Com a gostosa do Turrito

Este é meu quarto post, Poringa boy. Quero te dizer que esse relato é 100% argentino e REAL. Eu sou um cara estranho, me interesso por coisas que pouca gente liga. Além disso, sou um gay homofóbico, ou machista, bota aí XD. Tenho um pau normal, sou passivo, peludinho, meço 1,58, calço 36, sou crioulo e um ímã pra merda ou desastres amorosos. Mas enfim, chega de mim. Vamos pro que te interessa! Ja

Madrugada de domingo. Amanheci, todo bêbado e mais um pouco, não tinha tido sorte e já tava voltando pra casa no TBA (uma linha de trem conhecida). Chego na estação do bairro chinês, vagão com assentos todos vazios. Vejo que sobe um moleque (flaite, cumbiero ou marginal na gíria), uns 20 anos, super doidão também (provavelmente bêbado). Pele morena bem torrada, magrinho mas MUITO bem definido, umas costas com uns músculos bem visíveis. Olhos cor de mel, dentes todos tortos mas boca muito bonita, sorriso lindo. Calça Adidas, camisa da seleção da Argentina, boné e uma jaqueta esportiva pendurada no ombro. Ele me olha e eu sorrio pra ele, ele sorri de volta e fala: "Já tão amolecendo, né? Olha esse sol aí. De onde você vem?" E senta na minha frente, ajeitando o volume sem perceber, meio mole mas bem marcado na calça. Eu olho pra ele e baixo o olhar descaradamente pro pacote dele que tava uma delícia, ele levanta uma sobrancelha e fala: "Pô, cê é um comilão danado, hein." E eu percebo a situação, finjo que sou bobo e respondo: "Não, não, vim de dançar e tô meio bêbado, não queria." Ele fala: "Não importa, amigo, se me der uns trocados eu te fodo todinho, porque do jeito que eu tô, tô com uma vontade danada de meter." Eu fico meio surpreso e não respondo. Aí ele levanta e senta do meu lado, e fala: "Faz umas três semanas que briguei com minha mina, cara, você não sabe o tesão que eu tô. Mas não curto caras, amigo, vai ter que me inspirar se quiser comer essa buceta." E pega minha mão e passa por tudo. O pacote dele, que já tava começando a ficar durinho. Eu falei: "Em vez de te pagar, que tal te chamar pra tomar café em casa?" - É, sei que é loucura, podia acontecer qualquer coisa, mas o cheiro de cantiloca (uma bebida feita com mistura de vários drinks, bem comum na classe baixa, e nem tão baixa, do país), minhas mãos no pau durinho dele e os olhos lindos dele me olhando com cara de "vou te foder todinho" foram mais fortes. Ele, surpreso, não tira minha mão do pacote dele e fala: "Ah, beleza, então, mas não quer dar um beijinho agora? Olha como você me deixou, amigo, não aguento esperar muito." Eu não respondo, faltavam umas 5 paradas pra eu descer no meu bairro, Acassuso. Me abaixo e começo a morder devagar e beijar por cima da calça, tinha um cheirinho, daquele de quando você passa a noite inteira mijando e tal, mas nada nojento. Ele segura minha cabeça e fala: "Assim, sim, você não sabe como eu tava, uma paraguaia puta, super puta, passou a mão na minha bunda toda até agora pouco e me deixou todo excitado. Você veio me salvar, amigo, sério." Eu falo: "Cala a boca." Ele cala, abaixa um pouco a calça e aparece uma piroca gostosa, morena clara, cabeçuda, toda molhadinha, bem grossa mas uns 17 cm, não era muito comprida, mas era linda de se ver. Nisso, chegamos na parada, ele me segura e fala: "Para, que tão subindo umas velhas (não minas, mas senhoras mais velhas)." Eu sento e ele sobe a calça rápido. Eu olho pra ele, a gente ri, e ele sussurra no meu ouvido: "Deixa eu passar a mão na sua bunda um pouquinho?" Eu finjo que não tô ligando e abaixo um pouco a calça, e ele enfia a mão por baixo da minha cueca, segurando firme uma nádega, apertando e falando: "Que gostosa, amigo, sabe como vou deixar essa bunda? Não vai conseguir andar amanhã." Eu rio e começo a sentir ele tentando enfiar os dedos, eu começo a respirar mais forte, e uma das velhas tosse, aí eu tiro a mão dele e falo: "Para, idiota, aqui não." As paradas passaram, chegamos em