E aí, pessoal! Esse é meu segundo relato e quero compartilhar mais uma experiência doida com vocês.
Meu nome é Franco, tenho 24 anos, sou um cara masculino e discreto, mas que topa experimentar coisas novas. Me considero com uma certa facha e malho regularmente, então tenho um corpo atlético, uma bunda bem dura, uma rola de 17x6, cabelo escuro e olhos cor de mel.
Isso aconteceu quando eu tinha 23, no meu trabalho anterior, que era numa multinacional e a gente trabalhava pra fora. Surgiu a chance de fazer um treinamento no exterior e escolheram a mim, uma mina chamada Ana e outro cara chamado Diego. Esse último era um dude que me chamava atenção, porque era um cara com facha, tinha 26, loiro, olhos claros, e era daqueles que sabia que era gostoso e por isso se achava um pouco. Obviamente hetero, com namorada. Mas sempre com outro colega que todo mundo sabia que era gay, o Diego brincava num tom elevado sobre as coisas que um dia faria com ele, e o cara gay respondia de forma jocosa e engraçada sobre a vontade que tinha dele. Tudo no tom de brincadeira, mas sem dúvida eu percebia que isso alimentava o ego enorme do Diego.
O fato é que Ana, Diego e eu partimos pra nossa viagem de trabalho, que seria por 6 dias com destino: Rio de Janeiro (o que era o melhor, já que a empresa tem filial no Brasil) e os três obviamente dominávamos o idioma. Por minha parte, não criava grandes expectativas, já que íamos passar muito tempo nos cursos intensivos de treinamento e, além disso, nos momentos livres eu imaginava que andaríamos os três juntos.
Chegamos então a essa cidade maravilhosa e já estavam nos esperando no aeroporto nosso contato da empresa. Recepção calorosa, fomos direto pra empresa pra começar a conhecê-la e ter uma introdução. O primeiro dia já estava sendo cansativo, por causa da viagem, dos nervos, de ter que falar em português, mas por sorte no final da tarde nos mandaram pro hotel. Hotelão a poucas quadras da praia de Copacabana, Chegamos e na recepção nos disseram que tínhamos reservadas 2 quartos, um simples e um duplex com camas individuais. Aí nós três nos olhamos e, obviamente, comigo e Diego ia ser dividindo o quarto. Nos instalamos no hotel e tivemos nossa primeira conversa em privado sem a Ana.
Na conversa, o Diego me disse: "Olha, Franco, essa semanita tá dando pinta que, além de trampar, vamos ter que aproveitar pra nos divertir, hein."
Eu: "Sim, óbvio, qual é o seu plano?"
Diego: "Você viu como são as gostosas aqui?? Quero conseguir uma e meter muito. E ainda por cima, todas andam quase peladas."
Eu: "Ahh, sim, claro, haha, tem que curtir mesmo (embora por dentro eu tivesse vontade de dizer que a gente podia se divertir mano a mano, hehe)."
Diego: "É, então talvez um dia eu peça pra você me deixar o quarto um tempinho, pra eu trazer uma pra cá."
(Isso não me animou muito, porque já via que eu ia ficar sem lugar pra dormir, haha.)
Eu: "Bom, tá, a gente coordena e reveza, hein, porque eu também penso em ver o que aparece (óbvio que ele não tinha ideia dos meus gostos)."
Diego: "Claro, mano, acho difícil a gente conseguir trazer uma cada um ao mesmo tempo, mas a gente vê como faz..."
O assunto ficou em aberto. Eu, obviamente, me deliciava vendo ele de cueca toda noite, o que me permitia não só ver seu corpo bem fornido, mas também um volume interessante. Os dias passaram, com muitas horas na empresa e a gente chegava já de noite, direto pro jantar e dormir. O primeiro dia foi uma segunda, e na quarta à tarde o Diego me chama de lado e diz: "Ei, Franco, olha, hoje à noite eu preciso do quarto, fiquei conversando com o cara da recepção e ele consegue uma mina pra essa night."
