Encuentro en Punta (Relato gay)

Olá! Essa é minha primeira história e quero compartilhar algumas experiências com vocês.
Meu nome é Franco e tenho 24 anos, sou um cara másculo e discreto, mas que topa experimentar. Me considero com certa lábia e malho, então tenho um corpo atlético, uma bunda bem dura, um pau de 17x6, cabelo escuro e olhos cor de mel.

No verão passado, fui num feriadão pra Punta del Este com uns amigos. Ficamos na casa de um deles e o plano era pegar praia e curtir a noite. Eles não sabiam que eu curto caras. Minha ideia, além disso, era conseguir fazer algo divertido escondido.

Antes, já tinha falado pelo WhatsApp com um conhecido com quem já tinha tido uns encontros em Montevidéu, onde moro. Ele tem 28 anos, se chama Francisco, é um cara bem alto, magro, rosto bonito, bem simpático e com uma bunda bem redondinha, além de um pau potente, uns 19x5. O cara sempre foi muito gente boa, então avisei que ia pra cidade dele. Combinamos de conversar e tentar nos ver.

No sábado à noitinha, ele me mandou mensagem pra saber meus planos. Minha ideia era sair com os amigos pra balada, mas não tava muito afim, queria era ter uma boa noite de putaria com um cara. Ele propôs a gente se encontrar na região do porto, já que tinha conseguido a caminhonete do pai, com a caçamba fechada, pra dar umas voltas.

Combinamos então. Tive que inventar uma desculpa pros amigos e fui pra área do porto de Punta. Cheguei um pouco atrasado e ele tava lá me esperando, com seu um metro e noventa e um sorriso bonito.

Francisco – Oi, lindo, como cê tá?
Eu – Oi, Fran, desculpa o atraso, valeu por esperar. Qual teu plano pra noite?
Francisco – A princípio, comprar umas bebidas e aí a gente vê como rola a noite. Cê topa?
Eu – Show, mas já que cê veio na caminhonete, vamos aproveitar, que tal?
Francisco – Fica tranquilo que vim nela de propósito porque quero que a gente aproveite hehe

Isso já me deixou excitado e achei foda. que ele já tinha planos em mente hehe

Passamos por uma estação e começamos a dar voltas pela península, conversando bastante. A tensão tava no ar. Depois de beber bastante, bateu aquela vontade de mijar, mas como tínhamos onde parar, saímos procurando um lugar. Acabamos parando no lado leste da península, uma área rochosa onde quase não passava ninguém. Descemos os dois e fomos por uma escada em frente às pedras. A verdade é que tava tudo super tranquilo e ninguém nos via. Tiramos as picas pra fora, cada um mijou e, quando terminamos, nos olhamos de canto. Até que sinto ele colocar a mão na minha pica e começar a massagear, e eu faço o mesmo. Que tesão do caralho me deu, porque nunca tinha feito algo assim em público. Em poucos segundos, já tava ele de joelhos com minha pica toda na boca dele. Começou a chupar com desespero, como se quisesse fazer aquilo há tempos. Apoiei minhas mãos na cabeça dele e comecei a afogar ele com minha pica, era foda demais estar fazendo aquilo ao ar livre, mesmo que fosse de noite.

Depois ele se levantou e a gente se deu um beijo do caralho, brincando com as línguas, e aí chegou minha vez: desci pra fazer uma mamada gostosa nele. A verdade é que a pica dele é muito perfeita de se ver, então chupar é um prazer. Ficamos um tempão nos dando umas boas chupadas e decidimos ir embora. Subimos na caminhonete e a ideia era clara: achar um lugar afastado pra dar o próximo passo.

Depois de andar vários quilômetros, me vem a ideia de desabotoar o jeans dele e descer pra dar mais uma mamada gostosa enquanto ele tentava dirigir, mesmo com toda a dificuldade que ele tava tendo. Ele mesmo dizia: — Filho da puta, vai me fazer bater o carro, hehe. E eu chupava com mais vontade, enquanto ele falava um monte de putaria.

De repente, vejo ele sair da estrada pra um caminho entre a pista e a praia, quase chegando na barra. Fizemos um trecho por aquele caminho e chegamos num lugar meio afastado na foz do arroio Maldonado. Paramos ali, sob a luz da lua, de um lado dava pra ver a água e do outro a estrada. Começamos a nos beijar apaixonadamente, e a passar as mãos por todo lado. Tirei a calça jeans dele e peguei na pica dele, na hora fomos pra caçamba da caminhonete e ele tirou minha calça jeans, e depois tiramos tudo. Ficamos pelados, meio desconfortáveis mas muito tesudos. Amassando muito,
Eu comecei a passar a língua por todo lado, rosto, pescoço, peito, costas até chegar na bunda dele, e comecei a chupar e lamber aquela bunda linda. É uma coisa que adoro fazer. Até que cheguei no cu dele e comecei a meter a língua e muita saliva. Ele gemia e pedia pra eu continuar, e eu continuei. Tava muito tesudo e segurava minha cabeça e enfiava na bunda dele.
Depois de um tempo mordendo e lambendo a bunda dele, comecei a encostar minha pica no cu dele. E aí foi que ele me pediu por favor pra meter.
Devagarzinho fui enfiando, mesmo já estando bem dilatado. Foi então que de ladinho comecei a foder bem devagar, mas aumentando a velocidade cada vez mais. Mesmo que de vez em quando eu ficasse nervoso com as luzes dos carros passando, o Francisco falava pra eu não me preocupar e rebolava a bunda mais forte e eu voltava pro meu ritmo. Trocamos de posição, ele de quatro e eu montado atrás dele, depois ele por cima de mim. Até que numa hora ele começa a gemer bem alto e goza tudo no meu peito. Na hora vieram os espasmos e eu gozei com a pica no cu dele.

Terminamos exaustos. Tanto que ficamos dormindo pelados. Pouco mais de uma hora depois acordamos, nos vestimos e já quase amanhecia. Fomos tomar café da manhã num lugar de fast food e ele me deixou onde eu estava ficando. Nos despedimos mas ficamos com a vontade de nos encontrar de novo.

Espero que tenham gostado, prometo que na próxima vêm histórias mais ousadas, que já experimentei.

12 comentários - Encuentro en Punta (Relato gay)

loconin +1
muy bueno me calento mucho. espero un segundo encuentro beso
pronto habra otro relato 😉