Selvagem III (Faixa Bônus)

Essa história ainda não sai da minha cabeça, porque não terminei de contar tudo daquela vez que acampei com meus amigos em Villa Listori. Como falei no relato anterior:http://www.poringa.net/posts/gay/2696091/Into-the-wild-II-Relato.htmlTenho que admitir que, depois de todo o álcool que bebemos naquela noite, acordamos bem tarde no dia seguinte. Depois de abrir o Nahuelito, fiquei com uma fome do caralho, com vontade de devorar e ser devorado, e admito que os quatro caras ali reunidos, incluindo meu irmão (sou muito safado, muito safado), estavam me deixando louco.

Nahuel, a pica respondia sozinha só de lembrar da bunda gostosa dele apertando meu pau cada vez que eu enfiava.

Lucas, isso me dá um pouco de culpa, dar em cima do meu irmão. Ficava mal só de sentir o cheiro dele, era como o aroma da família que me fazia pensar nas piores perversões.

Matias, era o filho da puta que você queria dominar, sempre fomos os líderes do grupo, Franquito e Nahuel nos seguiam em tudo. Nossa rivalidade já tinha história, mas me deixava doido pensar que, numa dessas brigas de poder, Matias acabaria de joelhos esperando meu gozo. A imagem ficou gravada a fogo na minha mente.

Franquito, o diminutivo já diz tudo, é aquele amigo que todo mundo tem; que a gente sabe que, se fosse preso, viraria a mulher do colega de cela, indefeso. Só de pensar nos gemidos que ele soltaria enquanto eu vou comendo ele, era selvagem.

Toda essa loucura de porno gay na minha cabeça enquanto Lucas nos dava um tour pela fazenda. Ficamos assim por um tempo até que deu vontade de ir pro lago de novo, dessa vez por dentro do mato (não pela estrada), porque da fazenda dava pra chegar a um canto pouco visitado do lago.

Levamos uns 45 minutos pra chegar. Claramente estávamos encharcados de suor e a primeira coisa que fizemos ao chegar foi nos jogar na água.

Começamos a tirar a roupa, aproveitando o lugar isolado, mas não estávamos tão sozinhos. Um casal estava preparando uma fogueira na beira do lago, eram amigos do Lucas (Juan e Lucía, com certeza tinham ido pro lago pra transar gostoso). — Como é que vocês estão, tudo bem? — meu irmão cumprimentou com um sorriso. — Tranquilo, e esses são os que aprontaram a bagunça? —Anoite? — respondeu Juan, se referindo a nós e ao barulho que fizemos. — É, o campo não cai bem pra vocês — disse Lucas e deu uma risada alta, Juan também.Selvagem III (Faixa Bônus)

quenteFicamos meio sem graça com a mulher do João ali e a gente pelado, mas seguimos o exemplo do Lucas (que também tinha tirado a roupa) e, ao sair da água, só vestimos cuecas e camiseta. Já mais à vontade, começamos a bater um papo com João e Lúcia; dava pra sacar que aquele lugar era tipo um hotel oficial da cidade.

A gente tava tão de boa com os caras que queria passar a noite ali. João e Lúcia nos ajudaram a montar uma barraca, com toldo e lona, e ainda deram uma mão pra fazer uma fogueira.

Aí o Lucas me dando uma bronca:

— Não arrumem confusão, não façam merda. João e Lúcia vieram pra trepar até pelo ouvido, não é à toa que ficaram tipo uns 200 metros de vocês (a barraca deles). Então, quando forem dar "Boa Noite", não é deboa onda, quer dizer que não querem mais ser incomodados -

Eu tentei ouvir sem rir, mas foi impossível, tomei um cascudo do meu irmão; mas anotei as recomendações dele. O Lucas voltou pra casa dele antes de escurecer de vez. Eu, o Nahuel, o Franco e o Matias nos olhamos com cara deFinalmente sozinhos.Já era tarde e eu e Matias decidimos encher Franco de bebida, já que ele quase nunca ficava bêbado. Nahuel, nessa altura, já tava apagado que nem um tronco. Em menos de três cervejas, a missão tava cumprida, e o Franquito já tava fazendo a dança da chuva na frente da fogueira, enquanto eu e Matias morríamos de rir num canto.