Era uma puta, óbvio, o que eles arrumavam pra ele. Chegamos no hotel, eu me troquei, tomei um banho e fui jantar, enquanto o Diego ficou porque ia receber a garota. Desci pro salão do hotel e a Ana perguntou pelo Diego, e eu tive que inventar que ele não estava se sentindo bem, hehe.
Jantamos com a Ana e decidimos sair pra caminhar pela espécie de calçadão que tem junto à praia. de Copacabana. Só pra esclarecer, todo dia a gente dava uma saidinha pra conhecer algum dos lugares mais populares e turísticos.
Devem ter passado umas 3h e voltei pro meu quarto. Cheguei e...
O Diego já tava sozinho, ha! Achei que talvez ele tivesse ido pra farra, mas não. Tava deitado vendo TV. Aí ele me contou que a gatinha que tinham mandado pra ele não tinha sido o que ele esperava, porque não só cobrava caro, mas também não tava tão gostosa quanto as que a gente via na rua. Óbvio, né kkkk, era um garoto de programa, mesmo sendo de hotel. Mas mesmo assim ele disse que comeu ela pra caralho, que a gatinha era bem putinha e até tinha engolido toda a porra dele. (Eu, por dentro, tava morrendo de tesão, ha).
Bom, os dias foram passando e chegou sexta-feira, último dia do treinamento. À noite a gente tinha planejado sair pra dançar com uns caras da empresa de lá, tipo uma despedida da cidade. A gente se arrumou e saiu.
A noite foi rolando e a gente foi bebendo muito, mas muito álcool mesmo. Tanto a Ana, o Diego, eu e os 2 brasileiros que estavam com a gente ficamos bem bêbados. De repente, a Ana leva os brasucas pra dançar no meio da pista e meio que a gente perdeu ela de vista. A gente, eu e o Diego, ficou no balcão e ele começou a dar em cima de uma gatinha. Ela se chamava Clarissa, devia ter uns 22 anos, muito gente boa a mina, morena, baixinha, uns peitos absurdos. Começaram a conversar, zoar, de vez em quando a gatinha me dava uma brecha e eu entrava na conversa.
A gente continuou bebendo e aí a Ana se aproxima de mim e avisa que tá voltando pro hotel com um dos brasucas. Mais uma que não perdia tempo kkkk. A conversa da Clarissa e do Diego foi ficando com um tom mais pesado e até tinha mão indo pra perna dela. Até que começaram a se beijar gostoso. Eu tinha ficado meio de escanteio e ainda por cima com um tesão da porra.
Aí o Diego me diz que ia pro hotel e que levava a Clarissa e me pergunta o que eu ia fazer.
Eu — E bom, vou com vocês e vejo o que faço enquanto isso.
Diego — Nah, tranquilo, falei com a gatinha e não tem problema, você pode entrar na brincadeira.
(Putz, Eu não sabia o que fazer, porque não tinha problema em ficar com a gostosa, mas ter o Diego peladão e dividir a mina ia ser complicado, né?
Eu — Vamo, porra!
A bebedeira ajudou e então eu ia viver uma cena pra ficar na memória.
Já no táxi, eles estavam se pegando e eu meio tímido, haha.
Chegamos no quarto do hotel e eles começaram a se beijar pra valer e a tirar a roupa. Eu comecei a apalpar meu pau enquanto via eles quase pelados indo pra uma das camas. Foi aí que a Clarissa me chamou e o Diego fez sinal pra eu ir.
Mesmo meio tonto, consegui me aproximar, enquanto o Diego chupava a buceta dela com desespero e ela agarrou meu pau, puxou meu cacete que já estava durão e começou a chupar. Uff, como ela mamava. Na real, ela sabia o que fazia — quando tirava um pouco meu pau da boca, soltava uns gemidos tremendos.
