Esse fim de semana aproveitei pra caralho, sexta e sábado no Amerika com umas conhecidas/amigas travestis. Eu não curto mina trans, mas pros meus leitores tarados, garanto que lembrei de vocês e da inveja que iam ter de mim, principalmente na sexta, quando antes de ir pra discoteca lendária, passei no apê de uma amiga minha, uma transexual muuuuito deusa, peitão, rabetão, lábios e maçãs do rosto, super gostosa, certeza que conhecem ela de algum site de crossdressers, mas não vou dar o nome, porque não sei se ela ia querer. Ela tava na minha frente só de sutiã (peitões enormes) enquanto a gente decidia qual top ficava melhor e marcava mais os peitos, enquanto falávamos dos caras e das picas que a gente tinha chupado. A gente tava andando pela Av. Corrientes esperando um táxi, os caras não paravam de olhar pra ela, ela chama a atenção de qualquer um. Chegamos, e foi uma noite doida, álcool, música, mais minas trans amigas dela, igualmente gostosas. Muitas idas ao túnel, chupei umas picas, adoro andar e pegar nas picas, sentir alguém por trás, me segurar pela cintura e me levar num canto pra me dar muita pica, ficar de pé entregando a bunda, enquanto outros olham, mostram a pica e colocam perto de mim pra eu chupar também. Em certos momentos, tinha duas, três picas pra mim, uma na bunda, outra na boca, outro queria que eu batesse uma pra ele, fazia eles gozarem, saía pra tomar um drink e dançar um pouco, depois voltava a me divertir com minha amiga, as duas bem putinhas, andando de mãos dadas pela discoteca inteira. Ela não parava de ser assediada a noite toda, mas de graça ninguém encosta um dedo nela. Sexta e sábado assim, festa total.
Mas o que eu mais gostei desse fim de semana longo foi quando, lá pelas 5h da manhã, acordei com as chamadas de um cara punheteiro que sempre me liga pra ajudar ele a gozar. Ele é bem chato, então coloquei no silêncio pra dormir, mas a luz das chamadas continuava enchendo o saco, aí quando peguei o celular pra mandar ele pastar, vi que também tinha uma mensagem no WhatsApp. Era um moleque que mora perto da minha casa, é do bairro, e me conheceu por essa página, um bebê de 18 anos. Não curto caras dessa idade, mas ele tem uma vibe muito cumbiero/cabeça/wachiturro/vila que me deixa doida, além de que, pelas trocas de mensagens, ele tinha me contado que nunca tinha ficado com um cara, mas que morria de vontade de experimentar. Começamos a conversar pelo WhatsApp, e na hora o sono foi embora por causa das coisas safadas que ele dizia que queria fazer comigo. Ele falava pra eu ir na casa dele, ou, como sabia que eu curto foder em lugares públicos, a gente se encontrar numa esquina onde tem uma construção abandonada pra arrebentar minha bunda lá, já que ainda estava escuro por causa do horário. Não tava muito convencida, era muito cedo, além de que era impossível sair de casa. Minha mãe, meu irmão e a namorada dele estavam dormindo, se percebessem algo, podia dar uma merda enorme. Nenhuma desculpa era crível naquele horário, mas o moleque continuava insistindo, e a verdade é que eu também tava com muita vontade de tirar todo o leite do gurizinho. Ele falava coisas tipo: "Promiscuous, vai, faz um boquete rapidinho? Vem na minha casa, ou no escuro, como você gosta". Eu tava super indecisa. Depois de conversar um pouco, já sem poder perder mais tempo porque ia amanhecer, ele disse: "Olha, Promiscuous, não aguento mais, quero tirar essa porra HOJE, AGORA". Ele me deixou tão excitada por ser tão tarado, tão alucinado, que nem perguntou se dava ou não, só mandou eu ir tirar o leite