Salve, comunidade do P!
Voltei com uma nova e deliciosa experiência que quero compartilhar com vocês, espero que gostem.
Vamos começar!
Desde que tive minha primeira relação gay com o Diego há um tempo, não parei de experimentar coisas novas, sempre com responsabilidade, claro. Às vezes a gente transava na minha casa, outras na cidade natal dele, mas quase sempre meu apê era o lugar ideal.
O Diego ainda mora comigo. A gente tem umas boas sessões de sexo de vez em quando.
Isso aconteceu há 3 semanas. O Diego tinha voltado pra cidade dele pra ver a família, e eu fiquei sozinho e com o cu na mão de tesão por 2 semanas. Comecei a vagar pelo Facebook um dia e encontrei um grupo de coroas e ursos do meu país. Dizia que qualquer um podia entrar, desde que tivesse fotos reais. Criei um perfil fake e coloquei umas fotos minhas, mostrando minha raba e tal. Entrei no grupo e fiquei fascinado com a quantidade de coroas e ursos que encontrei. Dois dias depois, um homem de 45 anos, chamado Erick, me chamou. Ele morava na mesma região que eu, então decidimos nos encontrar um dia pra nos conhecer.
Cheguei no shopping uns 10 minutos antes da hora, quando o Erick apareceu. Devo dizer que ele me caiu bem. Um homem alto, de óculos, cabelo preto, corpo normal (nem gordo nem magro), uma bundinha boa, pele branca. A gente se cumprimentou e foi comer algo. A conversa foi agradável e percebi que era um cara culto. Estudou engenharia igual a mim e trabalha numa empresa de manutenção.
Eu já tava ficando com tesão, e pelo visto ele também, depois de umas cervejas. Já eram 8 da noite.
— Tem algo pra fazer mais tarde? — perguntei sem medo.
— Na verdade não, tô de férias — ele disse enquanto tomava a última cerveja.
— Podemos ir pra minha casa e conversar mais um pouco — falei, piscando o olho.
— Melhor irmos pra um hotel. Conheço um aqui perto e tenho carro. O que acha?
— Vamos então — respondi, todo animado.
Saímos do lugar e fomos até o carro dele. O hotel ficava a 15 minutos do shopping. Saímos do carro e pedimos um quarto pra passar a noite. Peguei a chave e subimos até o quarto. Abri a porta e vi um dispensador de camisinha que me aliviou na hora. Fechei a porta e peguei três camisinhas do aparelho.
— Você devia pegar mais três, hoje a gente vai se divertir — disse o Erick, e me deu um beijo molhado e gostoso que durou um tempão.
Eu abracei ele, e ele respondeu apertando minha bunda com força. Soltei ele e fui pro banheiro.
— Vou tomar um banho, me espera, papi — falei, sem conseguir segurar o tesão que fervia meu sangue.
— Eu também — disse o Erick.
Não queríamos desperdiçar o sexo bom no chuveiro, então só nos molhamos e ensaboamos rápido. Saímos e nos secamos. Ele tinha uma rola dura e gostosa, uns 19cm talvez e 4cm de grossura, idêntica à minha.
— O que você gosta de fazer? — perguntei.
— Quero comer teu cu e depois você come o meu — o Erick disse enquanto me jogava na cama e me beijava.
Eu abracei ele e enrolei minhas pernas nele enquanto chupava a boca dele. A língua dele percorria toda minha boca e me fazia vibrar. Sentia o pau quente dele encostar na minha bunda.
Ele se levantou e ergueu minhas pernas nos ombros dele, era a primeira vez que fazia assim. Colocou a camisinha e começou a me penetrar. Violento no começo, mas depois suave e gostoso. As bolas dele batiam na minha bunda, fazendo um som que me esquentava ainda mais.
— Ahhhh! Que gostoso, papi!!! Me dá mais forte!!
— Você gosta? Tem uma bunda gostosa!! Toma minha rola toda, viado!! Sua bunda é minha, puta!!!
— Toda sua, papi!!! Ahhh!!! Ahhhh!!!
— Assim que eu gosto!! Toma ela toda!!
Depois montei nele e comecei a cavalgar. Fiz ele gozar. Ficamos abraçados por meia hora. Agora era minha vez.
— Quero você de quatro — falei.
— Me dá tudo, não tem piedade — disse o Erick, se ajoelhando de quatro e deixando aquele cu lindo à mostra, limpo, sem pelos. Lindo.
Coloquei a camisinha e comecei a fazer aquele cu meu. Era apertado e quente. Comecei a bombar devagar e depois meti com força. indefeso ano. Dei umas palmadas nele pra forçar ele a levantar a bunda
—Que piroca gostosa!! Me dá tudo!! Ahhh!! Gostoso!! Ahhh!! Mais forte!!
—Sua buceta tá uma delícia!! É minha agora, vagabunda!!
—Me dá mais!! Toda sua porra, me dá!! Ahh!!
—Aproveita, vagabunda!!! —falei enquanto dava mais palmadas.
Uns minutos depois, gozei, soltando toda minha porra. Já eram 10:45 da noite. Nos abraçamos e dormimos.
Acordamos juntos e nos vestimos. Comemos algo num restaurante e ele me deixou no meu apartamento. Agora a gente se vê todo fim de semana quando dá e repete essas sessões de sexo violento e apaixonado. Diego não tem problema com isso. A verdade é que sexo é pra ser curtido, e eu pretendo continuar fazendo.
Se gostaram, comentem e se sobrou algum ponto, por que não me dar?