Enquanto eu tentava, como dava, tirar toda a roupa, o Diego tirou a cueca e mostrou um pau bem gostoso, uns 18x5. Cabecinha bem vermelha e tudo depilado. A Clarissa foi direto fazer um boquete gostoso nele e ficou de quatro, enquanto eu metia a mão na buceta e na bunda dela. Lembro que o Diego falava o quanto ela chupava bem e como ia foder ela gostoso com dois uruguaios, e ela engolia até o fundo. Eu já não aguentava mais de tesão de ver o Diego tão macho, e minha vontade de chupar o pau dele só aumentava.
Aí a Clarissa tirou o pau do Diego da boca e pediu pra ele meter na buceta, que ela já tinha preparado. Ele a colocou de quatro e foi enfiando, enquanto ela me fez sentar na frente dela e começou a lamber meu pau e as bolas. Entre os gemidos, as putarias que o Diego falava e as palmadas que ele dava, ela ficou com muito tesão e começou a descer mais, chupando meu cu — isso me deixou louco, não dava pra evitar — até que ela pediu pra eu ficar de quatro, e eu obedeci, haha. Não conseguia ver eles, mas comecei a gemer pra caralho, e meu cu começou a dilatar.
Foi... então a Clarissa (em português) diz algo tipo: essa raba merece que dêem pica também (e eu por dentro morria de vontade). e o Diego comenta: que bunda boa você tem, gato.
Ela sai da pica do Diego e volta a chupá-la, e ele, na sua bebedeira, continuava gozando bastante e meio que com os olhos meio fechados. Foi aí que a Clarissa me faz sinais pra eu me aproximar e eu fico ao lado dela e começamos entre os dois a chupar a pica do Diego. Esperei que ele me dissesse algo, mas só gemeu. Então continuamos no nosso serviço...
Ele apoiou uma mão em cada uma das nossas cabeças e nos empurrava pra chuparmos com vontade a pica dele, e a gente brincava com ela e com nossas línguas.
Depois de um tempo, a Clarissa diz pro Diego: por que não era a vez do Franco de levar ferro, que ela tava meio cansada, e ele fez uma cara de confuso por um segundo, e ela pegou a mão do Diego e levou até minha bunda... haha na hora eu virei e, com ajuda dela, ele começou a esfregar a pica na minha raba. Ela colocou uma camisinha nele e, enquanto beijava ele, começou a me enfiar... sem dizer uma palavra. Enquanto se beijavam, começou uma entra e sai bem devagar, e pra mim, na real, tava doendo mesmo com o álcool. Logo ele já tava fazendo com velocidade e me dava umas palmadas na bunda enquanto a Clarissa me beijava. Lembro que numa hora ela disse: — Pô, Franquito, que raba mais apertada, não acredito que você vai me fazer gozar...
Não durou muito, porque logo o Diego tirou a pica e na hora a Clarissa tirou a camisinha e abriu a boca pra ele dar todo o leite. O Diego encheu a boca dela de porra e logo ela se limpou e começou a chupar a minha pra me ajudar a gozar. Quando vejo o Diego, como podia, ia se batendo nas paredes pra chegar no banheiro. Eu também consegui gozar e também dei na boca dela. Fiquei deitado na cama e ela foi pro banheiro também. Acabei dormindo e só acordei no sábado ao meio-dia, quando caí na real do que tinha acontecido.
O Diego tava dormindo e a Clarissa já não estava mais.
Quando o Diego acordou, com... Cara fechada e com uma ressaca terrível, igualzinho a mim, ele disse que tinha sido uma cagada terrível o que a gente tinha feito, que não lembrava de tudo nos detalhes, mas sim que a gente tinha transado. Aí eu esclareci as coisas, falei: óbvio que eu curto uns caras, mas que aquilo ficava por ali. Ele, não muito convencido, concordou que tudo ia ficar bem.
No mesmo dia a gente voltou e tudo ficou por isso mesmo. Mas no trampo, depois, ele não só fazia piadas com o cara gay, como também de vez em quando se animava a soltar alguma brincadeira, mas só quando a gente tava sozinho. O resto vocês ficam sabendo na próxima...
