. Ele continuou, apesar de todas as minhas tentativas de tirar ele de cima. Chupava a cabeça e descia até quase a metade do cock. Lambeu minhas bolas, tava me deixando louco. Juliano era uma puta total, chupava e babava como as melhores. Dava pra ver que sabia o que fazia. Depois me punhetava e chupava de novo, eu já não aguentava mais. Então gozei na boca dele. O primeiro jato ele engoliu de uma vez, os dois seguintes ele guardou na boca pra brincar e saborear. Até que engoliu tudo.
Essa história não parou por aí, mas continua no próximo.
Espero que vocês gostem.
Comentem, por favor, é meu primeiro post. Espero que curtam.
É uma história real. Vou mudar os nomes e lugares pra não ter problema depois.
Vou me apresentar: sou Matias, tenho 24 anos e sou engenheiro agrônomo. Tenho 1,90m, sou moreno, cabelo castanho claro. Meu corpo é definido, malho e vou à academia todo dia. Minha família é rica na região e somos 5 irmãos. Todos somos muito atletas, e 3 dos 5 praticam esporte profissionalmente na Europa. Meu outro irmão também mora na Europa, mas estuda. Eu sou o único que mora em Salta e trabalho na empresa da família.
Agora vou contar o contexto onde essa situação acontece. Eu não tenho uma namorada fixa, mas quase sempre saí com minas muito gostosas. Tenho várias admiradoras, mas deixo claro que na cidade onde moro a grande maioria trabalha nas nossas empresas. Então, as admiradoras, não sei se é por um simples fetiche de ficar com o chefe ou não sei. A única coisa que sei é que, quando saio com meus amigos pra balada, sou o primeiro a chegar ou a procurar um grupo de minas. Meus amigos sempre me zoam porque dizem que sou o puto gostoso dos filmes americanos e que todos comem minhas sobras. Mas acho que não é bem assim...
Este ano, aconteceram muitas mudanças na vinícola, lugar onde sou dono e presidente da sociedade familiar. Tivemos que contratar pessoal, e chamamos o setor de recursos humanos pra cuidar disso. Depois de algumas semanas, me chamaram pra entrevista final dos candidatos. Um dos cargos oferecidos era secretário da presidência, ou seja, meu. Quando cheguei, tinha 4 homens. Ricardo, um cara mais velho, uns 45 anos, mas o perfil dele não era o que buscávamos; a mesma coisa com mais dois, até que chegou Juliano. Um cara de 25 anos, estudante de administração. Era um cara de uns 1,85m, cabelo loiro, pele clara. Azeitona, aquele tom de pele que parece bronzeado o ano inteiro. Tinha um corpo bem atlético, muito bem definido. O perfil dele era o ideal, então ele começou a trabalhar comigo.
Depois de alguns meses, ele já não era só o secretário, era meu assistente de campo, de adega e de presidência.. A gente passava o dia inteiro junto, todos os dias da semana, ele era minha sombra e meu companheiro fiel.. Sabia de todas as minhas aventuras com outras minas. Até organizava meus encontros e cuidava dos meus compromissos de trabalho.
