Era dezembro, as aulas já tinham acabado e não tinha quase ninguém nos corredores da faculdade, além disso era bem cedo de manhã, pra evitar o calor do verão. Precisava de uns papéis de uma matéria, então atravessei o corredor interminável até a última sala, torcendo pra não encontrar a chata da chefe de departamento. Cheguei, bati na porta com timidez e, pra minha surpresa, grata surpresa, estava o novo assistente. Um moreno, alto, cabelo preto, com uns braços enormes, dava pra ver que passava horas na academia, enfim... ele abriu a porta, sorriu, disse meu nome e perguntou o que eu precisava... expliquei e ele falou que não podia fazer nada, que não tinha acesso àqueles papéis, mas que se eu quisesse esperar um pouco, me convidou pra entrar com um sorriso safado. No começo, duvidei se era o que minha cabeça imaginou, então falei que não, que ia tirar umas cópias e voltava. Com uma voz decepcionada, ele disse "tá bom".
Dei umas voltas pela faculdade sem conseguir tirar aquela ideia fixa da cabeça. Tinha sido um convite de duplo sentido? Ou era só minha vontade de sentir aquele corpo torneado perto de mim? Então me virei e voltei decidida... bati na porta, agora com mais firmeza, entrei e sentei na frente da mesa. Ele disse: "sabia que você voltaria rápido". Pensei: "já era, esse quer guerra... e guerra vai ter".
Conversamos um pouco sobre o curso e criticamos as professoras, até que ele se levantou, deixou um livro numa estante do lado da mesa onde eu estava. E disse, sentando na borda da mesa: "sabe que pode me pedir o que quiser, eu posso te ajudar". E eu retruquei: "qualquer coisa?" Ele assentiu.
Sorri safadamente, toquei o joelho dele e comecei a subir... "Isso!" ele disse. "Não esperava menos de você, mas espera." Trancou a porta com chave e apagou as luzes, ficando só a pouca claridade que entrava pela janela.
Levantei e começamos a nos beijar. Ele me agarrou pela nuca e mordia meus lábios. Na sua A entreperna já sentia algo bem duro. Tirei a camiseta dela e beijei seu pescoço, fui descendo até os mamilos, mordi e puxei, continuei descendo pela barriga, me ajoelhei, desabotoei a bermuda dela e comecei a passar a língua no pau por cima da cueca. Puxei pra baixo e me deparei com um pau lindo, rosado e já meio molhado. Comecei pela cabeça, saboreando o líquido pré-seminal, ela ficava excitada quando eu olhava pra ela enquanto chupava o pau dela, eu fazia com prazer, subia e descia pelo tronco, brincando com a língua de vez em quando. O melhor foi quando ela segurou minha cabeça com as duas mãos e meteu na minha boca quase sem me deixar respirar. Quando ela tirou o pau, lágrimas escorriam dos meus olhos.
Levantei, me despi num instante, ela disse: "Agora me entrega essa bunda que eu tanto quero." Mandou eu apoiar o peito na escrivaninha, deixando minha buceta à disposição. Ela cuspiu na mão e passou em mim, começou a brincar com um dedo no meu buraco, entrou e eu gemi, depois dois... e disse: "Acho que você tá pronto." Foi até a mochila, pegou uma camisinha, colocou e, sem hesitar, meteu, doeu no começo, mas depois a dor virou prazer. As estocadas eram fortes, mas suportáveis. Ela me segurou pelos ombros, me puxou pra trás e ficou ainda mais gostoso.
Ela parou, sentou, e eu montei naquele pau que continuava duro como pedra, cavalguei sem parar, subindo e descendo, aproveitando algo que, sem saber, desejei o ano inteiro. Ela pegou no meu pau, bateu uma pra mim e disse: "Vou fazer você gozar porque já tô perto." Bateu uma e eu jorrei um baita gozo na minha barriga. Com os dedos, ela pegou um pouco, passou na minha boca e me beijou. Levantei, ela tirou a camisinha, me fez ajoelhar enquanto ela continuava sentada, bateu uma por alguns segundos e gozou, espirrando porra na minha cara. E eu chupei o pau dela depois, sem deixar uma gota. Ela passou a língua no meu rosto e nos beijamos de novo. Nos limpamos, vestimos a roupa e ela disse: "Bom, agora sim você merece seus documentos!"