Quero que COMENTEM pra saber se vocês curtiram e se eu continuo escrevendo.
Meu nome é Franco, tenho 24 anos, sou um cara masculino e discreto, mas que topa experimentar coisas novas. Me considero com uma certa facha e malho regularmente, então tenho um corpo atlético, uma bunda bem dura, uma rola de 17x6, cabelo escuro e olhos cor de mel.
Isso aconteceu quando eu tinha 23, no meu trabalho anterior, que era numa multinacional e a gente trabalhava pra fora. Surgiu a chance de fazer um treinamento no exterior e escolheram a mim, uma mina chamada Ana e outro cara chamado Diego. Esse último era um dude que me chamava atenção, porque era um cara com facha, tinha 26, loiro, olhos claros, e era daqueles que sabia que era gostoso e por isso se achava um pouco. Obviamente hetero, com namorada. Mas sempre com outro colega que todo mundo sabia que era gay, o Diego brincava num tom elevado sobre as coisas que um dia faria com ele, e o cara gay respondia de forma jocosa e engraçada sobre a vontade que tinha dele. Tudo no tom de brincadeira, mas sem dúvida eu percebia que isso alimentava o ego enorme do Diego.
O fato é que Ana, Diego e eu partimos pra nossa viagem de trabalho, que seria por 6 dias com destino: Rio de Janeiro (o que era o melhor, já que a empresa tem filial no Brasil) e os três obviamente dominávamos o idioma. Por minha parte, não criava grandes expectativas, já que íamos passar muito tempo nos cursos intensivos de treinamento e, além disso, nos momentos livres eu imaginava que andaríamos os três juntos.
Chegamos então a essa cidade maravilhosa e já estavam nos esperando no aeroporto nosso contato da empresa. Recepção calorosa, fomos direto pra empresa pra começar a conhecê-la e ter uma introdução. O primeiro dia já estava sendo cansativo, por causa da viagem, dos nervos, de ter que falar em português, mas por sorte no final da tarde nos mandaram pro hotel. Hotelão a poucas quadras da praia de Copacabana, Chegamos e na recepção nos disseram que tínhamos reservadas 2 quartos, um simples e um duplex com camas individuais. Aí nós três nos olhamos e, obviamente, comigo e Diego ia ser dividindo o quarto. Nos instalamos no hotel e tivemos nossa primeira conversa em privado sem a Ana.
Na conversa, o Diego me disse: "Olha, Franco, essa semanita tá dando pinta que, além de trampar, vamos ter que aproveitar pra nos divertir, hein."
Eu: "Sim, óbvio, qual é o seu plano?"
Diego: "Você viu como são as gostosas aqui?? Quero conseguir uma e meter muito. E ainda por cima, todas andam quase peladas."
Eu: "Ahh, sim, claro, haha, tem que curtir mesmo (embora por dentro eu tivesse vontade de dizer que a gente podia se divertir mano a mano, hehe)."
Diego: "É, então talvez um dia eu peça pra você me deixar o quarto um tempinho, pra eu trazer uma pra cá."
(Isso não me animou muito, porque já via que eu ia ficar sem lugar pra dormir, haha.)
Eu: "Bom, tá, a gente coordena e reveza, hein, porque eu também penso em ver o que aparece (óbvio que ele não tinha ideia dos meus gostos)."
Diego: "Claro, mano, acho difícil a gente conseguir trazer uma cada um ao mesmo tempo, mas a gente vê como faz..."
O assunto ficou em aberto. Eu, obviamente, me deliciava vendo ele de cueca toda noite, o que me permitia não só ver seu corpo bem fornido, mas também um volume interessante. Os dias passaram, com muitas horas na empresa e a gente chegava já de noite, direto pro jantar e dormir. O primeiro dia foi uma segunda, e na quarta à tarde o Diego me chama de lado e diz: "Ei, Franco, olha, hoje à noite eu preciso do quarto, fiquei conversando com o cara da recepção e ele consegue uma mina pra essa night."