A real é que minha vida sexual era muito boa, mas sempre hétero. Até que o Julian me convida pro aniversário dele. A essa altura, a gente já era praticamente amigo. Ele ia comemorar o aniversário na cidade natal dele, a uns 400 km da cidade onde a gente mora. Decidi ir, o Julian tinha me convidado pra ficar na casa dos pais dele. Ele é filho único, mora num povoado rural, numa casa simples. Falei pro Julian que ia e que ficaria na casa dele como ele tinha planejado, e que a gente passaria o fim de semana inteiro lá. Mas depois teria que voltar por causa dos nossos compromissos, ele topou e a gente organizou a viagem. Na noite anterior, ele foi dormir na minha casa, porque a gente ia sair de madrugada pra cidade dele. Umas quatro da manhã e eu já estava acordado. Então entrei no quarto de hóspedes pra acordar o Julian. Quando entrei no quarto, levei um susto enorme: ele estava completamente pelado, todo espalhado na cama. Tinha um corpo incrível, nunca tinha me atraído por homens, e já tinha dividido vestiário com vários caras pelados e nunca tinha sentido nada. Mas com ele era diferente, lembro que ele tinha uma bunda totalmente depilada e um formato redondo que era uma loucura. Quando desci pra tomar café, desci todo envergonhado pela situação anterior. Ele desceu pedindo desculpa por eu ter que ver ele pelado, eu não entendia qual era o problema. Então falei pra ele não fazer drama, somos homens, não tem nada demais. Você tem que se desculpar. Acabamos saindo um pouco atrasados porque passei no depósito pra pegar uns vinhos e uns presentes pra Juli e pra família dela. No caminho, Julian não tava muito tranquilo, então perguntei se tava acontecendo alguma coisa. Julian me disse que tava nervoso com como eu ia reagir na casa dele. Deixei ele bem sossegado, não me incomodava nada com a ideia dele. Depois dessa conversa, ele ficou mais calmo e a viagem foi normal. Já depois de várias horas de estrada, perguntei se ele tinha alguma mina na cidade dele, e ele respondeu com um sonoro não. Ele me contou que nunca faltaram admiradoras, mas também nunca teve um relacionamento sério. Falando já de uns assuntos mais picantes, perguntei se ele já tinha pego alguma das minas do depósito, que por sinal são umas gostosas, e ele também respondeu com um sonoro não. Achei muito estranho, porque eu tinha ouvido que ele tinha várias admiradoras e apaixonadas no depósito. Me deixou com uma baita dúvida, mas não passou disso. Ao chegar na fazenda dele, conheci a família e a casa. Eram pessoas excelentes e, sinceramente, me acolheram super bem. Quando nos instalamos, Julian e eu dormíamos no mesmo quarto. À noite, era a festa de aniversário do Juli. Então começaram a chegar parentes e uns poucos amigos dele. Na reunião de família, começaram a tomar vinho, fernet e outras bebidas. E o clima era totalmente festivo e bem agradável. Já eram umas cinco da manhã quando chegaram mais amigos e amigas. Vieram com uma alegria especial, produto do álcool. Julian nos apresentou, e, sinceramente, uma das amigas me deixou maluco. Já de manhãzinha, por acaso, fiquei conversando com ela. Mas foi só isso, ela deixou bem claro que tava namorando. Mas combinamos de nos encontrar no outro dia pra ver a fazenda dela. Eles já estavam indo embora da festa, e só ficaram os amigos do Julian e Ei. Achei estranho que o Julian não estava. Quando perguntei pros amigos, eles cobriram ele com uma desculpa idiota. Eu pensei que ele tinha ido embora acompanhado de alguma mina, mas no fim, não achei nada demais.
Umas 40 minutos depois, o Julian aparece bem bêbado, apoiado no amigo dele, o Hector. Os caras ficaram um tempinho e foram embora. Ficamos só eu e o Julian. Ajeitamos umas coisas e fomos deitar — o Julian mal conseguia ficar em pé.
Quando já estávamos os dois deitados, ouço o Julian começando a vomitar. Levantei pra ajudar ele e levar pro banheiro. Os dois de cueca e fora de casa. O banheiro é do lado de fora. O Julian vomitou várias vezes e eu ajudava ele. Ele falava mil vezes que me queria, que me amava, que tava apaixonado por mim. Queria me dar um beijo, pegava na minha cara, até passou a mão no meu pacote uma vez. No fim, eu só ria daquilo. Ele tava muito bêbado.
Já tava amanhecendo quando voltamos pra cama.
De dia, o pai do Julian acorda a gente e fala que a família toda ia pra casa da tia dele e que a gente esperasse lá pra almoçar.
Eu e o Julian continuamos dormindo. Umas 12h do meio-dia eu acordo, mas fico deitado. O Julian acorda umas 12h30, mas ainda tava de porre. Ele propõe a gente ir pra casa da tia. Aí eu queria tomar banho, e ele também. Ele disse que a gente tinha que acender o aquecedor e, quando esquentasse, a gente tomava banho. Eu me troquei e fui acender o aquecedor. Lá chegou o Julian, ainda de cueca, pra me ajudar. Acendemos e voltamos pra casa pegar a roupa.
Já no quarto, o Julian me pergunta se eu achava ruim a gente tomar banho junto. Respondi que não tinha problema nenhum. Passaram 15 minutos e a gente foi pro banheiro. Lá, a gente se despiu e começou a tomar banho. Sinceramente, eu nem tava prestando atenção no Julian. Mas ele não tava fazendo o mesmo.
