Bom, vou contar como tudo isso aconteceu comigo.
Tudo que passei, tudo tem um começo.
Vai soar meio abusivo, mas não vi tão por esse lado... porque eu aceitei como se fosse nada, como se não fosse eu.
Tudo começa no ensino médio, com 16 anos recém-completados. Minha estrutura física naquela época não era muito máscula: magro, baixinho. Estudava numa escola técnica, muitos meninos, nenhuma menina.
Tudo tranquilo, vida normal. Até chegar meados de julho.
Na minha escola, eu tinha tipo um turno duplo, às vezes ia de manhã e à tarde.
E foi isso que aconteceu. Uma quarta-feira chuvosa. De manhã tudo bem, mas à tarde chovia. Eu saí mesmo assim, morava perto da escola. Mas quase chegando, desabou uma tempestade, e quando cheguei na escola, estava todo ensopado, mó ruim.
Quando cheguei e entrei, não tinha quase ninguém. Conhecidos me falaram que não tinha aula porque estava tudo assim. Eu, puto da vida, fiquei esperando. Conversando com o encarregado da limpeza da escola, um cara simpático. Ele era muito amigo do professor de educação física. E eu já tinha uma amizade com ele, ou pelo menos achava que tinha.
Enquanto conversava, ele fala: "Não tem aula." E eu respondi: "Já sei. Vim à toa." E ele diz: "Pois é, você tá todo molhado."
Me deu curiosidade o jeito que ele falou, mas pensei que ele tinha se enganado. E dei uma risadinha. Falei: "É, vou ver se consigo me secar."
Fui pelo corredor comprido e via nas salas quase ninguém, pouca gente. E um silêncio infinito.
Me dirigi à sala de desenho, porque tinha porta sem janelas, e tirei tudo que estava carregando pra não molhar mais do que já estava.
Molhado, olhei pro corredor e não tinha ninguém. Fechei a porta e tirei a roupa pra torcer a água. Fiquei só com um jaleco que usava na oficina, meio molhado, mas era o que tinha.
Nisso, quando coloquei o jaleco, senti que alguém estava ali. Era aquele cara, que me olhou. Eu me tapei na hora, mas capaz que ele viu alguma coisa.
Falei pra ele: "O que foi? Tô me trocando." Meio envergonhado, não tinha muita autoridade naquela época pra ficar bravo, pensei que era um mal-entendido.
Ele saiu, e eu fiquei tranquilo. Mas daí a pouco ele entra com o carrinho de limpeza, deixando do lado de fora, como se fosse limpar a sala. salão
Eu perguntei o que foi, e ele se aproxima me segurando pela mão, e eu pensei que ele queria me mostrar alguma coisa, mas não. Ele se apoia contra a porta e faz eu tocar, por cima da calça, a pica. Eu tentei tirar a mão, mas não conseguia, e olhei pra ele dizendo "o que você tá fazendo?". E ele não dizia nada. Ele me segura, e eu olhando fixamente pra ele, ele me faz encostar nele como se fosse me abraçar, e me apalpa um pouco a bunda, mas eu tento me mexer dizendo "o que você tá fazendo de novo?". E ele me empurrando pra baixo. E eu não sabia o que tava rolando, me deixei levar, ele me fez ajoelhar um pouco. Segurando minha cabeça, ele diz "fica aí". E eu falo rindo "o que foi? O que você tá fazendo?" Nervoso.
Ele desabotoa a calça e tira a pica dura pra caralho que ele tava, e pega minha mão e eu começo a bater uma pra ele. Eu não sabia o que fazer, tentei me mexer, mas não conseguia. Ele me segurando pelos ombros e pela cabeça, me faz aproximar a pica da boca e enfia em mim.
Eu tentei me soltar de novo, mas ele me empurrava e entrava mais, eu engasgava e ele mexia devagar. Assim, eu olhava pra frente sentindo a pica entrando e saindo da minha boca.
Pensando "o que ele tá fazendo? Por quê?" Eu, bem putinha, me deixava. Pensei "não é tão ruim assim. Não quero que ele me bata, então isso não me machuca" xD
Abaixei as mãos me apoiando nas pernas dele e ele começou a meter mais rápido, entrando e saindo mais. Eu continuava pensando no que tava rolando.
Assim, e assim, continuou por um tempo. Até que ele tira e goza em outro lugar, não na minha cara. Ele me levanta, não diz nada, e vai embora. Eu sem saber o que aconteceu. Me vesti e saí. Pensando "o que foi que aconteceu? Chupei a pica de um cara." Não sabia de nada.
Foi assim que aconteceu. Mas não terminou aí.
Passaram dias. Pensei, pensei no que aconteceu, e um dia de manhã, decidi fazer alguma coisa.
Depois que terminei e fui pra casa, procurei o cara e o encontrei. Ele falando comigo como se nada tivesse acontecido no quartinho de limpeza dele.
E eu perguntei por que aquilo aconteceu. E ele me diz "sei lá. Eu queria fazer. Mas te incomodou?"
E eu falei "sei lá."
Ele ri e me diz "viu, não é ruim." E eu ri.
Ele me pergunta "quer fazer de novo?"
E eu falei que sim. Entramos no quartinho dele e chupei a pica dele de novo.
Foi assim. Meu primeiro boquete num cara. Naquele ano, acabei trocando de colégio. Mas já com um histórico xD, que depois rolaria o que acontece nos contos ou em coisas que até hoje não me arrependo de nada.
