Na história da criação do mundo em todas as religiões, o pau de Deus entra em cena com um papel importante, em maior ou menor grau, para dar origem e semear sua semente cósmica. Como criador masculino, de forma implícita ou explícita segundo a religião, o esperma dele planta o universo de vida.
Diferente dessas Deusas da fertilidade, com toda sua exuberância e exibindo seus atributos femininos que foram expostos pelo mundo todo em estátuas, estatuetas, livros didáticos, a adoração aos Deuses fálicos foi de certa forma encoberta…
Na mitologia grega, o deus Príapo era um deus da fertilidade, cujo símbolo era um falo de dimensões exageradas. Esse filho de Afrodite e Dionísio ou Adônis (dependendo das versões do mito original) era o protetor do gado, das plantas frutíferas, dos jardins e dos genitais masculinos.
O termo médico priapismo (Priapismo é uma doença que causa dor intensa, onde o pênis ereto (seus corpos cavernosos) não volta ao estado flácido por um período prolongado (mais de três ou quatro horas). Suas causas são certos tipos de medicamentos e drogas, embora muitos casos tenham etiologia desconhecida.) deriva, etimologicamente, do nome do deus.
Para os sumérios, o pau não era só um órgão reprodutor e transmissor de vida. Segundo os dados dos últimos achados arqueológicos, o deus sumério Enki tinha um pau com a força de "um touro que investe" e era capaz de gozar no Rio Eufrates e enchê-lo da água que corria. O relato mitológico continua dizendo que ele cavou canais de irrigação com o pau, criou a reprodução sexual humana e gerou o primeiro homem na terra, para quem disse: "Agora, louve o meu pau!
Mas se teve um pênis criador do universo, foi o da divindade egípcia Atum que, transando com a própria mão, que ele "transformou na sua esposa", criou toda a vida de homens e deuses. Mas a mitologia não pensou só no poder do pênis, também pensou em tamanhos. Dizem que Buda tinha um pênis retrátil igual ao de um cavalo, e o pênis do deus hindu Shiva tinha que ser representado montado num touro e com uma ereção até o umbigo.

Abraão tinha 99 anos quando o Pai Todo-Poderoso prometeu a ele, em troca de ser o único deus dos hebreus, um lar em Canaã e um filho. O pobre velho, claro, ficou na dúvida se conseguiria ter um filho da sua própria semente naquela idade. Mas Deus garantiu que ele teria e disse que todos os homens: "Serão circuncidados na carne dos seus prepúcios como símbolo do pacto entre vocês e eu.
Esse ato que selou o pacto monoteísta de um único deus para os hebreus teve várias interpretações. Deixar a glande exposta como numa ereção foi associado, em alguns casos, à prática de um culto fálico primitivo. Outros arriscaram que o propósito era reduzir as relações sexuais enfraquecendo o órgão reprodutor para que os judeus servissem a Deus antes que aos seus desejos. Além de todas as teorias que se entrelaçaram, o certo é que o pacto entre o ser mais grandioso e misterioso do universo e os homens foi selado deixando sua marca mais importante no lugar mais importante do corpo de um homem: o pau.
Desde o Antigo Egito até os dias de hoje, em todos os continentes, existiram Deuses que exibiam um pênis enorme, atribuído ao ato de reprodução, fertilidade, poder gerador, erotismo, domínio e função apotropaica (mecanismo de defesa contra superstições, onde adorar o falo ou usá-lo como centro de poder te dava segurança para não perder seus valores hierárquicos ou sexuais).
Índia: No shaivismo tântrico, um marcador simbólico, o lingam, foi usado para o culto fálico do deva hindu Shiva. Na arte representativa, o linga ou lingam é uma representação de Shiva como um pau ou pilar cósmico, como, por exemplo, o mukhalinga. Esse pilar é o foco de veneração no templo hindu, e frequentemente é colocado dentro de um ioni, indicando o equilíbrio entre as energias criativas masculina e feminina. Essas esculturas não aludem apenas à fertilidade, mas também a princípios abstratos de criação.