dele. Eu não ia sair de casa, então decidi fazer algo que, quando pensei, me deixou de cabeça quente. Falei pra ele vir na minha casa, disse onde era. Desci do meu quarto super silenciosamente, me iluminando com a luz do celular, abri a porta de casa com cuidado. Nisso, chega uma mensagem dele dizendo pra eu sair. Saí e vi ele vindo, moreninho, gostoso, cara. Cara de pivete, masculino, mas baixinho que eu, vestido tudo de roupa esportiva, mas não deixei ele entrar. Ele do lado de fora do portão, e eu de dentro, chupei ele. Ajoelhei entre a parede e a caixa do medidor de gás, ele baixou a calça e a cueca só o suficiente pra mostrar o pau e as bolas. Pau de uns 17x4.5-5, moreno, cabeçudo, bolas peludas. Me abaixei e comecei a mamar pra valer. Tava nervoso porque meus vizinhos podiam me ver, mas pela hora achei que todo mundo tava dormindo, embora na frente more um cara que me deixa doido. Então espero que ele tenha visto, gostado e que me coma em breve, hehe. O moleque passava as mãos pelo portão, me segurava pela cabeça e me fazia engasgar com o pau dele. Ele se mexia rápido, e quando enfiava tudo, fazia força pra eu não me mexer e ficar com o pau duro inteiro na boca, até eu sentir que tava engasgando. Me soltava, me deixava sufocado, eu respirava e voltava a chupar. Lambia a cabeça do pau, passava a língua toda, segurava forte o tronco e batia uma no ritmo que meus lábios faziam o mesmo movimento, subindo e descendo no pau dele. Ele me fez parar, e eu virei de costas. Ele meteu a mão por baixo da minha bermuda: "Você não tem nada por baixo, que putinha", disse quando percebeu que eu não tava de cueca. Senti ele acariciando forte minha bunda e fazendo força pra enfiar o dedo. Mostrei a raba pra ele apalpar melhor. Ele encostou o pau em mim, passou a mão no meu pau, eu tava durasso. Com todo o tesão e adrenalina da situação, não tinha como ser diferente. Mas não dava pra transar ali, então só me dediquei a fazer um boquete bem feito, com muito capricho, porque eu gostava do pau dele, e ainda por cima, como ele era o primeiro cara que eu chupava, queria que ele ficasse fascinado. Num momento, tivemos que parar porque uma casal meio bêbado vinha caminhando pela esquina. Eles passaram rápido, esperamos eles virarem na esquina e continuamos. Voltei a chupar ele de novo. Ajoelhar e chupar ele, eu adorava a situação, mas tava ciente do que a gente tava fazendo, então comecei a chupar com tudo pra fazer ele gozar. Tudo certo, mas queria que acabasse logo, tava sendo arriscado demais. Ele começou a bater uma, enquanto eu acariciava os ovos dele, e depois me segurou pela cabeça com uma mão, me puxando pro pau dele, enquanto com a outra continuava batendo uma. Até que senti uns jatos gostosos e fortes encherem minha boca, engoli tudo. Levantei, trocamos umas palavras e ele foi embora. Eu, super em silêncio, voltei pro meu quarto como se nada tivesse acontecido. Me excita muito saber que enquanto eles dormiam, eu tava fazendo minhas coisas na entrada de casa. Pouco depois ele me mandou mais mensagens no WhatsApp, falando da vontade que ficou de arrebentar minha bunda, mas agora que já nos conhecemos, não vai demorar pra ele fazer isso.
Já é o terceiro cara do bairro que me come.
**Eu:** Gonza, 23 anos, magrinho, 1,70, só passivo, muito puto, tarado, safado, na cama posso ser bem vadia, chupador, engolidor de porra, tenho dreads, piercings nos mamilos, períneo, nariz, lábio, bunda depilada, pelos nas pernas e braços, peito praticamente liso, de Lugano, área do autódromo, sem lugar, amante de transar em lugares públicos.