Depois de um tempo, Matias vira pra mim: — Ó Ale... o Franquito come elas.
— Ele come demais, é um viado, olha ele ali — falei, sem ter sacado ainda.
— Não, burrão — ele falou num tom mais baixo — Ele come mesmo! Sério! — Fiquei gelado, mas um sorriso brotou na minha cara na hora.
— Ontem, quando você foi embora, tu não viu como ele ficou. Tava pegando fogo! — Era bem possível, conhecendo os antecedentes do Franco. — Cê acha que dá pra... — Fiquei calado... Matias me olhou e nossos olhos brilharam.

A gente se aproximou do Franco na zoeira, o clima tava propício. Tinha mais química entre Matias e ele; depois descobri que o rolo deles já vinha de antes.

Mão pra cá, roçada pra lá, até que veio o beijo. Franco tentava reagir, mas tava completamente entregue, e Matias me dá um piscada pra eu entrar. Pronto! Nós três trocando beijos sem o menor pudor nem sinal de nojo.

Nisso, começo a passar a mão na bunda dele, enquanto Matias enfia os dedos na boca dele pra ele começar a brincar. Franco só falava baixinho: — Não, para, o que cê tá fazendo, Ale — uuuhh! Como me excitava ele falar meu nome daquele jeito, quase como um pedido. Ele tentava fingir resistência, mas quando coloquei o primeiro dedo no cu dele, ele começou a gemer.

— Cê tá com fome, pelo visto — disse Matias, e fez sinal pra gente deitar no chão e deixar o Franquito mostrar suas habilidades. — Vai, mal-educado, não vai chupar o Ale não?! — Eu baixei a cueca até o tornozelo e o Franquito agarrou na hora. Me beijava com devoção, bateu uma punheta leve e, quando tava dura, foi engolindo tudo. Uma tarde inteira de suor acumulado, e ele chupava minhas bolas com uma paixão admirável.

Depois de um tempo chupando e com Matias enfiando os dedos nele... Na Booty, o Franquito já tava oficialmente pronto pra entregar. O Matias reivindicou o direito de abertura, colocou o Franco na posição, que tava com uma cara de susto linda, quase chorando quando o Matias começou a empurrar a ponta da pica. Depois de várias tentativas e muita saliva (de todo mundo), entrou de uma vez. Juro que me deu um pouco de culpa, porque quase escapou um grito de dor dele, mas parece que o Matias dominava ele muito bem, porque com um pouco de carinho e contenção, ele foi recebendo muito melhor.Porra

cogidaComo espectador, posso dizer que era foda demais ver aqueles 18 cm entrando tudo nela, mas Franco aguentava feito um gigante. Matt era de outro mundo, metia sem dó até que Franco não aguentou mais e gozou, sem nem se tocar.Porra(Penso, não há elogio maior de um passivo para um ativo do que o passivo gozar de uma, da tremenda fodida que estão dando nele) Matt já não aguentava mais, enchi a bunda dele de porra, foi lindo.

Era minha vez, Franco como um guerreiro levantou a bunda na hora, pronto pra me receber, Matias estava embaixo, Franco se deitou sobre ele e eu em cima dos dois comecei a furar a bunda dele. Quase me mijei de prazer ao sentir a bunda dele cheia da porra do Matias, entrei tudo, o apertado que o cu dele tava era sobrenatural, um poema. Meu pau não tão grande nem grosso quanto o do Matias teve um banquete entre aquelas nádegas lindas. Matias incentivava ele a levantar a bunda, me deixava louco - vai, fode você - falei, dando espaço pra ele rebolar a bunda. Era um espetáculo, uma máquina de saciar paus, enchi ele de porra, ele arrancou um grito de prazer de mim, o filho da puta.Puta

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CruFicamos deitados um tempão até recuperar as forças, felizmente não fizemos tanto barulho a ponto de acordar o Nahuel nem o Juan e a Lucía. Entramos no lago por mais um tempo, o Matias comeu o Franco de novo na água, eu já não aguentava mais, o Nahuel tinha me esgotado na noite anterior. Depois de nos aquecer na fogueira, entrei na nossa barraca, me enfiei do lado do Nahuel e apaguei, nem percebi quando o Matias e o Franquito entraram.

Espero que tenham gostado.

*As imagens são meramente ilustrativas*

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