Fala aí, pessoal! Quero contar uma parada que rolou comigo recentemente. Eu e um amigo alugamos um ponto e montamos uma lanchonete de taco juntos, porque a gente já tinha trabalhado em outras antes. Ele e eu somos amigos desde o ensino fundamental, estudamos juntos no colégio, no ensino médio e até na mesma faculdade.
Bom, já faz um ano que a gente tem esse negócio e tá indo super bem. Pra ser sincero, nunca senti nada por ele até um dia que tava bem fraco, pouca venda. A gente tava entediado vendo TV e atendendo a pouca gente que aparecia. Como não tínhamos aula no dia seguinte, decidimos fechar só às 3h da manhã. Quando a gente tava guardando as coisas, ele falou (meu amigo se chama Omar):
Omar - "Ei, tenho uma garrafa de tequila pela metade. Que tal a gente tomar?"
Eu - "Pô, seria bom."
Omar - "Beleza, vou pegar ela."
Enquanto ele foi pegar a garrafa, eu terminei de arrumar e organizar tudo.
Omar - "Aqui está. Pega os copos pra gente começar."
Eu - "Tá, aqui tão."
Omar - "Pelo negócio!"
Eu - "Pelo negócio!"
A garrafa tava pela metade, mas a verdade é que bateu forte e deixou a gente pilhado, querendo mais.
Omar - "Não tem mais. Que tal a gente ir na loja comprar umas cervejas?"
Eu - "Bora."
Omar - "Fecha tudo direitinho."
Eu - "Fecho."
Depois de fechar tudo, a gente subiu no carro dele e foi na loja. Compramos dois packs de seis, um pra cada um. Mas na loja não pode beber, então decidimos tomar dentro do carro no estacionamento.
Omar - "Ei, trouxe meu notebook e tenho uns vídeos pornô novos. Que tal a gente ver?"
Eu - "Pô, bora."
Omar - "Olha esses, são os que acabei de baixar."
Eu - "Então põe eles."
Enquanto a gente tomava as cervejas e via os vídeos, passou umas duas horas. Nós dois já tava bem bêbado. Quando acabaram os dois packs, ele foi buscar mais dois, e a gente continuou bebendo e vendo os vídeos. Nisso, percebi que ele já tava de pau duro. Eu sou bissexual, então também tava meio excitado, mas o que mais me deixou doido foi ver o pacotão enorme que aparecia na calça dele. Ele percebeu que eu tava olhando e... digo
Omar — cê tá bem, mano?
Eu — po, já te falei que tô duro
Omar — não, mano, tô com a pica bem dura e firme, as puta dos vídeo são mó gostosas
Eu — pois é, mó boas
Omar — não se faz, mano, tu também já ficou duro, dá pra ver
Eu — sim, mano, mas não tanto quanto você, quase saindo da calça
Omar — o que acontece é que a minha é maior que a sua
Eu — queria, né, eu ganho de você
Omar — haaaaaaa, será? A minha é maior
Eu — beleza, então vamos fazer uma aposta pra ver quem ganha
Omar — fala, o que a gente aposta?
Eu — hummmmmm, que tal o perdedor bater uma pro outro?
Omar — nãoooo, mano, como assim
Eu — ah, é? Sabe que vou ganhar, por isso não quer. Beleza, então deixa pra lá
Omar — tá bom, só pra você ver que vai ser você quem vai bater uma pra mim
Eu — ok, se eu perder, eu faço o trato. Mas se você perder, vai fazer?