Egito: No Antigo Egito, existia uma lenda de Osíris relacionada ao falo: o corpo de Osíris foi cortado em pedaços por Seth, que os espalhou por todo o Egito. Sua esposa Ísis encontrou todos, exceto o pau dele, que foi engolido pelo peixe oxirrinco. Mesmo assim, ela conseguiu conceber magicamente Hórus.
Existe uma patologia conhecida como agenesia do pênis, uma malformação rara do trato urogenital caracterizada pela ausência congênita completa do falo. Geralmente, vem acompanhada de um escroto bem desenvolvido e a presença de um apêndice cutâneo na borda anal (com ou sem abertura do meato uretral no seu interior).
O falo era um símbolo de fertilidade, e o deus Min era representado de forma ictifálica (com o pau ereto).
Grécia: Na mitologia grega, Hermes, o deus mensageiro, das fronteiras e do comércio, era considerado uma divindade fálica por associação com representações dele em hermas (pilares que foram as primeiras representações do Deus, que se acumulavam nos caminhos para proteger viajantes e comerciantes; essas pilhas alcançavam figuras que representavam paus "hermes erectis pudendis"). Não há consenso entre os estudiosos se Hermes pode ser considerado uma espécie de deus da fertilidade.
Pã, filho de Hermes, era representado com um pau ereto exagerado.
Roma: Os antigos romanos usavam amuletos fálicos (fascinus) contra o mau-olhado. Os romanos também identificavam seu deus Mercúrio com o Hermes grego, com isso os referenciais do deus grego foram trazidos para Roma.
Pré-colombianos: A representação bem definida dos genitais externos, tanto femininos quanto masculinos, nas figuras esculturais e pictóricas expressa a naturalidade com que os nativos pré-colombianos lidavam com a sexualidade genital. Por exemplo, as figuras de Kokopelli representam uma divindade com características fálicas. Kokopelli, deus da fertilidade frequentemente representado tocando flauta, ainda é venerado por alguns povos originários no sudoeste dos Estados Unidos.
Xochicalco é chamado de criador, é ligado à fertilidade e à origem divina das dinastias governantes de Xochicalco. Ele tem dois paus com representações de folhas de cacau subindo pelos braços.
A difalia, diphallus ou DP, é uma rara anomalia congênita cuja principal característica é que o homem que sofre dela tem dois paus. Isso acontece por causa de alguma falha na formação dos órgãos genitais durante o desenvolvimento do feto, mais precisamente no primeiro mês de gestação.
Escandinávia: O deus nórdico Freyr era uma divindade fálica, representando a fertilidade masculina e o tesão.
Japão: Hounen Matsuri é um festival da fertilidade celebrado no templo xintoísta Tagata Jinja, em Komaki, que até pouco tempo atrás era uma área agrícola. É famoso pela procissão de um pau de madeira de dois metros e meio. O objeto de culto não é o pênis, mas sim a fertilidade da terra. Outra festividade é o Danjiri Matsuri. Kanamara Matsuri (em português, Festival do Pênis de Metal) é um festival xintoísta em homenagem à fertilidade, celebrado anualmente a cada primavera em Kawasaki (Japão). As datas exatas variam, embora a celebração principal sempre aconteça no primeiro domingo de abril. O tema principal do evento é a veneração ao pau, que está por toda parte durante o festival em forma de ilustrações, doces, decorações, vegetais esculpidos e até mesmo num mikoshi.

