Isso aconteceu no verão de 2012. Como toda tarde, eu ia pra academia, mas num desses dias vi que na obra em construção tinha um moreno muito sexy, não bonito, mas sexy, que me deixava com muito tesão só de imaginar como seria o pau dele. Bom, como sempre passava às 18h pela construção, eu cruzava com ele e aos poucos comecei a cumprimentar: primeiro com o olhar, depois um "oi" e depois uma pequena conversa onde eu falei, com voz bem de gata, que gostava de homens, olhando pro volume dele. Ele só riu e me perguntou se eu queria entrar na obra. Ele disse: "quanto você me dá pra deixar chupar meu pau?" Eu respondi: "não, pai, não dou nem recebo dinheiro, só prazer." Então ele falou: "então faz um boquete." Sem pensar duas vezes, me ajoelhei e meti o pau preto dele na minha boca, que pra minha surpresa tava bem limpinho. Começou a crescer dentro da minha boca, fazendo garganta profunda pra valer. E ele disse: "me dá um dinheiro e eu te como" e eu respondi: "não, bebê, só prazer por prazer." Continuei engolindo o pau de uns 19x6, bem pretinho, com uns ovos lindos. Aí ele falou: "vem mais pra trás, na área onde vão ser os estacionamentos do prédio" e disse: "mostra a raba", o que eu fiz na hora. Ele acariciava minha bunda, enfiava os dedos no meu cu enquanto eu chupava o pau dele, que já soltava os líquidos pré-gozo que eu tanto gosto. Então ele disse: "vem, puta, vou te dar uma surra de cu." Cuspiu no meu cu, apoiou a cabeça do pau e meteu até o fundo. Tava com o tronco todo dentro de mim e começou a bombar forte. Eu gemia igual a maior vagabunda, tava realmente gozando pra caralho. Ele perguntou: "onde você quer a porra?" e eu respondi: "nem pense em tirar! Deixa toda a porra dentro do meu cu." Ele me olhou e sorriu, e meteu mais forte o pau no meu cu até que senti ele inchando, soltando os jatos de porra dentro de mim. Tirou o pau todo leitoso e ia limpar, mas eu falei: "pai, vem cá" e chupei ele mais um pouco pra sentir o gosto da porra do pau e do meu cu. Nos despedimos e ela me comeu várias vezes, sempre depois das 18h, quando todo mundo já tinha ido embora. Pena que a obra acabou e levaram ela embora.
4 comentários - Meu amante pedreiro (relato)