No todas las putas son buenas (Relato).

Depois de terminar meu relacionamento com o homem de terno, me vi na necessidade de buscar um trabalho para pagar meus estudos e sobreviver. Na minha primeira entrevista, fui péssima e até perceberam que eu não era exatamente uma mulher. A coisa foi de mal a pior, e eu só sobrevivia com o pouco que tinha guardado do meu relacionamento.

Dois meses depois de procurar emprego, consegui um como secretária numa pequena empresa. Retomei os estudos na faculdade de administração, mas infelizmente o dinheiro não era suficiente e eu vivia no aperto. Naquela época, já fazia 3 meses que eu não transava, e meu corpo estava pedindo aos gritos. Então, saí à rua em busca de um antro gay para pegar algum homem gato que me partisse ao meio. Naquela tarde-noite, eu estava com um vestido vermelho que destacava meus seios e, por baixo, uma liga preta. Salto vermelho e, na minha bolsa, camisinhas e lubrificante.

No meio do caminho, um carro parou ao meu lado.
— Ei! Quanto cobra?
— Não sou uma puta.
— Ah, desculpa... mas nunca é tarde para começar. Foda-se, 500 por uma hora. O que acha?

A oferta era tentadora. Eu precisava de dinheiro e sexo, nessa ordem, e que melhor do que fazer as duas coisas ao mesmo tempo?

— Tá bom, vamos a um motel.

Entrei no carro dele. O carro era confortável, e o cara era bem gato. Ele usava uma calça de moletom e uma camiseta preta justa. Quando me acomodei, ele imediatamente tocou minha virilha. Sua mão procurou meu membro por cima da roupa e começou a massagear. Fiquei excitada na hora. Retribuí o gesto do garoto e comecei a massagear o dele. Um volume enorme apareceu do nada. Quando as coisas ficaram mais quentes, meti minha mão por baixo da calça dele e comecei a masturbá-lo. Ele não estava usando cueca.

— Assim, mamãe! Gostei. Quantos anos você tem?
— Tenho 22. E você?
— 35. Você é uma jovem mesmo. Passiva ou ativa?
— Gosto dos dois. E você, papai?
— Também. Mas membros me deixam louco. Então, se você tiver um bom fuzil, eu serei passivo.
— Hahaha, você vai ser meu... promíscuo.

Chegamos ao hotel, esperamos no carro até a ereção dele passar, pedimos o quarto e antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele tirou 500 pesos da carteira e colocou na mesa. Eu guardei e, no mesmo instante, ele pegou minha bunda e me beijou. A mão direita massageava minha bunda e a esquerda segurava meu rosto para nos beijarmos. Eram beijos quentes, bem quentes e bem dados. Comecei a tirar a roupa dele e finalmente vi o pedaço de pau: 23 cm e bem grosso. Me ajoelhei e comecei a chupar. Uns 15 minutos depois, ele gozou. Engoli tudo.

— Deus, é impossível um pau desses ser desperdiçado com um passivo como você.
— Deixa eu ver o seu.

Joguei ele na cama e ele caiu de costas. Sentei no peito dele e levantei meu vestido. Na altura do queixo, tirei meu pau todo duro. Peguei ele e comecei a bater na cara dele. O garoto pegou e levou à boca. Uma das melhores mamadas que já recebi. Gozei na hora. O homem ficou de quatro e abriu as nádegas. Com a língua, comecei a lubrificar o ânus dele. Introduzi um dedo, dois dedos e até três. Peguei meu pau, coloquei uma camisinha e posicionei na entrada do cu dele. Sem pensar duas vezes, comecei a meter. Peguei ele pelos quadris e me movia num ritmo tranquilo. O prazer era completo, amava a sensação de penetrar algo. Ele gemía como uma puta e constantemente pedia para eu dar palmadas na bunda. Mudamos de posição umas quatro vezes, até que me sentei no sofá do quarto e ele sentou no meu pau. Ele fazia todo o trabalho, eu só acariciava meus seios e beijava o pescoço dele.

Depois de uns 25 minutos de atividade sexual, consegui gozar. O homem tirou a camisinha e limpou meu pau para acariciá-lo de novo. Eu estava exausta e bem molhada. O homem ainda estava completamente ereto, e o pau dele era lindo. Me levantei e, sem pensar, beijei ele. Enfiei minha língua na boca dele e nos beijamos por um bom tempo.

— Você tem tanto gosto de promíscuo, mamãe quer mais diversão e mamãe quer que o promíscuo me come, mamãe quer ser tratada como puta.

Ele se virou e começou a devorar meu cu, lambia e beijava como um louco e quando estava completamente lubrificado enfiou sua linda rola em mim, sentia minhas entranhas se torcendo e até posso jurar que sentia a rola dele na altura do meu abdômen, me fodeu de quatro e quando se cansou me colocou de costas, pôs minhas pernas nos ombros e começou a me comer de novo, envolvi ele com minhas pernas e ele se aproximou dos meus seios para devorá-los, não os beijava, não os chupava, os beliscava e mordia, me sentia muito bem, era o tipo de sexo que eu procurava. Continuamos assim o resto da hora, quando terminamos, me vesti e peguei minhas coisas para ir embora.

- Obrigada por esta tarde, na bolsa tenho 700 pesos a mais, pega como gorjeta pelo bom serviço, aliás qual é seu nome?
- Pode me chamar de Segredo, não vou te dizer meu nome verdadeiro, aqui deixo meu número e obrigado pela gorjeta.

Desci do quarto e no lobby um homem negro se aproximou de mim.

- Quanto você cobra?

Mas essa é outra história meus amores, saudações da Andy e até amanhã.

6 comentários - No todas las putas son buenas (Relato).

Parece buen negocio...
De hecho lo es, aún no llego a lo interesante :3 Besos.
¿Y por qué dices que no todas las putas son buenas? Tu fuiste buenísima jajajajaj