Faz tempo que não posto nada, mas hoje tive um dia agitado e quero contar pra vocês, espero que gostem e que esquente.
Hoje tive que acordar cedo pra faculdade, mas a matéria que eu tinha que ir eu larguei porque fui mal pra caralho, então aproveitei que o despertador do celular tocou cedo, tomei um banho, coloquei meus patins na mochila e fui pro Rosedal de Palermo andar de patins. Fiquei lá de manhã cedo dando umas voltas, muito macho gostoso fazendo exercício, sempre que vou fico fazendo umas vinte punhetas mentais enquanto dou umas voltas. Depois de um bom tempo já tava cansadinho, fui pra região da Plaza Italia pegar o busão pra casa. Tava morrendo de vontade de mijar e como tenho uma viagem longa, entrei num fast food pra mijar, desculpa perfeita pra ver se não rolava algo mais. Entro, vou no banheiro, abro a porta, vou pros mictórios. Tem três, no do meio tinha um cara, uns 25 anos ou um pouco mais talvez. Fui no último, ficando entre o cara e a parede. Enquanto passava do lado dele, meus olhos rapidamente foram pro pau dele. Não tava mijando, então o que mais ele poderia estar fazendo ali? Hehe eu puxei o pau e comecei a descarregar a vontade enorme de mijar que tava, enquanto quase sem disfarçar olhava pro pau dele. Ele tava praticamente se masturbando, acho que me viu olhando porque não se incomodou em disfarçar nem parecia nervoso, aliás, ele me olhava enquanto fazia isso. Terminei de mijar e estendi minha mão pro pau dele, que já tava bem duro. Era grosso, cabeçudo, bom comprimento também, uns 17x5.5 ou 6, peludo, parecia muito gostoso. O cara me agradou. Ele levantou um pouco a camiseta quando comecei a bater punheta pra ele, dava pra ver o quanto ele era peludo, tinha abdômen e peito peludos, boas pernas que pelo pouco que pude notar eram bem peludas. Tinha barba, cabelo um pouco comprido, bem vestido, um estilo entre patricinha e skatista, adoro assim, gosto que o macho seja bem estilosinho. Enfim, continuei apalpando ele. o pau, e o magrelo pulou em cima de mim, tava quente igual uma chaleira, me beijou de boca aberta, beijava muito bem, meteu muita língua e mão, eu também tava doidão, mas nervoso com medo de alguém entrar, ele tava super tranquilo, como se estivéssemos sozinhos num quarto de hotel, me fez tirar a mochila, me virou e começou a me pressionar, abria minha bunda com as mãos e esfregava o pau em mim, eu tentava afastar ele um pouco, mesmo amando tudo que ele fazia, me virei, me abaixei um pouco e chupei o pau dele, uma delícia, foquei mais em chupar a cabeça, lamber, enfiar na boca, apertar bem os lábios, subir e descer pelo tronco duro e grosso, e enquanto tava dentro da minha boca, dava lambidas suaves ao redor, levantava o olhar e via a cara dele e os sons de prazer, fiquei um tempão chupando ele, nervoso, ligado se alguém entrava ou qualquer barulho, "que lindo que você tá, rasta, quero te comer", ele falava entre beijos e apalpadas, "não, aqui não dá", eu respondia sorrindo, fazia cara de safado e apalpava o pau dele, "sim, vai, vira", ele me rodeava com os braços, tentando me encurralar no canto das paredes, numa hora passou a mão no meu peito por cima da camisa, acho que sentiu os piercings que tenho nos mamilos, porque me olhou, sorriu, desabotoou rápido alguns botões, meteu a mão e logo a língua, me deixa muito excitado quando fazem isso, chupei ele de novo pra me despedir, já tava um tempão nos divertindo pra caralho, tava com medo de entrar algum cara da limpeza ou, pior ainda, o segurança, o banheiro era pequeno, se alguém entrasse não daria tempo de disfarçar, então dei um boquete foda, enquanto batia uma pra ele com uma mão e com a outra apalpava os ovos peludos dele, se fosse por mim, chupava até encher a boca de porra, o pau dele era muito gostoso, mas não dava, me levantei, abotoei a camisa, dei uns beijos nele e comecei a me afastar sorrindo. Não, não vai embora, gatinho, não me deixa assim" — ela dizia, enquanto eu me afastava — "Sim, vou embora, lindo, você tem uma boa cock". "Você também, cê gosta de meter?" "Não, sou só passivo." "Que promíscuo" — sorri e fui embora. Saí e o lugar tava morto, só uma coroa tomando café da manhã. Fiquei puto porque podia ter dado a buceta à vontade sem nenhum drama. Tô descendo a escada, quando me arrependi de ter ido embora. Voltei e vi o cara se masturbando, já gozando. Cheguei tarde, que pena! pensei. Ajeitei minhas dreads, lavei as mãos, e ele já tinha ido embora. Quando saí do lugar, ele tava fumando um baseado na entrada do metrô. A gente se olhou, sorrimos, e