**Procuro:** caras, masculinos, só ativos, bem dominadores, tarados, safados, entre 27 e 40 anos, magros, peludos, que tenham lugar ou mobilidade. Moleques da minha idade não, gordinhos não, caras com corpo de academia também não, me broxam, acho super clichê, não sou um viado básico que fica molhado vendo um cara sarado, acho eles super superficiais, uns idiotas, e alguém tão preocupado com o corpo me parece muito viadinho, e pra isso já tem eu. Procuro caras de bairro, normais, tipo sem frescura.
**Skype:** GonzaDirty (não pra sex cam, só conversar e se rolar clima a gente transa, fotos e vídeos meus têm nessa conta, então sex cam NÃO) Whatsapp: 1561691178 (não é pra mandar vídeos, fotos, áudios, etc, só pra conversar e se rolar um clima, a gente se vê)
Mas o que eu mais gostei desse fim de semana longo foi quando, lá pelas 5h da manhã, acordei com as chamadas de um cara punheteiro que sempre me liga pra ajudar ele a gozar. Ele é bem chato, então coloquei no silêncio pra dormir, mas a luz das chamadas continuava enchendo o saco, aí quando peguei o celular pra mandar ele pastar, vi que também tinha uma mensagem no WhatsApp. Era um moleque que mora perto da minha casa, é do bairro, e me conheceu por essa página, um bebê de 18 anos. Não curto caras dessa idade, mas ele tem uma vibe muito cumbiero/cabeça/wachiturro/vila que me deixa doida, além de que, pelas trocas de mensagens, ele tinha me contado que nunca tinha ficado com um cara, mas que morria de vontade de experimentar. Começamos a conversar pelo WhatsApp, e na hora o sono foi embora por causa das coisas safadas que ele dizia que queria fazer comigo. Ele falava pra eu ir na casa dele, ou, como sabia que eu curto foder em lugares públicos, a gente se encontrar numa esquina onde tem uma construção abandonada pra arrebentar minha bunda lá, já que ainda estava escuro por causa do horário. Não tava muito convencida, era muito cedo, além de que era impossível sair de casa. Minha mãe, meu irmão e a namorada dele estavam dormindo, se percebessem algo, podia dar uma merda enorme. Nenhuma desculpa era crível naquele horário, mas o moleque continuava insistindo, e a verdade é que eu também tava com muita vontade de tirar todo o leite do gurizinho. Ele falava coisas tipo: "Promiscuous, vai, faz um boquete rapidinho? Vem na minha casa, ou no escuro, como você gosta". Eu tava super indecisa. Depois de conversar um pouco, já sem poder perder mais tempo porque ia amanhecer, ele disse: "Olha, Promiscuous, não aguento mais, quero tirar essa porra HOJE, AGORA". Ele me deixou tão excitada por ser tão tarado, tão alucinado, que nem perguntou se dava ou não, só mandou eu ir tirar o leite dele. Eu não ia sair de casa, então decidi fazer algo que, quando pensei, me deixou de cabeça quente. Falei pra ele vir na minha casa, disse onde era. Desci do meu quarto super silenciosamente, me iluminando com a luz do celular, abri a porta de casa com cuidado. Nisso, chega uma mensagem dele dizendo pra eu sair. Saí e vi ele vindo, moreninho, gostoso, cara. Cara de pivete, masculino, mas baixinho que eu, vestido tudo de roupa esportiva, mas não deixei ele entrar. Ele do lado de fora do portão, e eu de dentro, chupei ele. Ajoelhei entre a parede e a caixa do medidor de gás, ele baixou a calça e a cueca só o suficiente pra mostrar o pau e as bolas. Pau de uns 17x4.5-5, moreno, cabeçudo, bolas peludas. Me abaixei e comecei a mamar pra valer. Tava nervoso porque meus vizinhos podiam me ver, mas pela hora achei que todo mundo tava dormindo, embora na frente more um cara que me deixa