Abraços
Voltei com uma nova e deliciosa experiência que quero compartilhar com vocês, espero que gostem.
Vamos começar!
Desde que tive minha primeira relação gay com o Diego há um tempo, não parei de experimentar coisas novas, sempre com responsabilidade, claro. Às vezes a gente transava na minha casa, outras na cidade natal dele, mas quase sempre meu apê era o lugar ideal.
O Diego ainda mora comigo. A gente tem umas boas sessões de sexo de vez em quando.
Isso aconteceu há 3 semanas. O Diego tinha voltado pra cidade dele pra ver a família, e eu fiquei sozinho e com o cu na mão de tesão por 2 semanas. Comecei a vagar pelo Facebook um dia e encontrei um grupo de coroas e ursos do meu país. Dizia que qualquer um podia entrar, desde que tivesse fotos reais. Criei um perfil fake e coloquei umas fotos minhas, mostrando minha raba e tal. Entrei no grupo e fiquei fascinado com a quantidade de coroas e ursos que encontrei. Dois dias depois, um homem de 45 anos, chamado Erick, me chamou. Ele morava na mesma região que eu, então decidimos nos encontrar um dia pra nos conhecer.
Cheguei no shopping uns 10 minutos antes da hora, quando o Erick apareceu. Devo dizer que ele me caiu bem. Um homem alto, de óculos, cabelo preto, corpo normal (nem gordo nem magro), uma bundinha boa, pele branca. A gente se cumprimentou e foi comer algo. A conversa foi agradável e percebi que era um cara culto. Estudou engenharia igual a mim e trabalha numa empresa de manutenção.
Eu já tava ficando com tesão, e pelo visto ele também, depois de umas cervejas. Já eram 8 da noite.
— Tem algo pra fazer mais tarde? — perguntei sem medo.
— Na verdade não, tô de férias — ele disse enquanto tomava a última cerveja.
— Podemos ir pra minha casa e conversar mais um pouco — falei, piscando o olho.
— Melhor irmos pra um hotel. Conheço um aqui perto e tenho carro. O que acha?
— Vamos então — respondi, todo animado.
Saímos do lugar e fomos até o carro dele. O hotel ficava a 15 minutos do shopping. Saímos do carro e pedimos um quarto pra passar a noite. Peguei a chave e subimos até o quarto. Abri a porta e vi um dispensador de camisinha que me aliviou na hora. Fechei a porta e peguei três camisinhas do aparelho.
— Você devia pegar mais três, hoje a gente vai se divertir — disse o Erick, e me deu um beijo molhado e gostoso que durou um tempão.
Eu abracei ele, e ele respondeu apertando minha bunda com força. Soltei ele e fui pro banheiro.
— Vou tomar um banho, me espera, papi — falei, sem conseguir segurar o tesão que fervia meu sangue.
— Eu também — disse o Erick.
Não queríamos desperdiçar o sexo bom no chuveiro, então só nos molhamos e ensaboamos rápido. Saímos e nos secamos. Ele tinha uma rola dura e gostosa, uns 19cm talvez e 4cm de grossura, idêntica à minha.
— O que você gosta de fazer? — perguntei.
— Quero comer teu cu e depois você come o meu — o Erick disse enquanto me jogava na cama e me beijava.
Eu abracei ele e enrolei minhas pernas nele enquanto chupava a boca dele. A língua dele percorria toda minha boca e me fazia vibrar. Sentia o pau quente dele encostar na minha bunda.
Ele se levantou e ergueu minhas pernas nos ombros dele, era a primeira vez que fazia assim. Colocou a camisinha e começou a me penetrar. Violento no começo, mas depois suave e gostoso. As bolas dele batiam na minha bunda, fazendo um som que me esquentava ainda mais.
— Ahhhh! Que gostoso, papi!!! Me dá mais forte!!
— Você gosta? Tem uma bunda gostosa!! Toma minha rola toda, viado!! Sua bunda é minha, puta!!!
— Toda sua, papi!!! Ahhh!!! Ahhhh!!!
— Assim que eu gosto!! Toma ela toda!!
Depois montei nele e comecei a cavalgar. Fiz ele gozar. Ficamos abraçados por meia hora. Agora era minha vez.
— Quero você de quatro — falei.
— Me dá tudo, não tem piedade — disse o Erick, se ajoelhando de quatro e deixando aquele cu lindo à mostra, limpo, sem pelos. Lindo.
Coloquei a camisinha e comecei a fazer aquele cu meu. Era apertado e quente. Comecei a bombar devagar e depois meti com força. indefeso ano. Dei umas palmadas nele pra forçar ele a levantar a bunda
—Que piroca gostosa!! Me dá tudo!! Ahhh!! Gostoso!! Ahhh!! Mais forte!!
—Sua buceta tá uma delícia!! É minha agora, vagabunda!!
—Me dá mais!! Toda sua porra, me dá!! Ahh!!
—Aproveita, vagabunda!!! —falei enquanto dava mais palmadas.
Uns minutos depois, gozei, soltando toda minha porra. Já eram 10:45 da noite. Nos abraçamos e dormimos.
Acordamos juntos e nos vestimos. Comemos algo num restaurante e ele me deixou no meu apartamento. Agora a gente se vê todo fim de semana quando dá e repete essas sessões de sexo violento e apaixonado. Diego não tem problema com isso. A verdade é que sexo é pra ser curtido, e eu pretendo continuar fazendo.
Se gostaram, comentem e se sobrou algum ponto, por que não me dar?
Abraços
5 comentários - El maduro del face
bueno el relato che