Era o último ano do ensino médio, quando meus colegas de classe, que também eram meus amigos, e eu já tínhamos atingido a maioridade.
Nosso grupinho era formado por uns vagabundos e uns gatinhos. Todo mundo era gente boa, muito parceiros, praticávamos um ou dois esportes, não por obrigação, mas porque adorávamos nunca ficar em casa e zoar no complexo.
Eu treinava vôlei (líbero) e handebol (goleiro). Adorava jogar porque o professor botava a gente pra correr e ainda competíamos contra outros colégios nos interescolares.
Tinha um colega que morava na esquina do colégio, e toda vez que matávamos aula, íamos pra casa dele. A mãe dele não enchia muito o saco porque:
1- Ela entrava no trabalho às 8 da manhã, então quase nunca a gente cruzava com ela (só excepcionalmente quando ela decidia trabalhar de casa)
2- Porque o José, meu colega, já tinha 18 como a gente, então ela achava que com a maioridade a pessoa amadurecia. (Mentira)
Um dia, já quase no fim do ano, em meados de novembro, matamos aula com o José, Pablo, Jorge, Martín e eu.
Como não tínhamos merda nenhuma pra fazer e queríamos beber, o José teve a ideia de irmos pro apartamento dele e levar com a gente: vinho e umas minas.
Eu não votei a favor de levar as minas, mas curti a parte de tomar um vinhozinho.
Terminamos de comprar o necessário e chegamos na porta do prédio onde o José morava. Entramos e começamos a zoar na casa dele. O apartamento era muito foda, então a gente sempre bagunçava pra caralho enquanto ele olhava pra gente como quem diz "que idiotas vocês são".
Em 5 minutos, a campainha tocou. Eram 3 amigas do José que já estavam no primeiro ano de Nutrição na faculdade. (O José tinha repetido de ano.)
Os vagabundos, doidos, começaram a arrumar toda a bagunça que tinham feito em um segundo, com a ideia fixa de que iam comer alguém naquele dia. Repito, os vagabundos, não eu. Eu já tava seguindo outra orientação sexual, e o José sabia disso, então ele não me enchia o saco pra eu ficar me exibindo. minha "sexualidade" na frente deles. Eles já tinham transado um par de vezes antes no apartamento enquanto eu via TV ou perdia tempo na internet.
Depois de beber vinho, os caras já começam a pegar (beijar) as gatinhas, um com cada uma. O gordo com a de peitão, o dono da casa com a mais bonita, o feio com a feia e assim sobraram Jorge e eu.
Tinha 3 quartos, uma sala de estar e a cozinha no apartamento do José. Cada um escolheu o mais rápido que pôde, o lugar mais confortável ou que mais o excitava pra se preparar pra trepar com a estudante de nutrição que por "acaso" tinha caído pra ele.
Como eu tava com mais vontade de beber e ouvir música do que isso, fiquei no quarto do José, fechei a porta e com uma taça de vinho na mão fumava um cigarrinho pra relaxar. Como começaram a se ouvir uns barulhos meio desconfortáveis, coloquei música no computador que meu colega tinha no quarto dele. Depois de um tempo, entra Jorge, que tinha ficado de fora, mas segundo ele, não queria ser "infiel" pra namorada. Ele me pergunta "o que você tá fazendo no computador?" mostro que tava perdendo tempo na internet e ouvindo música do que tinha na máquina naquele momento.
Falei "quer ver um pornô?" e ele responde "sim" Parece que o amigo não comia há muito tempo, então tinha que baixar.
Nunca tinha me interessado por Jorge, porque no grupinho, junto com o José, era o que sempre pegava as gatinhas quando saíamos, o que mais chamava atenção por ser branquinho, de olhos verdes, magrinho, e ainda tinha carro. Naquela idade é foda ter tudo isso.
Como me chamou a atenção ele querer ver um pornô, coloquei, num volume moderado, e notei que aos poucos ele começava a se tocar na pica por cima da calça. Eu, sem perder tempo, comecei a fazer o mesmo.
