Na selva II (Relato)

Fala galera, dando continuidade ao que eu tava contando, deixo aqui a 2ª parte do relato:

Mais ou menos isso que tava rolando com o Nahuel...

Primeira parte:http://www.poringa.net/posts/gay/2693460/Into-the-wild-relato.html

Na selva II (Relato)...Nahuel e eu voltamos da casa do meu irmão pra estância, onde Matías e Franco estavam nos esperando pra tomar café.

Passamos o resto da manhã largados sem fazer muita coisa, demos uma volta pela estância, dava pra ver que antigamente o lugar era lindo, agora tava todo abandonado. Ao meio-dia o calor era insuportável, e a gente foi tomar banho na frente do velho estábulo, Matías, Franco, Nahuel e eu, de novo pelados, parece que não custava nada pra gente, já tava achando normal. Mas agora, com a luz do dia, depois do que vinha rolando com o Nahuel, tive que me concentrar pra não ficar de pau duro o tempo todo.fodidaMeu irmão chegou bem na hora que a gente ia se vestir — Qual é a necessidade de ficar pelado o tempo todo? — foi o jeito dele de nos cumprimentar — Entra, não se acanha — respondeu o Matias, que era o único que tinha moral pra isso.domínio de grupocomo se atreve a responder assim pro Lucas(Tem tipo uma hierarquia pra foder com alguém, bom, eu sempre vi desse jeito)- Quem é que você vai intimidar, hein! Vem cá que vou te mostrar uma coisa que vai te intimidar - respondeu Lucas, e a gente começou a fazer bagunça, jogando o que tínhamos na mão um no outro. Enfim, Lucas veio nos chamar pra fazer um churrasco no Lago.FoderFomos na caminhonete, preparamos tudo pro churrasco e nisso chegaram uns amigos do Lucas, montamos um jogo rápido entre todo mundo, éramos tipo 10, só caras. Comecei a curtir o espetáculo, todos sem camisa, suando, entre uma jogada e outra um roçada aqui e ali, enfim, tava no céu. Ver o Nahuel defendendo as bolas com aquela bunda não tem preço.

Terminamos perto das 22h, nos despedimos dos amigos do meu irmão que tinham que pegar a estrada até as casas deles. Voltamos com Lucas pra fazenda, pensando que ele ia nos deixar na nossa.hotel 5 estrelase ia pra casa dele, mas aí ele tira as garrafas e fala: "Desculpa ser uma má influência, mas amanhã tô de folga e quero fazer a festa aqui". Eu e os caras aplaudimos de pé.

Três horas depois, todo mundo já tava meio destruído, claro, eu e os caras não távamos acostumados a beber tanto quanto o Lucas.empernadaMas entre eu e o Nahuel, a gente se combinou pra não perder a lucidez naquela noite. Ficamos perto de umas árvores, na frente do depósito onde a gente dormia, e acendemos uma fogueira no meio. O Franco foi o primeiro a cair, o Matías foi na sequência; o Lucas um pouco depois; eu e o Nahuel nos olhamos, a gente tava em lados opostos, e eu pergunto em gestos — Vou aí ou você vem? — ele só sorriu e fez sinal com a garrafa que vinha até onde eu tava — Vem, fica à vontade — falei e ele riu — Olha só o que você me faz fazer — ele disse meio corado — E isso não é nada — falei e tirei a pica — Uhh, olha como você tá — ele disse e se lambeu, juro que só de ver os lábios dele já me lubrificou a pica.gays- Para! E se eles acordarem? - ele perguntou assustado - Você viu o que tomaram, esses aí não acordam até amanhã - eu tranquilizei, nessa altura já estava segurando ele pelo pescoço, com a boca dele a caminho da minha piroca. Ele começou a chupar só a pontinha, com um doce na boca, vidrado como se a vida dele dependesse disso - Ahh, para, não morde, idiota - parecia que ele adorava, daí começou a se soltar, metendo tudo pra dentro, minha piroca cabia certinho na boca dele, nem grande nem pequena.

Ele chupava minhas bolas como um rei (não sei como reis são chupados, mas vale a expressão), parou e me olhou, com a boca toda vermelha de tanto chupar, que juro que até fiquei com inveja. Segurei o rosto dele e nos beijamos, ainda tinha gosto salgado da minha piroca - Vem, você mereceu - falei, ele se ajeitou de lado e eu peguei a piroca dele e engoli de uma vez. O cheiro do suor dele, o salgado e aquele ferro quente batendo no meu rosto, tudo de uma vez, me invadiu. Parecia que o baixinho adorava, porque não me dava nem chance de respirar, a dele era um pouco menor que a minha.