Omar — sim, mano, se eu perder, bato uma pra você
nesse momento, a gente abaixou um pouco a calça pra ver quem tinha a maior. Os dois puxamos o pau pra fora pro outro ver, mas quando eu vi o dele, verdade seja dita, era um pouco maior que o meu. Quando ele viu, riu e falou:
Omar — aí está, eu ganhei, mano. Agora é tua vez de bater uma pra mim
Eu — por muito pouco
Omar — pô, aposta é aposta, então fala, paga
Eu — nãoooo, mano, a gente tá no estacionamento, se alguém ver
Omar — não se faz, tu falou que se perdesse, ia bater uma pra mim. Além disso, não tem ninguém aqui além da gente
Eu — então tá, mas vamos pros bancos de trás pra ficar mais confortável
Omar — beleza
a gente foi pros bancos de trás. Já sentados, ele abaixou a calça e deixou o pau pra fora, meio mole já
Omar — então vai
Eu — sim
peguei com a mão direita e comecei a bater uma. Verdade seja dita, tava me excitando pra caralho, ficar tocando no pau do meu amigo... uma delícia. Aos poucos foi ficando duro, e a minha vontade de colocar na boca só crescia. Ele começou a gemer de prazer
Omar — mmmm, po, valeu a pena mesmo yo — pues ya no hasta aquí
Omar — no wey, síguele hasta que me corra
yo — nooo wey, cómo cómo
Omar — sí wey, si vas a hacer algo, hazlo bien
yo — de verdad quieres que lo haga bien
Omar — sí, hazlo bien hasta que me corra
yo — tú lo pediste
en ese momento ya estaba bien caliente y sabía que él también, además con lo borracho que estábamos, era ahora o nunca para hacerle una mamada a mi amigo, así que me acomodé y sin que él se diera cuenta, me lo metí en la boca para hacerle una mamada
Omar — ora qué wey, qué te pasa
yo — tú querías que lo hiciera bien, no
Omar — pero no así
yo seguía mamando su enorme pacote que ya lo tenía duríssimo, y fue cuando me di cuenta de que empezaba a disfrutar porque se movía hacia arriba para metérmelo más dentro de mi boca y soltaba unos gemidinhos de prazer
Omar — mmmm haaa que gostoso
yo — quieres que pare
Omar — no, ahora termina lo que empezaste, sigue, no pares
seguí así por um tempo até que
Omar — haaaa haaaaa me corro, me corro haaaaa
se gozou dentro da minha boca
yo — mmmm que gostoso
Omar — caramba, você gosta de comer porra, hein
yo — pues não tem um gosto tão ruim
Omar — uau, não sei por que, mas você faz melhor que minha namorada
yo — pues imagina como você se divertiria comigo na cama
Omar — a verdade é que tô muito excitado, como se quisesse mais
nesse momento, eu baixei minhas calças e deixei ele ver minha bunda
yo — pues se quiser, tudo isso pode ser seu
Omar — sério
yo — sim
ele começou a acariciar minha bunda, tão gostosa
Omar — pues vamos
yo — pra onde, já não temos dinheiro pra ir num motel
Omar — pues vamos pro local
yo — sim, vamos
ele passou pra frente e fomos pro local da nossa lanchonete, abrimos a porta e acendemos as luzes enquanto ele fechava, eu coloquei umas toalhas no chão
Omar — pues ora les wey, tira a roupa
yo — pues sim, você também
nós nos despimos e ficamos totalmente pelados, deitamos no chão
Omar — fica de quatro
yo — sim
quando fiquei de quatro
ele começou a tocar minha bunda e passou creme no meu cu como lubrificante e começou a meter um dedo
yo — mmmmm
Omar — você gosta
yo — sim Pausa
Depois dos dedos, já tava na hora. Ele enfiou, mas não foi completa. Eu tava gritando de prazer, não aguentava mais, já queria que ele me fodesse. Ele tava com uma ereção monstruosa, super grande e vermelha.
Omar – Já tá pronto? Porque eu quero provar esse cu.
Eu – Sim, por favor, me fode, meu cu tá pedindo aos gritos.
Omar – Então vai.
Naquele momento, ele enfiou tudo de uma vez só, e eu soltei um grito enorme de dor. Ele tava tão excitado que nem ligou pros meus gritos. Ele me fodia como se eu fosse uma puta. Metia e tirava rápido, me transformando na puta dele. E, sinceramente, eu tava adorando tanto que nem acreditava que o pau do meu amigo tava no meu cu, me fodendo com aquela força descomunal. E, puta merda, era uma delícia.
Eu – Haaa, haaa, haaa, não para, vai, vai, não para, mais forte, mmmm, haaa.
Omar – Haaaaaa, engole tudo, puta.
Eu – Sim, sou sua puta, me come mais forte, mmm.
Omar – Bem dito, puta.
Ele tirou o pau, se levantou e deitou no chão.
Omar – Beleza, puta, agora é tua vez de montar.
Eu – Siiim, me dá, mmm.