Eu tava sentado na frente do computador enquanto ele tava do meu lado esquerdo, mas de pé. A pica dele dura, mas dentro da calça, encostava de vez em quando no meu ombro. Nessa hora, fiquei com muito tesão e comecei a ficar com ele.
Num momento em que a gente tava se olhando e cada um se tocava por cima da calça, ele me fala:
-"Isso não tá me agradando!"
Meio sem graça, pergunto:
-"O que não tá te agradando?"
E ele responde: "Isso! Ficar me masturbando" "Eu gosto é de transar"
Na hora, ele abaixa o zíper da calça cinza do colégio e tira pra fora uma rola branca, cabeçuda, com uns pelinhos quase loiros, LINDA!
Eu, meio surpreso com a reação, pergunto meio de brincadeira:
-"E o que você quer que eu faça?"
Ele me olha nos olhos e fala:
"Não se faz de besta, Lucas, eu sei que você curte rola, tá tudo bem, sério"
Eu começava a ficar cada vez mais nervoso, sem saber o que fazer ou responder.
Como sabia que meus outros amigos tavam comendo loucamente as minas deles, não podia perder a oportunidade da minha vida (naquele momento).
Mudei de postura, olhei pra ele, olhei pra rola dele que ainda tava durona e abaixei minha calça, deixando ela até os joelhos. Fiquei de quatro na cama do meu colega, de costas pra ele. Dei uma arqueada tipo gata safada pra ele ver bem minha bunda e não ter outra opção a não ser me comer pela primeira vez. Quando ele me vê naquela posição, fala:
-"Não! Primeiro vem aqui e chupa ela"
Sem fazer charme, me ajoelhei do lado da cama pra rola dele ficar bem na minha boca e comecei a cheirar pra ver se tava limpinha (não queria surpresas nem estragar o momento). Bem limpinha e com cheiro de machinho hétero quente. De vez em quando eu levantava o olhar e percebia que ele fechava os olhos, quase curtindo o que ainda não tinha acontecido.
Isso me excitou pra caralho, então comecei a chupar a cabecinha dela. Bem gostosa, tenho que dizer. Fiquei beijando ela por uns minutos, fazendo ele desejar com o corpo todo que eu engolisse aquela rola tão linda que tava na minha frente.
Como eu tava mais excitado que ele, larguei a brincadeira e comecei a engolir ela, primeiro até a cabeça, depois o tronco quase todo, e por último inteira até o fundo. Repetia várias às vezes, o que o vagabundo adorava. De vez em quando ele me tirava de repente porque ouvia barulhos. Ele tava muito paranóico com a ideia de "nos descobrirem". Quando ele garantia que tava tudo bem, voltava pra posição e me dizia:
- "Vai, continua chupando que não tem problema"
Depois de vários minutos chupando ele, notei que ele se aproximou de mim e me deu um beijo. Daqueles beijos de namorados, amei! Eu amava ele! (nem tanto assim)
Depois daquele beijo tão molhado que ele me deu, me sentei do lado dele e a gente se beijou de novo, dessa vez os dois sabendo o que tava rolando, sem surpresa nenhuma, querendo que acontecesse.
Os beijos dele eram tão lindos, carinhosos, fogosos, excitantes, me deixava com o pau durasso.
Me vendo assim, tão "DURO", ele disse que queria "me fazer o amor". Tirei a calça completamente, junto com as meias e os sapatos. Ele fez o mesmo, ficando só de cueca, uma branquinha que ia até os joelhos. Me dava um tesão danado ver ele assim, ter ele assim, só pra mim.
Deitei na cama de costas pra ele de novo e ele começou a beijar minha bunda. O cara parecia bem experiente na parte de trás.
Isso me excitou tanto que levantei, procurei nas gavetas do criado-mudo e achei uma camisinha. ERA A GLÓRIA!
Joguei pra ele e falei:
- "Coloca que eu vou me preparando"
Não sei em que momento ele já tava com ela colocada e com uma mão cheia de saliva. Com certeza aquela mãozinha era pra mim, embora não precisasse porque com toda a situação a bunda já tava bem aberta.
Ele me jogou na cama de novo e me fez ficar de quatro, igual da primeira vez. Ele disse:
- "Me fala se doer que eu tiro" e eu respondi "nem pensa nisso!"