As celebrações do festival acontecem ao redor de um templo local em veneração ao pau, que antigamente era popular entre as putas que rezavam pedindo proteção contra doenças sexuais. O templo também simboliza a proteção divina pra prosperidade dos negócios e do clã, os partos, o casamento e a harmonia nos casais.Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.https://www.youtube.com/watch?v=ynkqAbCuwZAChina:Na cultura zhuang da China, nos primeiros dias do ano, o povo ainda se reúne pra celebrar uma festa em homenagem ao pau do deus Buluotou, num clima bem erótico. Penduram representações do pau do Buluotou, geralmente como uma espécie de vela de papel, que quando o vento enche, alegra a galera porque parece uma ereção do pinto do deus. O povo come e bebe, os jovens cantam cantadas de love. Nessa festa, não celebram só o Buluotou, mas também a deusa Miliujia, já que os dois são os criadores da humanidade.Chinaviva.com, "Culto fálico entre os Zhuang
Nos primeiros dias do ano, o povo ainda se reúne pra celebrar uma festa em homenagem ao sexo do deus Buluotou, num clima bem erótico. Penduram representações do pau do Buluotou, geralmente como uma espécie de vela de papel, que quando o vento infla, alegra a galera porque parece uma ereção do pinto do deus. O povo come e bebe, os jovens cantam umas putarias. Nessa festa, não celebram só o Buluotou, mas também a deusa Miliujia, já que os dois são os criadores da humanidade.Chinaviva.com, "Culto fálico entre os Zhuang
África Ocidental: Legba e Eshu. Os Yorubás da Nigéria. O pau sempre foi visto como símbolo do poder masculino, preservar as condições e funções do pau faz qualquer homem se sentir potente, criador e dominador.

Wicca: Cernunnos: Os druidas o chamavam de Deus corno da fertilidade. Era representado sentado na posição de lótus, com chifres na cabeça, cabelo longo e cacheado, barba, nu, com o pau ereto e, às vezes, segurando uma lança e um escudo. Ele representa alguns dos aspectos fundamentais da vida, e é o senhor da metade escura do ano. Esse e outros atributos o associam à produção e à fertilidade.
Em certas culturas, colocavam um falo simbólico nos túmulos pra garantir o renascimento do morto, recriando o poder regenerativo do Sol.
O falo só é adorado quando tá duro, como algo que dá frutos e vida, sendo associado ao dom divino.
No cristianismo, o culto ao falo sobreviveu como "o inimigo", representado pelo Diabo, parecido com o deus Pan.
Em Almárgen (Múrcia) ainda existe um ídolo pré-cristão que é adorado como símbolo de fertilidade e procurado para que as mulheres engravidem.
Diferente dessas Deusas da fertilidade, com toda sua exuberância e exibindo seus atributos femininos que foram expostos pelo mundo todo em estátuas, estatuetas, livros didáticos, a adoração aos Deuses fálicos foi de certa forma encoberta…Na mitologia grega, o deus Príapo era um deus da fertilidade, cujo símbolo era um falo de dimensões exageradas. Esse filho de Afrodite e Dionísio ou Adônis (dependendo das versões do mito original) era o protetor do gado, das plantas frutíferas, dos jardins e dos genitais masculinos.
O termo médico priapismo (Priapismo é uma doença que causa dor intensa, onde o pênis ereto (seus corpos cavernosos) não volta ao estado flácido por um período prolongado (mais de três ou quatro horas). Suas causas são certos tipos de medicamentos e drogas, embora muitos casos tenham etiologia desconhecida.) deriva, etimologicamente, do nome do deus.
Para os sumérios, o pau não era só um órgão reprodutor e transmissor de vida. Segundo os dados dos últimos achados arqueológicos, o deus sumério Enki tinha um pau com a força de "um touro que investe" e era capaz de gozar no Rio Eufrates e enchê-lo da água que corria. O relato mitológico continua dizendo que ele cavou canais de irrigação com o pau, criou a reprodução sexual humana e gerou o primeiro homem na terra, para quem disse: "Agora, louve o meu pau!
Mas se teve um pênis criador do universo, foi o da divindade egípcia Atum que, transando com a própria mão, que ele "transformou na sua esposa", criou toda a vida de homens e deuses. Mas a mitologia não pensou só no poder do pênis, também pensou em tamanhos. Dizem que Buda tinha um pênis retrátil igual ao de um cavalo, e o pênis do deus hindu Shiva tinha que ser representado montado num touro e com uma ereção até o umbigo.