eu continuei andando até o ponto do 34. Peguei o ônibus até Liniers, chupetinha na boca, música eletrônica bem alta no fone, com calor de ter andado de roller e excitado pelo tempo gostoso que tinha passado. Nunca tinha pegado aquele busão. Peguei rapidinho na Juan B. Justo, sentado no banco individual do lado da janela, ventinho no rosto, olhando e me insinuando pra cada macho que passava do lado do ônibus. Adoro violar eles com o olhar, que sejam héteros e deixá-los desconfortáveis hehe. Cheguei em Liniers, entrei em outro banheiro, nada. Uns caras tavam na busca de algo, mas não curti, então virei as costas e fui embora. Fiz uns tramites na área, peguei o 80 pra casa. Achei que não ia rolar mais nada, mas quando desci no ponto perto de casa, vi na frente do ponto o macho que me seguiu e acabou comendo no meu bairro da outra vez. Ele tava falando com um cara, sentados, tomando uma cerveja.http://www.poringa.net/posts/gay/2666602/En-el-campito-de-mi-barrio-Relato-gay.htmlFiz de bobo, como se não tivesse visto nada, desci e comecei a andar pra minha casa. De canto de olho, vi que ele começou a andar rápido na minha direção, logo tava a uns metros de mim. Tava a um quarteirão da minha casa, então, como não quero que ele veja exatamente onde eu moro, comecei a andar devagar, guardei o celular na mochila e ouvi ele me chamar. Virei, me fazendo de surpreso ao vê-lo. "E aí, amigão, tudo suave?" ele me cumprimenta, na malandragem, deslizando as mãos e batendo um toque de punho. Ele deve ter entre uns 30 e 35 anos, moreno, tatuado, tênis com amortecimento, roupa esportiva, cara de mau. Começamos a andar pro lugar onde a gente tinha transado da outra vez. Conversamos um pouco, ele me perguntou se meus amigos sabiam que eu dava a bunda. Falei que sim, que todo meu círculo é de gays, travestis, etc., que com hétero não me misturo, que são sem graça. Ele se cagava de rir e falou: "É, tu tem razão." Ele me contou que é super enrustido, ficou me contando fofoca dos viados do bairro, que cada vez tinha mais. A gente riu e finalmente chegamos naquele campinho. Parece que o lugar onde a gente transou da outra vez também foi escolhido, tinha até pacotinhos de camisinha jogados. Na hora, me ajoelhei e ele colocou a pica na minha boca. Ela já tava meia mole, e na minha boca ficou duríssima. É bem morena, uns 16 ou 17 centímetros por 4,5 ou 5, cabeçuda. Ele me segurava pelos dreads e metia na minha boquinha, me fazia engasgar. Logo meus olhos tavam lacrimejando, eu olhava nos olhos dele enquanto chupava. "Isso, assim, vagabundo, come!" E obviamente eu comia. Ele tirava a pica da minha boca, eu abria a boca, colocava a língua pra fora, ele pegava nela e me dava tapas com a pica na língua, esfregava na minha cara, enquanto eu segurava as bolas dele e amassava com tudo. Fiquei um tempão boqueteando, até que vi ele tirar uma camisinha do bolso da calça. Fiquei de quatro, ele cuspiu no meu furinho, senti a pica dele encostando e rapidamente fez força pra entrar. Doeu. Depois de três estocadas, tava toda dentro. Eu falava pra ele... entre gemidos que me pegue devagar, mas não tava nem aí, me agarrou na cintura com as duas mãos e começou a meter forte e sem parar, agarrei no peito e a cabeça ficou apoiada no chão, empinando a bunda, deixando bem à disposição dele, sentia o pau dele entrando e saindo de dentro de mim, tirava tudo e metia de novo, eu tentava não gemer muito alto mas tava difícil, sentia a bunda queimando, ''aguenta que já vou gozar sua putinha'' e aí começou a meter ainda mais rápido, me destruiu o filho da puta, todo ofegante ficou parado em cima de mim, entendi que tinha acabado, tirou o pau de dentro, fumamos um baseado e depois de um tempo voltamos pro bairro, nos despedimos, acho que logo a gente vai se trombar de novo e ele vai arrebentar minha bunda de novo kkk, tava muito tarada depois das duas picas que eu aguentei, cheguei em casa toda excitada, notei que tava sozinho, fiquei pelado, peguei o telefone sem fio, liguei o pc, coloquei um techno pesado, entrei numa linha erótica, e comecei a falar com um desconhecido que contei minhas safadezas do dia, deixei ele excitado, e ele me fez saber que puta vagabunda eu posso ser, adoro ouvir a voz de um homem falando umas putarias pesadas, gozei, soltei muito leite, desliguei, tomei banho, e tirei um cochilo
Eu, Gonza, 23 anos, 1.70, magrinho, pequenininho, tenho rastafári, uns piercings, só passivo, muito chupa pau, chupa bunda, engole porra, de Lugano, sem lugar fixo, tarado, sujo, caçador, submisso.