O vagabundo, verdade seja dita, foi bem cuidadoso, me perguntou o tempo todo se tava doendo até colocar tudo pra dentro.
Depois que entrou tudo, ele começou a se mexer, a me comer pela primeira vez, aproveitando cada momento, assim como eu, tava me comendo meu colega do colégio!
Depois de um tempo, ele pediu pra eu sentar em cima dele, de frente pra ele. nas costas. Sem hesitar, fiz isso e dessa vez eu quem estava no controle.
Era tanta a putaria que a gente tava sentindo que esquecemos dos nossos amigos, das putas deles, de tudo. A gente se entregou praquele momento de tesão e adrenalina que a fuga do colégio tinha nos dado.
Como ele percebeu que eu tava meio exausto de tanto cavalgar em cima da pica dele, ele segurou minha bunda com as duas mãos e começou a se mexer, bem rápido. Ele me comeu gostoso, essa seria a definição do momento.
Como eu não aguentava mais e já ia gozar, ele me levantou e me deitou na cama. Tirou a camisinha e com mais duas punhetadas encheu meu peito de porra. Muita porra. Aí eu vi que ele tava há um tempão sem meter.
Ao me ver todo molhado, me masturbei mais um pouco e joguei toda minha porra no meu peitinho também, enquanto fechava os olhos, curtindo aquela gozada foda.
Quando abri os olhos, vi que o Jorge tava se trocando o mais rápido que podia. Nisso ele me jogou uma toalha e falou "seca!". Me sequei e me troquei. Ele me serviu uma taça de vinho e acendeu um cigarro pra mim. Chegou perto e disse "essa buceta tem que ser minha de novo, te amo".
Claro que a palavra amor não significava muito naquela época, então eu sorri pra ele e dei um beijão.
Ele saiu do quarto se fazendo de bobo e viu que os caras continuavam na deles, então voltou e me beijou de novo, falando agora: "se quiser, te levo, eu já vou embora".
Espero que tenham gostado!
Nosso grupinho era formado por uns vagabundos e uns gatinhos. Todo mundo era gente boa, muito parceiros, praticávamos um ou dois esportes, não por obrigação, mas porque adorávamos nunca ficar em casa e zoar no complexo.
Eu treinava vôlei (líbero) e handebol (goleiro). Adorava jogar porque o professor botava a gente pra correr e ainda competíamos contra outros colégios nos interescolares.
Tinha um colega que morava na esquina do colégio, e toda vez que matávamos aula, íamos pra casa dele. A mãe dele não enchia muito o saco porque:
1- Ela entrava no trabalho às 8 da manhã, então quase nunca a gente cruzava com ela (só excepcionalmente quando ela decidia trabalhar de casa)
2- Porque o José, meu colega, já tinha 18 como a gente, então ela achava que com a maioridade a pessoa amadurecia. (Mentira)
Um dia, já quase no fim do ano, em meados de novembro, matamos aula com o José, Pablo, Jorge, Martín e eu.
Como não tínhamos merda nenhuma pra fazer e queríamos beber, o José teve a ideia de irmos pro apartamento dele e levar com a gente: vinho e umas minas.
Eu não votei a favor de levar as minas, mas curti a parte de tomar um vinhozinho.
Terminamos de comprar o necessário e chegamos na porta do prédio onde o José morava. Entramos e começamos a zoar na casa dele. O apartamento era muito foda, então a gente sempre bagunçava pra caralho enquanto ele olhava pra gente como quem diz "que idiotas vocês são".
Em 5 minutos, a campainha tocou. Eram 3 amigas do José que já estavam no primeiro ano de Nutrição na faculdade. (O José tinha repetido de ano.)
Os vagabundos, doidos, começaram a arrumar toda a bagunça que tinham feito em um segundo, com a ideia fixa de que iam comer alguém naquele dia. Repito, os vagabundos, não eu. Eu já tava seguindo outra orientação sexual, e o José sabia disso, então ele não me enchia o saco pra eu ficar me exibindo. minha "sexualidade" na frente deles. Eles já tinham transado um par de vezes antes no apartamento enquanto eu via TV ou perdia tempo na internet.