PS: espero que não decepcionar, mas isso é só uma fantasia. Sim, o assistente de cátedra existe, sim fui pegar os papéis em dezembro, mas isso foi o que eu teria adorado que tivesse acontecido naquele dia. Espero que vocês curtam!
Dei umas voltas pela faculdade sem conseguir tirar aquela ideia fixa da cabeça. Tinha sido um convite de duplo sentido? Ou era só minha vontade de sentir aquele corpo torneado perto de mim? Então me virei e voltei decidida... bati na porta, agora com mais firmeza, entrei e sentei na frente da mesa. Ele disse: "sabia que você voltaria rápido". Pensei: "já era, esse quer guerra... e guerra vai ter".
Conversamos um pouco sobre o curso e criticamos as professoras, até que ele se levantou, deixou um livro numa estante do lado da mesa onde eu estava. E disse, sentando na borda da mesa: "sabe que pode me pedir o que quiser, eu posso te ajudar". E eu retruquei: "qualquer coisa?" Ele assentiu.
Sorri safadamente, toquei o joelho dele e comecei a subir... "Isso!" ele disse. "Não esperava menos de você, mas espera." Trancou a porta com chave e apagou as luzes, ficando só a pouca claridade que entrava pela janela.
Levantei e começamos a nos beijar. Ele me agarrou pela nuca e mordia meus lábios. Na sua A entreperna já sentia algo bem duro. Tirei a camiseta dela e beijei seu pescoço, fui descendo até os mamilos, mordi e puxei, continuei descendo pela barriga, me ajoelhei, desabotoei a bermuda dela e comecei a passar a língua no pau por cima da cueca. Puxei pra baixo e me deparei com um pau lindo, rosado e já meio molhado. Comecei pela cabeça, saboreando o líquido pré-seminal, ela ficava excitada quando eu olhava pra ela enquanto chupava o pau dela, eu fazia com prazer, subia e descia pelo tronco, brincando com a língua de vez em quando. O melhor foi quando ela segurou minha cabeça com as duas mãos e meteu na minha boca quase sem me deixar respirar. Quando ela tirou o pau, lágrimas escorriam dos meus olhos.
Levantei, me despi num instante, ela disse: "Agora me entrega essa bunda que eu tanto quero." Mandou eu apoiar o peito na escrivaninha, deixando minha buceta à disposição. Ela cuspiu na mão e passou em mim, começou a brincar com um dedo no meu buraco, entrou e eu gemi, depois dois... e disse: "Acho que você tá pronto." Foi até a mochila, pegou uma camisinha, colocou e, sem hesitar, meteu, doeu no começo, mas depois a dor virou prazer. As estocadas eram fortes, mas suportáveis. Ela me segurou pelos ombros, me puxou pra trás e ficou ainda mais gostoso.
Ela parou, sentou, e eu montei naquele pau que continuava duro como pedra, cavalguei sem parar, subindo e descendo, aproveitando algo que, sem saber, desejei o ano inteiro. Ela pegou no meu pau, bateu uma pra mim e disse: "Vou fazer você gozar porque já tô perto." Bateu uma e eu jorrei um baita gozo na minha barriga. Com os dedos, ela pegou um pouco, passou na minha boca e me beijou. Levantei, ela tirou a camisinha, me fez ajoelhar enquanto ela continuava sentada, bateu uma por alguns segundos e gozou, espirrando porra na minha cara. E eu chupei o pau dela depois, sem deixar uma gota. Ela passou a língua no meu rosto e nos beijamos de novo. Nos limpamos, vestimos a roupa e ela disse: "Bom, agora sim você merece seus documentos!"
PS: espero que não decepcionar, mas isso é só uma fantasia. Sim, o assistente de cátedra existe, sim fui pegar os papéis em dezembro, mas isso foi o que eu teria adorado que tivesse acontecido naquele dia. Espero que vocês curtam!
7 comentários - con el ayudante de catedra