Abraão tinha 99 anos quando o Pai Todo-Poderoso prometeu a ele, em troca de ser o único deus dos hebreus, um lar em Canaã e um filho. O pobre velho, claro, ficou na dúvida se conseguiria ter um filho da sua própria semente naquela idade. Mas Deus garantiu que ele teria e disse que todos os homens: "Serão circuncidados na carne dos seus prepúcios como símbolo do pacto entre vocês e eu.
Esse ato que selou o pacto monoteísta de um único deus para os hebreus teve várias interpretações. Deixar a glande exposta como numa ereção foi associado, em alguns casos, à prática de um culto fálico primitivo. Outros arriscaram que o propósito era reduzir as relações sexuais enfraquecendo o órgão reprodutor para que os judeus servissem a Deus antes que aos seus desejos. Além de todas as teorias que se entrelaçaram, o certo é que o pacto entre o ser mais grandioso e misterioso do universo e os homens foi selado deixando sua marca mais importante no lugar mais importante do corpo de um homem: o pau.
Desde o Antigo Egito até os dias de hoje, em todos os continentes, existiram Deuses que exibiam um pênis enorme, atribuído ao ato de reprodução, fertilidade, poder gerador, erotismo, domínio e função apotropaica (mecanismo de defesa contra superstições, onde adorar o falo ou usá-lo como centro de poder te dava segurança para não perder seus valores hierárquicos ou sexuais).Índia: No shaivismo tântrico, um marcador simbólico, o lingam, foi usado para o culto fálico do deva hindu Shiva. Na arte representativa, o linga ou lingam é uma representação de Shiva como um pau ou pilar cósmico, como, por exemplo, o mukhalinga. Esse pilar é o foco de veneração no templo hindu, e frequentemente é colocado dentro de um ioni, indicando o equilíbrio entre as energias criativas masculina e feminina. Essas esculturas não aludem apenas à fertilidade, mas também a princípios abstratos de criação.

Egito: No Antigo Egito, existia uma lenda de Osíris relacionada ao falo: o corpo de Osíris foi cortado em pedaços por Seth, que os espalhou por todo o Egito. Sua esposa Ísis encontrou todos, exceto o pau dele, que foi engolido pelo peixe oxirrinco. Mesmo assim, ela conseguiu conceber magicamente Hórus.
Existe uma patologia conhecida como agenesia do pênis, uma malformação rara do trato urogenital caracterizada pela ausência congênita completa do falo. Geralmente, vem acompanhada de um escroto bem desenvolvido e a presença de um apêndice cutâneo na borda anal (com ou sem abertura do meato uretral no seu interior).
O falo era um símbolo de fertilidade, e o deus Min era representado de forma ictifálica (com o pau ereto).
Grécia: Na mitologia grega, Hermes, o deus mensageiro, das fronteiras e do comércio, era considerado uma divindade fálica por associação com representações dele em hermas (pilares que foram as primeiras representações do Deus, que se acumulavam nos caminhos para proteger viajantes e comerciantes; essas pilhas alcançavam figuras que representavam paus "hermes erectis pudendis"). Não há consenso entre os estudiosos se Hermes pode ser considerado uma espécie de deus da fertilidade.
Pã, filho de Hermes, era representado com um pau ereto exagerado.
Roma: Os antigos romanos usavam amuletos fálicos (fascinus) contra o mau-olhado. Os romanos também identificavam seu deus Mercúrio com o Hermes grego, com isso os referenciais do deus grego foram trazidos para Roma.
Pré-colombianos: A representação bem definida dos genitais externos, tanto femininos quanto masculinos, nas figuras esculturais e pictóricas expressa a naturalidade com que os nativos pré-colombianos lidavam com a sexualidade genital. Por exemplo, as figuras de Kokopelli representam uma divindade com características fálicas. Kokopelli, deus da fertilidade frequentemente representado tocando flauta, ainda é venerado por alguns povos originários no sudoeste dos Estados Unidos.
Xochicalco é chamado de criador, é ligado à fertilidade e à origem divina das dinastias governantes de Xochicalco. Ele tem dois paus com representações de folhas de cacau subindo pelos braços.