Depois de beber vinho, os caras já começam a pegar (beijar) as gatinhas, um com cada uma. O gordo com a de peitão, o dono da casa com a mais bonita, o feio com a feia e assim sobraram Jorge e eu.
Tinha 3 quartos, uma sala de estar e a cozinha no apartamento do José. Cada um escolheu o mais rápido que pôde, o lugar mais confortável ou que mais o excitava pra se preparar pra trepar com a estudante de nutrição que por "acaso" tinha caído pra ele.
Como eu tava com mais vontade de beber e ouvir música do que isso, fiquei no quarto do José, fechei a porta e com uma taça de vinho na mão fumava um cigarrinho pra relaxar. Como começaram a se ouvir uns barulhos meio desconfortáveis, coloquei música no computador que meu colega tinha no quarto dele. Depois de um tempo, entra Jorge, que tinha ficado de fora, mas segundo ele, não queria ser "infiel" pra namorada. Ele me pergunta "o que você tá fazendo no computador?" mostro que tava perdendo tempo na internet e ouvindo música do que tinha na máquina naquele momento.
Falei "quer ver um pornô?" e ele responde "sim" Parece que o amigo não comia há muito tempo, então tinha que baixar.
Nunca tinha me interessado por Jorge, porque no grupinho, junto com o José, era o que sempre pegava as gatinhas quando saíamos, o que mais chamava atenção por ser branquinho, de olhos verdes, magrinho, e ainda tinha carro. Naquela idade é foda ter tudo isso.
Como me chamou a atenção ele querer ver um pornô, coloquei, num volume moderado, e notei que aos poucos ele começava a se tocar na pica por cima da calça. Eu, sem perder tempo, comecei a fazer o mesmo.
Eu tava sentado na frente do computador enquanto ele tava do meu lado esquerdo, mas de pé. A pica dele dura, mas dentro da calça, encostava de vez em quando no meu ombro. Nessa hora, fiquei com muito tesão e comecei a ficar com ele.
Num momento em que a gente tava se olhando e cada um se tocava por cima da calça, ele me fala:
-"Isso não tá me agradando!"
Meio sem graça, pergunto:
-"O que não tá te agradando?"
E ele responde: "Isso! Ficar me masturbando" "Eu gosto é de transar"
Na hora, ele abaixa o zíper da calça cinza do colégio e tira pra fora uma rola branca, cabeçuda, com uns pelinhos quase loiros, LINDA!
Eu, meio surpreso com a reação, pergunto meio de brincadeira:
-"E o que você quer que eu faça?"
Ele me olha nos olhos e fala:
"Não se faz de besta, Lucas, eu sei que você curte rola, tá tudo bem, sério"
Eu começava a ficar cada vez mais nervoso, sem saber o que fazer ou responder.
Como sabia que meus outros amigos tavam comendo loucamente as minas deles, não podia perder a oportunidade da minha vida (naquele momento).
Mudei de postura, olhei pra ele, olhei pra rola dele que ainda tava durona e abaixei minha calça, deixando ela até os joelhos. Fiquei de quatro na cama do meu colega, de costas pra ele. Dei uma arqueada tipo gata safada pra ele ver bem minha bunda e não ter outra opção a não ser me comer pela primeira vez. Quando ele me vê naquela posição, fala:
-"Não! Primeiro vem aqui e chupa ela"
Sem fazer charme, me ajoelhei do lado da cama pra rola dele ficar bem na minha boca e comecei a cheirar pra ver se tava limpinha (não queria surpresas nem estragar o momento). Bem limpinha e com cheiro de machinho hétero quente. De vez em quando eu levantava o olhar e percebia que ele fechava os olhos, quase curtindo o que ainda não tinha acontecido.
Isso me excitou pra caralho, então comecei a chupar a cabecinha dela. Bem gostosa, tenho que dizer. Fiquei beijando ela por uns minutos, fazendo ele desejar com o corpo todo que eu engolisse aquela rola tão linda que tava na minha frente.