doido. Então espero que ele tenha visto, gostado e que me coma em breve, hehe. O moleque passava as mãos pelo portão, me segurava pela cabeça e me fazia engasgar com o pau dele. Ele se mexia rápido, e quando enfiava tudo, fazia força pra eu não me mexer e ficar com o pau duro inteiro na boca, até eu sentir que tava engasgando. Me soltava, me deixava sufocado, eu respirava e voltava a chupar. Lambia a cabeça do pau, passava a língua toda, segurava forte o tronco e batia uma no ritmo que meus lábios faziam o mesmo movimento, subindo e descendo no pau dele. Ele me fez parar, e eu virei de costas. Ele meteu a mão por baixo da minha bermuda: "Você não tem nada por baixo, que putinha", disse quando percebeu que eu não tava de cueca. Senti ele acariciando forte minha bunda e fazendo força pra enfiar o dedo. Mostrei a raba pra ele apalpar melhor. Ele encostou o pau em mim, passou a mão no meu pau, eu tava durasso. Com todo o tesão e adrenalina da situação, não tinha como ser diferente. Mas não dava pra transar ali, então só me dediquei a fazer um boquete bem feito, com muito capricho, porque eu gostava do pau dele, e ainda por cima, como ele era o primeiro cara que eu chupava, queria que ele ficasse fascinado. Num momento, tivemos que parar porque uma casal meio bêbado vinha caminhando pela esquina. Eles passaram rápido, esperamos eles virarem na esquina e continuamos. Voltei a chupar ele de novo. Ajoelhar e chupar ele, eu adorava a situação, mas tava ciente do que a gente tava fazendo, então comecei a chupar com tudo pra fazer ele gozar. Tudo certo, mas queria que acabasse logo, tava sendo arriscado demais. Ele começou a bater uma, enquanto eu acariciava os ovos dele, e depois me segurou pela cabeça com uma mão, me puxando pro pau dele, enquanto com a outra continuava batendo uma. Até que senti uns jatos gostosos e fortes encherem minha boca, engoli tudo. Levantei, trocamos umas palavras e ele foi embora. Eu, super em silêncio, voltei pro meu quarto como se nada tivesse acontecido. Me excita muito saber que enquanto eles dormiam, eu tava fazendo minhas coisas na entrada de casa. Pouco depois ele me mandou mais mensagens no WhatsApp, falando da vontade que ficou de arrebentar minha bunda, mas agora que já nos conhecemos, não vai demorar pra ele fazer isso.
Já é o terceiro cara do bairro que me come.
**Eu:** Gonza, 23 anos, magrinho, 1,70, só passivo, muito puto, tarado, safado, na cama posso ser bem vadia, chupador, engolidor de porra, tenho dreads, piercings nos mamilos, períneo, nariz, lábio, bunda depilada, pelos nas pernas e braços, peito praticamente liso, de Lugano, área do autódromo, sem lugar, amante de transar em lugares públicos.
**Procuro:** caras, masculinos, só ativos, bem dominadores, tarados, safados, entre 27 e 40 anos, magros, peludos, que tenham lugar ou mobilidade. Moleques da minha idade não, gordinhos não, caras com corpo de academia também não, me broxam, acho super clichê, não sou um viado básico que fica molhado vendo um cara sarado, acho eles super superficiais, uns idiotas, e alguém tão preocupado com o corpo me parece muito viadinho, e pra isso já tem eu. Procuro caras de bairro, normais, tipo sem frescura.
**Skype:** GonzaDirty (não pra sex cam, só conversar e se rolar clima a gente transa, fotos e vídeos meus têm nessa conta, então sex cam NÃO) Whatsapp: 1561691178 (não é pra mandar vídeos, fotos, áudios, etc, só pra conversar e se rolar um clima, a gente se vê)
10 comentários - Fim de semana quente (relato gay)
ya quiero coger esa cola que tenes, chupartela y cogerte mucho.