De repente, sinto ele começar a se contrair, tentei me afastar, não sabia como reagir, mas o filho da puta me segurou forte, encheu minha boca com três jatos de leite, não tive escolha a não ser engolir. Levantei e comecei a beijá-lo, pra ele provar do próprio gozo, era o mínimo depois de gozar sem avisar. Se lembro bem, acho que meus lábios ainda vibram com o beijo que trocamos, daí ficou o gosto de porra.

- Pronto, vou te empurrar - falei, joguei ele em cima de um saco de dormir que tinha ao lado, e puxei o moletom e a cueca dele até os tornozelos - Para, vai devagar, não quero que você me rasgue literalmente - ele disse, e até me deu uma ternura - Calma, baixinho, vai gostar - animei ele, segurei as duas mãos dele e coloquei pra ele abrir as nádegas, tão linda era a bunda que ele tinha que segurar com as duas mãos. Quando vi aquela bunda rosada e apertada, quase chorei de felicidade. já não era racional o que eu pensava, ia desmontar ele ali mesmo.
Me ajeitei um pouco e coloquei bem no centro, ele tava durasso que nem um ferro quente, comecei a roçar devagar, a sensação era elétrica, o Nahuel se mexia um pouco, adorava sentir ela assim.Agora você vai se mexer.Pensei com maldade e comecei a meter devagar, mas ele tinha o cu muito apertado — Vai, relaxa um pouco — falei enquanto brincava com meus dedos tentando dilatar, usando também um pouco de saliva, assim por uns minutos. Apontei a pica de novo e a ponta foi entrando aos poucos, Nahuel reclamava um pouco, mas a verdade é que me excitava muito ouvi-lo reclamar, parece que a saliva ajudou porque num instante a ponta já tinha entrado. UUUh! Como minha pica pulsava dentro dele e o apertado que estava, tive que fazer uma pausa e brincar mais um pouco pra ele ir dilatando.

Coloquei de novo e dessa vez devagar foi entrando toda, aos poucos com pausas, mas quando senti minhas bolas batendo na bunda dele, sabia que estava no Nirvana — Vai, se mexe agora — sussurrei no ouvido dele, meio rindo, vale dizer que Nahuel aguentou como um homem — Filho da puta — reclamou, mas com mais prazer do que dor. Fiquei assim um tempo, me movendo devagar, tentando me controlar e a gente se acostumar com a sensação.

Comecei as estocadas devagar, mas era impossível não perder a cabeça, aquele barulho das minhas bolas batendo na entrada do buraco dele é de enlouquecer, eu ia acelerando só de ouvir, Nahuel não reclamava, mais soltava pequenos gemidos de prazer. Parei por um segundo e beijei o pescoço dele, bom, na verdade mordi. Enquanto ia tirando a pica devagar até deixar só a ponta lá dentro, e empurrava tudo de novo; e acho que ali perdi a noção da realidade porque do jeito que Nahuel levantou a raba pra receber me deixou doido, comecei a meter feito um louco até encher ele de porra. Ficamos grudados por uns minutos, me enlouquecia sentir minha porra quentinha banhando o cu dele.

Tirei e fiquei de lado vendo como a bunda dele tinha ficado linda depois de eu ter comido, teria feito um monumento pro cu do Baixinho depois de como ele entregou naquela noite. Só aí percebi que ele tinha gozado de novo enquanto eu comia ele. Ficamos assim por mais um tempo, nem meu irmão, nem meus amigos acordaram.

A gente ficou junto por mais um tempinho, o Nahuel me acordou lá pelas 4:30 da manhã pra eu me mexer de lugar, porque a gente tava suspeitamente colado.

Claramente todo mundo acordou umas horas depois do amanhecer, em condições deploráveis; mas o que me deu uma ternura foi o sorrisinho do Nahuel quando me olhava, mas tenho que admitir que eu também não conseguia acreditar direito no que rolou naquela noite. No total, a gente ficou uma semana na estância, naquele fim de semana nem meu irmão Lucas ficou com a gente e fomos pra uma parte do lago que dava na estância, foi a melhor viagem da minha vida, e com certeza pros meus amigos também.

No final, na viagem TODO mundo soltou o lado mais selvagem.Acampamento

Na selva II (Relato)

fodida*As imagens são meramente ilustrativas*

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