Era uma puta, óbvio, o que eles arrumavam pra ele. Chegamos no hotel, eu me troquei, tomei um banho e fui jantar, enquanto o Diego ficou porque ia receber a garota. Desci pro salão do hotel e a Ana perguntou pelo Diego, e eu tive que inventar que ele não estava se sentindo bem, hehe.
Jantamos com a Ana e decidimos sair pra caminhar pela espécie de calçadão que tem junto à praia. de Copacabana. Só pra esclarecer, todo dia a gente dava uma saidinha pra conhecer algum dos lugares mais populares e turísticos.
Devem ter passado umas 3h e voltei pro meu quarto. Cheguei e...
O Diego já tava sozinho, ha! Achei que talvez ele tivesse ido pra farra, mas não. Tava deitado vendo TV. Aí ele me contou que a gatinha que tinham mandado pra ele não tinha sido o que ele esperava, porque não só cobrava caro, mas também não tava tão gostosa quanto as que a gente via na rua. Óbvio, né kkkk, era um garoto de programa, mesmo sendo de hotel. Mas mesmo assim ele disse que comeu ela pra caralho, que a gatinha era bem putinha e até tinha engolido toda a porra dele. (Eu, por dentro, tava morrendo de tesão, ha).
Bom, os dias foram passando e chegou sexta-feira, último dia do treinamento. À noite a gente tinha planejado sair pra dançar com uns caras da empresa de lá, tipo uma despedida da cidade. A gente se arrumou e saiu.
A noite foi rolando e a gente foi bebendo muito, mas muito álcool mesmo. Tanto a Ana, o Diego, eu e os 2 brasileiros que estavam com a gente ficamos bem bêbados. De repente, a Ana leva os brasucas pra dançar no meio da pista e meio que a gente perdeu ela de vista. A gente, eu e o Diego, ficou no balcão e ele começou a dar em cima de uma gatinha. Ela se chamava Clarissa, devia ter uns 22 anos, muito gente boa a mina, morena, baixinha, uns peitos absurdos. Começaram a conversar, zoar, de vez em quando a gatinha me dava uma brecha e eu entrava na conversa.
A gente continuou bebendo e aí a Ana se aproxima de mim e avisa que tá voltando pro hotel com um dos brasucas. Mais uma que não perdia tempo kkkk. A conversa da Clarissa e do Diego foi ficando com um tom mais pesado e até tinha mão indo pra perna dela. Até que começaram a se beijar gostoso. Eu tinha ficado meio de escanteio e ainda por cima com um tesão da porra.
Aí o Diego me diz que ia pro hotel e que levava a Clarissa e me pergunta o que eu ia fazer.
Eu — E bom, vou com vocês e vejo o que faço enquanto isso.
Diego — Nah, tranquilo, falei com a gatinha e não tem problema, você pode entrar na brincadeira.
(Putz, Eu não sabia o que fazer, porque não tinha problema em ficar com a gostosa, mas ter o Diego peladão e dividir a mina ia ser complicado, né?
Eu — Vamo, porra!
A bebedeira ajudou e então eu ia viver uma cena pra ficar na memória.
Já no táxi, eles estavam se pegando e eu meio tímido, haha.
Chegamos no quarto do hotel e eles começaram a se beijar pra valer e a tirar a roupa. Eu comecei a apalpar meu pau enquanto via eles quase pelados indo pra uma das camas. Foi aí que a Clarissa me chamou e o Diego fez sinal pra eu ir.
Mesmo meio tonto, consegui me aproximar, enquanto o Diego chupava a buceta dela com desespero e ela agarrou meu pau, puxou meu cacete que já estava durão e começou a chupar. Uff, como ela mamava. Na real, ela sabia o que fazia — quando tirava um pouco meu pau da boca, soltava uns gemidos tremendos.