Como eu tava mais excitado que ele, larguei a brincadeira e comecei a engolir ela, primeiro até a cabeça, depois o tronco quase todo, e por último inteira até o fundo. Repetia várias às vezes, o que o vagabundo adorava. De vez em quando ele me tirava de repente porque ouvia barulhos. Ele tava muito paranóico com a ideia de "nos descobrirem". Quando ele garantia que tava tudo bem, voltava pra posição e me dizia:
- "Vai, continua chupando que não tem problema"
Depois de vários minutos chupando ele, notei que ele se aproximou de mim e me deu um beijo. Daqueles beijos de namorados, amei! Eu amava ele! (nem tanto assim)
Depois daquele beijo tão molhado que ele me deu, me sentei do lado dele e a gente se beijou de novo, dessa vez os dois sabendo o que tava rolando, sem surpresa nenhuma, querendo que acontecesse.
Os beijos dele eram tão lindos, carinhosos, fogosos, excitantes, me deixava com o pau durasso.
Me vendo assim, tão "DURO", ele disse que queria "me fazer o amor". Tirei a calça completamente, junto com as meias e os sapatos. Ele fez o mesmo, ficando só de cueca, uma branquinha que ia até os joelhos. Me dava um tesão danado ver ele assim, ter ele assim, só pra mim.
Deitei na cama de costas pra ele de novo e ele começou a beijar minha bunda. O cara parecia bem experiente na parte de trás.
Isso me excitou tanto que levantei, procurei nas gavetas do criado-mudo e achei uma camisinha. ERA A GLÓRIA!
Joguei pra ele e falei:
- "Coloca que eu vou me preparando"
Não sei em que momento ele já tava com ela colocada e com uma mão cheia de saliva. Com certeza aquela mãozinha era pra mim, embora não precisasse porque com toda a situação a bunda já tava bem aberta.
Ele me jogou na cama de novo e me fez ficar de quatro, igual da primeira vez. Ele disse:
- "Me fala se doer que eu tiro" e eu respondi "nem pensa nisso!"
O vagabundo, verdade seja dita, foi bem cuidadoso, me perguntou o tempo todo se tava doendo até colocar tudo pra dentro.
Depois que entrou tudo, ele começou a se mexer, a me comer pela primeira vez, aproveitando cada momento, assim como eu, tava me comendo meu colega do colégio!
Depois de um tempo, ele pediu pra eu sentar em cima dele, de frente pra ele. nas costas. Sem hesitar, fiz isso e dessa vez eu quem estava no controle.
Era tanta a putaria que a gente tava sentindo que esquecemos dos nossos amigos, das putas deles, de tudo. A gente se entregou praquele momento de tesão e adrenalina que a fuga do colégio tinha nos dado.
Como ele percebeu que eu tava meio exausto de tanto cavalgar em cima da pica dele, ele segurou minha bunda com as duas mãos e começou a se mexer, bem rápido. Ele me comeu gostoso, essa seria a definição do momento.
Como eu não aguentava mais e já ia gozar, ele me levantou e me deitou na cama. Tirou a camisinha e com mais duas punhetadas encheu meu peito de porra. Muita porra. Aí eu vi que ele tava há um tempão sem meter.
Ao me ver todo molhado, me masturbei mais um pouco e joguei toda minha porra no meu peitinho também, enquanto fechava os olhos, curtindo aquela gozada foda.
Quando abri os olhos, vi que o Jorge tava se trocando o mais rápido que podia. Nisso ele me jogou uma toalha e falou "seca!". Me sequei e me troquei. Ele me serviu uma taça de vinho e acendeu um cigarro pra mim. Chegou perto e disse "essa buceta tem que ser minha de novo, te amo".
Claro que a palavra amor não significava muito naquela época, então eu sorri pra ele e dei um beijão.
Ele saiu do quarto se fazendo de bobo e viu que os caras continuavam na deles, então voltou e me beijou de novo, falando agora: "se quiser, te levo, eu já vou embora".
Espero que tenham gostado!
32 comentários - Jorge, Meu Colega de Escola
Buenísimo, excelente debut en P! bienvenido !!!
Gracias por compartir 👍