Subi em cima dele, enfiei o pau no meu cu e comecei a rebolar. Ele gemia de prazer. Ele me segurou pela cintura, e eu tava de pau duro, bem em cima da barriga dele. Só de sentir ele lá dentro, eu ficava ainda mais excitado. Nós dois gemíamos e gritávamos de prazer.
Omar – Haaaaaaaaa, vamos, mexe mais.
Eu – Siiiim, isso, isso, isso, vai, mais, mais, mais, haaa, mmmm.
Omar – Que gostoso, como você se mexe.
Eu – Tá gostando?
Omar – Amo.
Ficamos assim por um bom tempo, até que...
Omar – Haaa, haaaa, não aguento mais, vou gozar.
Eu – Goza.
Omar – Levanta, levanta já.
Eu – Não, não, não pense que vou deixar você gozar em outro lugar, tem que ser dentro do meu cu.
Omar – Haaaaaa, não aguento.
Eu – Goza dentro.
Omar, eu – Haaaaaaaaaaaaaaa.
Ele soltou todo o leite dentro de mim, e sem perceber, quando senti a porra dele dentro de mim, eu também gozei no peito dele.
Depois disso, descansamos e percebemos que já passava das 6 da manhã. Aí nos vestimos, juntamos tudo e fomos pra casa, ainda meio bêbados. Me levou até em casa no carro dele
Quando chegamos em casa e antes de eu descer
Omar — Não acredito no que aconteceu, mas, sinceramente, adorei. Mas não podemos contar pra ninguém.
Eu — Sim, eu sei. Fica tranquilo, não vai dar nada.
Quando cheguei em casa, me deitei fantasiando sobre o que tinha acabado de acontecer. Sinceramente, foi a melhor coisa que já me aconteceu. Nunca imaginei que meu amigo, que eu considerava como um irmão, fosse me transformar na putinha dele.
Passaram-se alguns dias, e nos dias em que abrimos a lanchonete, antes de abrir as portas, vamos ao banheiro e eu faço um boquete nele. E na hora de fechar, bom, vocês já imaginam o que a gente faz.
Bom, é só isso. Outra hora conto com mais detalhes o que aconteceu depois. Deixem seus comentários. Obrigada e até a próxima.
Bom, já faz um ano que a gente tem esse negócio e tá indo super bem. Pra ser sincero, nunca senti nada por ele até um dia que tava bem fraco, pouca venda. A gente tava entediado vendo TV e atendendo a pouca gente que aparecia. Como não tínhamos aula no dia seguinte, decidimos fechar só às 3h da manhã. Quando a gente tava guardando as coisas, ele falou (meu amigo se chama Omar):
Omar - "Ei, tenho uma garrafa de tequila pela metade. Que tal a gente tomar?"
Eu - "Pô, seria bom."
Omar - "Beleza, vou pegar ela."
Enquanto ele foi pegar a garrafa, eu terminei de arrumar e organizar tudo.
Omar - "Aqui está. Pega os copos pra gente começar."
Eu - "Tá, aqui tão."
Omar - "Pelo negócio!"
Eu - "Pelo negócio!"
A garrafa tava pela metade, mas a verdade é que bateu forte e deixou a gente pilhado, querendo mais.
Omar - "Não tem mais. Que tal a gente ir na loja comprar umas cervejas?"
Eu - "Bora."
Omar - "Fecha tudo direitinho."
Eu - "Fecho."
Depois de fechar tudo, a gente subiu no carro dele e foi na loja. Compramos dois packs de seis, um pra cada um. Mas na loja não pode beber, então decidimos tomar dentro do carro no estacionamento.
Omar - "Ei, trouxe meu notebook e tenho uns vídeos pornô novos. Que tal a gente ver?"
Eu - "Pô, bora."
Omar - "Olha esses, são os que acabei de baixar."
Eu - "Então põe eles."
Enquanto a gente tomava as cervejas e via os vídeos, passou umas duas horas. Nós dois já tava bem bêbado. Quando acabaram os dois packs, ele foi buscar mais dois, e a gente continuou bebendo e vendo os vídeos. Nisso, percebi que ele já tava de pau duro. Eu sou bissexual, então também tava meio excitado, mas o que mais me deixou doido foi ver o pacotão enorme que aparecia na calça dele. Ele percebeu que eu tava olhando e... digo
Omar — cê tá bem, mano?