Acassuso, a gente desce e ele me fala: Olha, amigo — e pega na rola dele dura pra caralho, de lado, marcando tudo, e me empurra contra um cantinho da estação que tava nos escondendo. Começa a beijar meu pescoço enquanto abaixa minha calça, deixando só de cueca. Ele começa a esfregar a pica toda por cima da roupa e ficava falando que bunda gostosa, que eu era promíscua e tal. "Não, sério, você não tem ideia do que foi aquilo, eu tava louca de tesão falando sim, e é tudo pra você, buceta." Nisso ele fala: "Beleza, chega, vamo que não aguento mais, mano. Vamo que quero te arrebentar toda por dentro" hahahaha não, não, isso foi forte pra caralho, mas eu tava no jogo. Finalmente a gente andou umas quadras e chegou em casa. Entramos e do lado da minha casa tem um quartinho de serviço com banheiro. Entramos e, antes que eu percebesse, ele já tava pelado (nu) completamente. Adorei ver aquela imagem: os cachos dele saindo de baixo do boné, tudo bagunçado tapando um olho, completamente nu e lisinho, exceto por uma linha de pelinhos finos que saía do umbigo e terminava nos pelos pubianos raspados, e a rola bem durinha apontando pro teto, os ovos bem grandes e lisos balançando. As pernas dele eram bem definidas, com uma tatuagem do Club Atlético Tigre, e os pezinhos pequenos e bem cuidados. Ele me fala: "Tira tudo e fica de ladinho aqui que eu gosto de sentir como os cuzinhos apertam minha pica." Eu me despiro rápido e ele me para antes de terminar, com a camisa desabotoada mas ainda vestida, com a calça nos tornozelos. Me joga na cama, me vira com um pouco de violência e abre minhas nádegas. Cospe um cuspe e enfia dois dedos. Eu gemo de prazer e ele fala: "Tá aberta, hein, bem aberta, assim que eu gosto, que não me faça esperar." Me dá uns tapas na bunda, coloca uma camisinha que eu tinha jogado na cama e se joga em cima de mim. Eu sinto todos os abdominais dele nas minhas costas e o rosto dele do lado do meu, enquanto ele esfrega a pica atrapalhado entre minha bunda. Eu tava ficando louco e me... Segurava firme as mãos dele que estavam do lado das minhas enquanto dava mordidinhas e beijava a bochecha dele. Depois de brincar um pouco, ele fala: "se comporta, putinha, porque agora vai". Sinto um calorzinho gostoso que vai avançando bem devagar, mas sem parar, até chegar no fundo. Sinto as bolas dele nas minhas e ele começa a se mexer em círculo, fazendo uns barulhos que não chegavam a gemidos, mas uma mistura de respiração pesada com palavras que não dava pra entender. Aí eu me levanto e fico de quatro, começo a rebolar devagar, fazendo ele me comer, e vou acelerando o ritmo. Ele solta um gemido e fala: "Mas que putinha linda, isso, se mexe assim, promíscua, isso, chupa minha pica, olha como essa bunda come ela". Eu falava que ele tinha uma piroca grande, que comia muito bem, que o corpo dele me deixava louco, essas coisas.

Assim se passaram uns 10 minutos, e ele tira de dentro, fala: "Abre a boca, filho da puta, que não aguento mais, vou gozar, você vai tomar tudo, né? Quer tudo, né? Porque vou te dar". Eu fico debaixo dele, chupando as bolas e beijando a pica de vez em quando, até que em alguns segundos ele fica todo duro e fala: "vai vir, vai vir". Aí eu enfio a pica dele goela abaixo e ele goza tão fundo que eu engulo quase sem sentir o gosto, de tão forte que os jatos saíram. Continuo chupando ele por mais um tempo até deixar bem limpinha. A gente se limpou, não paguei nada nem teve café da manhã. Mas ele deixou o celular dele pra gente se ver de novo, e a verdade é que a gente conversou, mas nunca mais rolou por um motivo ou outro de repetir aquela noite incrível.

No final, fui dormir às 9 da manhã, mas super feliz e bem comido em casa. Uma noite com final feliz. hahaha Se você gostou, me dá uns pontinhos ou comenta algo, não seja otário.

Até a próxima!

14 comentários - Com a gostosa do Turrito

Me encanto, ojala que vuelvas a estar con el turro así contas mas