A difalia, diphallus ou DP, é uma rara anomalia congênita cuja principal característica é que o homem que sofre dela tem dois paus. Isso acontece por causa de alguma falha na formação dos órgãos genitais durante o desenvolvimento do feto, mais precisamente no primeiro mês de gestação.
Escandinávia: O deus nórdico Freyr era uma divindade fálica, representando a fertilidade masculina e o tesão.
Japão: Hounen Matsuri é um festival da fertilidade celebrado no templo xintoísta Tagata Jinja, em Komaki, que até pouco tempo atrás era uma área agrícola. É famoso pela procissão de um pau de madeira de dois metros e meio. O objeto de culto não é o pênis, mas sim a fertilidade da terra. Outra festividade é o Danjiri Matsuri. Kanamara Matsuri (em português, Festival do Pênis de Metal) é um festival xintoísta em homenagem à fertilidade, celebrado anualmente a cada primavera em Kawasaki (Japão). As datas exatas variam, embora a celebração principal sempre aconteça no primeiro domingo de abril. O tema principal do evento é a veneração ao pau, que está por toda parte durante o festival em forma de ilustrações, doces, decorações, vegetais esculpidos e até mesmo num mikoshi.

As celebrações do festival acontecem ao redor de um templo local em veneração ao pau, que antigamente era popular entre as putas que rezavam pedindo proteção contra doenças sexuais. O templo também simboliza a proteção divina pra prosperidade dos negócios e do clã, os partos, o casamento e a harmonia nos casais.Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.https://www.youtube.com/watch?v=ynkqAbCuwZAChina:Na cultura zhuang da China, nos primeiros dias do ano, o povo ainda se reúne pra celebrar uma festa em homenagem ao pau do deus Buluotou, num clima bem erótico. Penduram representações do pau do Buluotou, geralmente como uma espécie de vela de papel, que quando o vento enche, alegra a galera porque parece uma ereção do pinto do deus. O povo come e bebe, os jovens cantam cantadas de love. Nessa festa, não celebram só o Buluotou, mas também a deusa Miliujia, já que os dois são os criadores da humanidade.Chinaviva.com, "Culto fálico entre os ZhuangNos primeiros dias do ano, o povo ainda se reúne pra celebrar uma festa em homenagem ao sexo do deus Buluotou, num clima bem erótico. Penduram representações do pau do Buluotou, geralmente como uma espécie de vela de papel, que quando o vento infla, alegra a galera porque parece uma ereção do pinto do deus. O povo come e bebe, os jovens cantam umas putarias. Nessa festa, não celebram só o Buluotou, mas também a deusa Miliujia, já que os dois são os criadores da humanidade.Chinaviva.com, "Culto fálico entre os Zhuang
África Ocidental: Legba e Eshu. Os Yorubás da Nigéria. O pau sempre foi visto como símbolo do poder masculino, preservar as condições e funções do pau faz qualquer homem se sentir potente, criador e dominador.

Wicca: Cernunnos: Os druidas o chamavam de Deus corno da fertilidade. Era representado sentado na posição de lótus, com chifres na cabeça, cabelo longo e cacheado, barba, nu, com o pau ereto e, às vezes, segurando uma lança e um escudo. Ele representa alguns dos aspectos fundamentais da vida, e é o senhor da metade escura do ano. Esse e outros atributos o associam à produção e à fertilidade.
Em certas culturas, colocavam um falo simbólico nos túmulos pra garantir o renascimento do morto, recriando o poder regenerativo do Sol.O falo só é adorado quando tá duro, como algo que dá frutos e vida, sendo associado ao dom divino.
No cristianismo, o culto ao falo sobreviveu como "o inimigo", representado pelo Diabo, parecido com o deus Pan.
Em Almárgen (Múrcia) ainda existe um ídolo pré-cristão que é adorado como símbolo de fertilidade e procurado para que as mulheres engravidem.
4 comentários - Deuses e Paus: história da adoração ao pau
Excelente !!
Gracias por compartir 👍