Procuro só homens ativos, másculos, bem homens, dominantes, tarados, sujos, magros, peludos, entre 28 e 38 anos, sou só passivo, não gosto que o homem depois fique me pedindo pau nem nada assim, me broxa TOTAL, nada de pivetes, nada de gordinhos, nada de muito velhos, nada de corpos de academia, nada de magros que moram no cu do mundo, magros normais que eu gosto, bem de bairro, ''tipo nada a ver'', casados ganham pontos
whatsapp: 1561691178 (não pra punheteiros que só querem trocar foto, vídeo, etc isso eu deixo pros virjões de 15 anos, ou pros reprimidos, você me manda foto da sua rola, do seu rosto e se rolar clima a gente se vê e transa, ponto final 😉)
skype: GonzaDirty (mesma coisa de cima, nada de sex cam, nada de ficar trocando foto e essas besteiras todas, quero transar, não me masturbar)
Hoje tive que acordar cedo pra faculdade, mas a matéria que eu tinha que ir eu larguei porque fui mal pra caralho, então aproveitei que o despertador do celular tocou cedo, tomei um banho, coloquei meus patins na mochila e fui pro Rosedal de Palermo andar de patins. Fiquei lá de manhã cedo dando umas voltas, muito macho gostoso fazendo exercício, sempre que vou fico fazendo umas vinte punhetas mentais enquanto dou umas voltas. Depois de um bom tempo já tava cansadinho, fui pra região da Plaza Italia pegar o busão pra casa. Tava morrendo de vontade de mijar e como tenho uma viagem longa, entrei num fast food pra mijar, desculpa perfeita pra ver se não rolava algo mais. Entro, vou no banheiro, abro a porta, vou pros mictórios. Tem três, no do meio tinha um cara, uns 25 anos ou um pouco mais talvez. Fui no último, ficando entre o cara e a parede. Enquanto passava do lado dele, meus olhos rapidamente foram pro pau dele. Não tava mijando, então o que mais ele poderia estar fazendo ali? Hehe eu puxei o pau e comecei a descarregar a vontade enorme de mijar que tava, enquanto quase sem disfarçar olhava pro pau dele. Ele tava praticamente se masturbando, acho que me viu olhando porque não se incomodou em disfarçar nem parecia nervoso, aliás, ele me olhava enquanto fazia isso. Terminei de mijar e estendi minha mão pro pau dele, que já tava bem duro. Era grosso, cabeçudo, bom comprimento também, uns 17x5.5 ou 6, peludo, parecia muito gostoso. O cara me agradou. Ele levantou um pouco a camiseta quando comecei a bater punheta pra ele, dava pra ver o quanto ele era peludo, tinha abdômen e peito peludos, boas pernas que pelo pouco que pude notar eram bem peludas. Tinha barba, cabelo um pouco comprido, bem vestido, um estilo entre patricinha e skatista, adoro assim, gosto que o macho seja bem estilosinho. Enfim, continuei apalpando ele. o pau, e o magrelo pulou em cima de mim, tava quente igual uma chaleira, me beijou de boca aberta, beijava muito bem, meteu muita língua e mão, eu também tava doidão, mas nervoso com medo de alguém entrar, ele tava super tranquilo, como se estivéssemos sozinhos num quarto de hotel, me fez tirar a mochila, me virou e começou a me pressionar, abria minha bunda com as mãos e esfregava o pau em mim, eu tentava afastar ele um pouco, mesmo amando tudo que ele fazia, me virei, me abaixei um pouco e chupei o pau dele, uma delícia, foquei mais em chupar a cabeça, lamber, enfiar na boca, apertar bem os lábios, subir e descer pelo tronco duro e grosso, e enquanto tava dentro da minha boca, dava lambidas suaves ao redor, levantava o olhar e via a cara dele e os sons de prazer, fiquei um tempão chupando ele, nervoso, ligado se alguém entrava ou qualquer barulho, "que lindo que você