Eu — po, já te falei que tô duro
Omar — não, mano, tô com a pica bem dura e firme, as puta dos vídeo são mó gostosas
Eu — pois é, mó boas
Omar — não se faz, mano, tu também já ficou duro, dá pra ver
Eu — sim, mano, mas não tanto quanto você, quase saindo da calça
Omar — o que acontece é que a minha é maior que a sua
Eu — queria, né, eu ganho de você
Omar — haaaaaaa, será? A minha é maior
Eu — beleza, então vamos fazer uma aposta pra ver quem ganha
Omar — fala, o que a gente aposta?
Eu — hummmmmm, que tal o perdedor bater uma pro outro?
Omar — nãoooo, mano, como assim
Eu — ah, é? Sabe que vou ganhar, por isso não quer. Beleza, então deixa pra lá
Omar — tá bom, só pra você ver que vai ser você quem vai bater uma pra mim
Eu — ok, se eu perder, eu faço o trato. Mas se você perder, vai fazer?
Omar — sim, mano, se eu perder, bato uma pra você
nesse momento, a gente abaixou um pouco a calça pra ver quem tinha a maior. Os dois puxamos o pau pra fora pro outro ver, mas quando eu vi o dele, verdade seja dita, era um pouco maior que o meu. Quando ele viu, riu e falou:
Omar — aí está, eu ganhei, mano. Agora é tua vez de bater uma pra mim
Eu — por muito pouco
Omar — pô, aposta é aposta, então fala, paga
Eu — nãoooo, mano, a gente tá no estacionamento, se alguém ver
Omar — não se faz, tu falou que se perdesse, ia bater uma pra mim. Além disso, não tem ninguém aqui além da gente
Eu — então tá, mas vamos pros bancos de trás pra ficar mais confortável
Omar — beleza
a gente foi pros bancos de trás. Já sentados, ele abaixou a calça e deixou o pau pra fora, meio mole já
Omar — então vai
Eu — sim
peguei com a mão direita e comecei a bater uma. Verdade seja dita, tava me excitando pra caralho, ficar tocando no pau do meu amigo... uma delícia. Aos poucos foi ficando duro, e a minha vontade de colocar na boca só crescia. Ele começou a gemer de prazer
Omar — mmmm, po, valeu a pena mesmo yo — pues ya no hasta aquí
Omar — no wey, síguele hasta que me corra
yo — nooo wey, cómo cómo
Omar — sí wey, si vas a hacer algo, hazlo bien
yo — de verdad quieres que lo haga bien
Omar — sí, hazlo bien hasta que me corra
yo — tú lo pediste
en ese momento ya estaba bien caliente y sabía que él también, además con lo borracho que estábamos, era ahora o nunca para hacerle una mamada a mi amigo, así que me acomodé y sin que él se diera cuenta, me lo metí en la boca para hacerle una mamada
Omar — ora qué wey, qué te pasa
yo — tú querías que lo hiciera bien, no
Omar — pero no así
yo seguía mamando su enorme pacote que ya lo tenía duríssimo, y fue cuando me di cuenta de que empezaba a disfrutar porque se movía hacia arriba para metérmelo más dentro de mi boca y soltaba unos gemidinhos de prazer
Omar — mmmm haaa que gostoso
yo — quieres que pare
Omar — no, ahora termina lo que empezaste, sigue, no pares
seguí así por um tempo até que
Omar — haaaa haaaaa me corro, me corro haaaaa
se gozou dentro da minha boca
yo — mmmm que gostoso
Omar — caramba, você gosta de comer porra, hein
yo — pues não tem um gosto tão ruim
Omar — uau, não sei por que, mas você faz melhor que minha namorada
yo — pues imagina como você se divertiria comigo na cama
Omar — a verdade é que tô muito excitado, como se quisesse mais
nesse momento, eu baixei minhas calças e deixei ele ver minha bunda
yo — pues se quiser, tudo isso pode ser seu
Omar — sério
yo — sim
ele começou a acariciar minha bunda, tão gostosa
Omar — pues vamos
yo — pra onde, já não temos dinheiro pra ir num motel
Omar — pues vamos pro local
yo — sim, vamos
ele passou pra frente e fomos pro local da nossa lanchonete, abrimos a porta e acendemos as luzes enquanto ele fechava, eu coloquei umas toalhas no chão
Omar — pues ora les wey, tira a roupa
yo — pues sim, você também
nós nos despimos e ficamos totalmente pelados, deitamos no chão
Omar — fica de quatro
yo — sim
quando fiquei de quatro
ele começou a tocar minha bunda e passou creme no meu cu como lubrificante e começou a meter um dedo
yo — mmmmm
Omar — você gosta
yo — sim Pausa
Depois dos dedos, já tava na hora. Ele enfiou, mas não foi completa. Eu tava gritando de prazer, não aguentava mais, já queria que ele me fodesse. Ele tava com uma ereção monstruosa, super grande e vermelha.