Vi quando ele ficou olhando pro meu pau. Falei: "Não tem nada de estranho, é igual ao seu. a sua
Julian: Não é igual à minha, você é circuncidado? E é bem maior?
Eu: Sim, sou circuncidado desde moleque e talvez tenha um pouco maior só.
Julian: Quanto que mede?
Eu: Depende do quanto tá duro. Mas uns 27 cm e a sua?
Julian: É grande pra caralho, a minha tem 17 cm.
Eu: Mesmo grande ou pequena tem que saber meter e pronto, as minas ficam todas satisfeitas. Mas você pega mais que eu, ontem as gurias tavam te seguindo.
Julian: Nada, nem tanto. E você não fica atrás, deixou a Belém doida.
Eu: Nada. Só conversamos, mas ela não é nada mal. A gente tinha que marcar algo.
Julian: É, à tarde vamos pras corridas da cidade e a gente organiza.
Já no quarto, os dois quase trocados.
Julian: Você me deixou pensando.
Eu: Sobre o quê?
Julian: Você tem uma pica enorme, como faz pra meter? Enfia até o fundo e arrebenta as gatinhas?
Eu: Ha ha ha. Você ficou traumatizado. Não rola nada.
Julian: Traumatizado não, mas nunca vi uma tão grande assim.
Eu: Também não é uma loucura... Bom, vamos pra sua tia que a gente vai chegar mó tarde.
Depois do almoço, os parentes começaram a oferecer vinho pro Julian. O fígado dele tava zuado, no quarto copo já tava bêbado de novo. Então levei ele pra casa dele pra deitar. Ele não tava acostumado a beber. Já na casa dele, levei ele pra cama, deitei e ele vomitou inteiro. Aí esquentei água e levei ele pro banheiro pra lavar. Já no banheiro, tirei a roupa dele, mas deixei de cueca, coloquei ele debaixo do chuveiro, mas ele não mexia nem um fio de cabelo. Então me despi e comecei a lavar ele. Parece que ao ensaboar, ele se excitou e ficou duro, ele ainda tava bêbado. Óbvio que não ensaboei as partes íntimas dele, então passei o sabão pra ele. Julian ensaboou as partes íntimas dele. E não parou por aí, começou a me ensaboar também. E foi direto na minha cueca, num primeiro momento me afastei pra ele não me tocar. Ele me agarrou pela cintura e voltou a apalpar minha pica. Tava com muito mais força. Então, dessa vez ele conseguiu o que queria. Eu já tava meio excitado, mas minha cabeça tava confusa. Nunca tinha rolado com um homem, muito menos deixado alguém me apalpar daquele jeito. Mas tava gostando, ele ensaboou meu pau e ele subiu. Quando não tinha mais sabão no meu cock e ele tinha terminado o serviço, eu tava meio irritado, mas ele continuava bêbado, nem se sentia culpado pelo que eu falava, só ria. Tirei ele da banheira e entrei sozinho. Aproveitei pra passar shampoo no cabelo já que tava só, mas Juliano também aproveitou que eu tava de olhos fechados. E começou a chupar meu pau, era uma sensação muito estranha, era o melhor boquete que já tinham me dado, mas tava muito confuso. Ele continuou, apesar de todas as minhas tentativas de tirar ele de cima. Chupava a cabeça e descia até quase a metade do cock. Lambeu minhas bolas, tava me deixando louco. Juliano era uma puta total, chupava e babava como as melhores. Dava pra ver que sabia o que fazia. Depois me punhetava e chupava de novo, eu já não aguentava mais. Então gozei na boca dele. O primeiro jato ele engoliu de uma vez, os dois seguintes ele guardou na boca pra brincar e saborear. Até que engoliu tudo.
Essa história não parou por aí, mas continua no próximo.
Espero que vocês gostem.
Comentem, por favor, é meu primeiro post. Espero que curtam.
13 comentários - O funcionário gay.. parte 1
😳 En serio???
🤤
Pobre Julián, debes haberle descosido los labios, tipo Guasón, con semejante trozo de carne!
http://www.poringa.net/posts/gay/2735295/El-empleado-gay-segunda-parte.html