Enquanto eu tentava, como dava, tirar toda a roupa, o Diego tirou a cueca e mostrou um pau bem gostoso, uns 18x5. Cabecinha bem vermelha e tudo depilado. A Clarissa foi direto fazer um boquete gostoso nele e ficou de quatro, enquanto eu metia a mão na buceta e na bunda dela. Lembro que o Diego falava o quanto ela chupava bem e como ia foder ela gostoso com dois uruguaios, e ela engolia até o fundo. Eu já não aguentava mais de tesão de ver o Diego tão macho, e minha vontade de chupar o pau dele só aumentava.
Aí a Clarissa tirou o pau do Diego da boca e pediu pra ele meter na buceta, que ela já tinha preparado. Ele a colocou de quatro e foi enfiando, enquanto ela me fez sentar na frente dela e começou a lamber meu pau e as bolas. Entre os gemidos, as putarias que o Diego falava e as palmadas que ele dava, ela ficou com muito tesão e começou a descer mais, chupando meu cu — isso me deixou louco, não dava pra evitar — até que ela pediu pra eu ficar de quatro, e eu obedeci, haha. Não conseguia ver eles, mas comecei a gemer pra caralho, e meu cu começou a dilatar.
Foi... então a Clarissa (em português) diz algo tipo: essa raba merece que dêem pica também (e eu por dentro morria de vontade). e o Diego comenta: que bunda boa você tem, gato.
Ela sai da pica do Diego e volta a chupá-la, e ele, na sua bebedeira, continuava gozando bastante e meio que com os olhos meio fechados. Foi aí que a Clarissa me faz sinais pra eu me aproximar e eu fico ao lado dela e começamos entre os dois a chupar a pica do Diego. Esperei que ele me dissesse algo, mas só gemeu. Então continuamos no nosso serviço...
Ele apoiou uma mão em cada uma das nossas cabeças e nos empurrava pra chuparmos com vontade a pica dele, e a gente brincava com ela e com nossas línguas.
Depois de um tempo, a Clarissa diz pro Diego: por que não era a vez do Franco de levar ferro, que ela tava meio cansada, e ele fez uma cara de confuso por um segundo, e ela pegou a mão do Diego e levou até minha bunda... haha na hora eu virei e, com ajuda dela, ele começou a esfregar a pica na minha raba. Ela colocou uma camisinha nele e, enquanto beijava ele, começou a me enfiar... sem dizer uma palavra. Enquanto se beijavam, começou uma entra e sai bem devagar, e pra mim, na real, tava doendo mesmo com o álcool. Logo ele já tava fazendo com velocidade e me dava umas palmadas na bunda enquanto a Clarissa me beijava. Lembro que numa hora ela disse: — Pô, Franquito, que raba mais apertada, não acredito que você vai me fazer gozar...
Não durou muito, porque logo o Diego tirou a pica e na hora a Clarissa tirou a camisinha e abriu a boca pra ele dar todo o leite. O Diego encheu a boca dela de porra e logo ela se limpou e começou a chupar a minha pra me ajudar a gozar. Quando vejo o Diego, como podia, ia se batendo nas paredes pra chegar no banheiro. Eu também consegui gozar e também dei na boca dela. Fiquei deitado na cama e ela foi pro banheiro também. Acabei dormindo e só acordei no sábado ao meio-dia, quando caí na real do que tinha acontecido.
O Diego tava dormindo e a Clarissa já não estava mais.
Quando o Diego acordou, com... Cara fechada e com uma ressaca terrível, igualzinho a mim, ele disse que tinha sido uma cagada terrível o que a gente tinha feito, que não lembrava de tudo nos detalhes, mas sim que a gente tinha transado. Aí eu esclareci as coisas, falei: óbvio que eu curto uns caras, mas que aquilo ficava por ali. Ele, não muito convencido, concordou que tudo ia ficar bem.
No mesmo dia a gente voltou e tudo ficou por isso mesmo. Mas no trampo, depois, ele não só fazia piadas com o cara gay, como também de vez em quando se animava a soltar alguma brincadeira, mas só quando a gente tava sozinho. O resto vocês ficam sabendo na próxima...
Quero que COMENTEM pra saber se vocês curtiram e se eu continuo escrevendo.
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