tá, rasta, quero te comer", ele falava entre beijos e apalpadas, "não, aqui não dá", eu respondia sorrindo, fazia cara de safado e apalpava o pau dele, "sim, vai, vira", ele me rodeava com os braços, tentando me encurralar no canto das paredes, numa hora passou a mão no meu peito por cima da camisa, acho que sentiu os piercings que tenho nos mamilos, porque me olhou, sorriu, desabotoou rápido alguns botões, meteu a mão e logo a língua, me deixa muito excitado quando fazem isso, chupei ele de novo pra me despedir, já tava um tempão nos divertindo pra caralho, tava com medo de entrar algum cara da limpeza ou, pior ainda, o segurança, o banheiro era pequeno, se alguém entrasse não daria tempo de disfarçar, então dei um boquete foda, enquanto batia uma pra ele com uma mão e com a outra apalpava os ovos peludos dele, se fosse por mim, chupava até encher a boca de porra, o pau dele era muito gostoso, mas não dava, me levantei, abotoei a camisa, dei uns beijos nele e comecei a me afastar sorrindo. Não, não vai embora, gatinho, não me deixa assim" — ela dizia, enquanto eu me afastava — "Sim, vou embora, lindo, você tem uma boa cock". "Você também, cê gosta de meter?" "Não, sou só passivo." "Que promíscuo" — sorri e fui embora. Saí e o lugar tava morto, só uma coroa tomando café da manhã. Fiquei puto porque podia ter dado a buceta à vontade sem nenhum drama. Tô descendo a escada, quando me arrependi de ter ido embora. Voltei e vi o cara se masturbando, já gozando. Cheguei tarde, que pena! pensei. Ajeitei minhas dreads, lavei as mãos, e ele já tinha ido embora. Quando saí do lugar, ele tava fumando um baseado na entrada do metrô. A gente se olhou, sorrimos, e eu continuei andando até o ponto do 34. Peguei o ônibus até Liniers, chupetinha na boca, música eletrônica bem alta no fone, com calor de ter andado de roller e excitado pelo tempo gostoso que tinha passado. Nunca tinha pegado aquele busão. Peguei rapidinho na Juan B. Justo, sentado no banco individual do lado da janela, ventinho no rosto, olhando e me insinuando pra cada macho que passava do lado do ônibus. Adoro violar eles com o olhar, que sejam héteros e deixá-los desconfortáveis hehe. Cheguei em Liniers, entrei em outro banheiro, nada. Uns caras tavam na busca de algo, mas não curti, então virei as costas e fui embora. Fiz uns tramites na área, peguei o 80 pra casa. Achei que não ia rolar mais nada, mas quando desci no ponto perto de casa, vi na frente do ponto o macho que me seguiu e acabou comendo no meu bairro da outra vez. Ele tava falando com um cara, sentados, tomando uma cerveja.http://www.poringa.net/posts/gay/2666602/En-el-campito-de-mi-barrio-Relato-gay.htmlFiz de bobo, como se não tivesse visto nada, desci e comecei a andar pra minha casa. De canto de olho, vi que ele começou a andar rápido na minha direção, logo tava a uns metros de mim. Tava a um quarteirão da minha casa, então, como não quero que ele veja exatamente onde eu moro, comecei a andar devagar, guardei o celular na mochila e ouvi ele me chamar. Virei, me fazendo de surpreso ao vê-lo. "E aí, amigão, tudo suave?" ele me cumprimenta, na malandragem, deslizando as mãos e batendo um toque de punho. Ele deve ter entre uns 30 e 35 anos, moreno, tatuado, tênis com amortecimento, roupa esportiva, cara de mau. Começamos a andar pro lugar onde a gente tinha transado da outra vez. Conversamos um pouco, ele me perguntou se meus amigos sabiam que eu dava a bunda. Falei que sim, que todo meu círculo é de gays, travestis, etc., que com hétero não me misturo, que são sem