Tudo que passei, tudo tem um começo.
Vai soar meio abusivo, mas não vi tão por esse lado... porque eu aceitei como se fosse nada, como se não fosse eu.
Tudo começa no ensino médio, com 16 anos recém-completados. Minha estrutura física naquela época não era muito máscula: magro, baixinho. Estudava numa escola técnica, muitos meninos, nenhuma menina.
Tudo tranquilo, vida normal. Até chegar meados de julho.
Na minha escola, eu tinha tipo um turno duplo, às vezes ia de manhã e à tarde.
E foi isso que aconteceu. Uma quarta-feira chuvosa. De manhã tudo bem, mas à tarde chovia. Eu saí mesmo assim, morava perto da escola. Mas quase chegando, desabou uma tempestade, e quando cheguei na escola, estava todo ensopado, mó ruim.
Quando cheguei e entrei, não tinha quase ninguém. Conhecidos me falaram que não tinha aula porque estava tudo assim. Eu, puto da vida, fiquei esperando. Conversando com o encarregado da limpeza da escola, um cara simpático. Ele era muito amigo do professor de educação física. E eu já tinha uma amizade com ele, ou pelo menos achava que tinha.
Enquanto conversava, ele fala: "Não tem aula." E eu respondi: "Já sei. Vim à toa." E ele diz: "Pois é, você tá todo molhado."
Me deu curiosidade o jeito que ele falou, mas pensei que ele tinha se enganado. E dei uma risadinha. Falei: "É, vou ver se consigo me secar."
Fui pelo corredor comprido e via nas salas quase ninguém, pouca gente. E um silêncio infinito.
Me dirigi à sala de desenho, porque tinha porta sem janelas, e tirei tudo que estava carregando pra não molhar mais do que já estava.
Molhado, olhei pro corredor e não tinha ninguém. Fechei a porta e tirei a roupa pra torcer a água. Fiquei só com um jaleco que usava na oficina, meio molhado, mas era o que tinha.
Nisso, quando coloquei o jaleco, senti que alguém estava ali. Era aquele cara, que me olhou. Eu me tapei na hora, mas capaz que ele viu alguma coisa.
Falei pra ele: "O que foi? Tô me trocando." Meio envergonhado, não tinha muita autoridade naquela época pra ficar bravo, pensei que era um mal-entendido.
Ele saiu, e eu fiquei tranquilo. Mas daí a pouco ele entra com o carrinho de limpeza, deixando do lado de fora, como se fosse limpar a sala. salão
Eu perguntei o que foi, e ele se aproxima me segurando pela mão, e eu pensei que ele queria me mostrar alguma coisa, mas não. Ele se apoia contra a porta e faz eu tocar, por cima da calça, a pica. Eu tentei tirar a mão, mas não conseguia, e olhei pra ele dizendo "o que você tá fazendo?". E ele não dizia nada. Ele me segura, e eu olhando fixamente pra ele, ele me faz encostar nele como se fosse me abraçar, e me apalpa um pouco a bunda, mas eu tento me mexer dizendo "o que você tá fazendo de novo?". E ele me empurrando pra baixo. E eu não sabia o que tava rolando, me deixei levar, ele me fez ajoelhar um pouco. Segurando minha cabeça, ele diz "fica aí". E eu falo rindo "o que foi? O que você tá fazendo?" Nervoso.
Ele desabotoa a calça e tira a pica dura pra caralho que ele tava, e pega minha mão e eu começo a bater uma pra ele. Eu não sabia o que fazer, tentei me mexer, mas não conseguia. Ele me segurando pelos ombros e pela cabeça, me faz aproximar a pica da boca e enfia em mim.
Eu tentei me soltar de novo, mas ele me empurrava e entrava mais, eu engasgava e ele mexia devagar. Assim, eu olhava pra frente sentindo a pica entrando e saindo da minha boca.
Pensando "o que ele tá fazendo? Por quê?" Eu, bem putinha, me deixava. Pensei "não é tão ruim assim. Não quero que ele me bata, então isso não me machuca" xD
Abaixei as mãos me apoiando nas pernas dele e ele começou a meter mais rápido, entrando e saindo mais. Eu continuava pensando no que tava rolando.
Assim, e assim, continuou por um tempo. Até que ele tira e goza em outro lugar, não na minha cara. Ele me levanta, não diz nada, e vai embora. Eu sem saber o que aconteceu. Me vesti e saí. Pensando "o que foi que aconteceu? Chupei a pica de um cara." Não sabia de nada.
Foi assim que aconteceu. Mas não terminou aí.
Passaram dias. Pensei, pensei no que aconteceu, e um dia de manhã, decidi fazer alguma coisa.
Depois que terminei e fui pra casa, procurei o cara e o encontrei. Ele falando comigo como se nada tivesse acontecido no quartinho de limpeza dele.
E eu perguntei por que aquilo aconteceu. E ele me diz "sei lá. Eu queria fazer. Mas te incomodou?"
E eu falei "sei lá."
Ele ri e me diz "viu, não é ruim." E eu ri.
Ele me pergunta "quer fazer de novo?"
E eu falei que sim. Entramos no quartinho dele e chupei a pica dele de novo.
Foi assim. Meu primeiro boquete num cara. Naquele ano, acabei trocando de colégio. Mas já com um histórico xD, que depois rolaria o que acontece nos contos ou em coisas que até hoje não me arrependo de nada.
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