Omar – Já tá pronto? Porque eu quero provar esse cu.
Eu – Sim, por favor, me fode, meu cu tá pedindo aos gritos.
Omar – Então vai.
Naquele momento, ele enfiou tudo de uma vez só, e eu soltei um grito enorme de dor. Ele tava tão excitado que nem ligou pros meus gritos. Ele me fodia como se eu fosse uma puta. Metia e tirava rápido, me transformando na puta dele. E, sinceramente, eu tava adorando tanto que nem acreditava que o pau do meu amigo tava no meu cu, me fodendo com aquela força descomunal. E, puta merda, era uma delícia.
Eu – Haaa, haaa, haaa, não para, vai, vai, não para, mais forte, mmmm, haaa.
Omar – Haaaaaa, engole tudo, puta.
Eu – Sim, sou sua puta, me come mais forte, mmm.
Omar – Bem dito, puta.
Ele tirou o pau, se levantou e deitou no chão.
Omar – Beleza, puta, agora é tua vez de montar.
Eu – Siiim, me dá, mmm.
Subi em cima dele, enfiei o pau no meu cu e comecei a rebolar. Ele gemia de prazer. Ele me segurou pela cintura, e eu tava de pau duro, bem em cima da barriga dele. Só de sentir ele lá dentro, eu ficava ainda mais excitado. Nós dois gemíamos e gritávamos de prazer.
Omar – Haaaaaaaaa, vamos, mexe mais.
Eu – Siiiim, isso, isso, isso, vai, mais, mais, mais, haaa, mmmm.
Omar – Que gostoso, como você se mexe.
Eu – Tá gostando?
Omar – Amo.
Ficamos assim por um bom tempo, até que...
Omar – Haaa, haaaa, não aguento mais, vou gozar.
Eu – Goza.
Omar – Levanta, levanta já.
Eu – Não, não, não pense que vou deixar você gozar em outro lugar, tem que ser dentro do meu cu.
Omar – Haaaaaa, não aguento.
Eu – Goza dentro.
Omar, eu – Haaaaaaaaaaaaaaa.
Ele soltou todo o leite dentro de mim, e sem perceber, quando senti a porra dele dentro de mim, eu também gozei no peito dele.
Depois disso, descansamos e percebemos que já passava das 6 da manhã. Aí nos vestimos, juntamos tudo e fomos pra casa, ainda meio bêbados. Me levou até em casa no carro dele
Quando chegamos em casa e antes de eu descer
Omar — Não acredito no que aconteceu, mas, sinceramente, adorei. Mas não podemos contar pra ninguém.
Eu — Sim, eu sei. Fica tranquilo, não vai dar nada.
Quando cheguei em casa, me deitei fantasiando sobre o que tinha acabado de acontecer. Sinceramente, foi a melhor coisa que já me aconteceu. Nunca imaginei que meu amigo, que eu considerava como um irmão, fosse me transformar na putinha dele.
Passaram-se alguns dias, e nos dias em que abrimos a lanchonete, antes de abrir as portas, vamos ao banheiro e eu faço um boquete nele. E na hora de fechar, bom, vocês já imaginam o que a gente faz.
Bom, é só isso. Outra hora conto com mais detalhes o que aconteceu depois. Deixem seus comentários. Obrigada e até a próxima.
7 comentários - No carro e na lanchonete com meu amigo hétero
Es una sugerencia para que mejores.