graça. Ele se cagava de rir e falou: "É, tu tem razão." Ele me contou que é super enrustido, ficou me contando fofoca dos viados do bairro, que cada vez tinha mais. A gente riu e finalmente chegamos naquele campinho. Parece que o lugar onde a gente transou da outra vez também foi escolhido, tinha até pacotinhos de camisinha jogados. Na hora, me ajoelhei e ele colocou a pica na minha boca. Ela já tava meia mole, e na minha boca ficou duríssima. É bem morena, uns 16 ou 17 centímetros por 4,5 ou 5, cabeçuda. Ele me segurava pelos dreads e metia na minha boquinha, me fazia engasgar. Logo meus olhos tavam lacrimejando, eu olhava nos olhos dele enquanto chupava. "Isso, assim, vagabundo, come!" E obviamente eu comia. Ele tirava a pica da minha boca, eu abria a boca, colocava a língua pra fora, ele pegava nela e me dava tapas com a pica na língua, esfregava na minha cara, enquanto eu segurava as bolas dele e amassava com tudo. Fiquei um tempão boqueteando, até que vi ele tirar uma camisinha do bolso da calça. Fiquei de quatro, ele cuspiu no meu furinho, senti a pica dele encostando e rapidamente fez força pra entrar. Doeu. Depois de três estocadas, tava toda dentro. Eu falava pra ele... entre gemidos que me pegue devagar, mas não tava nem aí, me agarrou na cintura com as duas mãos e começou a meter forte e sem parar, agarrei no peito e a cabeça ficou apoiada no chão, empinando a bunda, deixando bem à disposição dele, sentia o pau dele entrando e saindo de dentro de mim, tirava tudo e metia de novo, eu tentava não gemer muito alto mas tava difícil, sentia a bunda queimando, ''aguenta que já vou gozar sua putinha'' e aí começou a meter ainda mais rápido, me destruiu o filho da puta, todo ofegante ficou parado em cima de mim, entendi que tinha acabado, tirou o pau de dentro, fumamos um baseado e depois de um tempo voltamos pro bairro, nos despedimos, acho que logo a gente vai se trombar de novo e ele vai arrebentar minha bunda de novo kkk, tava muito tarada depois das duas picas que eu aguentei, cheguei em casa toda excitada, notei que tava sozinho, fiquei pelado, peguei o telefone sem fio, liguei o pc, coloquei um techno pesado, entrei numa linha erótica, e comecei a falar com um desconhecido que contei minhas safadezas do dia, deixei ele excitado, e ele me fez saber que puta vagabunda eu posso ser, adoro ouvir a voz de um homem falando umas putarias pesadas, gozei, soltei muito leite, desliguei, tomei banho, e tirei um cochilo
Eu, Gonza, 23 anos, 1.70, magrinho, pequenininho, tenho rastafári, uns piercings, só passivo, muito chupa pau, chupa bunda, engole porra, de Lugano, sem lugar fixo, tarado, sujo, caçador, submisso.
Procuro só homens ativos, másculos, bem homens, dominantes, tarados, sujos, magros, peludos, entre 28 e 38 anos, sou só passivo, não gosto que o homem depois fique me pedindo pau nem nada assim, me broxa TOTAL, nada de pivetes, nada de gordinhos, nada de muito velhos, nada de corpos de academia, nada de magros que moram no cu do mundo, magros normais que eu gosto, bem de bairro, ''tipo nada a ver'', casados ganham pontos
whatsapp: 1561691178 (não pra punheteiros que só querem trocar foto, vídeo, etc isso eu deixo pros virjões de 15 anos, ou pros reprimidos, você me manda foto da sua rola, do seu rosto e se rolar clima a gente se vê e transa, ponto final 😉)
skype: GonzaDirty (mesma coisa de cima, nada de sex cam, nada de ficar trocando foto e essas besteiras todas, quero transar, não me masturbar)
8 comentários - Dia agitado, rodando pela capital (relato gay)
25 años peludo